O governo de Donald Trump disse que os EUA vão começar, em breve, uma ação terrestre para prender supostos traficantes de drogas que vêm da Venezuela. Depois de semanas de ataques aéreos e navais contra barcos que a gente acusa de tráfico, a ação faz parte da Operação Southern Spear. Desde setembro de 2025, o governo dos EUA conta que mais de 80 pessoas já morreram. Agora eles mandaram o porta-aviões USS Gerald R. Ford e outras embarcações ao Caribe. Isso assustou o mundo, que acha que o plano pode ser tirar do poder Nicolás Maduro, e não só combater drogas. Em resposta, Caracas reuniu militares, milícias e reservistas alegando defesa nacional. Mesmo com o discurso agressivo, especialistas dizem que uma invasão normal esbarra em vários problemas: logística fraca, tropas venezuelanas pouco treinadas e os riscos políticos e humanitários de uma guerra grande. Até agora, Maduro criticou a escalada, chamando os EUA de imperialistas que usam a luta contra drogas como desculpa para intervir. Caracas nega que haja cartel e chama as ameaças de “guerra contra a soberania da Venezuela”.
A absurda apreensão do celular de quem não figura no processo é ilegal e abusiva (veja o vídeo)
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, mandou buscar e apreender os pertences de Rebeca Ramagem, que é casada com o deputado Alexandre Ramagem (PL‑RJ). No Rio de Janeiro, antes de pegar um voo rumo aos EUA, Rebeca foi parada junto com as duas filhas. Em gravação, ela contou que a polícia revistou as malas e ficou com o computador, o celular e mais objetos. Em outra publicação nas redes, Rebeca afirmou que a única razão, e ainda ilegal, para a apreensão foi o fato de ser esposa de Ramagem. Que país permite que quem nem está no processo seja atingido por medida judicial tão constrangedora, assustando as crianças? Isso é uma tortura vil. De acordo com o Protocolo de Istambul, o que aconteceu com Rebeca Ramagem é tortura psicológica feita por agentes do Estado, pior ainda por envolver crianças e ter motivação política.
Foco em Bolsonaro desvia o debate sobre escândalos de corrupção
A imprensa política tem um hábito antigo: colocar Jair Bolsonaro no centro de tudo. Seja um comentário, um gesto ou até uma decisão judicial, tudo que envolve o ex‑presidente vira manchete, mesmo que o assunto não seja tão relevante. Enquanto isso, escândalos de corrupção que afetam milhões ficam na sombra, quase sem cobertura. O escândalo do Banco Master mostra como a mídia deixa passar fatos graves. Em novembro de 2025, a Operação Compliance Zero desvendou um esquema de carteiras de crédito falsas ou infladas, vendidas por valores superfaturados. O banco captava recursos via CDBs com juros acima do mercado, transformava esse dinheiro em empréstimos sem garantia e os repassava a outras instituições por preços abusivos. Um contrato chamativo enviou R$ 303 milhões para uma empresa registrada no nome de uma atendente de lanchonete. Segundo o Ministério Público Federal, o prejuízo total chega a R$ 12,2 bilhões, e os passivos revelados após a liquidação podem chegar a R$ 56 bilhões. O Fundo Garantidor de Créditos pode ter que pagar até R$ 49 bilhões, afetando 1,6 milhão de investidores. O Banco Central mandou a liquidação extrajudicial do banco; a PF prendeu o dono, Daniel Vorcaro, que tentava fugir do país, deteve outros executivos e bloqueou bens no valor de R$ 230 milhões. A investigação segue para apurar corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e conluio entre agentes públicos e privados. O caso ficou ainda mais sério por causa das ligações políticas de Vorcaro. Ele visitou o Palácio do Planalto três vezes entre 2023 e 2024, durante o governo Lula, e contratou como consultores pessoas próximas ao presidente, como o ex‑ministro da Fazenda Guido Mantega, que o apresentou ao presidente, e o futuro ministro da Justiça Ricardo Lewandowski. O sócio Augusto Lima tem contato com o senador Jaques Wagner (PT‑BA) e com o ministro da Casa Civil Rui Costa, com quem criou o programa Credcesta na Bahia, que serviu de base para expandir o Master em mais de 20 estados. Outros nomes aparecem na trama, como o ministro de Minas e Energia Alexandre Silveira e o ex‑ministro Walfrido dos Mares Guia. Para se proteger judicialmente, o Master gastou mais de R$ 500 milhões em advogados nos últimos dois anos, entre eles o escritório Barci de Moraes, que conta com Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes, e seus dois filhos. Os contratos de 2024 abrangem recuperação judicial e relações governamentais, e o escritório já defendeu a família Moraes em investigações anteriores. A PF agora verifica se esses vínculos ajudaram a maquiar contas ou a vender ativos ruins para fundos públicos, como o da Rioprevidência, que investiu R$ 970 milhões em títulos do banco. A situação nos Correios só piora. A estatal tem déficits de bilhões e sofre fraudes internas e cibernéticas continuamente. No Espírito Santo, a PF descobriu desvio de pacotes e manipulação de apólices de seguro de itens perdidos. Em Salvador, a Operação Registro Frágil prendeu terceirizados que alteravam dados de entrega para reter mercadorias. Desde 2020, esses episódios se multiplicam sem que haja reformas reais. As fraudes digitais aumentam o caos. Golpistas enviam mensagens pedindo taxas por supostas liberação de encomendas, oferecem empregos falsos ou simulam devoluções de pacotes. Quem cai nas armadilhas acessa sites falsos, perde dados pessoais e tem o bolso esvaziado. O crescimento do comércio eletrônico criou um terreno fértil para esses golpes. A onda de fraudes ganhou força quando os Correios passaram a atender vítimas da grande fraude no INSS. A operação, revelada em 2025, cobrou descontos indevidos de aposentados e pensionistas, totalizando R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, com um salto de 84% em 2023, chegando a R$ 1,3 bilhão, e projeção de R$ 2,6 bilhões para 2024, segundo a CGU. Sindicatos e associações usaram convênios com o instituto para cobrar mensalidades sem autorização, ampliando o esquema sob o atual governo, apesar de alertas desde 2022. Em um único dia, mais de 60 mil pessoas foram aos Correios buscar ressarcimento, sobrecarregando o sistema, provocando atrasos e falhas. Enquanto isso, a estatal perde participação de mercado e empresas privadas aumentam sua presença. Novos casos de corrupção no governo Lula reforçam o padrão de desvio em órgãos públicos. Em abril de 2025, o então ministro das Comunicações, Juscelino Filho, pediu demissão depois que a PGR o acusou de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e fraude em licitações – investigações da PF que começaram em 2024, quando ele ainda era ministro. Lula manteve o ministro no cargo até a denúncia formal, gerando críticas por aparente conivência. No mesmo ano, o ministro da Previdência, Carlos Lupi, entrou em inquérito por suposta participação na fraude do INSS, que pode ter desviado até R$ 8 bilhões em consignados irregulares; Lupi já havia sido acusado em 2009 por usar avião fretado por empresário com contratos no ministério e resistiu a pedidos de demissão. A estatal Codevasf, responsável por bilhões em emendas, manteve diretores indicados pelo Centrão, continuando um histórico de irregularidades que atravessa gestões anteriores. Esses episódios ajudaram a puxar o Brasil dez posições no Índice de Percepção de Corrupção da Transparência Internacional em 2023, caindo para o 104º entre 180 países, com críticas ao fortalecimento do Centrão e à reaproximação com delatores da JBS. O policial federal mencionado no texto tem formação em Direito e em Administração de Empresas.
O novo confronto entre Motta e Lindbergh
Lindbergh Farias e Hugo Motta voltaram a se enfrentar na Câmara dos Deputados. Motta ainda não acredita que o deputado Alexandre Ramagem (PL‑RJ) deva perder o mandato agora. Ele disse que vai conversar com o jurídico da Câmara antes de seguir a ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que pede à Mesa Diretora que declare a vaga, como manda o artigo 55 da Constituição. No começo da semana, Motta contou que cortou relações com o líder do PT. O desentendimento já vinha crescendo, principalmente por causa do PL Antifacção, que Motta passou para a oposição. Lindbergh respondeu acusando o presidente da Câmara de agir às escondidas e de forma confusa na tramitação de projetos. Em rede social, ele disse que a “crise de confiança” entre o deputado e o governo tem tudo a ver com as escolhas que Motta tem feito. Quando perguntaram na quinta-feira se a decisão de Moraes seria cumprida, Motta respondeu que ainda não está convencido. A gente só continua graças ao apoio dos nossos assinantes e parceiros. Se quiser fortalecer nossa luta, pense em se tornar assinante. Você terá acesso ao primeiro podcast conservador do Brasil e ao conteúdo exclusivo da Revista A Verdade, que traz os “assuntos proibidos” no país. Clique aqui para assinar: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao
Lula dá escolta policial ao MST e abre brecha até para financiamentos com recursos públicos
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que proíbe a desapropriação de terras que ainda produzem. Os fazendeiros comemoraram a medida depois das invasões de supostos indígenas em Guaíra e Terra Roxa. Para quem acompanha o campo, a proposta parece um passo importante para dar mais segurança jurídica aos produtores. Ao mesmo tempo, Lula assinou um decreto que cria um plano de proteção para o MST. Os críticos dizem que o texto abre brechas para que o grupo receba escolta policial e até dinheiro público, o que pode mudar a forma como as ocupações rurais acontecem.
Morre militar que foi baleada perto da Casa Branca
Donald Trump informou que Sarah Beckstrom, da Guarda Nacional, morreu depois de ser baleada perto da Casa Branca. Sarah e outro soldado foram levados ao hospital em estado crítico. Com 20 anos, Sarah era uma especialista do Exército. O segundo ferido, sargento da Força Aérea Andrew Wolfe, 24 anos, ainda luta contra graves ferimentos. Os dois serviam na Guarda Nacional da Virgínia Ocidental e estavam em missão em Washington desde agosto.
Vaza a conversa de Bolsonaro com Nikolas…
Um dia antes de ser levado à prisão na PF de Brasília, Bolsonaro recebeu o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) em casa para falar sobre as próximas eleições em Minas Gerais. A reunião foi na manhã de sexta‑feira, 21 de novembro, poucas horas antes de Alexandre de Moraes, do STF, decidir pela prisão preventiva de Bolsonaro, que foi cumprida no sábado, 22. Nikolas contou que Bolsonaro apontou, com força, o deputado federal Domingos Sávio (MG) – presidente estadual do PL – como a melhor escolha do partido para o Senado em 2026. O ex‑presidente disse que Sávio sabe conversar tanto com a direita quanto com o centro, o que o torna candidato viável. Antes de entrar no PL, Sávio ficou anos no PSDB, o que pode ampliar sua influência. Mesmo com Sávio como escolha principal, outras figuras da direita de Minas também aparecem na corrida ao Senado. Dentro do PL, já falam de Eros Biondini (deputado federal) e Cristiano Caporezzo (deputado estadual) como possíveis candidatos, todos querendo garantir espaço num pleito que promete ser acirrado.
Parlamentar petista tenta fazer “carnaval” com prisão de Bolsonaro e toma lição (veja o vídeo)
Na terça‑feira, 25, a sessão da Câmara Municipal do Rio de Janeiro acabou em confusão e falta de respeito às regras. O vereador Leonel de Esquerda, do PT, irritou a todos ao transformar seu discurso em piada, cantando, de forma sarcástica, trechos da música “Vou Festejar” de Beth Carvalho para falar da prisão do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL). Os vereadores Dr. Rogério Amorim e Rafael Satiê, ambos do PL, reagiram na hora, condenando a atitude. Logo no começo, o parlamentar de esquerda lembrou que a prisão preventiva foi decretada no sábado, 22, e confirmada pelo STF na segunda, 24. Ao entoar “Pode chorar, é o teu castigo”, Leonel aumentou o tom de zombaria. Ainda, lançou insultos contra colegas, sugeriu crimes sem provas e atacou a Mesa Diretora. No meio da bagunça, alguém gritou: “Aqui é Casa de Leis, não circo”. Vendo o caos, o presidente da Câmara, Carlo Caiado (PSD), parou a reunião e repreendeu duramente o vereador do PT, dizendo… A tensão subiu quando o líder do PL, Dr. Rogério Amorim, exigiu que Leonel apresentasse provas das acusações que fez, sobretudo sobre supostos desvios de recursos, afirmando… Rafael Satiê também se manifestou, defendendo valores cristãos e o respeito às instituições. Para ele, a postura de Leonel desrespeita a dignidade da Câmara e ignora sua história. Satiê ainda lembrou que Bolsonaro começou sua carreira política justamente nessa Câmara e considerou lamentável usar o plenário para zombar de um ex‑presidente. Poucos dias antes do julgamento, foi lançado o livro “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”, que descreve o cenário absurdo que culminou na prisão de Bolsonaro. A obra denuncia que Bolsonaro foi alvo de uma rede de perseguição política, envolvendo instituições, mídia e setores progressistas, que tentou enfraquecer seu governo e calar o movimento conservador que vem crescendo. Além disso, o livro aponta o desfecho dessa trama, tornando‑se, segundo o autor, um documento histórico e um manifesto contra a censura e o “sistema”.
Lula acaba de sofrer derrota colossal no Congresso
Nesta quinta (27/11), o Congresso Nacional anulou os vetos do presidente sobre o Licenciamento Ambiental. Os parlamentares desfizeram decisões de Lula e recuperaram partes que o Planalto considerava delicadas. A tensão começou quando o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), convocou a sessão na terça (25/11). Ele fez isso porque Lula insistiu em mandar o advogado‑geral da União, Jorge Messias, para o STF, ao invés do candidato que Alcolumbre apoiava, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Na mesma hora, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), virou as costas para o Planalto. Ele cortou relações com o líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), depois de brigar várias vezes sobre temas que o Centrão considera estratégicos, deixando o governo ainda mais encurralado nas duas casas.
URGENTE: Últimas informações sobre a saúde de Bolsonaro
Jair Bolsonaro, que está detido na superintendência da PF em Brasília, adoeceu recentemente e recebeu atendimento médico. A PF ligou para o médico Leandro Echenique, da equipe do ex‑presidente, e Bolsonaro já foi medicado seguindo as orientações recebidas. O portal UOL informou que o estado de saúde se estabilizou logo depois. O advogado de Bolsonaro contou que ele passou a noite com crises de soluços. Antes da prisão, a defesa solicitou regime domiciliar, mas o ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou o pedido, alegando que a violação da tornozeleira eletrônica por Bolsonaro inviabiliza a análise. Poucos dias antes do julgamento, saiu o livro “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. A obra descreve o cenário ridículo que culminou na prisão de Bolsonaro. O texto denuncia que Bolsonaro foi perseguido por um conjunto de instituições, da mídia e de setores progressistas que tentaram derrubar seu governo e calar o conservadorismo em alta. O autor ainda prevê o fim dessa trama, tornando o livro um registro histórico e um manifesto contra a censura e o que chamam de “sistema”.