A Polícia Federal realizou, nesta manhã, uma operação dentro do Congresso Nacional, provocando imediata comoção entre os parlamentares. Diante da situação, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), decidiu reunir, em caráter de urgência, as principais lideranças partidárias para definir a resposta institucional ao episódio.
O encontro contou com representantes da base governista e da oposição. O objetivo central foi analisar os desdobramentos da investigação e avaliar a possibilidade de adotar medidas conjuntas que preservem a integridade das instituições.
A operação tem como alvo principal Mariângela Fialek, ex‑assessora direta de Arthur Lira (PP), então presidente da Câmara. As investigações giram em torno de supostas irregularidades na contratação de serviços de assessoria e no repasse de verbas públicas vinculadas a emendas parlamentares.

Arthur Lira foi um dos primeiros a chegar à reunião e demonstrou preocupação com o avanço das investigações. Segundo relatos de participantes, o clima foi de cautela, com os deputados temendo repercussões políticas e institucionais decorrentes da ação da Polícia Federal.
A ofensiva da PF incluiu a execução de mandados de busca e apreensão, surpreendendo os parlamentares e gerando reações imediatas nos bastidores. Muitos parlamentares acreditam que o caso pode impactar de forma ampla a relação entre o Legislativo e os órgãos de investigação.
No centro das apurações está Mariângela Fialek, que atualmente ocupa cargo de liderança no PP. Sua presença na liderança do partido também está sendo considerada nas investigações em curso.

