A Marinha do Brasil divulgou um aviso de ressaca que atinge o litoral do Rio de Janeiro, com início às 18h deste domingo (3) e previsão de término às 15h de terça-feira (5). O comunicado reforça a necessidade de cautela por parte da população durante esse período. De acordo com o alerta, o mar pode apresentar ondas variando entre 2,5 e 3 metros de altura, o que representa risco significativo tanto para banhistas quanto para pessoas que circulam próximas à faixa de areia. Situações como essa costumam aumentar o perigo de acidentes, especialmente em áreas mais expostas da orla. Diante desse cenário, a recomendação principal é evitar qualquer tipo de atividade marítima. A orientação vale não apenas para quem pretende entrar na água, mas também para praticantes de esportes aquáticos e frequentadores de regiões costeiras. O Centro de Operações Rio (COR-Rio) também divulgou uma série de medidas preventivas com o objetivo de reduzir riscos durante a ressaca: Evitar o banho de mar e suspender a prática de esportes aquáticos Não permanecer em mirantes ou em pontos muito próximos ao mar Seguir rigorosamente as orientações do Corpo de Bombeiros nas praias Evitar navegação enquanto persistirem as condições adversas Não utilizar a ciclovia da orla caso as ondas estejam alcançando a pista Em situações de emergência no mar, não realizar resgates por conta própria e acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 As autoridades reforçam que o respeito às orientações pode prevenir acidentes graves, sobretudo em períodos de instabilidade marítima como o atual.
Surgem imagens fortes de avião batendo em prédio em BH; duas mortes confirmadas (Veja o vídeo!)
Registros em vídeo que circulam nas redes sociais evidenciam a gravidade do acidente envolvendo um avião de pequeno porte que colidiu com um edifício no bairro Silveira, na região nordeste de Belo Horizonte, no início da tarde desta segunda-feira (4/5). De acordo com o Corpo de Bombeiros, duas pessoas morreram na ocorrência. As gravações também mostram o clima de tensão e desespero entre moradores da região, além do cenário de destruição observado logo após o impacto da aeronave. As cenas ajudam a dimensionar a violência da colisão e seus efeitos imediatos. Informações preliminares indicam que a aeronave havia decolado do Aeroporto da Pampulha, localizado a cerca de 5 quilômetros do ponto onde ocorreu a queda. Até o momento, as causas do acidente ainda não foram oficialmente esclarecidas pelas autoridades competentes. Conforme relataram os bombeiros, cinco ocupantes estavam a bordo no momento do acidente. Entre eles, o piloto e o copiloto seriam as vítimas fatais da tragédia. Apesar da gravidade da colisão, os moradores do prédio atingido não sofreram ferimentos físicos, embora tenham ficado bastante abalados emocionalmente diante da situação. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Polícia Militar foram acionadas e seguem atuando no atendimento às vítimas e no controle da área afetada. Veja as imagens fortes:
“Lula não tem paciência para governar”, lamenta ex-ministro petista que agora é pré-candidato (Veja o vídeo!)
Ministro por quatro vezes do governo Lula, deputado por seis mandatos e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo conhece os bastidores da política e da esquerda como poucos. Em entrevista ao Podcast A Verdade, Rebelo não poupou críticas severas ao governo Lula, do qual foi aliado histórico por décadas. Atualmente, porém, tornou-se um crítico duro das políticas ambientais e econômicas do petista. “A gente tinha um governo de forças heterogêneas, eu fui contra a demarcação da terra indígena Raposa Terra do Sol, por exemplo, mas depois da prisão, Lula saiu ressentido, amargurado, não tem paciência para nada, não tem generosidade para governar um país tão difícil como o nosso, para pacificar o Brasil, que é uma coisa importante”, afirmou Rebelo. O ex-ministro questionou duramente a postura do presidente após vencer as eleições: “Ele ganhou as eleições, que gesto ele fez para pacificar o Brasil? A minha crítica ao presidente Lula é essa. Hoje a agenda do governo é a agenda da paralisia, é o voo de galinha, curto e baixo. O IBAMA e a Funai não paravam o Brasil como param hoje.” Rebelo foi contundente ao avaliar a situação econômica do país sob o comando petista: “A economia não gera emprego acima de dois salários mínimos, o Brasil está perdendo indústria para o Paraguai, para a China… Está tendo uma fuga de domicílio fiscal, isso é uma coisa vexaminosa.” A conclusão do ex-aliado foi demolidora: “Não temos governo, temos ruínas”, lamentou. Agora pré-candidato à presidência da República, Aldo Rebelo afirma que o encontro com Lula nos debates eleitorais será respeitoso, mas promete não recuar nas críticas necessárias. “Vai ser um encontro de cobranças. Fui ministro de quatro pastas, tenho gratidão pela confiança que recebi, fui líder do governo Lula, mas não nunca tive uma conta minha rejeitada pelo Tribunal de Contas da União, nunca tive processo no Ministério Público nem no STF. Vou fazer cobranças duras, o país está parado, mas o maior responsável é ele”, disparou.
Acidente aéreo em BH deixa dois mortos e três feridos graves após avião atingir edifício. Veja o vídeo!
Uma aeronave de pequeno porte sofreu um acidente grave ao atingir um edifício no bairro Silveira, localizado na região nordeste de Belo Horizonte, no início da tarde desta segunda-feira (4/5). Como consequência da colisão, duas pessoas perderam a vida, enquanto outras três foram socorridas em estado crítico pelo Corpo de Bombeiros, apresentando múltiplas fraturas. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar foram mobilizadas rapidamente para atender à ocorrência. As vítimas feridas foram encaminhadas ao Hospital João XXIII, referência no atendimento de casos de trauma na capital mineira. De acordo com as informações preliminares, todos os envolvidos — tanto os mortos quanto os sobreviventes — são do sexo masculino. Até o momento, as autoridades não divulgaram oficialmente a identidade das vítimas. Segundo relatos iniciais, as duas vítimas fatais seriam o piloto e o copiloto da aeronave. O avião havia decolado do Aeroporto da Pampulha, situado a aproximadamente 5 quilômetros do ponto do impacto. Imagens captadas são fortes:
Com delações em andamento, PF prepara novo pedido de prorrogação do inquérito do Banco Master
A Polícia Federal prepara um novo pedido de prorrogação do inquérito do Caso Master. O inquérito da PF terá sua vigência encerrada ainda neste mês de maio e esse novo pedido deverá ser apreciado pelo relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Mendonça. A PF avançou nos últimos dias na análise de parte dos nove aparelhos celulares encontrados com o banqueiro Daniel Vorcaro. Parte desses telefones contém arquivos digitais, e não aplicativos de mensagens. Equipes da Polícia Federal em Brasília e em São Paulo conduzem as investigações que, em uma estimativa otimista, devem se prolongar ao longo de todo o segundo semestre deste ano.
Avião com 5 pessoas a bordo atinge prédio e cai em Belo Horizonte; piloto e passageiro morrem (veja o vídeo)
Um avião monomotor caiu sobre um edifício residencial no bairro Silveira, Região Nordeste de Belo Horizonte, nesta segunda-feira (4). O acidente deixou duas vítimas fatais: o piloto e um passageiro. A aeronave havia decolado do Aeroporto da Pampulha às 12h16. Cinco pessoas estavam a bordo no momento da queda. Três ficaram feridas e foram encaminhadas ao Hospital João XXIII. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, os sobreviventes estão fora de perigo. O avião atingiu o prédio entre o terceiro e o quarto andar. O impacto ocorreu diretamente na caixa de escada do edifício. O Corpo de Bombeiros descreveu a situação após análise do local. “A aeronave bateu entre o terceiro e o quarto andar, na caixa de escada. Se tivesse batido nas laterais, poderia ter atingido alguma residência, esses apartamentos estavam ocupados, segundo informações. O que visualizamos foi a estrutura dessa aeronave projetada dentro da caixa da escada, sem atingir outros apartamentos”, declarou a corporação. O piloto comunicou problemas à torre de controle do Aeroporto da Pampulha durante a decolagem. A aeronave caiu no estacionamento do edifício. Três viaturas do Corpo de Bombeiros chegaram ao local às 12h25. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Defesa Civil de Belo Horizonte também prestaram atendimento na ocorrência. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que a aeronave é um modelo EMB-721C. O avião foi fabricado em 1979. O proprietário registrado é Flavio Loureiro Salgueiro. O modelo transporta até cinco passageiros, além do piloto. O peso máximo autorizado para decolagem é de 1.633 quilos. A aeronave é conhecida como “sertanejo”. A Anac declarou que o avião não possuía autorização para operação como táxi aéreo. A aeronave não poderia ser usada para transporte comercial de passageiros ou cargas mediante pagamento. Veja o vídeo:
Senado quebra tradição e barra indicado de Lula: sinal de que o governo perdeu o controle político
O que aconteceu no Senado não foi apenas a rejeição de um nome. Foi um aviso. Um recado direto — e duro — sobre quem, de fato, está começando a mandar no jogo. A reprovação de Jorge Messias rompe uma tradição que atravessou décadas e expõe algo que o governo tentou esconder até o último momento: perdeu o controle da articulação política. E quando um governo perde o controle da articulação… perde muito mais do que uma votação. Perde autoridade. Perde capacidade de impor sua vontade. E passa a jogar no campo dos outros. Nos bastidores, o movimento não foi acidental. Davi Alcolumbre não entrou nesse jogo para perder. Ao contrário. Operou em silêncio, contou votos, mediu forças e deixou o governo avançar sem perceber que estava caminhando para uma derrota inevitável. Quando a votação aconteceu, já não havia mais o que fazer. O placar não foi apenas uma derrota. Foi uma demonstração de força. E uma mensagem clara: o Senado não é mais carimbador automático de indicação presidencial. Agora, cada nome vai passar por filtro político real. E isso muda completamente o cenário. Porque o que está em jogo não é uma cadeira. São várias. Nos próximos anos, o Supremo Tribunal Federal deve passar por uma renovação relevante, com aposentadorias previstas e possíveis desdobramentos políticos que podem abrir ainda mais espaço. E é exatamente aí que a derrota ganha outra dimensão. Se um nome foi barrado agora, com o governo ainda em exercício, o que acontece em um cenário de enfraquecimento ainda maior? O que acontece se o Senado estiver ainda mais alinhado com a oposição? A resposta é simples — e desconfortável para o Planalto: novas indicações podem simplesmente não passar. E mais. O Senado pode deixar de ser apenas um aprovador e assumir um papel ativo na pressão sobre o próprio Supremo. Nesse contexto, nomes como Flávio Bolsonaro ganham peso dentro de uma articulação mais ampla, que envolve não apenas futuras indicações, mas também o equilíbrio de forças entre os Poderes. O que está acontecendo agora não é um episódio isolado. É uma mudança de fase. Uma mudança de lógica. O Executivo já não dita sozinho as regras. O Legislativo passou a jogar — e a decidir. E quando isso acontece, o jogo muda de nível. A grande pergunta, agora, não é sobre o nome que caiu. É sobre quem vai conseguir emplacar os próximos. E, principalmente, sobre quem vai controlar o Supremo nos próximos anos. Porque, depois do que aconteceu, uma coisa ficou evidente: ninguém mais entra nessa disputa com vitória garantida.
Estadão expõe cronologia comprometedora envolvendo Toffoli, JBS e resort de luxo
O ministro Dias Toffoli enfrenta uma situação delicada após revelações sobre uma sequência de eventos que levantam questionamentos sobre possíveis conflitos de interesse. A cronologia dos fatos apresenta coincidências que dificultam qualquer defesa do magistrado. O roteiro dos acontecimentos é revelador: nos dias 15 e 18 de dezembro de 2023, a J&F e a JBS transferiram R$ 11,5 milhões para um escritório de advocacia. No mesmo dia 18, o escritório repassou R$ 3,5 milhões a Paulo Humberto Barbosa. Apenas dois dias depois, em 20 de dezembro de 2023, Toffoli decidiu suspender uma multa de R$ 10,3 bilhões relacionada ao acordo de leniência da J&F. O desfecho ocorreu em fevereiro de 2025, quando Paulo Humberto comprou a participação de Toffoli no resort Tayayá. A sequência temporal dos eventos coloca o ministro em posição extremamente vulnerável, com questionamentos óbvios sobre a relação entre as transferências financeiras, a decisão judicial favorável à empresa e a posterior transação imobiliária envolvendo o resort de luxo. O episódio representa mais um capítulo na crescente erosão de credibilidade que assola o Supremo Tribunal Federal. Enquanto o caso Toffoli ganha contornos cada vez mais graves, outros ministros como Mendonça e Fux tentam manter a postura institucional esperada de magistrados da mais alta corte do país. Em resposta às pressões, Toffoli acabou se declarando suspeito no caso, um movimento que, embora tardio, reconhece a impossibilidade de manter-se como julgador diante das evidências apresentadas.
Aliado de Jorge Messias compara derrota no Senado a queda de avião
A rejeição do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Senado Federal deixou marcas profundamente traumáticas em Lula e no PT. A derrota foi considerada um dos golpes mais duros sofridos pelo governo petista no Congresso. Segundo apuração, um aliado próximo de Messias fez uma comparação contundente logo após o anúncio do resultado. “Isso é como queda de avião. O desastre nunca é por um fator só, é por um conjunto de problemas”, afirmou o interlocutor, revelando a dimensão do revés político. Messias e integrantes do governo Lula tinham plena convicção de que a aprovação seria tranquila, com folga significativa de votos no plenário. A derrota provocou silêncio absoluto entre todos que estavam na liderança do governo no Senado, num clima de perplexidade generalizada. A situação tornou-se ainda mais constrangedora porque, momentos antes, logo após a sabatina considerada vitoriosa na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Lula havia recebido informações otimistas. José Guimarães, ministro da Articulação, garantiu ao presidente que Messias seria aprovado com folga de cinco votos no plenário do Senado. A realidade foi brutal: faltaram sete votos para a aprovação.
A deterioração do personagem criado por Lula
Há meses, tem sido notável a deterioração do personagem que Lula criou para enganar o povo. Discursos cada vez mais atabalhoados, perdidos, contraditórios, com referências a jaboticabas, jacas, pacas comestíveis e agressões gratuitas aos Estados Unidos têm sido a marca do desgovernante. Lula parece misturar o personagem que criou, o pai dos pobres, com o verdadeiro Lula, o sociopata louco por poder. O descolamento total da realidade é outra marca: Lula ignora as duas derrotas históricas sofridas em 24 horas: a rejeição do office boy de Dilma, Bessias, e a não aprovação de seu veto à redução de pena. Parece não entender que o controle está escapando rapidamente de suas mãos. Durante décadas, Lula criou um “sistema” de governo baseado em compra e venda de aliados e inimigos, herança do coronelismo arcaico do país, que comprava no Nordeste eleitores distribuindo camisetas. Hoje, esse sistema agoniza, mas Lula se recusa a enxergar, do alto de sua arrogância, acreditando ainda que voltará a ser o “painho” amado pelo povo. Como disse Olavo, Lula vai desabar quando perceber a realidade: que décadas de má gestão, de roubalheira, de um impulso egoísta por privilégios e adulação do próprio umbigo — e só isso — estão finalmente expostos para todo o povo brasileiro, que o rotula como sinônimo claro da palavra “ladrão”. Lula acreditou em dinheiro como ferramenta de poder. Ignorou — e em breve perceberá — que o dono de indivíduos corruptos comprados não é quem compra, mas o dinheiro. E dinheiro muda de mãos. E o poder vai junto. Assim como toda uma carreira de bandalheiras. Vai tudo para o buraco. O tempo corre. Ele tem tempo ainda, até outubro, para cair na real. Depois…