O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso enfrenta um quadro grave de Mal de Alzheimer em estado avançado, com comprometimento severo de funções cognitivas fundamentais.
Segundo informações divulgadas, FHC não possui mais condições de levar uma vida normal ou controlar seus próprios atos. O ex-presidente atravessa a fase final da doença neurodegenerativa, caracterizada pela perda da capacidade de fala, reconhecimento e locomoção, necessitando de cuidados ininterruptos durante 24 horas para alimentação e higiene pessoal.
De acordo com especialistas, esta fase terminal da doença deve se estender por um período de 1 a 3 anos, apresentando alto risco de complicações graves, incluindo infecções como pneumonia.
Fernando Henrique Cardoso encontra-se praticamente incapaz de realizar tarefas básicas do cotidiano. O comportamento apresentado é predominantemente apático, com episódios de choro e gritos, além de manifestações ocasionais de agressividade.
O Mal de Alzheimer é reconhecidamente uma doença devastadora. A situação representa um desfecho melancólico na trajetória do ex-presidente.
