Um avião de pequeno porte ficou de cabeça para baixo após realizar um pouso forçado em uma área rural próxima à DF-330, na região de Sobradinho, no Distrito Federal. O acidente ocorreu na manhã desta sexta‑feira (30/1) e foi registrado em imagens que mostram a aeronave capotada dentro de um terreno pertencente a uma fazenda da região. Vídeos gravados no local revelam o monomotor completamente invertido logo após a manobra de emergência. A aeronave havia decolado da cidade de Luís Eduardo Magalhães, no interior da Bahia, e tinha como destino final Brasília. Segundo informações preliminares, o voo estava autorizado, e ainda não há confirmação oficial sobre o tipo de falha que levou o piloto a tentar o pouso fora do aeródromo. De acordo com apuração da reportagem, durante a tentativa de pouso o trem de pouso acabou se enroscando em uma plantação de soja existente na fazenda. Com isso, o avião perdeu estabilidade e tombou, em um movimento semelhante a um capotamento, até ficar completamente invertido no solo. Na aeronave estavam duas pessoas. O piloto sofreu ferimentos leves no rosto e relatou dores pelo corpo, enquanto o passageiro não teve lesões aparentes. Ambos foram socorridos e encaminhados de helicóptero para um hospital da região, para avaliação médica. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado pouco antes das 9h. Ao chegar à Fazenda Corrente, os militares encontraram o monomotor virado de ponta‑cabeça e iniciaram os procedimentos de atendimento e segurança da área. O avião pertence a uma empresa que atua no desenvolvimento de tecnologias voltadas à nutrição vegetal, fisiologia de plantas e fertilidade do solo, com forte presença no setor do agronegócio. A propriedade rural onde ocorreu o acidente possui 340 hectares, divididos em dois lotes de 170 hectares cada. O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada… Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta, a partir de hoje, será ainda maior… O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo.
Depois da polêmica com Fernanda Torres, Havaianas decide drástica reestruturação interna
A Alpargatas, controladora da marca Havaianas, iniciou 2026 promovendo ajustes em sua estrutura de governança corporativa. O Conselho de Administração foi reformulado com a saída de Pedro Moreira Salles da presidência do colegiado, justificando a decisão por incompatibilidade de agenda com compromissos acadêmicos nos Estados Unidos, onde passará a lecionar na Universidade de Columbia. A mudança foi oficializada na última quarta‑feira (28) e comunicada ao mercado por meio de um fato relevante. Na mesma ocasião, os conselheiros deliberaram a nomeação de João Moreira Salles como novo presidente do Conselho de Administração, garantindo uma transição imediata no topo da estrutura decisória da companhia. Além da alteração no comando, foi criada a vaga de vice‑presidente do colegiado, posição inédita até então, e eleito Rodolfo Villela Marino para ocupá‑la. A medida foi apresentada como parte de um ajuste na dinâmica de funcionamento do órgão. As decisões ocorreram em um período delicado para a empresa no mercado financeiro. As ações da Alpargatas fecharam o pregão de quarta‑feira com desvalorização de 1,36 %, sendo negociadas a R$ 13,81 na B3. No início do pregão seguinte, a tendência negativa se manteve, com nova queda de 0,65 %, levando a cotação a R$ 13,72. O contexto recente da companhia inclui uma controvérsia política registrada no final de 2025, quando a Alpargatas passou a ser alvo de boicote após a divulgação de uma campanha publicitária da Havaianas estrelada pela atriz Fernanda Torres. No vídeo, a artista afirmava que não se deveria iniciar o ano de 2026 “com o pé direito”, frase interpretada por setores da direita como mensagem de cunho político contrário a esse espectro ideológico. Em protesto, lojas deixaram de vender Havaianas e queimaram estoque por apenas R$ 1. O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada… Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta, a partir de hoje, será ainda maior… O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo.
Advogado de Daniel Vorcaro recusa senha e cita Malu Gaspar (Veja o vídeo)
O banqueiro Daniel Vorcaro se negou a informar a senha de seu celular durante depoimento prestado à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria‑Geral da República (PGR) no dia 30 de dezembro do ano passado. O aparelho foi apreendido na Operação Compliance Zero, que investiga fraudes no Banco Master. Vorcaro foi ouvido pela delegada Janaina Palazzo nas dependências do Supremo Tribunal Federal (STF), após determinação do ministro Dias Toffoli, relator do caso. Durante o depoimento, a delegada pediu autorização para acessar o celular do banqueiro. Após a solicitação, Vorcaro e seu advogado afirmaram que queriam preservar “relações pessoas e privadas”. Ao negar passar a senha do aparelho, o advogado citou a jornalista Malu Gaspar e declarou: “As perguntas de Toffoli estavam na imprensa assim que acabou o depoimento.”
Nikolas Ferreira: fé e coragem contra gigantes
O mito do herói tem origem na Antiguidade, retratando seres com capacidades excepcionais. Joseph Campbell, em seu aclamado livro “O Herói de mil faces”, sistematizou a estrutura narrativa universal conhecida como “monomito”, que descreve uma jornada de desafios e superação do ego, enfrentando a vida, o medo e o desconhecido. A aventura do herói começa com alguém que sente que falta algo na experiência normal ou permitida aos membros da sociedade em que vive. Em algum momento dramático da vida humana, ele surge aceitando desafios que outros, mais experientes ou mais fortes, recusam. Ser herói é percorrer uma jornada individual de amadurecimento, partir para a aventura, enfrentar crises e obstáculos, alcançar a vitória, retornar transformado e provocar mudanças na sociedade e na época, servindo de modelo ao permanecer fiel a si mesmo, ao seu desejo e aos valores eternos. Na história do mundo, várias personalidades se encaixam na jornada do herói, surgindo em momentos críticos de suas vidas ou da sociedade. Parece ser o nosso caso. Vivemos, neste exato momento, uma quebra total da credibilidade das instituições nacionais, e nada parece permanecer de pé. Como obedecer a ladrões que impõem obediência cega e perseguição implacável aos que relutam em se submeter? A população, amedrontada, caminha às cegas, desesperançada, buscando saída para o pavoroso labirinto onde homens degradados e dissolutos escarnecem dos mais caros valores morais de uma sociedade, enquanto parte dela insiste em seguir o caminho reto dos ancestrais, ao redor do qual Sodoma e Gomorra parecem ser a nova realidade de um país em frangalhos. Eis que surge um jovem de 29 anos, chamado Nikolas Ferreira, que, nos moldes de um Davi moderno, deixa o anonimato, aceita o chamado para enfrentar o gigante Golias com fé e coragem, passa por provações no deserto, amadurece e torna‑se rei, transformando‑se de um simples jovem em um líder generoso e sensível. De forma solitária, deu o primeiro passo na luta contra o nosso gigante Golias brasileiro, um sistema tenebroso que destrói quem o enfrenta. Para surpresa de muitos, que o ridicularizaram a princípio e foram ignorados pela mídia cúmplice – uma vergonha afrontosa –, a atitude individual e corajosa desse jovem político que tenta romper a passividade do povo diante da vileza dos governantes fez milhares de pessoas compartilharem sua caminhada e acompanharem todo o percurso. Essa jornada não terminará hoje em Brasília; ela apenas começou, dia após dia, ano após ano, transformando vidas e mentes de milhares de jovens que se comprometerão a entender o chamado e a construir, pedra por pedra, o caminho rumo à libertação do país. Nikolas, essa liderança jovem que se estabelece como força vibrante no cenário político brasileiro, merece que sua missão não esmoreça, que se fortaleça com o tempo e que, com fé, coragem e desejo de mudança, seja o vetor de uma guinada rumo a um possível período de bonança e justiça para todos, em que as instituições deixem de ser algoz de uma nação cansada de ser tratada por uma legião de corruptos e ladrões como mero pano de chão. Acorda, Brasil! Silvia Gabas. @silgabas
Cachorro Orelha: indignação nacional enquanto o Brasil ignora bilhões em corrupção
Os psicólogos afirmam que as crianças já desenvolvem, por volta dos três anos de idade, um senso básico de “certo” e “errado”, ao compreender regras sociais e reconhecer comportamentos inadequados. Assim, qualquer adulto saudável entende que torturar até a morte um cão comunitário inocente, como Orelha, é um ato profundamente errado. O episódio gera revolta, naturalmente. Surpreendeu‑me, em um país tão diverso e polarizado como o Brasil, a rapidez e a magnitude da adesão popular a essa causa humanitária. De norte a sul, a população clama por justiça, independentemente de filiações políticas, direita ou esquerda, ou de outras divisões que costumam marcar o cotidiano. No entanto, o mesmo vigor de indignação não se manifesta diante de outras questões éticas graves: · É certo ou errado roubar cerca de R$ 6 bilhões de um fundo de pensão de idosos e deficientes? · É certo ou errado que a justiça tenha concedido habeas corpus a 9 mil traficantes em 2024? · É certo ou errado que 26 % da população brasileira viva sob regras de facções criminosas, conforme noticiado pelo GLOBO? · É certo ou errado que a empresa pública Correios registre um rombo de R$ 10 bilhões? · É certo ou errado que o escândalo do Banco Master, envolvendo supostas fraudes superiores a R$ 12 bilhões, já tenha sido levado ao Supremo Tribunal Federal e ao Tribunal de Contas da União? O Papa Francisco já alertou: “A corrupção é paga pelos pobres”. Não pretendo julgar o mérito de cada caso aqui; isso cabe às autoridades competentes, dentro do Estado democrático de direito e da disputa jurídico‑política que vivemos. Contudo, essas perguntas deveriam, no mínimo, despertar interesse entre aqueles que se preocupam com o futuro do país, independentemente de ideologia. Por alguma razão, isso não ocorre. Ainda busco entender o motivo. Acompanhei a caminhada de 255 km do deputado federal Nikolas Ferreira, que chegou a Brasília sob o lema “O Brasil Acordou”. Houve adesão, mas continuo cético quanto ao grau real de despertar da população. Platão dizia: “O preço da apatia em relação aos assuntos públicos é ser governado por homens maus”. Em uma nação séria, qualquer um dos escândalos citados provocaria revolta geral. Por que ainda não acontece no Brasil? Não tenho resposta definitiva, mas identifico alguns fatores que podem explicar a anestesia nacional: 1 – O hábito: há muito tempo os brasileiros se acostumam com escândalos de corrupção e tendem a subestimar sua gravidade. 2 – A esperteza: muitos preferem se sentir “espertos”, acreditando que “tudo vai acabar em pizza”, ao invés de acompanhar investigações e se indignar. 3 – O interesse: decisões políticas muitas vezes refletem interesses pessoais, e os beneficiários da corrupção raramente percebem algo errado. 4 – O medo: questionamos se há censura no Brasil. Embora a Constituição de 1988 garanta liberdade de expressão e proíba censura prévia, especialistas apontam casos recentes de censura judicial e inquéritos sigilosos que restringem a liberdade, sobretudo no ambiente digital. 5 – O lado emocional: 53 % da população não leu nenhum livro nos últimos três meses, segundo a pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil” (2024). O país perdeu quase 7 milhões de leitores em quatro anos. Cerca de 29 % dos brasileiros com mais de 15 anos são analfabetos funcionais, sem pleno domínio da leitura, escrita e matemática. Dessa forma, a imagem chocante de um cachorro inocente sendo torturado tem um apelo emocional imediato que mobiliza a maioria. Espero que as investigações sobre a morte trágica de Orelha identifiquem e punam exemplarmente os responsáveis. Também desejo que os demais escândalos em investigação recebam respostas judiciais firmes. Se a população brasileira aprender a se indignar de forma consistente, o caminho para a reparação será muito mais fácil. Concluo com o alerta de Elie Wiesel, sobrevivente do Holocausto e laureado com o Prêmio Nobel da Paz: “O oposto do amor não é o ódio, é a indiferença. A indiferença, portanto, não é apenas um pecado, é um castigo.” Jonas Rabinovitch. Arquiteto urbanista com 30 anos de experiência como Conselheiro Sênior para Inovação e Gestão Pública da ONU em Nova York.
Direita selada em paz; Flávio desponta enquanto Bolsonaro e Tarcísio reforçam aliança
Carlos Bolsonaro, seu irmão Eduardo e o governador Tarcísio de Freitas selaram a paz na direita. No X, Carlos publicou: “Almocei agora na casa do Governador Tarcísio. Na semana passada, conversando com o ministro Sachsida, meus irmãos e depois com meu pai, pedi autorização para vir a São Paulo e dar um abraço nele. Tudo certo. Foi mais um momento muito bacana com o eterno Ministro, por quem tenho um carinho e uma admiração enormes. Obrigado sempre pela consideração, atenção e amizade, Governador Tarcísio de Freitas.” Tarcísio, que visitou Jair Bolsonaro no dia anterior, respondeu: “Foi muito bom estar com você hoje, Carlos Bolsonaro. Você sempre será credor do meu respeito e da minha amizade.” Eduardo Bolsonaro também se manifestou: “Fico muito feliz ao ver o Tarcísio visitando o meu pai. É um gesto que, sem dúvida, faz muito bem a ele neste momento difícil que atravessa e que contribui para que, com mais força e energia, possamos seguir adiante com esperança em dias melhores. Este é um momento de focarmos naquilo que converge. Tenho certeza de que todos nós compartilhamos o mesmo desejo: um Brasil melhor. E esse caminho passa por São Paulo e por todos os brasileiros – inclusive aqueles que hoje estão fora do país. Por isso, fiquei especialmente satisfeito com a visita realizada hoje e ainda mais alegre ao ver o meu irmão Carlos Bolsonaro ao lado do governador. Gestos como esse fortalecem laços, constroem pontes e reafirmam compromissos com o futuro do Brasil.” 2026 será histórico! A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim. Tudo indica que, em breve, o pior pode acontecer: há quem queira tirar a vida dele e esconder o que realmente ocorreu em 2022. Contudo, para o “terror” do “sistema”, a verdade não morrerá. O próprio Bolsonaro já conhece o livro:
Humorista denuncia o absurdo de Toffoli como relator do caso Master (veja o vídeo)
Só uma piada para explicar… O humorista Murilo Couto resumiu, em poucas palavras, a situação envolvendo o ministro Dias Toffoli e o caso Master. Seria cômico, se não fosse trágico… “Toffoli no caso do Banco Master é tipo o Chaves vendendo churros para ele mesmo. Ele é o investigado, mas ele mesmo se investiga, se julga e se protege”, afirmou o deputado Carlos Jordy. Assista: O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada… Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta, a partir de hoje, será ainda maior… O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo. O povo, mais do que nunca, precisa estar ao lado de Nikolas neste momento.
Moraes nega visita a Bolsonaro e oferece desculpa esfarrapada
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu impedir as visitas do senador Magno Malta (PL‑ES) e do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, que se encontra sob custódia. A decisão foi fundamentada em razões distintas para cada pedido e trouxe alterações nas regras de visitação. No caso de Magno Malta, Moraes analisou um ofício encaminhado pelo 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal. O documento relata que o senador tentou acessar o local onde Bolsonaro está detido sem autorização prévia e ainda tentou realizar gravações, sendo contido pelos policiais responsáveis. Em manifestação posterior, o parlamentar afirmou que não solicitou a entrada e que apenas buscava informações sobre a situação do ex‑presidente. Ao avaliar o episódio, o ministro concluiu que a conduta descrita poderia comprometer o funcionamento da unidade responsável pela custódia. Segundo ele, “tal conduta gera riscos desnecessários à disciplina do Batalhão e à segurança do próprio sistema de custódia, obstaculizando o deferimento do pedido”. Na mesma decisão, Moraes atendeu a uma solicitação da Polícia Militar e alterou os dias permitidos para visitas, que passaram de quartas e quintas‑feiras para quartas e sábados. Em relação a Valdemar Costa Neto, o ministro destacou que o dirigente partidário está sendo investigado no mesmo contexto das acusações dirigidas a Bolsonaro. As apurações foram retomadas pela Primeira Turma do STF durante o julgamento dos réus do chamado “núcleo 4”. O foco das investigações envolve o pedido apresentado por Valdemar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para anular votos de urnas eletrônicas consideradas “inconsistentes”, acompanhado de um laudo elaborado pelo Instituto Voto Legal (IVL), então presidido por Carlos Cesar Moretzsohn Rocha. Apesar das negativas, Moraes autorizou a entrada de outras quatro pessoas para visitar Bolsonaro: os deputados federais Cabo Gilberto Silva (PL‑PB) e Hélio Lopes (PL‑RJ), o senador Wilder Morais (PL‑GO) e Luiz Antônio Nabhan Garcia, que foi secretário de Assuntos Fundiários durante o governo Bolsonaro. O ministro também permitiu que o ex‑presidente realize caminhadas, desde que de maneira limitada e supervisionada. A decisão estabelece que a atividade ocorra “de forma controlada e restrita, em locais previamente definidos, preferencialmente o campo de futebol ou a pista asfaltada, em dias e horários estabelecidos pela unidade custodiante”.
Haddad revela conversa de Lula com Toffoli e critica dono do Banco Master
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, revelou detalhes sobre a situação do Banco Master e sobre a conversa entre o presidente Lula e o ministro do STF, Dias Toffoli. O encontro aconteceu durante um almoço realizado em dezembro do ano passado, e Haddad comentou o episódio em entrevista ao portal Metrópoles. Segundo o ministro, Lula transmitiu a Toffoli uma mensagem de caráter institucional, ressaltando a importância do momento para as instituições brasileiras. “O presidente deu um recado conceitual de que nós temos a oportunidade de fazer um trabalho bem‑feito, de entregar para o país, um país melhor. Deu vários exemplos desse trabalho que a polícia (Federal), o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e o Ministério Público estão fazendo conjuntamente”, afirmou Haddad. “É uma questão interna do STF, que, conforme eu disse, pode sair grande desse episódio todo, se agir com a altivez que o caso merece, porque é um caso grave”, frisou. Haddad também comentou a atuação do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. De acordo com o ministro, muitas pessoas foram enganadas ao confiar na imagem de um empresário em ascensão. “Tem muita gente de boa‑fé que foi envolvida. Imaginava que ali se tratava de um grande empresário, um banqueiro emergente. O cara [Vorcaro] levou muita gente no bico. Quem agiu de má‑fé tem de responder”, declarou.
Presidente socialista da Colômbia lança declaração absurda sobre Jesus
Uma fala do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, provocou forte reação de setores religiosos e da Igreja Católica. Durante um discurso público, o chefe do Executivo colombiano fez comentários interpretados como uma insinuação de que Jesus Cristo e Maria Madalena teriam mantido relações sexuais, o que gerou ampla controvérsia no país. Ao se dirigir ao público, Petro afirmou que Jesus “não poderia existir sem amor” e, no mesmo contexto, fez referências históricas que incluíram Simón Bolívar. As declarações, embora apresentadas como reflexões pessoais, foram vistas por líderes religiosos como inadequadas e ofensivas às crenças cristãs predominantes na Colômbia. Diante da repercussão negativa, a Conferência Episcopal Colombiana (CEC) divulgou uma nota oficial manifestando reprovação ao conteúdo do discurso presidencial. No comunicado, os bispos destacaram os limites entre a atuação do poder público e as convicções religiosas da população. “Nenhum funcionário ou outra pessoa está autorizado a emitir opiniões teológicas sobre as convicções religiosas ou doutrinais dos cidadãos e, pelo contrário, o poder público tem a obrigação de proteger as pessoas em suas crenças e manter relações harmoniosas e entendimento comum com as denominações religiosas”, afirmaram os representantes da Igreja no texto divulgado. A nota também reafirma a posição oficial da Igreja Católica sobre a fé em Jesus Cristo e enfatiza a necessidade de respeito às crenças religiosas, especialmente em um país marcado pela diversidade de confissões. Segundo a CEC, a Constituição colombiana e a legislação sobre liberdade religiosa garantem a proteção das convicções individuais e coletivas. No encerramento do comunicado, os bispos convidaram a população a buscar esclarecimentos diretamente nos evangelhos e no Catecismo da Igreja Católica, além de reforçarem o apelo pelo respeito à fé cristã e ao direito de professá‑la publicamente.