Lula exigiu nesta terça-feira (5) a soltura imediata de Thiago Ávila, preso por Israel após abordagem à flotilha Global Sumud. O barco em que o ativista estava tinha Gaza como destino, mas foi interceptado pelas forças israelenses em águas internacionais, na costa da Grécia, na quarta-feira (29 de abril).
O presidente classificou a prisão como “injustificável”. Entretanto, o brasileiro enfrenta acusações graves como associação com terrorismo e colaboração com o inimigo em período de guerra.
O governo de Israel sustenta que os participantes da missão da qual o brasileiro fazia parte têm ligação com a Conferência Popular para os Palestinos no Exterior (PCPA), entidade sancionada pelos Estados Unidos por suposta atuação em favor do Hamas.
Thiago passou por uma nova audiência nesta terça-feira e sua prisão foi estendida até domingo (10), quando deverá haver uma definição da sua situação.
Ele é conhecido por ser um militante profissional, com histórico consolidado em ações políticas contra Israel e participação recorrente em iniciativas que operam entre o ativismo e a provocação geopolítica.
