Alexandre de Moraes, ministro do STF, rejeitou o pedido da defesa de Bolsonaro (PL) para que ele cumpra a pena em casa por motivos humanitários. O pedido, que a defesa tratou como emergência, foi considerado inviável, encerrando essa tentativa de mudar o regime de prisão. Na manhã de sábado (22/11), a Polícia Federal prendeu Bolsonaro preventivamente, alegando risco real de fuga. As autoridades deixam claro que essa prisão não tem relação com a sentença de 27 anos por uma suposta tentativa de golpe. Na tarde de sexta‑feira (21/11), a defesa entregou o pedido acompanhando vários laudos médicos, tentando provar que Bolsonaro precisa ficar em casa enquanto cumpre a pena. O pedido baseava‑se na alegação de que a saúde de Bolsonaro exigia um tratamento especial, mas o STF não aceitou o argumento.
Moraes faz acusação grave contra Bolsonaro
Acabou de sair que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, lançou uma acusação séria contra Jair Bolsonaro. O Centro de Integração de Monitoração Integrada do DF informou que, às 0h08 de sábado (22/11), o equipamento de monitoramento eletrônico foi violado. Moraes apontou que a ação foi uma vigília organizada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) em frente ao Condomínio Solar, no Jardim Botânico. Por causa desse protesto, a Polícia Federal pediu ao STF a prisão preventiva de Jair Bolsonaro. O ex-presidente tem sido perseguido por tudo que o “sistema” pode fazer, e ainda corre risco de vida.
Michelle solta o verbo!
Assim que a polícia prendeu o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) na manhã de sábado (22/11), a ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro postou uma mensagem religiosa nas redes. Ela fez um curto texto no Instagram, dizendo: Na postagem, Michelle usou um versículo do Salmo 121, ressaltando o seguinte trecho: Michelle reagiu logo depois da operação que terminou com a prisão de Bolsonaro. Por volta das 6h, a Polícia Federal chegou ao Condomínio Solar, no Jardim Botânico, cumpriu o mandado e levou o ex‑presidente para a Superintendência Regional da PF no DF, onde ele está detido.
Surge o absurdo “motivo” alegado por Moraes para prender Bolsonaro
O ministro Alexandre de Moraes mandou prender preventivamente o ex‑presidente Jair Bolsonaro. A justificativa foi a chamada, feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL‑SP), para uma vigília em frente ao Condomínio Solar, no Jardim Botânico, em Brasília. Como a reunião ia acontecer perto da casa do ex‑presidente, a Polícia Federal passou a analisar se haveria risco à ordem pública. No relatório que chegou a Moraes, a PF escreveu que uma grande gente reunida poderia colocar em perigo os agentes da operação, os apoiadores e até o próprio Bolsonaro. A polícia ainda alertou que um aglomerado inesperado poderia criar tensão e atrapalhar qualquer medida de proteção ou contenção. O relatório ainda citou a postagem do senador Flávio Bolsonaro, que, segundo a PF, “incita os adeptos” de Bolsonaro a irem até a casa do condenado. Bolsonaro tem sido vítima de todas as agressões que o “sistema” pode infligir, e ainda tem a vida ameaçada. Por isso, uma loja ousou enfrentar esse “sistema” e lançou uma promoção limitada, que já atrai quem se interessa por política, liberdade de expressão e o debate sobre censura no país.
Revelado para onde Bolsonaro foi levado
Por volta das 6h, policiais federais foram ao Condomínio Solar, no Jardim Botânico, e conduziram o ex‑presidente à Superintendência Regional da PF no DF. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, ordenou a prisão preventiva de Bolsonaro, antes de ele começar a cumprir a pena que recebeu no inquérito do suposto golpe. O ex‑presidente tem sido vítima de tudo que o “sistema” pode fazer contra ele. E ainda há ameaça à sua vida.
Parece óbvio que o objetivo final do sistema é eliminar definitivamente Bolsonaro
Com a saúde já muito fraca, o governo decidiu apertar ainda mais a prisão de Jair Bolsonaro. No sábado, dia 22, tiraram Bolsonaro da prisão em casa e o levaram direto à Polícia Federal, comandada por Lula. Para o regime, Bolsonaro é um inimigo nato que deve ser eliminado; parece ser esse o plano final. Essa medida não tem lógica nenhuma, é desnecessária e ainda põe a vida de Bolsonaro em risco. Dá a impressão de que o governo quer terminar o que o delinquente Adelio Bispo deixou incompleto. Bolsonaro desafiou o sistema e fez milhões acordarem; enquanto viver, ele continua sendo um grande risco para quem domina o país. Mas essa crueldade pode se virar contra eles. O povo percebe a perseguição absurda e não vai aceitar. O ex‑presidente tem sido vítima de tudo que o “sistema” pode fazer, e ainda corre perigo de vida. Por isso, uma loja resolveu desafiar o poder lançando uma promoção limitada: um combo com cinco livros que revelam os bastidores do poder, decisões judiciais polêmicas e as últimas disputas ideológicas. O pacote sai por R$ 79,89, com frete grátis para todo o país. Os livros falam de censura, perseguição política, o papel do STF, juristocracia, polarização e manipulação de narrativas. Quer saber mais e garantir o seu? Clique no link. Corra antes que acabem… nunca se sabe até onde a censura pode chegar!
Mendonça encontra pessoalmente Messias e abraça o indicado por Lula ao STF
Jorge Messias, advogado‑geral da União, apareceu nesta sexta‑feira (21) na Convenção Nacional das Assembleias de Deus Ministério de Madureira, em São Paulo. Era só um dia depois de Lula, do PT, tê‑lo indicado ao STF. Ao subir ao palco, Messias foi recebido com calor pelos fiéis e recebeu um abraço do ministro André Mendonça. Em outubro, Messias já tinha se encontrado no Palácio do Planalto com líderes da Assembleia de Deus Madureira, como o bispo Samuel Ferreira, presidente da Conamad, e o deputado Cezinha de Madureira (PSD‑SP). Nesta ocasião, Messias entrou em contato com Cezinha para confirmar presença, agradecer o apoio e pedir orações enquanto aguarda a aprovação da indicação no Senado. Mas Davi Alcolumbre, presidente do Senado pelo União‑AP, tem se oposto a Messias, criando mais tensão no processo.
AO VIVO: Detalhes da decisão de Moraes que mandou Bolsonaro para prisão em regime fechado (veja o vídeo)
Na manhã deste sábado, 22 de novembro de 2025, por volta das 6h30, a Polícia Federal executou a ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF, e colocou o ex‑presidente Jair Bolsonaro em prisão de regime fechado. Ele foi preso porque já foi condenado a 27 anos e três meses de cadeia no caso chamado “inquérito do golpe”. A PF informou que Bolsonaro foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal em Brasília, no Setor Policial Sul, informação confirmada pelo diretor‑geral da corporação.
URGENTE: Bolsonaro é preso preventivamente pela PF
A Polícia Federal, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, prendeu o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta manhã de sábado (22/11) em Brasília. De acordo com o que se soube, o ministro Moraes determinou a prisão preventiva de Bolsonaro, impedindo que ele comece a cumprir a pena que recebeu no inquérito do golpe.
Senadores agem rápido e preparam “queda” da indicação de Lula ao STF
Senadores da oposição já estão juntando votos para bloquear a nomeação de Jorge Messias ao STF, vaga que ficou livre depois da saída de Luís Roberto Barroso. O senador Márcio Bittar (União Brasil-AC) disse que vai votar contra a indicação e pediu que a oposição se una aos grupos que se afastam do governo. Ele acredita que, juntos, podem impedir o nome escolhido por Lula. Bittar deixou claro seu ponto de vista: Bittar disse que, na sua opinião, “Messias faz parte do mesmo grupo que foi pego na Lava Jato” e “do mesmo núcleo que atacou o Bolsonaro”. Para ele, não dá para apoiar quem representa tudo o que lutamos contra. Bittar reforçou que Messias “está no mesmo grupo que perseguiu Bolsonaro” e faz parte “de um núcleo forte que colocou um inocente na prisão”. Ele vê uma clara rachadura dentro do governo e diz que a oposição deve usar isso a seu favor. “Com essa divisão, podemos derrotar o governo”, afirmou, ainda criticando a postura de Messias no INSS. Para ele, a situação abre uma oportunidade política rara. O senador Jorge Seif (PL-SC) também se posicionou contra a indicação. Em postagens nas redes, ele disse que vai recusar a nomeação de Jorge Messias ao STF, alegando que o histórico do advogado‑geral da União mostra que ele não tem condições para ser ministro da Corte. Seif ainda atacou a ideia de que, por ser evangélico, Messias teria mais apoio entre os parlamentares conservadores. Ele afirmou que a religião não pode ser usada como desculpa para defendê‑lo. Defendendo a total imparcialidade do Supremo, o senador concluiu que a escolha do governo põe em risco a neutralidade da Corte.