O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) determinou esta semana que a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT) remova, em até 24 horas, uma publicação em suas redes sociais na qual afirma que o ex-procurador Deltan Dallagnol (Novo) está inelegível até 2031. A decisão também proíbe novas postagens com o mesmo teor, sob pena de multa diária de R$ 1 mil. A defesa da petista informou que pretende recorrer. A decisão foi proferida pela desembargadora federal Gisele Lemke, que entendeu que a situação jurídica de Deltan não pode ser apresentada como definitiva sem análise específica no momento oportuno. A controvérsia envolve uma postagem feita por Gleisi na semana passada, na qual ela divulgou uma certidão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O documento indica que, em 2023, a Corte discutiu a inelegibilidade de Deltan ao cassar seu registro de candidatura e, consequentemente, seu mandato como deputado federal. Para a defesa da petista, a certidão comprovaria que o ex-procurador estaria inelegível até 2031. Entretanto, o entendimento do TRE-PR diverge dessa interpretação. A decisão ressalta que o indeferimento de registro em uma eleição anterior não determina automaticamente a inelegibilidade para pleitos futuros. E sustenta a necessidade de uma nova análise em procedimento próprio, quando eventualmente houver pedido de registro de candidatura. Segundo a magistrada, tratar o tema como já resolvido pode induzir o eleitorado ao erro, especialmente em período pré-eleitoral, aproximando-se de conteúdo com potencial desinformativo. O caso ocorre em meio a um cenário de disputa política direta, já que Gleisi Hoffmann e Deltan Dallagnol são pré-candidatos ao Senado pelo Paraná.
Contra posição da PF e da PGR, Zanin solta lobista acusado de ser peça-chave em esquema de venda de sentenças no STJ
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Cristiano Zanin, revogou a prisão preventiva do empresário Andreson de Oliveira Gonçalves. A decisão foi divulgada nesta sexta-feira (24). Andreson é apontado como peça-chave no esquema de venda de decisões judiciais no Superior Tribunal de Justiça. A determinação contrariou frontalmente as posições da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República. As duas instituições defendiam a permanência do lobista no cárcere. Andreson estava detido na Penitenciária Federal de Brasília desde novembro de 2025. A PF e a PGR sustentaram que o empresário deveria continuar preso. Argumentaram que ele tinha “papel preponderante” no esquema sob investigação no inquérito sigiloso. A Polícia Federal formalizou o indiciamento do lobista em fevereiro de 2026. Os investigadores ressaltaram a participação central de Andreson na dinâmica de comercialização de sentenças. O esquema teria envolvido ex-servidores dos gabinetes dos ministros Og Fernandes, Isabel Gallotti e Nancy Andrighi. As decisões eram objeto de negociação em troca de benefícios às partes interessadas. Os três magistrados não figuram como alvos da apuração. Andreson coordenava e intermediava as negociações entre os envolvidos no esquema. O investigado também viabilizava a circulação de recursos financeiros por meio “de uma robusta estrutura de lavagem de capitais”. A estrutura possibilitava a movimentação de valores vinculados às decisões negociadas. O empresário Andreson de Oliveira Gonçalves “não apenas era o responsável por manter contato com servidores do STJ, como também operava os mecanismos de lavagem de dinheiro por meio de interpostas pessoas e diversas empresas”. A conclusão consta no relatório de indiciamento elaborado pela Polícia Federal em fevereiro de 2026. Andreson “funcionava como um elo entre o núcleo cliente/advogado e o núcleo composto pelos assessores dos ministros, articulando as tratativas iniciais, monitorando as etapas de confecção da decisão (desde a criação da minuta até a publicação do ato decisório) e viabilizando que os valores transacionados chegassem de maneira dissimulada aos participantes do esquema”. A defesa do empresário vinha requerendo sua liberação com base em dois fundamentos principais. Os advogados apontavam excesso de prazo por parte dos investigadores na finalização do inquérito. Também alegavam riscos à saúde do lobista durante o período de encarceramento. Zanin acolheu os argumentos apresentados pela defesa. O magistrado reconheceu os avanços da investigação. O ministro destacou a necessidade de conclusão em prazo razoável. “A autoridade policial, em relatório bem elaborado, esclareceu os percalços enfrentados e os avanços obtidos no curso dos trabalhos investigativos os quais, contudo, não desoneram o Estado da obrigação de concluir o inquérito em prazo razoável, evitando-se a perpetuação de uma custódia que tem contribuído, em maior ou menor grau, para agravar a condição global de saúde do investigado”, afirmou Zanin em sua decisão sigilosa obtida pela reportagem. O ministro estabeleceu medidas cautelares para substituir a prisão preventiva. Andreson deverá usar tornozeleira eletrônica para monitoramento. Zanin também manteve outras restrições ao empresário. O lobista está proibido de deixar o país e de manter contato com outros investigados do esquema. A única exceção ao impedimento de contato é Mirian Gonçalves, esposa do lobista. O magistrado também proibiu Andreson de tentar acesso às instalações do STJ e aos sistemas processuais da Corte. As medidas visam garantir a continuidade da investigação sem interferências. A prisão preventiva de Andreson foi determinada em novembro de 2025. Zanin ordenou a transferência do empresário para o presídio federal de segurança máxima de Brasília. As investigações da Polícia Federal apontaram novos crimes. Andreson teria praticado lavagem de dinheiro durante o regime domiciliar anterior. O assassinato do advogado Roberto Zampieri foi o estopim para a descoberta do esquema. Zampieri foi morto em dezembro de 2023 em Cuiabá, no Mato Grosso. As autoridades policiais recuperaram o conteúdo do celular do advogado após o crime. O aparelho trazia evidências que ajudaram os investigadores a construir o caso. As informações encontradas no dispositivo revelaram a dinâmica do esquema de venda de decisões. A PF conseguiu mapear os envolvidos e as operações realizadas. O caso foi remetido ao Supremo por envolver gabinetes de ministros de uma Corte superior. Cristiano Zanin foi sorteado relator do inquérito em outubro de 2024. O processo tem avançado sob sigilo desde então. As investigações da Polícia Federal têm sido prorrogadas sucessivamente. O inquérito permanece em andamento com novas diligências sendo realizadas. A PF trabalha para concluir a apuração dos fatos relacionados ao esquema. A Polícia Federal indiciou Andreson e o ex-assessor do STJ Márcio Toledo Pinto em fevereiro de 2026. Cabe à Procuradoria-Geral da República decidir se apresenta denúncia contra os investigados. A PGR analisará o relatório da PF para definir os próximos passos.
Ginecologista é preso após 23 mulheres denunciarem abusos sexuais durante consultas
A Polícia Civil de Goiás prendeu preventivamente o ginecologista Marcelo Arantes na quinta-feira (23). A prisão ocorreu na residência do médico em Senador Canedo, município da região metropolitana de Goiânia. Ele é investigado por suspeita de crimes sexuais contra pacientes. A delegada Gabriela Moura, da Delegacia da Mulher de Senador Canedo, solicitou a prisão preventiva. A medida foi tomada “considerando o percentual de reincidência e o perfil predatório sexual” do investigado. As autoridades identificaram vítimas em Senador Canedo e Goiânia. Treze mulheres foram identificadas como vítimas na primeira cidade. Na capital goiana, dez pacientes prestaram depoimentos sobre os abusos. A polícia trabalha com a possibilidade de que novos casos sejam reportados após a divulgação. As investigações revelam que Arantes cometia os abusos durante atendimentos ginecológicos. O médico se valia da condição de fragilidade das mulheres durante os procedimentos clínicos. As vítimas relataram toques sem justificativa médica, práticas libidinosas sem autorização e estupros. “É uma pessoa que, em qualquer oportunidade e pretexto, vai cometer os mesmos crimes”, afirmou a delegada Gabriela Moura. A declaração fundamentou o pedido de prisão preventiva. A medida visa impedir a continuidade das práticas criminosas durante as investigações. Os registros policiais contra o ginecologista por crimes de natureza sexual remontam a anos anteriores. O primeiro boletim de ocorrência data de 2017. Em 2020, uma segunda denúncia foi formalizada. O Ministério Público já apresentou ação penal referente a um dos casos investigados. As autoridades autorizaram a divulgação da identidade e da fotografia do suspeito. O objetivo é auxiliar as investigações na localização de outras possíveis vítimas. A medida busca ampliar o alcance das apurações sobre a conduta do profissional.
Duas adolescentes desaparecem após entrarem em carro de empresário no interior do Paraná
Duas adolescentes da cidade de Cianorte, no Paraná, estão desaparecidas desde a noite do dia 20 de abril. Stela Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes saíram para uma festa em Maringá, localizada a 80 quilômetros de distância, e desde então não retornaram para casa. Segundo as famílias, o último contato com as jovens aconteceu quando elas ainda estavam em uma residência e informaram que seguiriam para o evento. Desde esse momento, não responderam mais a mensagens ou ligações telefônicas. Stela Dalva e Letycia estão desaparecidas desde 20 de abril O caso foi registrado na Polícia Civil do Paraná, que acompanha as buscas pelas adolescentes. Câmeras de segurança flagraram as jovens entrando no carro de um empresário, que teria levado Stela e Letycia para um show. Informações preliminares, ainda não confirmadas oficialmente pelas autoridades, indicam que as adolescentes poderiam ter ido até a cidade de Porto Rico, no Noroeste do Paraná. Até o momento, no entanto, não há confirmação sobre esse possível deslocamento. A Polícia Civil do Paraná segue acompanhando o caso e solicita a colaboração da população. Informações que possam ajudar a localizar Stela Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes podem ser repassadas de forma anônima às autoridades policiais.
Morre aos 53 anos ex-ator mirim da Globo vítima de infarto
O diretor de cinema e ex-ator mirim Fabiano Thomas Vannucci morreu aos 53 anos no Rio de Janeiro. A morte ocorreu na quinta-feira (23) após um infarto. A atriz Izabella Bicalho, ex-mulher de Fabiano, confirmou o falecimento nas redes sociais. “É com muito pesar que venho informar que infelizmente o pai da minha filha Fabiano Vannucci veio a falecer ontem. Dias bem tristes”, publicou Izabella. Ela e Vannucci tiveram uma filha durante o relacionamento. Fabiano era filho do ator e diretor Augusto Cesar Vannucci. Começou a carreira ainda criança em programas infantis da TV Globo. Participou de Plunct, Plact, Zuuum, em 1983, e “Verde que te quero ver”. Anos depois, abandonou a atuação. Passou a trabalhar nos bastidores da produção audiovisual como diretor. Concentrou seus esforços no cinema independente brasileiro. O cantor Rafael Vannucci, irmão de Fabiano, prestou homenagem ao diretor nas redes sociais. “Meu irmão mais velho, cuidava de mim na infância. Era uma grande inspiração. Muito jovem, ele já tinha se tornado diretor. Sempre falei que queria ser um profissional igual a ele”, declarou Rafael. O cantor destacou a relação próxima que mantinha com o irmão desde a infância e a admiração pela trajetória profissional de Fabiano.
Comerciante de 29 anos é encontrado morto em motel no Sertão da Paraíba
O comerciante Danilo Nóbrega Vieira, de 29 anos, foi encontrado morto em um quarto de motel localizado às margens da BR-361, em Patos, no Sertão da Paraíba. A descoberta ocorreu na noite de quarta-feira (22). A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte. Danilo, conhecido na região como “Danilo do Feijão”, havia dado entrada no estabelecimento durante a madrugada daquele mesmo dia. Ele permaneceu no local por várias horas. A permanência prolongada não gerou suspeitas imediatas por parte da administração do motel. A situação chamou atenção no início da noite. Pessoas que estavam com a motocicleta do comerciante retornaram ao motel para devolver o veículo. Ao tentarem fazer contato com Danilo, não obtiveram resposta. A ausência de comunicação motivou o acionamento das autoridades. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado ao local. A equipe médica chegou ao quarto e constatou que Danilo já estava morto. Não foi possível realizar qualquer procedimento de reanimação. O quarto onde o corpo foi encontrado apresentava sinais de desordem. Objetos quebrados foram identificados no ambiente. O corpo do comerciante não apresentava marcas visíveis de agressão física. A ausência de sinais externos de violência levanta questionamentos sobre o que teria ocorrido dentro do quarto. A desordem do ambiente contrasta com a falta de lesões aparentes no corpo. O caso está sendo tratado inicialmente como morte a esclarecer. A Polícia Civil instaurou inquérito policial para apurar todas as circunstâncias envolvidas no episódio. A investigação busca reunir elementos que possam explicar o que aconteceu durante o período em que o comerciante permaneceu no motel. A definição da causa da morte depende dos resultados de exames técnicos. O Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) foi acionado para realizar os procedimentos periciais necessários. Os laudos devem indicar com precisão o que provocou o óbito.
Fachin autoriza GDF a usar patrimônio público para socorrer BRB em crise
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, autorizou o Governo do Distrito Federal (GDF) a utilizar bens móveis e imóveis públicos no socorro ao Banco de Brasília (BRB). A decisão foi tomada na sexta-feira (24). Fachin suspendeu os efeitos de uma liminar que impedia a aplicação de dispositivos da Lei Distrital nº 7.845/2026. A norma permite o reforço patrimonial da instituição financeira. A decisão monocrática atendeu ao pedido formulado pelo GDF. O processo original continua em tramitação no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios. Ao fundamentar sua decisão, o ministro esclareceu que a suspensão de liminar não tem por finalidade analisar o mérito da constitucionalidade da norma. O objetivo da medida é evitar danos imediatos de maior gravidade. Fachin avaliou que os argumentos apresentados pelo Distrito Federal eram plausíveis e justificavam a intervenção. O presidente do STF considerou que existe risco à ordem administrativa. A liminar anterior interferia na execução de políticas públicas definidas pelos Poderes Executivo e Legislativo do Distrito Federal. Essa interferência judicial comprometia a capacidade do governo local de implementar medidas para a recuperação do banco. Fachin também identificou possibilidade de impactos negativos à ordem econômica. O ministro destacou a importância do BRB para o funcionamento do sistema financeiro do Distrito Federal. “O Banco de Brasília desempenha papel central no sistema financeiro do Distrito Federal, sendo responsável pela operacionalização de programas sociais relevantes, pelo pagamento de servidores públicos, pela gestão de volumes expressivos de depósitos — inclusive judiciais — e pela concessão de crédito em escala significativa à economia local”, afirmou o ministro. Fachin apontou que a liminar impugnada inviabilizava monocraticamente a adoção das principais medidas destinadas ao reforço patrimonial da instituição. A impossibilidade de implementar essas medidas também impedia a recomposição dos índices de capital e liquidez do banco. O ministro alertou para o potencial reflexo negativo sobre a confiança do mercado. A decisão judicial anterior também afetava a estabilidade das operações do BRB e o valor de seus ativos. Esses fatores poderiam agravar a situação financeira da instituição e comprometer sua capacidade de cumprir suas funções. Outro fundamento da decisão foi o risco ao interesse público. Fachin entendeu que a interrupção das ações de recuperação do banco poderia prejudicar a continuidade de serviços essenciais. A paralisação das medidas de socorro também comprometeria a execução de políticas públicas que dependem do funcionamento adequado da instituição financeira. A decisão de Fachin será submetida ao plenário virtual do STF. A análise pelos demais ministros ocorrerá entre os dias 8 e 15 de maio. Até lá, os efeitos da suspensão da liminar permanecem válidos. O presidente do STF também determinou a abertura de prazo para manifestação das partes envolvidas no processo. A Procuradoria-Geral da República também deverá se pronunciar. Todas as partes têm 72 horas para apresentar suas manifestações sobre a decisão.
Mendonça vence nova queda de braço na 2ª Turma e consegue unanimidade
Por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta sexta-feira (24) manter a prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa. O último a votar foi o ministro Gilmar Mendes. O seu voto não alteraria a decisão, uma vez que os demais ministros já haviam votado acompanhando o relator, André Mendonça. Mesmo assim, Gilmar apresentou uma divergência em relação ao advogado Daniel Monteiro, que teria representado o Banco Master em negociações com o BRB. Em relação ao advogado, Gilmar Mendes votou pela substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar, mediante uso de tornozeleira eletrônica. Paulo Henrique e Daniel Monteiro foram presos em 16 de abril pela Polícia Federal (PF), na quarta fase da Operação Compliance Zero, por decisão do ministro André Mendonça, que é relator do caso Master. Com o voto de Gilmar Mendes, o placar final ficou em 4 a 0. Mais cedo, o ministro Nunes Marques também votou pela manutenção da prisão, concordando com o voto do relator e do ministro Luiz Fux. O ministro Dias Toffoli, quinto integrante da Segunda Turma do STF, se declarou suspeito para julgar o caso, que envolve o Banco Master, de Daniel Vorcaro.
Morre aos 87 anos jornalista com 70 anos de carreira ininterrupta, considerado o mais longevo do mundo
O jornalista Lúcio Brasileiro morreu na noite de quinta-feira (23), aos 87 anos. Ele estava internado em Lisboa, Portugal, desde o último sábado (11) em decorrência de uma queda. Referência no jornalismo cearense, Lúcio construiu uma carreira marcada pela combinação de informação e opinião, sempre com forte presença na cobertura da sociedade. Durante décadas, manteve uma coluna diária no jornal O POVO e também comandava um programa na Rádio O POVO CBN. Ao longo da trajetória profissional, Lúcio Brasileiro se consolidou como um dos nomes mais longevos e influentes da imprensa brasileira, acompanhando e registrando transformações políticas, sociais e culturais. Por isso era considerado o jornalista diário mais antigo do mundo. O veterano alcançou a marca impressionante de 70 anos de carreira em 2025. A morte do profissional representa uma grande perda para o jornalismo nacional, especialmente para a imprensa cearense, onde sua voz e opinião eram referência há mais de sete décadas.
Pastor Silas Malafaia elogia atitude rara de ministro do STF: “Reconhecer erro e corrigir rota”
O pastor Silas Malafaia utilizou suas redes sociais para comentar a polêmica envolvendo o ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal. Em publicação no X (antigo Twitter), Malafaia destacou um comportamento incomum entre os magistrados da Corte: a admissão pública de erro. “A POLÊMICA ENVOLVENDO O MINISTRO GILMAR MENDES! Eu fiz uma postagem criticando a fala desastrosa do ministro no embrólio com ZEMA”, escreveu o líder religioso, referindo-se ao governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Segundo Malafaia, é raro testemunhar um ministro do STF reconhecer publicamente seus equívocos. “Coisa rara é ver um Ministro do STF dizer que errou. Nessa questão o ministro teve a humildade de reconhecer o erro”, afirmou. O pastor prosseguiu fazendo referência aos seus princípios de fé: “Para meu princípio de fé, existem palavras mágicas no evangelho. Eu errei, me desculpe, me perdoe.” Malafaia encerrou sua manifestação com uma reflexão sobre caráter e postura diante dos erros: “A grandeza de um ser humano não são seus acertos, mas sim, reconhecer seus erros e corrigir suas rotas. NESSA QUESTÃO ELE ACERTOU!” A declaração do pastor ganhou repercussão em meio ao debate sobre a postura dos ministros do Supremo Tribunal Federal e suas relações com governadores e outros agentes políticos.