A Justiça do Distrito Federal decidiu manter no ar uma publicação do deputado Nikolas Ferreira (PL) que faz referência à primeira-dama Janja e ao petista Lula. A decisão foi proferida pelo juiz Júlio César Lérias Ribeiro, que entendeu não haver, no conteúdo, elementos que caracterizem discurso de ódio ou ofensas diretas. A ação foi movida pela pré-candidata à Câmara dos Deputados Manuella Tyler (PSB), que aparece em um vídeo relacionado ao episódio. Nas imagens, registradas durante a comemoração dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores (PT), Janja observa um momento em que Lula cumprimenta Manuela. O caso ganhou repercussão nas redes sociais em fevereiro deste ano. Na ocasião, Nikolas comentou a cena com a frase: “E o medo de perder as viagens de luxo?” A publicação rapidamente viralizou. Para o magistrado, o comentário configura uma crítica de tom irônico, sem extrapolar os limites legais que justificariam sua remoção imediata. Ao analisar o pedido, o juiz destacou que o conteúdo não faz qualquer menção à identidade de gênero da autora da ação, afastando a alegação de discriminação nesse sentido. Segundo ele, manifestações críticas entre figuras públicas são recorrentes, especialmente em contextos de forte polarização política, e não devem ser alvo de censura prévia sem justificativa consistente. Manuella Tyler solicitava, além da exclusão da postagem, o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 30 mil. Ela argumentou que teria sido alvo de comentários ofensivos e ataques de terceiros na publicação. No entanto, o magistrado ponderou que eventuais excessos cometidos por usuários devem ser tratados pelas próprias plataformas digitais, não sendo automaticamente atribuídos ao autor da postagem original. A decisão também afastou a concessão de medida urgente, ao considerar que o caso não apresenta os requisitos necessários para intervenção imediata antes do julgamento definitivo. Com isso, o processo seguirá em tramitação regular até a análise de mérito. Primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Morre aos 93 anos Fernando Novais, um dos maiores historiadores do Brasil
O Brasil perdeu um de seus mais importantes estudiosos da história. Aos 93 anos, faleceu em São Paulo o historiador Fernando Antonio Novais, reconhecido amplamente por sua contribuição decisiva à compreensão da formação histórica do país. Ao longo de sua carreira, Novais destacou-se por reformular a interpretação do sistema colonial português, especialmente no que diz respeito à relação com o Brasil. Seu trabalho trouxe novas abordagens teóricas e metodológicas, influenciando gerações de pesquisadores e consolidando seu nome como um dos pilares da historiografia nacional. No campo acadêmico, sua trajetória teve forte ligação com a Universidade de São Paulo (USP). Em 1961, ingressou como docente na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Mais de uma década depois, em 1973, concluiu seu doutorado em História pela mesma instituição. Já em 1986, deixou a universidade, onde ocupava a cadeira de História Moderna e Contemporânea. Retornou posteriormente como uma figura consagrada: em 14 de dezembro de 2006, recebeu o título de Professor Emérito, tornando-se o 38º a alcançar essa distinção na FFLCH. Além da USP, o historiador também teve atuação relevante em outras instituições. Lecionou no Instituto de Economia da Unicamp entre 1986 e 2003 e contribuiu com atividades acadêmicas na Facamp, ampliando sua influência no meio universitário. Entre suas obras mais emblemáticas está “Portugal e Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial”, resultado de sua tese de doutorado e considerada um clássico da literatura histórica. Nesse trabalho, Novais articulou análises econômicas e políticas de maneira inovadora, oferecendo uma leitura abrangente sobre a formação, desenvolvimento e crise do sistema colonial português. Nos anos 1990, coordenou a coleção “História da Vida Privada no Brasil”, que se tornou referência para o estudo das transformações sociais no país. Posteriormente, publicou “Aproximações: estudos de história e historiografia”, em 2005, e colaborou com Rogério Forastieri da Silva nos volumes de “Nova História em perspectiva”, lançados em 2011 e 2013.
General do Exército que tentou intimidar Marcel van Hattem pode ser afastado após reação da oposição
A atuação de um general do Exército dentro da Câmara dos Deputados provocou reação imediata de parlamentares da oposição, que passaram a exigir seu afastamento. O caso, ocorrido na quarta-feira (28), veio a público apenas nesta sexta-feira (1º), após a divulgação de imagens nas redes sociais. O deputado Cabo Gilberto Silva (PL-GO), líder da Oposição, solicitou a saída do general Emílio Ribeiro, apontado como chefe da assessoria parlamentar do ministro do Exército. Segundo o parlamentar, o militar teria adotado uma postura intimidatória contra o deputado Marcel van Hattem (Novo) durante um episódio dentro das dependências da Casa Legislativa. De acordo com relatos, a abordagem ocorreu em meio a um ambiente já tensionado por outros acontecimentos políticos relevantes. No mesmo dia, o Senado analisava a indicação do então advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal, posteriormente rejeitada.
Moraes tenta contato com Messias após rejeição no Senado, mas AGU ignora ministro do STF
Após ter seu nome rejeitado pelo Senado Federal, o advogado-geral da União, Jorge Messias, não respondeu às tentativas de contato feitas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Segundo informações divulgadas, até a tarde de sexta-feira, 1º de maio, Messias não havia atendido ligações nem respondido mensagens enviadas por Moraes. O ministro do STF teria expressado solidariedade ao titular da AGU e negado qualquer envolvimento em articulações contrárias à sua indicação. Apesar da iniciativa de aproximação por parte de Moraes, não houve retorno de Messias. As mensagens encaminhadas pelo ministro permaneceram sem resposta. Pessoas próximas ao advogado-geral avaliam que a rejeição no Senado teria sido fruto de uma articulação política envolvendo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o próprio Alexandre de Moraes. Por outro lado, Moraes teria buscado rebater essa interpretação diretamente nas mensagens enviadas a Messias, afirmando não ter participado de qualquer ação para barrar a aprovação do seu nome. Um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio” A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos no polêmico livro “Supremo Silêncio”. Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Acesse o link: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber
Após rejeição no Senado, Jorge Messias publica mensagem sobre fracasso em rede social
Na madrugada desta sexta-feira (1º), o advogado-geral da União, Jorge Messias, recorreu à sua conta na rede social X para publicar uma mensagem após ter seu nome rejeitado pelo Senado Federal para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Messias compartilhou um trecho de um discurso do antropólogo e político Darcy Ribeiro (1922-1997). A publicação foi feita logo após a rejeição de sua indicação pelos senadores. O texto reproduzido foi extraído de uma fala proferida por Darcy Ribeiro em 1978, durante cerimônia na Universidade Sorbonne, em Paris, quando o intelectual recebeu o título de Doutor Honoris Causa. No trecho citado por Messias, Darcy Ribeiro reflete sobre sua trajetória e os desafios enfrentados ao longo da vida: “Fracassei em tudo o que tentei na vida. Tentei alfabetizar as crianças brasileiras, não consegui. Tentei salvar os índios, não consegui. Tentei fazer uma universidade séria e fracassei. Tentei fazer o Brasil desenvolver-se autonomamente e fracassei. Mas os fracassos são minhas vitórias. Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu”. A manifestação do advogado-geral da União ocorreu horas após o Senado Federal recusar sua nomeação para integrar a Corte Suprema do país.
Senadora petista Eliziane Gama é vaiada em festival de rock cristão no Maranhão
A senadora Eliziane Gama (PT-MA) foi alvo de vaias durante participação em um grande evento na capital do Maranhão, São Luís. A parlamentar esteve envolvida na organização do encontro, que reuniu artistas do cenário do rock cristão. O festival contou com apresentações de bandas conhecidas do segmento, como Catedral, Oficina G3, Novo Som e Rodox. A realização foi fruto de uma parceria entre a senadora, entidades locais e iniciativas sociais vinculadas ao estado. De acordo com registros divulgados nas redes sociais, as manifestações negativas do público ocorreram em pelo menos dois momentos distintos. Em uma das ocasiões, as vaias foram ouvidas quando o nome da senadora foi mencionado no palco durante agradecimentos aos apoiadores do evento. Durante esse momento, o guitarrista Juninho Afram, integrante da banda Oficina G3, fazia agradecimentos aos envolvidos na realização. Ao citar Eliziane Gama, parte da plateia reagiu com desaprovação. Em outro episódio, a própria senadora subiu ao palco para distribuir brindes ao público. Ao ser anunciada, novas vaias foram registradas entre os presentes. Eliziane Gama, que é filiada ao Partido dos Trabalhadores, construiu parte de sua trajetória política com apoio de setores evangélicos. No entanto, nos últimos anos, sua relação com esse público tem apresentado sinais de desgaste, conforme observado em episódios recentes. Assista:
Magno Malta nega com veemência acusação de agressão em hospital: “É mentira!”
Uma técnica em radiologia procurou a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) para denunciar o senador Magno Malta (PL-ES) por agressão física e verbal ocorrida durante atendimento em uma unidade hospitalar da capital federal. Segundo o relato, o parlamentar teria desferido um tapa no rosto da profissional e proferido ofensas como “imunda” durante a realização de um exame médico. O episódio foi registrado na quinta-feira (30/4), e o hospital DF Star informou que iniciou uma apuração interna. O senador rebateu energicamente as acusações. Em comunicado, afirmou que houve falha técnica durante o procedimento, mesmo após alertar repetidas vezes que algo estava errado e lhe causava dores intensas. Segundo ele, diante da situação, deixou a sala de exames desacompanhado, apesar de possuir dificuldades de locomoção, o que poderia ter agravado seu estado de saúde. Questionado especificamente sobre a suposta agressão física, o parlamentar foi categórico: “É uma mentira! Não sei qual a intenção dessa pessoa! É falsa comunicação de crime! Não toquei em ninguém.” “Estou no hospital. Acabei de fazer uma tomografia e, graças a Deus, estou bem. Queria estar no plenário para me pronunciar, porque hoje é um dia muito importante. Mas estou bem. Vou voltar mais forte”, disse Magno. Veja:
Senador Magno Malta é acusado de agredir técnica em radiologia com tapa no rosto durante exame em hospital
Uma técnica em radiologia registrou ocorrência na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) contra o senador Magno Malta (PL-ES) por agressão física e verbal durante atendimento em uma unidade hospitalar da capital federal. Segundo o relato, o parlamentar teria desferido um tapa no rosto da profissional e proferido ofensas como “imunda” durante a realização de um exame médico. O episódio foi registrado na quinta-feira (30/4), e o hospital DF Star informou que iniciou uma apuração interna dos fatos. De acordo com a funcionária, o senador encontrava-se internado para a realização de uma angiotomografia de tórax e coronariana. Cabia a ela conduzi-lo até a sala de exames, monitorar seus sinais vitais e dar início aos procedimentos, incluindo a preparação do acesso venoso com soro. Durante a aplicação do contraste, o equipamento teria detectado uma obstrução, interrompendo automaticamente o exame. Ao verificar o ocorrido, a técnica identificou extravasamento do líquido no braço do paciente — situação que exige cuidados imediatos para evitar complicações. Conforme o depoimento prestado, ao ser informado sobre a necessidade de compressão na área afetada, o senador teria reagido de forma agressiva. Ele teria se levantado abruptamente do aparelho e, quando a profissional se aproximou para auxiliá-lo, foi atingida com um tapa no rosto. A intensidade do impacto, segundo descrito, chegou a entortar os óculos da vítima. Além disso, ela relata ter sido alvo de insultos, sendo chamada de “imunda” e “incompetente”. Após o ocorrido, a profissional deixou o local e acionou outros membros da equipe médica, como enfermeiros e um médico de plantão. Ainda assim, segundo seu relato, o senador recusou continuidade no atendimento. A vítima afirmou ter sentido dor e apresentado vermelhidão na face, além de relatar receio de um novo contato com o parlamentar. O caso foi formalizado e será investigado pelas autoridades competentes. Procurado, o hospital informou, por meio de nota, que está prestando assistência à colaboradora e se colocou à disposição para colaborar com as investigações. “A unidade também reitera que está à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários às autoridades envolvidas na investigação do episódio”, declarou o hospital em nota.
Moraes ordena prisão de empresário condenado por atos em manifestações de 2022
Após o esgotamento de todas as possibilidades de recurso judicial, o ministro Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal realize a prisão do empresário e piloto Willian Frederico Jaeger. A condenação, fixada em cinco anos de reclusão, está relacionada à participação em bloqueios de rodovias em Santa Catarina durante o ano de 2022. Conforme estabelecido na decisão judicial, o cumprimento da pena deverá ocorrer inicialmente em regime semiaberto, com o empresário sendo encaminhado a uma unidade prisional adequada. Segundo as apurações, Jaeger esteve envolvido em manifestações que resultaram na interdição da BR-470, no município de Rio do Sul (SC), entre o final de outubro e o início de novembro de 2022. Durante uma ação de desobstrução da via, realizada em frente a uma unidade comercial da Havan, o empresário foi detido em flagrante. As investigações apontam que, naquele episódio, ele teria lançado pedras e utilizado barras de ferro contra policiais rodoviários federais, atingindo-os na região da cabeça. O uso de capacetes de proteção pelos agentes foi determinante para evitar consequências mais graves. Após a prisão, Jaeger foi liberado mediante pagamento de fiança no valor de R$ 50 mil. A condenação imposta ao empresário abrange os crimes de associação criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Ex-ministro de Bolsonaro detona Simone Tebet após declaração sobre crise fiscal
Em entrevista recente à revista Veja, a ex-ministra do Planejamento Simone Tebet admitiu que o Brasil atingiu um ponto crítico nas contas públicas e que não há mais espaço para postergar o ajuste fiscal. A pré-candidata ao Senado foi categórica ao afirmar: “A água bateu no nariz”. Adolfo Sachsida, ex-ministro de Minas e Energia no governo Bolsonaro, disparou duras críticas nas redes sociais contra a declaração de Tebet: “Simone Tebet, você só pode estar de brincadeira com a cara do povo brasileiro. Como ministra do Planejamento, você foi responsável pelo orçamento e pelas contas públicas. Passou anos elogiando Lula e Haddad. E agora ‘descobriu’ que o governo — do qual você fez parte — destruiu o lado fiscal da economia?”, questionou o ex-ministro. Sachsida tem apontado de forma sistemática os erros graves do governo Lula 3: “O povo luta diariamente para pagar suas contas. As empresas estão sufocadas, pressionadas por custos crescentes e crédito caro. O endividamento avança em ritmo de bola de neve. Justamente quando o povo mais precisa de alívio, quando as empresas mais pedem socorro, o que faz o governo? O governo aumenta a pressão. Mais impostos. Mais sufoco. Menos futuro”, afirmou o ex-ministro, referindo-se à notícia de que a arrecadação do governo bateu novo recorde ao atingir R$ 229,2 bilhões em março. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!