A senadora Soraya Thronicke protagonizou mais um episódio de constrangimento no Senado durante reunião da CPI do Crime Organizado nesta semana. A parlamentar foi obrigada a retirar um requerimento em que propunha a convocação de uma ex-assessora da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, no âmbito de apurações sobre o uso de cartões corporativos durante o governo Jair Bolsonaro. O pedido foi duramente questionado pelo senador Sergio Moro (União Brasil-PR), que apontou a completa falta de relação entre a convocação e o foco da comissão, voltado ao combate ao crime organizado. “Fomos surpreendidos com requerimentos para convocação de pessoas sem qualquer vinculação com o crime organizado, como a ex-assessora da ex-primeira-dama. A impressão é que esta comissão está sendo usada para fazer jogo político baixo”, afirmou Moro. Em seguida, o relator Alessandro Vieira (MDB-SE) reforçou que não há qualquer menção ao Banco Master nas investigações sobre cartões corporativos. “É preciso tratar com seriedade o que estamos fazendo. Estamos mexendo com gente poderosa, gente que tem muito dinheiro. Se começarmos a usar isso para briga política rasteira, é a receita do fracasso”, disse o relator. Diante das contestações, Soraya recuou e tentou atribuir o erro à própria assessoria. Inicialmente, insistiu na existência de irregularidades envolvendo cartões corporativos. Minutos depois, porém, ao ser confrontada por Moro e informada pelo relator de que o requerimento não fazia qualquer referência às alegações apresentadas, a senadora reconheceu a inconsistência, esvaziando a própria justificativa do pedido.
Até Erika Hilton pede investigação de Moraes e Toffoli no caso Banco Master
Defender cegamente o ministro Alexandre de Moraes está deixando de ser um bom negócio para a esquerda. Erika Hilton está pedindo investigação sobre a conduta dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, no caso envolvendo o Banco Master. Para a parlamentar, a situação pode afetar a imagem da corte. O caso envolve a contratação da advogada Viviane Barci, mulher de Moraes, para atuar na defesa do banco em um processo com honorários de R$ 129 milhões. Já Toffoli admitiu ser sócio de uma empresa familiar, a Maridt, que vendeu participação em um resort a fundos ligados ao Master. Hilton também citou informações divulgadas pela imprensa sobre supostas mensagens enviadas pelo banqueiro Daniel Vorcaro a Moraes antes de sua prisão. A deputada afirmou que não há comprovação da troca de mensagens e defendeu apuração para verificar se houve relação entre o empresário e o ministro.
Flávio Bolsonaro coleciona mais um acerto estratégico e cresce politicamente
A análise estratégica das articulações políticas de Flávio Bolsonaro tem mostrado resultados consistentes. A visão é clara: é preciso olhar estrategicamente para cada região e maximizar as chances do senador. Esses acertos são veículos que levam a objetivos específicos bem definidos. Nenhum outro irmão de Flávio pode desautorizar seus apontamentos. Ele é o líder escolhido no lugar de Jair Bolsonaro, consolidando sua posição como principal nome da família no cenário político nacional. O deputado Filipe Barros parece ter entrado na mira de críticas. Há aqueles que manifestam oposição ao ex-juiz Sergio Moro, mas esquecem que no debate da eleição passada, ele estava junto com Jair Bolsonaro no debate contra Lula. As articulações políticas no Paraná mudaram porque o governador Ratinho Júnior escolheu outro grupo político. Diante desse cenário, Flávio demonstrou mais uma vez seu tino estratégico e acertou na avaliação.
Dias Toffoli é o pior ministro do STF, aponta pesquisa AtlasIntel
Pesquisa da AtlasIntel revela a péssima situação perante a opinião pública de praticamente todos os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e expõe a repulsa da sociedade para uma instituição que deveria ser respeitada e admirada. A conclusão é de que a atuação dos atuais ministros destruiu a imagem da corte. O problema não é a instituição em si, mas sua atual formação, composta por personagens envolvidos em escândalos até então inimagináveis. Basta observar que entre os 10 atuais componentes do colegiado, apenas um conseguiu uma avaliação positiva maior que a negativa: André Mendonça. De qualquer forma, o pior ministro, disparado, é Dias Toffoli. Conseguiu superar até mesmo Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Flávio Dino em rejeição. Confira os dados:
Investigado pelos EUA por narcotráfico, Petro acusa Equador de invasão militar sem provas
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, está sendo investigado por procuradores de Manhattan, nos Estados Unidos, por seu envolvimento com o narcotráfico. Para desviar o foco, o aliado do presidente Lula acusa o Equador de Daniel Noboa de invadir militarmente suas fronteiras e matar traficantes. A Colômbia sob Petro é a maior produtora de cocaína do planeta. Aliado do ditador venezuelano Nicolás Maduro, Petro está assumindo agora seu papel no tráfico de drogas. O presidente colombiano foi membro de grupos terroristas na Colômbia e esteve envolvido em movimentos da esquerda radical da América Latina. Daniel Noboa apareceu como uma barreira para as operações de Petro: está limpando o Equador, em parceria com os Estados Unidos, dos narcotraficantes. Antes de Noboa, o Equador era o corredor estratégico por onde a Colômbia enviava a droga produzida para os Estados Unidos e para a Europa. O Equador, até então com baixos índices de violência, viu a criminalidade aumentar vertiginosamente graças ao tráfico colombiano que invadia o país. Isso acabou. Noboa instalou até um escritório para o FBI no Equador. Resultado: se a rota da cocaína colombiana é interrompida, muita gente perde dinheiro. Muito dinheiro. Petro quer inventar uma guerra – mais uma, num mundo já conturbado por conflitos no Oriente Médio, na Ucrânia, o líder norte-coreano ameaçando com seus mísseis – acusando o Equador de bombardear o território colombiano, invasão de aviões, 27 mortos carbonizados e outros relatos que ninguém viu e ninguém confirma, como a bomba que nunca foi detonada. O presidente colombiano parece ter aprendido a mentir com seu aliado Lula, capaz de inventar narrativas para se livrar da cadeia. E a cadeia parece ser mesmo o destino de Petro, se não conseguir provar aos Estados Unidos que é um inocente que nunca participou do tráfico na vida.
Petro inventa guerra com Equador enquanto é investigado por narcotráfico nos EUA
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, está sendo investigado pelos procuradores de Manhattan por seu envolvimento com o narcotráfico. Para desviar o foco das investigações, o aliado de Lula arma um circo acusando o Equador de Daniel Noboa de invadir militarmente suas fronteiras e matar traficantes. A Colômbia de Petro é a maior produtora de cocaína do planeta. Próximo ao ditador venezuelano Nicolás Maduro, Petro está assumindo agora seu papel no tráfico de drogas. O presidente colombiano tem um histórico controverso: foi membro de grupos terroristas na Colômbia e esteve envolvido em movimentos da esquerda radical da América Latina. Daniel Noboa surgiu como uma barreira para as operações de Petro: está limpando o Equador, em parceria com os Estados Unidos, dos narcotraficantes. Antes de Noboa assumir, o Equador era o corredor estratégico por onde a Colômbia enviava a droga produzida para os EUA e Europa. O Equador, que tinha baixos índices de violência, viu a criminalidade aumentar vertiginosamente graças ao tráfico colombiano que invadia o país. Isso mudou com o novo governo. Noboa instalou até um escritório para o FBI no Equador. O resultado é claro: se a rota da cocaína colombiana é interrompida, muita gente perde dinheiro. Muito dinheiro. Petro, então, quer inventar uma guerra em um mundo já conturbado por conflitos no Oriente Médio, na Ucrânia e pelas ameaças da Coreia do Norte. Acusa o Equador de bombardear o território colombiano, invasão de aviões, 27 mortos carbonizados e outros episódios que ninguém viu e ninguém confirma, como a bomba que nunca foi detonada. O presidente colombiano parece ter aprendido a inventar narrativas para se livrar da cadeia, assim como seu aliado Lula. A cadeia pode ser mesmo o destino de Petro, se não conseguir provar aos Estados Unidos que nunca participou do tráfico na vida.
Ex-âncora da Globo deixa Cidadania, vai para o PL e anuncia candidatura ao governo de Sergipe
O vice-prefeito de Aracaju, Ricardo Marques, confirmou que pretende mudar de partido para disputar o governo de Sergipe nas eleições de outubro. O ex-apresentador, que construiu carreira na TV Sergipe, afiliada à Rede Globo, deixará o Cidadania para se filiar ao Partido Liberal (PL). Antes de ingressar na política, Ricardo acumulou cerca de duas décadas de atuação no jornalismo televisivo. Durante esse período, exerceu diferentes funções na emissora, passando pela reportagem e chegando à direção de jornalismo. Em 2018, encerrou seu ciclo na TV Sergipe e, posteriormente, teve uma breve passagem pela TV Atalaia, ligada à Record. A entrada na vida pública ocorreu em 2020, quando foi eleito vereador em Aracaju pelo Cidadania. Já nas eleições municipais de 2024, avançou na carreira política ao conquistar o cargo de vice-prefeito, integrando a chapa liderada por Emília Corrêa, do PL. A movimentação partidária ocorre em um contexto mais amplo de reorganização política. O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, estabeleceu como diretriz a presença de ao menos um representante do PL na disputa pelo Senado em cada estado. Nesse cenário, o deputado federal Rodrigo Valadares, atualmente no União Brasil, também deve migrar para o PL com o objetivo de concorrer a uma vaga no Senado. O período conhecido como janela partidária, que permite a troca de legenda sem prejuízo ao mandato, teve início em 5 de março e segue aberto até o dia 3 de abril, sendo considerado estratégico para definições eleitorais visando o pleito de 2026.
Voo com ministros do STF é cancelado após falha técnica e levanta especulações
Na noite de 19 de março de 2026, o voo LATAM 3796, que partiria de Brasília com destino ao Rio de Janeiro, foi cancelado já com os passageiros a bordo e as portas fechadas. Entre os passageiros estavam os ministros do Supremo Tribunal Federal André Mendonça e Luiz Fux. O episódio, aparentemente rotineiro, rapidamente ganhou contornos de especulação política e memória coletiva. Não foram poucos os que lembraram da morte do ministro Teori Zavascki em acidente aéreo em 2017, especialmente em um momento em que o ministro Mendonça se destaca cada vez mais. Divergência de versões A LATAM informou que o cancelamento ocorreu por inspeção preventiva, após suspeita de colisão com ave em voo anterior. Já relatos de passageiros e veículos independentes apontaram para uma falha mecânica identificada pelo comandante. Apesar da diferença de narrativa, o ponto comum é que não houve decolagem abortada em voo, apenas cancelamento em solo — medida de segurança padrão. Cancelamentos técnicos: rotina ou exceção? Segundo dados da ANAC, cerca de 2% dos voos no Brasil foram cancelados em 2025, sendo a maioria por razões meteorológicas ou operacionais. Cancelamentos por falhas técnicas representam uma fração menor, mas não desprezível. Casos semelhantes já ocorreram em companhias como LATAM, Gol e Azul, envolvendo inspeções preventivas por colisão com aves ou falhas em sistemas hidráulicos e elétricos. São episódios que raramente evoluem para acidentes, justamente porque o protocolo exige ação imediata. Probabilidade estatística Estudos do CENIPA indicam que menos de 10% dos incidentes graves entre 2020 e 2025 tiveram origem em falhas técnicas. Na prática, a chance de um passageiro vivenciar um cancelamento por falha mecânica é baixa — menos de 1 em cada 50 voos. Já a probabilidade de acidente fatal por esse motivo é ainda menor, reforçando a segurança da aviação comercial. O fantasma da sabotagem Não há qualquer evidência de sabotagem ou atentado no caso do voo 3796. Estatisticamente, a probabilidade de um ato deliberado em voos comerciais é ínfima. Ainda assim, a presença de ministros do STF e o contexto político brasileiro alimentam especulações. O imaginário coletivo, marcado pelo acidente de Teori Zavascki, faz com que episódios técnicos ganhem contornos simbólicos. Como diz o ditado galego: “Eu non creo nas meigas, mais habelas, hainas”. Não acreditamos em bruxas, mas que existem… existem. O cancelamento do voo LATAM 3796 foi, oficialmente, uma inspeção técnica preventiva. Mas a divergência de versões, somada ao peso político dos passageiros, transforma um episódio rotineiro em um acontecimento de repercussão nacional. Seja falha mecânica ou colisão com ave, o fato é que a aviação comercial opera com protocolos rígidos que priorizam a segurança. O que permanece, no entanto, é a percepção pública de que, em determinados contextos, um simples cancelamento pode carregar significados muito além da técnica. Deus proteja o Ministro.
Governo Lula envia 21 mil toneladas de mantimentos para a ditadura cubana
O governo Lula vai enviar uma doação de 21 mil toneladas de mantimentos a Cuba, de acordo com a BBC. A medida utiliza recursos públicos sem consulta prévia à população. A ação é considerada uma tentativa de apoio ao regime cubano e ao prolongamento do sofrimento do povo cubano, que está sujeito à ditadura há décadas. A queda do regime castrista aceleraria o desenvolvimento do país, afastando-o da corrupção e da incompetência do socialismo. Esse é o objetivo declarado de Marco Rubio e Donald Trump. Na contramão dessa lógica, o governo brasileiro se alinha ao regime cubano. Em outubro, as eleições brasileiras podem definir o futuro do governo Lula no poder.
Esquerda promove fake news covarde e orquestrada contra ministro André Mendonça
O ministro André Mendonça foi alvo de uma fake news nas redes sociais nesta sexta-feira (20). Passaram a circular vídeos de uma discussão antiga entre Mendonça e o ministro Alexandre de Moraes, ocorrida em abril do ano passado, durante o julgamento de um recurso do Google. O material foi reutilizado para sustentar a narrativa de que o relator do caso Master estaria atuando para barrar quebras de sigilo. “André Mendonça não quer a quebra do sigilo do Banco Master, enquanto Moraes defende a abertura completa dos sigilos”, publicou a página “Na mira do repórter”. O perfil Fofoquei reproduziu a mesma mensagem. Segundo informações divulgadas, ao menos nove perfis ligados a militantes digitais replicaram o conteúdo, com pequenas variações, em um curto intervalo de tempo. O vídeo, na realidade, refere-se ao julgamento envolvendo o Google. Na ocasião, discutiam-se os limites da quebra de sigilo telemático de pessoas ainda não identificadas no curso das investigações. Mendonça defendia restrições, ao afirmar ser contrário à exposição da “intimidade” de terceiros. Já Moraes sustentava que não havia abusos e que o material sem relação com o crime seria devidamente descartado.