Ministro por quatro vezes do governo Lula, deputado por seis mandatos e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo conhece profundamente os bastidores da política e da esquerda brasileira. Em entrevista ao Podcast A Verdade, Rebelo não poupou críticas ao governo Lula, do qual foi aliado histórico. Atualmente, é um crítico contundente das políticas ambientais e econômicas do petista. “A gente tinha um governo de forças heterogêneas, eu fui contra a demarcação da terra indígena Raposa Terra do Sol, por exemplo, mas depois da prisão, Lula saiu ressentido, amargurado, não tem paciência para nada, não tem generosidade para governar um país tão difícil como o nosso, para pacificar o Brasil, que é uma coisa importante.” “Ele ganhou as eleições, que gesto ele fez para pacificar o Brasil? A minha crítica ao presidente Lula é essa. Hoje a agenda do governo é a agenda da paralisia, é o voo de galinha, curto e baixo. O IBAMA e a Funai não paravam o Brasil como param hoje.” “A economia não gera emprego acima de dois salários mínimos, o Brasil está perdendo indústria para o Paraguai, para a China… Está tendo uma fuga de domicílio fiscal, isso é uma coisa vexaminosa.” “Não temos governo, temos ruínas”, lamentou. Pré-candidato à presidência da República, Aldo Rebelo afirma que o encontro com Lula nos debates eleitorais será respeitoso, mas promete não recuar nas críticas. “Vai ser um encontro de cobranças. Fui ministro de quatro pastas, tenho gratidão pela confiança que recebi, fui líder do governo Lula, mas não nunca tive uma conta minha rejeitada pelo Tribunal de Contas da União, nunca tive processo no Ministério Público nem no STF. Vou fazer cobranças duras, o país está parado, mas o maior responsável é ele”, disparou.
Nova lei pode reduzir pena de Bolsonaro e permitir regime semiaberto em dois anos
A derrubada do veto presidencial ao Projeto de Lei da Dosimetria trouxe novos desdobramentos para a situação jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro, especialmente no que diz respeito ao tempo de cumprimento de pena. A mudança legislativa altera critérios importantes e pode reduzir significativamente o período necessário para a progressão de regime. Um dos principais pontos do texto aprovado é a modificação na forma de cálculo das penas relacionadas aos crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Antes somadas, essas punições passam a ser tratadas de forma unificada, o que, na prática, diminui o total da condenação. Além disso, a proposta estabelece novas regras para a progressão de regime. Em determinadas condições, o condenado poderá avançar do regime fechado para o semiaberto após cumprir apenas 20% da pena — percentual inferior ao exigido anteriormente. No caso de Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão, a aplicação dessas mudanças pode gerar efeitos diretos. Considerando o tempo já cumprido, a expectativa é que ele possa atingir os requisitos para o regime semiaberto em cerca de dois anos. Apesar disso, a alteração não implica liberdade imediata. No regime semiaberto, o ex-presidente ainda estaria sujeito a restrições, embora pudesse realizar atividades externas durante o dia, o que ampliaria sua presença pública e política. Outro aspecto relevante é que a nova legislação não modifica a situação eleitoral. Bolsonaro continua inelegível, tanto em razão da condenação criminal quanto por decisões da Justiça Eleitoral já estabelecidas. Mesmo com a retomada do texto pelo Congresso, o cenário ainda não está completamente definido. O governo federal pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da medida. Além disso, qualquer aplicação prática da nova regra dependerá de decisão judicial no âmbito da execução penal. A análise do caso está sob responsabilidade do ministro Alexandre de Moraes, que deverá avaliar eventuais pedidos de revisão com base na nova legislação. Do ponto de vista político, a possibilidade de Bolsonaro deixar o regime fechado antes do previsto pode influenciar o cenário nacional. Ainda que não possa disputar eleições, sua eventual presença mais ativa no debate público tende a impactar estratégias tanto da oposição quanto do governo.
Jornalista David Ágape revela qual foi a questão mais grotesca que viu em investigação envolvendo Moraes; veja o vídeo!
O jornalista David Ágape soltou o verbo em participação em entrevista e revelou os bastidores das investigações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes. Ele expôs detalhes sobre a caça às hashtags promovida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE): “Houve a caça às ‘hashtags’. O pessoal de direita pedia voto impresso e a esquerda, alinhada ao regime, lutava contra isso. Não entendo o medo que essas pessoas têm da impressão de votos…” Segundo Ágape, o TSE queria identificar quem havia postado determinadas hashtags primeiro, baseando-se na tese de que robôs estariam inundando as redes sociais e manipulando o debate público. “O TSE queria saber quem era o perfil que tinha postado primeiro. Havia a tese de que robôs estão inundando as redes e manipulando o debate. Chegou a um ponto que os advogados do Twitter disseram que era ilegal, mas iam obedecer, porque não tinham a quem apelar.” O jornalista comparou a situação com outros casos recentes e destacou o que considera a questão mais grave: “É como acontece hoje em outros casos, como o dos condenados pelo 8 de Janeiro. Essa foi a questão mais grotesca que vimos na investigação”, ressaltou. David Ágape revelou ainda que ele e o jornalista Eli Vieira foram brutalmente perseguidos por conta das investigações que realizaram sobre o tema. “Não conseguiram aceitar que havia uma contraofensiva. Todos os atores do complexo da censura participaram dos ataques contra nós, e vestiram a carapuça da censura”, ressaltou. Veja o vídeo completo: Um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber Veja a capa:
Bolsonaro recebe ótima notícia após derrubada de veto no Congresso e agradece base leal
A derrubada do veto ao Projeto de Lei da Dosimetria no Congresso Nacional repercutiu positivamente junto ao ex-presidente Jair Bolsonaro, segundo declarações de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O parlamentar visitou o pai e relatou que o ex-chefe do Executivo demonstrou satisfação com a decisão dos congressistas. Bolsonaro pediu que fosse transmitido um agradecimento aos parlamentares que votaram pela rejeição do veto. Em vídeo divulgado, Flávio afirmou: “Fala pessoal, saí do Congresso Nacional, onde tivemos mais uma grande vitória, derrubamos o veto ao projeto da dosimetria […] só pra transmitir a todos vocês a gratidão dele, o agradecimento, ficou muito feliz com essa vitória, pediu para agradecer aos deputados e senadores que votaram para derrubada desse veto”. Apesar da reação positiva, o senador destacou que o próprio Jair Bolsonaro reconhece que a medida não terá impacto imediato em sua situação jurídica. Ainda assim, o ex-presidente vê com bons olhos os efeitos mais amplos da proposta. “Ele tem consciência que isso não vai atingi-lo imediatamente, mas ficou muito feliz, porque sabe que grande parte daqueles que estão presos ainda vão poder voltar para suas casas porque vão ali conseguir um benefício de progressão de regime”, afirmou Flávio. O parlamentar também enfatizou o papel da base política na aprovação da medida, associando o resultado a um revés para o governo federal. Ao comentar o desfecho da votação, declarou: “O presidente Bolsonaro bastante feliz, agradecendo essa base aí, leal, forte […] E quando é derrota do PT, é vitória para o Brasil”. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas
Trump endurece sanções contra Cuba e regime comunista enfrenta colapso iminente
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta sexta-feira (1º) uma ordem executiva que impõe novas sanções contra Cuba. O governo americano justifica as medidas afirmando que o país caribenho representa uma ameaça à segurança nacional dos EUA. As sanções têm como alvos principais bancos estrangeiros que mantêm relações comerciais com Havana. Também são visados indivíduos ligados aos setores de energia, mineração e ao aparato de segurança do regime cubano. Trump solicitou ao seu governo que penalize instituições financeiras estrangeiras que operam com o governo comunista de Havana. As medidas incluem ainda o endurecimento das normas migratórias. Serão sancionados indivíduos envolvidos nos setores energético e de mineração. Qualquer pessoa vinculada ao aparato de segurança cubano ou cúmplice de corrupção e “graves abusos dos direitos humanos” também será atingida. A agência internacional de notícias Reuters divulgou a informação em primeira mão. Segundo a agência, ainda não há clareza sobre quais pessoas ou entidades foram especificamente atingidas pelas sanções. A ordem presidencial autoriza sanções secundárias contra países que realizarem negócios com os indivíduos cubanos visados pelas medidas americanas. A ordem executiva contém acusações contra o governo cubano de alinhamento com o regime iraniano. O documento também menciona grupos armados como o Hezbollah, que recebe apoio dos aiatolás. Uma autoridade do governo Trump declarou à Reuters que “Cuba oferece um ambiente permissivo para operações hostis de inteligência estrangeira, militares e terroristas a menos de 160 quilômetros do território americano”. As novas sanções representam mais um capítulo na escalada de pressão de Washington contra Havana. Trump tem declarado repetidamente que Cuba está “à beira do colapso”. Após forças americanas invadirem Caracas para prender o presidente Nicolás Maduro, o presidente americano afirmou que “Cuba é o próximo alvo”. A declaração ocorreu depois que os EUA, em conjunto com Israel, iniciaram a guerra contra o Irã.
MC Ryan é transferido para penitenciária dominada pelo PCC
O cantor de funk MC Ryan foi transferido para a Penitenciária 2 de Mirandópolis, no interior de São Paulo. A movimentação ocorreu na manhã de quinta-feira (30). O artista deixou o Centro de Detenção Provisória do Belém, na zona leste da capital paulista. As autoridades não divulgaram oficialmente os motivos da transferência. Ryan está preso desde 15 de abril. Ele foi detido durante operação policial que investiga atividades de uma organização criminosa. O grupo é suspeito de movimentar valores superiores a R$ 1,6 bilhão por meio de lavagem de dinheiro e transações financeiras ilegais. A unidade prisional de Mirandópolis abriga detentos com ligações ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Essa é uma característica comum à maioria das unidades prisionais do estado de São Paulo. A investigação não demonstrou ainda uma relação direta entre Ryan e a facção criminosa. No entanto, ele e pessoas de seu círculo são suspeitos de manter conexões com a organização. As suspeitas de vínculos com o PCC derivam das investigações conduzidas contra produtoras de funk acusadas de realizar lavagem de dinheiro para a facção. Documentos obtidos pela Polícia Federal indicam que o cantor e empresas vinculadas a ele receberam recursos financeiros dessas produtoras investigadas. As autoridades analisam o padrão de transações financeiras para determinar se há indícios de participação em organização criminosa voltada para atividades ilegais. A prisão do funkeiro aconteceu durante evento realizado na Riviera de São Lourenço, em Bertioga, litoral paulista. Na mesma ocasião, também foram detidos o cantor MC Poze do Rodo e o influenciador digital Raphael Sousa Oliveira, responsável pela página Choquei. Outros investigados pela operação policial também foram presos. A ação faz parte de um desdobramento da Operação Narco Bet, deflagrada em outubro de 2025. O grupo utilizava a indústria audiovisual e o segmento de showbusiness digital como mecanismo para integrar atividades ilícitas. As operações associavam tráfico de drogas, jogos de azar e rifas digitais à imagem de influenciadores com amplo alcance nas plataformas de redes sociais. As apurações policiais indicam que o grupo movimentava valores em escala bilionária utilizando empresas de fachada, contas de terceiros e fragmentação de transferências.