Na manhã de segunda (24), a Polícia Federal instalou películas escuras nos vidros das portas da Superintendência Regional do DF. A CNN Brasil informou que a ação foi tomada depois que o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) foi visto na recepção da PF no domingo (23) à tarde, se despedindo de Michelle Bolsonaro. Bolsonaro está detido na Superintendência desde a manhã de sábado (22) e recebeu a visita de Michelle entre 15h e 17h no domingo. A película impede a visão da porta giratória da recepção e de quem está dentro da PF, diferente do que acontecia antes da presença de Bolsonaro. Poucos dias antes do julgamento, saiu o livro “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. Ele já descrevia o quadro absurdo que se tornou realidade com a prisão de Bolsonaro. Segundo a obra, Bolsonaro foi perseguido por um aparelho político que juntou instituições, a mídia e setores progressistas para derrubar seu governo e calar o conservadorismo em ascensão. O livro ainda antecipa o fim dessa trama, transformando‑se agora em um documento histórico e manifesto contra a censura e o “sistema”.
Lula tem novo “ataque de fúria” (veja o vídeo)
No domingo, 23, Lula fez coletiva em Joanesburgo, África do Sul, e pediu ao tradutor que falasse mais alto e de forma mais clara, deixando a situação desconfortável. A confusão aconteceu quando uma repórter fez a pergunta em inglês; o presidente interrompeu, mexeu no fone e tentou entender a tradução. Lula está na África para a Cúpula do G20, que reúne os chefes das maiores economias. O incidente aconteceu na frente da imprensa, logo depois que ele ajustou o equipamento de áudio e mostrou irritação com a má qualidade da interpretação.
Bolsonaro decide ‘jogar o jogo’ e deixa Moraes em ‘parafuso’
Desde que foi preso no sábado (22) e levado à Superintendência da PF, Bolsonaro tem recusado as refeições oferecidas pelos policiais. Fontes próximas dizem que ele só come o que a família e ajudantes de confiança preparam, mantendo uma dieta mais seletiva. Aliados afirmam que médicos recomendaram pratos simples, leves e com pouca gordura. Eles também contam que Bolsonaro anda com pouca fome nos últimos dias, mas continua calmo e conversando normalmente enquanto está detido. A PF costuma servir arroz, feijão, salada e uma proteína no almoço e no jantar. Bolsonaro ainda prefere sua própria comida. O mesmo vale para itens de higiene: a família envia produtos, que passam pela checagem da PF antes de serem liberados. O ministro do STF, Alexandre de Moraes, deve estar em um aperto com a decisão. Ele ainda não sabe o que vem a seguir. Bolsonaro, por sua vez, resolveu “jogar o jogo”. Um livro impactante saiu poucos dias antes do julgamento de Bolsonaro. Intitulado “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”, ele descreveu o cenário ridículo que culminou hoje na prisão do ex‑presidente. O livro denuncia uma perseguição política contra Bolsonaro, alegando que instituições, a mídia e setores progressistas se juntaram para enfraquecer seu governo e calar o movimento conservador em ascensão. Ainda prevê como a história vai terminar. Hoje, a obra virou um registro histórico, um manifesto contra a censura e o “sistema”.
URGENTE: Ramagem aparece pela 1ª vez após “fuga” e manda recado a Moraes (veja o vídeo)
Alexandre Ramagem, deputado, voltou a aparecer em público depois de ter saído do Brasil. No X, Ramagem escreveu que um livro impactante saiu poucos dias antes do julgamento de Jair Bolsonaro. O título é “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação” e, segundo ele, descreve a situação ridícula que levou à prisão do ex‑presidente. Segundo o livro, Bolsonaro sofreu uma perseguição organizada, com instituições, a imprensa e grupos progressistas trabalhando juntos para minar seu governo e calar os conservadores que estavam crescendo. O autor ainda aponta como tudo pode terminar, o que, para Ramagem, é chocante. Hoje, o livro virou um registro histórico, um protesto contra a censura e contra o que eles chamam de “sistema”.
Morador de rua mata mulher em tentativa de assalto e juiz manda soltá-lo em menos de 24h
Um juiz de Passo Fundo, RS, concedeu liberdade provisória ao agressor que, na noite de sábado (22), matou Greici Marquês, 38, e feriu mais duas pessoas. A decisão saiu domingo (23), menos de 24 horas depois do crime, e o juiz disse que, por causa da saúde do suspeito, mantê‑lo preso seria “desproporcional e desnecessário”. Misael Camargo, um morador de rua, foi preso pela Polícia Militar logo após o ataque e encaminhado ao Hospital de Clínicas, onde ainda está internado em estado grave. O juiz André Luiz Ferreira Coelho avaliou que, por estar doente, Camargo não representa risco à ordem pública. Ele pediu nova análise quando o detento sair da UTI, antes de qualquer alta. A Polícia Civil informou que Camargo tentou roubar um motoboy e falhou. Em seguida, ele esfaqueou duas mulheres que voltavam de um evento, provocando pânico nos presentes. Um outro motoboy viu o ataque e tentou ajudar, mas acabou sendo atingido pelo agressor. Greici Marquês morreu pelos ferimentos. A outra vítima, de 50 anos, recebeu uma facada no tronco perto do ombro, foi operada e ainda está internada. A Polícia Civil segue investigando o caso como latrocínio, sob a Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).
Jogadora de Vôlei fica em 3º lugar, comemora prisão de Bolsonaro e toma lição de um verdadeiro campeão
Carol Solberg e a companheira Rebecca conquistaram o bronze no Mundial de Adelaide, na Austrália, mas o que realmente gerou polêmica foi a fala covarde que Carol fez depois da partida. Na entrevista que deu depois do jogo, Carol usou a oportunidade para elogiar a prisão de Jair Bolsonaro, dizendo que isso tem grande importância para a nação. Ela ainda comentou que aquele dia foi incrível, tanto na vida pessoal quanto no panorama político. Renzo Gracie, ícone do jiu‑jitsu e múltiplo campeão, não deixou Carol passar batido. Em resposta, ele disse o que segue: Poucos dias antes do julgamento de Bolsonaro, saiu à luz o livro “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. O título já previa o absurdo que vivemos hoje com a prisão do ex‑presidente. No texto, o autor denuncia que Bolsonaro foi perseguido por um conjunto de instituições, veículos de imprensa e grupos progressistas que se uniram para fraquejar seu governo e calar a crescente força conservadora. O livro ainda antecipa o fim dessa trama, transformando‑se agora em um documento histórico e em um grito contra a censura e o que eles chamam de “sistema”.
URGENTE: Morre mais um preso político
Jonathan Rodríguez, pescador de Aragua que também tinha autismo, morreu depois de ficar mais de seis meses preso pelo governo de Nicolás Maduro. A falta de cuidados fez sua saúde piorar, e ele acabou falecendo no hospital por uma infecção pulmonar que não respondeu ao tratamento. Sua morte reacende as acusações de violações de direitos humanos contra o regime. Organizações de direitos humanos dizem que a Guarda Nacional Bolivariana prendeu Rodríguez em 29 de julho de 2024, durante a crise pós‑eleitoral, e sem nenhum mandado judicial. Ele foi mandado para o cárcere de Tocorón, famoso por ser sujo e por não oferecer atendimento médico. Essa falta de cuidados, segundo as entidades, foi decisiva para o piora de sua saúde. Enquanto esteve na cadeia, ninguém lhe deu acompanhamento médico adequado, e a negligência piorou seu estado físico. Mesmo depois de ser solto, depois de mais de seis meses, ele já estava muito debilitado, o que acabou levando à internação e à morte por infecção pulmonar. O caso ganhou força nas redes sociais, principalmente entre os líderes da oposição venezuelana. A líder da oposição María Corina Machado expressou apoio à família de Jonathan, dizendo:
Morre renomada apresentadora da Globo, Record, Cultura e Gazeta, referência histórica da TV brasileira
Ione Borges, ex‑modelo e apresentadora conhecida há mais de 40 anos, faleceu aos 73 anos na madrugada de segunda‑feira (24) em São Paulo, por insuficiência respiratória. A Fundação Cásper Líbero confirmou a morte e destacou o papel importante de Ione no jornalismo para mulheres e nos programas de variedades. Ione trabalhou na Record, Globo e TV Cultura, mas foi na TV Gazeta que se tornou um rosto conhecido em todo o país. Por mais de 30 anos ela comandou programas que marcaram a TV, como “Mulheres”, ao lado de Claudete Troiano, “Pra Você”, “Manhã Gazeta” e “Todo Seu”. Esses shows ajudaram a criar a identidade da emissora em São Paulo. Colegas e fãs também homenagearam Ione nas redes sociais. Claudete Troiano, que trabalhou ao lado de Ione por anos, escreveu sobre o carinho que sentia e a importância da amiga para o público e a TV. Ela disse: Depois de décadas na frente das câmeras, Ione decidiu se retirar da TV em 2010. Ela explicou que o cansaço físico e problemas nas cordas vocais a forçaram a parar. Mesmo fora, Ione continuou ligada à TV Gazeta por um contrato vitalício que a trazia para edições especiais de fim de ano. Nessas vezes, ela se reunia com colegas de várias gerações, mostrando como foi essencial para a identidade da emissora.
URGENTE: Moraes, Dino, Zanin e Cármen Lúcia agem novamente
Nesta segunda‑feira, 24, a primeira turma do STF manteve, por voto unânime, a prisão preventiva de Jair Bolsonaro (PL). A decisão foi tomada no plenário virtual, com cada ministro enviando seu voto por meio eletrônico. O relator Alexandre de Moraes contou com o apoio dos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e da ministra Cármen Lúcia, que também votaram a favor da mesma decisão. O STF afirmou que Bolsonaro quebrou deliberadamente a tornozeleira eletrônica que usava em prisão domiciliar, piorando sua situação judicial. Moraes, em seu voto, destacou o risco real de fuga, a tentativa de cortar o aparelho com um ferro de solda e ainda mencionou a vigilância do senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) perto do condomínio onde ele morava. Ninguém viu essa decisão chegando; foi uma surpresa total para todos. Poucos dias antes do julgamento, saiu o livro “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. A obra descreveu o clima ridículo e lamentável que hoje se confirmou com a prisão de Bolsonaro. No texto, os autores denunciam que Bolsonaro sofreu uma perseguição política organizada, envolvendo instituições, mídia e grupos progressistas que quiseram fraquejar seu governo e calar o movimento conservador em alta. Eles ainda antecipam o fim dessa trama, o que deixa o livro ainda mais forte. Hoje, a obra virou um registro histórico e um protesto contra a censura e o que chamam de “sistema”.
2º fracasso de “Bessias” após indicação de Lula aterroriza aliados
Os próprios aliados já notam que Jorge Messias é fraco e que a aprovação no Senado está cada vez mais difícil. Acabou de ser indicado por Lula e, em poucos dias, o novo AGU já acumulou dois fracassos claros nas suas negociações. Logo após a indicação oficial de Lula, Messias foi atrás de declarações públicas de apoio dos senadores do Centrão. Ele queria provar que o obstáculo à sua nomeação não era intransponível, mas não recebeu nenhuma declaração a seu favor. Na segunda tentativa, Messias buscou se aproximar do presidente do Senado, lançando um elogio público a Davi Alcolumbre. Em comunicado, Messias disse que reconhece e elogia o “relevante papel” de Alcolumbre como presidente da Casa, destacando sua liderança e atenção às decisões importantes para o país. Na manhã de segunda‑feira (24), Alcolumbre enviou mensagem aos aliados e condenou a iniciativa. Com ironia, ele disse que o indicado de Lula “começou bem”, ao se comunicar pela imprensa ao invés de um contato direto. Com isso, a situação de “Bessias” só piora e as tensões aumentam.