Trump endurece sanções contra Cuba e regime comunista enfrenta colapso iminente

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta sexta-feira (1º) uma ordem executiva que impõe novas sanções contra Cuba. O governo americano justifica as medidas afirmando que o país caribenho representa uma ameaça à segurança nacional dos EUA.

As sanções têm como alvos principais bancos estrangeiros que mantêm relações comerciais com Havana. Também são visados indivíduos ligados aos setores de energia, mineração e ao aparato de segurança do regime cubano.

Trump solicitou ao seu governo que penalize instituições financeiras estrangeiras que operam com o governo comunista de Havana. As medidas incluem ainda o endurecimento das normas migratórias. Serão sancionados indivíduos envolvidos nos setores energético e de mineração. Qualquer pessoa vinculada ao aparato de segurança cubano ou cúmplice de corrupção e “graves abusos dos direitos humanos” também será atingida.

A agência internacional de notícias Reuters divulgou a informação em primeira mão. Segundo a agência, ainda não há clareza sobre quais pessoas ou entidades foram especificamente atingidas pelas sanções. A ordem presidencial autoriza sanções secundárias contra países que realizarem negócios com os indivíduos cubanos visados pelas medidas americanas.

A ordem executiva contém acusações contra o governo cubano de alinhamento com o regime iraniano. O documento também menciona grupos armados como o Hezbollah, que recebe apoio dos aiatolás.

Uma autoridade do governo Trump declarou à Reuters que “Cuba oferece um ambiente permissivo para operações hostis de inteligência estrangeira, militares e terroristas a menos de 160 quilômetros do território americano”.

As novas sanções representam mais um capítulo na escalada de pressão de Washington contra Havana. Trump tem declarado repetidamente que Cuba está “à beira do colapso”. Após forças americanas invadirem Caracas para prender o presidente Nicolás Maduro, o presidente americano afirmou que “Cuba é o próximo alvo”. A declaração ocorreu depois que os EUA, em conjunto com Israel, iniciaram a guerra contra o Irã.

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