A defesa de Silvio Rocha, de 58 anos, encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido de interrupção do mandado de prisão expedido contra o advogado. Ele recebeu condenação de 14 anos de reclusão em decorrência dos acontecimentos de 8 de janeiro. Segundo os representantes legais, a condição clínica do acusado exige atenção imediata. Rocha enfrenta um quadro de câncer e está em fase de avaliação médica para a realização de um transplante de medula óssea, após a identificação de um possível doador compatível. Esse estágio do tratamento é descrito como crucial para suas chances de sobrevivência. Além da neoplasia maligna, o paciente também convive com outros problemas de saúde, incluindo depressão e complicações cardíacas, o que, de acordo com a defesa, agrava ainda mais sua situação geral. Em documento protocolado no dia 20 de abril, os advogados destacaram ainda um episódio recente que teria agravado o estado físico do cliente. Conforme relatado, ele sofreu uma queda no banheiro, que resultou na quebra do box e em um ferimento significativo no joelho esquerdo. O corte exigiu sutura com mais de 30 pontos e evoluiu com infecção, mantendo a lesão aberta e vulnerável a novas complicações. No texto apresentado, a defesa afirmou que “o eventual cumprimento do mandado de prisão neste momento implicaria inequívoco prejuízo à continuidade do tratamento, comprometendo não apenas a realização dos exames preparatórios, mas também a própria possibilidade de submissão ao transplante, colocando em risco concreto sua saúde e sua vida, sobretudo diante das limitações inerentes ao ambiente prisional para o tratamento de enfermidades dessa natureza”.
A ‘mula de Troia’ que pode fechar as portas do Brasil (Veja o vídeo!)
Escândalo do Banco Master, roubo dos aposentados, o esquema liderado por funkeiros que movimentou quase R$ 300 bilhões, dono da Choquei preso por lavagem bilionária de dinheiro. Para o professor Marcos Pizzolatto, a corrupção é um método muito característico de um certo partido. “O lulopetismo é isso, um Midas reverso, onde põe o dedo, apodrece. Quantas vezes o eleitor lulopetista vai recolher essa mula de Troia para dentro das muralhas de Brasília? Uma vez já era imbecilidade, agora uma quarta vez é uma crise civilizacional, pode fechar as portas do Brasil e achar o primeiro aeroporto”, alertou o historiador, durante participação no programa Choque de Ordem. Veja o vídeo:
As novas definições do regime brasileiro: dicionário da hipocrisia governamental
Uma lista revela as novas definições adotadas pelo regime brasileiro, mostrando a distância entre o discurso oficial e a prática real do governo. “Defesa da democracia” passou a significar prender, multar e perseguir opositores políticos. “Defesa da soberania nacional” agora significa proteger as diversas facções do crime organizado. “Discurso de ódio” é tudo aquilo que é dito contra o governo. “Evitar intervenção externa no processo eleitoral” significa censurar redes sociais para que apenas a narrativa da mídia paga seja publicada. “Incentivo à cultura” é pagar artistas para que usem sua fama para convencer seus fãs a não reclamar do governo. “Cooperação estratégica” é quando um agente brasileiro tenta interferir no trabalho policial de outro país e acaba sendo expulso e investigado por tais atos.
STJ manda soltar MC Ryan e mais 32 presos pela PF: corporação reage na hora
O Superior Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus a Ryan Santana dos Santos, o MC Ryan SP, nesta quinta-feira (23). A decisão do ministro Messod Azulay Neto também beneficiou outros 32 detidos na Operação Narco Fluxo da Polícia Federal. Entre os contemplados pela soltura estão Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, conhecido como MC Poze do Rodo, e Raphael Sousa Oliveira, dono da página Choquei. A decisão pela liberação se baseou no fato de que o pedido inicial da Polícia Federal havia sido pela prisão temporária de 5 dias. O juiz responsável, no entanto, acabou concedendo 30 dias de detenção. O STJ utilizou essa discrepância para alegar a ilegalidade da manutenção da prisão e determinou a soltura de todos os envolvidos. A reação da corporação foi imediata. A Polícia Federal acaba de pedir a prisão preventiva do cantor de funk MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, Raphael Sousa Oliveira, dono da página Choquei, entre outros investigados, por envolvimento em um esquema que teria lavado valores bilionários. Uma nova decisão judicial pode sair a qualquer momento.
STJ solta MC Ryan SP e outros 32 após falha judicial em megaoperação bilionária de lavagem de dinheiro
O Superior Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus a Ryan Santana dos Santos, conhecido como MC Ryan SP, nesta quinta-feira (23). A decisão do ministro Messod Azulay Neto beneficia outros 32 detidos na Operação Narco Fluxo da Polícia Federal. Entre os contemplados estão Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, o MC Poze do Rodo, e Raphael Sousa Oliveira, proprietário da página Choquei. O relator identificou irregularidades no decreto de prisão temporária emitido pela 5ª Vara Federal de Santos. A autoridade policial havia solicitado prisão temporária por apenas cinco dias, mas o prazo não foi respeitado. O ministro determinou que a medida deveria se limitar ao período originalmente requerido pela polícia. “Especialmente porque a própria representação da autoridade policial limitou-se ao prazo de cinco dias, assiste razão à defesa, devendo a medida extrema ser restringida ao período por ela requerido, qual seja, cinco dias”, afirmou o ministro em sua decisão. A extensão dos efeitos da decisão foi fundamentada no princípio da isonomia. “Estendo os efeitos desta decisão aos corréus que tiveram a prisão temporária decretada no mesmo ato, desde que se encontrem em idêntica situação fático-jurídica, em observância ao princípio da isonomia e à possibilidade de extensão dos efeitos benéficos da ordem de habeas corpus”, diz a decisão do STJ. A Polícia Federal prendeu MC Ryan SP em 15 de abril. As investigações apontam que o artista chefiava uma organização criminosa voltada para lavagem de dinheiro. A estrutura utilizava as indústrias fonográficas e de entretenimento para branquear recursos de origem ilícita. Os valores provinham de apostas e rifas ilegais. Também tinham origem no tráfico internacional de drogas. A operação mobilizou mais de 200 agentes da Polícia Federal. Foram cumpridos 45 mandados de busca e apreensão em nove estados. A corporação executou 39 mandados de prisão temporária. Seis pessoas permaneciam foragidas até a data da operação. A operação alcançou São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Distrito Federal. Os agentes apreenderam armas, veículos de luxo, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos. O juiz federal Roberto Lemos dos Santos Filho indicou que o volume financeiro movimentado pela organização ultrapassa R$ 260 bilhões. A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 2,2 bilhões em bens vinculados a Ryan Santana dos Santos. As medidas de constrição patrimonial foram aplicadas a 77 alvos da operação. O bloqueio abrange empresas e pessoas físicas investigadas pela Polícia Federal. O cálculo considerou o lucro presumido com as atividades criminosas. A decisão judicial baseou-se em relatórios de inteligência financeira encaminhados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras. “Tráfico internacional de mais de três toneladas de cocaína, somado ao fluxo financeiro identificado nos relatórios de inteligência financeira encaminhados pelo Coaf”, fundamentou a decisão sobre o valor do bloqueio. A Justiça também determinou o sequestro de bens. Foram impostas restrições societárias para interromper as atividades ilícitas. As investigações da Polícia Federal prosseguem para apurar a extensão completa da organização criminosa. Os alvos da operação podem responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. As medidas judiciais visam preservar ativos para eventual ressarcimento aos cofres públicos.
Zema intensifica ofensiva contra Gilmar Mendes e chama Supremo de ‘incendiário do Brasil’
O embate entre o ministro Gilmar Mendes e o ex-governador Romeu Zema teve origem em um vídeo com bonecos caricatos que imitam o próprio Gilmar Mendes e o ministro Dias Toffoli conversando sobre o caso Master. O material foi divulgado por Zema no mês passado e republicado na segunda-feira (20), após a coluna Mônica Bergamo noticiar o pedido de Gilmar para inclusão de Zema no Inquérito das Fake News. Para Zema, enquadrar o conteúdo como desinformação representa uma restrição à liberdade de expressão. “Nós estamos vendo um atentado à democracia. Não se pode mais fazer caricatura, ser irônico”, afirmou o ex-governador. “Isso não pode ser feito, pelo que eu sei, na Coreia do Norte, em Cuba, em alguns regimes totalmente autoritários. Parece que estamos correndo risco neste momento de caminharmos nesse sentido” Nesta quarta-feira (22), Zema elevou ainda mais o tom de seus ataques durante entrevista na Câmara dos Deputados, fazendo críticas contundentes ao Supremo Tribunal Federal. “O Supremo, no passado, era a instituição em que o Brasil se apoiava para resolver suas crises. O Supremo era o bombeiro do Brasil. Agora é o contrário: o Supremo é o incendiário do Brasil. É o bombeiro que chega jogando gasolina, só agravando a situação” Gilmar Mendes enfrenta agora um adversário difícil. Empresário vencedor, político sem mácula, e o que torna a situação mais delicada para o ministro: Zema joga com a verdade a seu lado.
Relator da CPMI do INSS revela esquema bilionário contra aposentados e expõe tentativa do governo Lula de blindar investigação (Veja o vídeo!)
Os bastidores de um dos maiores e mais perversos escândalos da história do Brasil foram expostos. O deputado federal Alfredo Gaspar, relator da CPMI do INSS, revela todos os detalhes da investigação no JCO Entrevista, com apresentação de Diogo Forjaz. Com a coragem que muitos não tiveram, o parlamentar escancara o roubo bilionário dos aposentados, um crime covarde contra pessoas fragilizadas que contribuíram a vida inteira para garantir o sustento na terceira idade. Conforme a investigação foi avançando e revelando a participação de figuras importantes, o governo Lula agiu para impedir o avanço da CPMI. Pela primeira vez, um jornalista vai se aprofundar nesse verdadeiro mar de lama, mostrando os bastidores da CPMI do INSS e tudo que tentaram esconder.
Caso Vorcaro: ex-banqueiro preso urina sangue e será levado a hospital às vésperas de delação
Daniel Vorcaro urinou sangue no final de semana e deve deixar a superintendência da Polícia Federal, em Brasília, nas próximas horas para realizar exames em um hospital. O ex-banqueiro também enfrentou restrições recentes durante o período em que permanece preso. Ele ficou cinco dias sem poder receber advogados devido a uma dedetização realizada na sede da Polícia Federal que se estendeu até o feriado de Tiradentes. A situação levanta questionamentos preocupantes. Os eventos ocorrem justamente na véspera de uma delação que envolveria pessoas poderosas e de má reputação.
Zema atende Gilmar e grava vídeo falando pausadamente (Veja o vídeo!)
O ministro Gilmar Mendes tentou partir para a ironia, criticando o jeito mineiro do ex-governador Romeu Zema de falar. “Ele fala um dialeto próximo do português. Muitas vezes a gente não o entende”, afirmou o decano do Supremo Tribunal Federal. A resposta de Zema veio de forma contundente, através de uma postagem na rede social X: “Sabe porque você não entende o que eu falo, Gilmar Mendes? É que o linguajar de brasileiros simples como eu é diferente do português esnobe dos intocáveis de Brasília. O problema não é você não entender as minhas palavras. O problema é os brasileiros não entenderem os seus atos. É você recorrer ao autoritarismo pra calar os que criticam o comportamento de ministros do supremo. É você e os seus colegas terem perdido a noção do que separa o público do privado. O certo, do errado. É isso o que brasileiros simples como eu não conseguem entender. É isso o que nós não vamos mais aceitar.” Na sequência, Zema gravou um vídeo, falando pausadamente, para que o ministro pudesse compreender sua mensagem. O vídeo termina de forma marcante, com Zema dizendo: “Meu nome é Zema.” Veja o vídeo:
Decisão de Alexandre de Moraes desencadeia anulação de investigação contra o PCC no Piauí
O juiz Valdemir Ferreira Santos, do Tribunal de Justiça do Piauí, determinou a anulação de investigação relacionada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) no estado. A decisão ocorre após liminar do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabeleceu novas diretrizes para utilização de relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O magistrado piauiense acolheu pedido das defesas dos empresários Haran Santhiago e Danilo Coelho, alvos da apuração. A medida judicial aconteceu antes que o ministro do STF detalhasse o alcance de sua determinação. Alexandre de Moraes divulgou despacho na terça-feira (21), esclarecendo que as limitações impostas ao uso dos documentos do Coaf aplicam-se exclusivamente a investigações futuras. A Operação Carbono Oculto foi iniciada em agosto de 2025 pela Receita Federal em conjunto com o Ministério Público do Estado de São Paulo. A operação investiga a possível penetração do PCC no mercado de distribuição de combustíveis. O desdobramento da operação no Piauí recebeu a denominação Carbono Oculto 86, em alusão ao código de discagem direta à distância do estado. A apuração no território piauiense concentrou-se na rede de postos HD, de propriedade dos empresários Haran Santhiago e Danilo Coelho. A decisão do juiz Valdemir Ferreira Santos fundamentou-se na liminar expedida por Alexandre de Moraes em 27 de março de 2026. O ministro do STF estabeleceu parâmetros específicos para a utilização dos relatórios de inteligência financeira produzidos pelo Coaf. O magistrado piauiense acolheu solicitação apresentada pelas defesas dos dois empresários investigados. Os advogados argumentaram que o relatório do Coaf foi empregado de maneira incompatível com as orientações determinadas por Alexandre de Moraes. A decisão possui caráter sigiloso. A informação foi inicialmente divulgada pelo portal UOL e posteriormente confirmada por outras fontes jornalísticas. A liminar do ministro do STF gerou repercussões em diversas investigações pelo país. Advogados de diferentes casos passaram a protocolar requerimentos buscando invalidar apurações em andamento em todo território nacional. Profissionais que promoviam o jogo “tigrinho” de forma ilegal, indivíduos envolvidos em contrabando e integrantes de milícias passaram a invocar a decisão de Moraes. Os defensores alegavam utilização inadequada dos documentos de inteligência financeira para questionar o emprego de relatórios do Coaf.