A campanha presidencial só começará oficialmente em 16 de agosto. Mas nesta quarta-feira, 15 de abril, um dado alarmante para Lula e seus aliados: mais uma pesquisa — agora a Quaest — mostra Flávio Bolsonaro à frente de Lula junto à população.
A diferença tende a aumentar, considerando-se que em fevereiro Lula tinha vantagem de 43% contra 38% de seu adversário.
Pesam as acusações de corrupção, em que Lula está atolado até o pescoço, com suspeita de envolvimento até de seu filho e do irmão.
Mais da metade da população não quer um terceiro governo de Lula. Seus apoiadores se limitam, agora, a pessoas mais idosas, de menor renda e moradores do Nordeste.
Mas, além da corrupção, um dado fatal: 88% das pessoas constatam indignadas a alta dos preços de alimentos, por exemplo, nos mercados.
81% afirmam que o poder de compra da família está menor do que há um ano.
As mentiras de Lula sobre a economia são desmentidas de forma simples e inevitável: quando se chega ao caixa do supermercado.
Por outro lado, o endividamento dos brasileiros atingiu dados impressionantes: de 2020 a 2024, dívidas com cartão de crédito subiram 55%, atingindo 53 milhões de pessoas.
Segundo relatório do Banco Central, o número de cartões de crédito ativos no Brasil superou 220 milhões, o que significa que o país passou a ter mais cartões em uso do que habitantes.
São quase 96 milhões de pessoas usando cartão de crédito, e mais da metade tem dívidas no rotativo, com juros que ultrapassam 430% ao ano, ou parcelado, com taxas médias de cerca de 200% ao ano.
A realidade, portanto, está contra Lula, como não poderia deixar de ser.
Mesmo se fosse honesto — o que não é — o desgoverno de Lula é desastroso e alcança uma área que destrói qualquer governo: o bolso dos eleitores.
Lula deve tentar outro paliativo temporário — ano de eleições — como o Desenrola, que provavelmente não funcionará como o anterior.
Assim, Flávio Bolsonaro deve manter o crescimento. E Lula, a queda.
