O governador Eduardo Leite publicou no X a mensagem: “Recebi hoje a carta do secretário Vilson Covatti, colocando seu cargo à disposição, e comunico que aceitei. Agradeço profundamente a dedicação e a contribuição ao longo destes anos à frente da Secretaria do Desenvolvimento Rural. Respeito a decisão dos Progressistas e seu caminho no processo eleitoral, e sou muito grato a todos os que colaboraram com o governo, com tantos avanços e conquistas para o RS. Nos próximos dias anunciarei o novo titular da pasta.” A saída de Covatti interfere diretamente no tabuleiro das eleições de 2026 no Rio Grande do Sul. O PP, maior partido gaúcho em número de prefeituras – elegeu 164 prefeitos nas municipais de 2024, o mais vitorioso do estado – firmou apoio oficial ao deputado federal Zucco (PL) na disputa pelo Palácio Piratini. A sigla, presidida no RS pelo deputado estadual Covatti Filho, integrará a coligação com o PL de Zucco. “O povo gaúcho, em breve, terá um governador de verdade!”, declarou Leite.
Destruição do Banco Central começa; chefes renunciam durante sindicância
Vai começar a investigação interna no Banco Central. Um verdadeiro absurdo que parece ter a clara intenção de ocultar a fraude bilionária do Banco Master. A reação no BC foi imediata. Os chefes que comandavam o Departamento de Supervisão Bancária (Desup) entregaram seus cargos. A sindicância está sendo conduzida sob sigilo pela corregedoria e foi iniciada a partir de uma decisão do presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo, tomada no fim do ano passado.
Políticos que ‘investiram’ dinheiro público no Banco Master são revelados
Muito dinheiro público foi ‘investido’ no Banco Master. Denúncias e investigações apontam suspeitas de fraudes e de lobby ligado ao controlador da instituição. Se as irregularidades forem confirmadas, o prejuízo poderá recair sobre servidores e contribuintes. Como o dinheiro chegou ao Master Estados e municípios aplicaram recursos por meio dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), adquirindo títulos vinculados ao banco. A Distrito Federal realizou operações através do Banco de Brasília (BRB), envolvendo ativos e carteiras relacionadas ao Master. ESTADOS DF — R$ 12,2 bilhões — Ibaneis Rocha (MDB) RJ — R$ 970 milhões — Cláudio Castro (PL) AP — R$ 400 milhões — Clécio Luís (Solidariedade) AM — R$ 50 milhões — Wilson Lima (União Brasil) MUNICÍPIOS Maceió/AL — R$ 97 mi — JHC (PL) São Roque/SP — R$ 93,15 mi — Guto Issa (PSD) Cajamar/SP — R$ 87 mi — Danilo Joan (PSD) Itaguaí/RJ — R$ 59,6 mi — Dr. Rubão (PSC) Aparecida/GO — R$ 40 mi — Vilmar Marinho (União) Araras/SP — R$ 29 mi — Pedrinho Eliseu (PSDB) Congonhas/MG — R$ 14 mi — Cláudio Dinho (PSD) Fátima do Sul/MS — R$ 7 mi — Ilda Machado (PSD) Sto. Antônio de Posse/SP — R$ 7 mi — João Leandro Lolli (União) Paulista/PE — R$ 3 mi — Yves Ribeiro (MDB) São Gabriel do Oeste/MS — R$ 3 mi — Jeferson Tomazoni (PSDB) Jateí/MS — R$ 2,5 mi — Eraldo Jorge Leite (PSDB) Angélica/MS — R$ 2 mi — Roberto Cavalcanti (União) Santa Rita d’Oeste/SP — R$ 2 mi — Osmarzinho (Republicanos) Campo Grande/MS — R$ 1,2 mi — Adriane Lopes (PP) Fica uma dúvida: se houver prejuízo, quem paga a conta? – O servidor público – O contribuinte – Eu e você AO VIVO: Bomba ‘master’ no colo de Lula (veja o vídeo)
Tarcísio de Freitas visita Bolsonaro recém solto e critica perseguição (VEJA O VÍDEO)
Há pouco, o governador Tarcísio de Freitas visitou o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Ao deixar a prisão, o governador prestou solidariedade a Bolsonaro e afirmou: “Transmiti minha solidariedade, disse que estamos juntos. […] Sem dúvida, estou apoiando Flávio Bolsonaro, como já venho afirmando constantemente. Não há dúvidas em relação a isso.” Veja: A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim. Tudo indica que, em breve, o pior pode acontecer: pretendem tirar a vida dele e ocultar o que realmente ocorreu em 2022. Contudo, para o “terror” do “sistema”, a verdade não desaparecerá.
Deputado Nikolas Ferreira divulga “alerta divino” de sua irmã e detalha caminhada de 250 km
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL‑MG) divulgou publicamente uma mensagem enviada por sua irmã, Ellen Ferreira, na qual ela afirma ter recebido uma revelação espiritual envolvendo o parlamentar. Segundo o relato compartilhado nas redes sociais, Ellen disse ter tido uma visão e alertou sobre a existência de pessoas que estariam praticando “magia negra” contra ele. Na mensagem, enviada em julho do ano passado, Ellen afirmou que foi orientada diretamente por Deus a repassar o conteúdo apenas ao irmão. Ela descreveu uma cena simbólica, associada a sujeira e lama, que, segundo suas palavras, representaria um processo de limpeza espiritual. “Eu vi jorrando dessa parte muita lama. Muita sujeira, como se fosse um cano de esgoto estourado”, escreveu, acrescentando que começou a chorar enquanto repetia: “Teu povo clama! teu povo clama!”. Ainda de acordo com o texto, Ellen relatou que a mensagem recebida iria além de críticas a adversários políticos. Ela escreveu: “O problema do Brasil não é o Lula, o PT ou a esquerda. O problema é o joio, os que estão entre vocês. Os que estão crescendo às suas custas”, afirmando que Deus teria alertado para pessoas próximas que estariam agindo de forma negativa. Na sequência, a irmã reforçou a ideia de que “nada ficará oculto”. Ela descreveu, na visão que alega ter tido, uma mulher identificada como “empregada” colocando “objetos consagrados com magia negra” dentro de casas e gabinetes. Também recomendou cuidados redobrados, como orações, consagração de alimentos e louvores antes de reuniões, sustentando que “o louvor liberta”. Nikolas Ferreira explicou que havia esquecido completamente da mensagem até que a irmã a reenviou. Ele afirmou que a lembrança ganhou novo significado durante a caminhada que realizou entre Paracatu (MG) e Brasília (DF), percurso de cerca de 250 kilômetros. Em um dos dias, o grupo enfrentou forte chuva, com água suja subindo pelo caminho, o que ele interpretou como símbolo da “limpeza da sujeira de Brasília”. O parlamentar iniciou a caminhada em 19 de janeiro e concluiu o trajeto no dia 25, relatando que a experiência reforçou reflexões pessoais e espirituais. A divulgação da mensagem gerou repercussão nas redes sociais e reacendeu debates sobre a mistura entre religião, política e a atuação de figuras públicas. O deputado Nikolas Ferreira declarou que a caminhada atingiu seu objetivo: chamar a atenção nacional para o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, o “sistema” não descansará nas tentativas de silenciá‑lo e o povo precisa permanecer ao seu lado.
Estado falha e a fraude se torna sistema
A matéria “Anatomia de uma fraude”, de Malu Gaspar, publicada em O Globo, revela um padrão recorrente na vida institucional brasileira: grandes escândalos não prosperam sem a participação — ou a conivência — de agentes públicos relevantes. Quando as estruturas do Estado falham, são capturadas ou se omitem, a fraude deixa de ser episódica e passa a operar como sistema. Nesse cenário, os principais órgãos de fiscalização do país já não gozam de credibilidade pública, condição indispensável para qualquer democracia funcional. O quadro se agrava com a prática cada vez mais comum de impor sigilo a procedimentos investigativos e até judiciais, mesmo em casos de inequívoco interesse público. Trata‑se de uma inversão grave do princípio constitucional da publicidade, que deveria ser a regra, não a exceção. O sigilo excessivo não protege a Justiça; ele fomenta a desconfiança, alimenta a percepção de seletividade e enfraquece as instituições. O Brasil não romperá esse ciclo enquanto não enfrentar o essencial: restaurar a credibilidade do sistema de controle, fiscalização e Justiça. Transparência, independência e responsabilidade institucional não são opcionais; são pressupostos mínimos para que o Estado volte a servir ao interesse público, e não a corroê‑lo. Marcelo Bretas. Juiz Federal.
Jornalista respeitado afirma que Lula trouxe lobista ao governo deliberadamente (Veja o vídeo)
O jornalista Hélio Beltrão afirma que o escândalo do Master seria inaceitável em qualquer país sério e que a escolha de Lula foi consciente. “Lula foi avisado da consultoria milionária de Lewandowski ao banqueiro do Master e, mesmo assim, o nomeou ministro. Escolheu conscientemente levar um lobista para dentro do governo.” “Os negócios seguiram na família, com o filho operando, enquanto o Planalto fingia não ver. Guido Mantega, outro aliado histórico, também assessorava o mesmo banqueiro.” “A promiscuidade entre o governo Lula e esquemas financeiros voltou, e ainda não terminou de aparecer.” Veja o vídeo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
Jornalista afirma que Lula nomeou conscientemente um lobista ao governo (Veja o vídeo)
O jornalista Hélio Beltrão afirma que o escândalo Master seria inaceitável em qualquer país sério e que a escolha de Lula foi consciente. “Lula foi avisado da consultoria milionária de Lewandowski ao banqueiro do Master e, mesmo assim, o nomeou ministro. Escolheu conscientemente levar um lobista para dentro do governo.” “Os negócios seguiram na família, com o filho operando, enquanto o Planalto fingia não ver. Guido Mantega, outro aliado histórico, também assessorava o mesmo banqueiro.” “A promiscuidade entre o governo Lula e esquemas financeiros voltou, e ainda não terminou de aparecer.” Veja o vídeo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
Toffoli, irresponsavelmente, lança nova atrocidade
O ministro Dias Toffoli tem envolvimento sério e inexplicável no caso Master, o que coloca em dúvida sua condição moral para permanecer no Supremo Tribunal Federal (STF). Nos últimos dias, foi revelado que fundos vinculados ao Master adquiriram a participação dos irmãos do ministro em um resort localizado em Ribeirão Claro, no Paraná. Toffoli voltou a se manifestar sobre o caso, afirmando que, sob pressão para abandonar a investigação, não pretende desistir. Em nota divulgada nesta quinta‑feira (29), o magistrado declarou que o eventual envio do processo à primeira instância só será decidido após o término das investigações da Polícia Federal. “Encerradas as investigações, será possível examinar os casos para eventual remessa às instâncias ordinárias, sem a possibilidade de que se apontem nulidades em razão da não observância do foro por prerrogativa de função ou de violação da ampla defesa e do devido processo legal”, diz o documento. Inaceitável. Insustentável.
Lula deixa a “democracia” em estado terminal: colapso moral e administrativo do governo
Se a democracia é um organismo vivo, a versão gerida pelo atual governo encontra‑se em estado terminal, respirando por aparelhos. Não se trata mais apenas de divergência ideológica ou de disputas partidárias comuns ao jogo político. O que assistimos nos últimos meses é a falência múltipla dos órgãos vitais da República: da diplomacia que envergonha a nação perante o mundo livre à gestão interna que abandona seus cidadãos mais vulneráveis nas filas do INSS. O diagnóstico é claro: o governo Lula perdeu o pulso da realidade e, ao tentar salvar companheiros ideológicos, arrasta a imagem do Brasil para a lama. O suicídio diplomático: de mãos dadas com o terror A política externa brasileira, outrora respeitada por seu pragmatismo, transformou‑se em um braço de relações públicas para regimes autocráticos. O caso mais recente — e repugnante — é a nota oficial do Itamaraty sobre as tensões envolvendo o Irã. Enquanto as grandes democracias ocidentais condenam o financiamento do terrorismo e a desestabilização global promovida por Teerã, o governo brasileiro optou por um palavreado morno, covarde e equidistante. Ao se recusar a chamar o terror pelo nome, Lula não apenas isola o Brasil das potências econômicas e democráticas; ele sinaliza que, para a esquerda no poder, a fidelidade ao “Sul Global” antiocidental vale mais do que a vida de inocentes. O Brasil não é mais um “anão diplomático”; tornou‑se um gigante moralmente cego. O silêncio ensurdecedor sobre Maduro Se a postura com o Irã foi um erro, a reação (ou falta dela) à prisão de Nicolás Maduro é uma confissão de culpa. O mundo assiste ao desmoronamento da ditadura venezuelana, um regime que esfomeou seu povo e exportou refugiados aos milhões para as nossas fronteiras. A justiça internacional finalmente alcança o tirano. E qual é a postura do Palácio do Planalto? Um silêncio constrangedor, entrecortado por notas de “preocupação” que parecem lamentar não o sofrimento dos venezuelanos, mas o destino do carcereiro. A lealdade de Lula ao chavismo não é apenas um erro estratégico; é uma afronta à democracia que ele diz defender. Ao não celebrar a justiça contra um ditador, o governo brasileiro mostra que sua “democracia” é seletiva: vale para os amigos, mas nunca para os opositores. O escândalo do INSS: a face cruel da incompetência Enquanto o governo gasta capital político defendendo ditadores em hotéis de luxo internacionais, o brasileiro comum paga a conta em casa. O escândalo do INSS é a prova cabal de que a gestão petista, que se autoproclama “pai dos pobres”, é, na prática, uma máquina de ineficiência. Filas intermináveis, sistemas inoperantes e denúncias de desvios e fraudes mostram um desmonte administrativo sem precedentes. Não é apenas burocracia; é crueldade. Idosos e deficientes aguardam meses por perícias que nunca chegam, enquanto o orçamento é canibalizado para sustentar a máquina pública inchada e as emendas parlamentares. A “picanha” prometida na campanha transformou‑se na humilhação da fila da previdência. O paciente não reage A “democracia inabalável” vendida pelo governo é, na verdade, um regime que prioriza a ideologia sobre a técnica, e o partidarismo sobre o patriotismo. Diplomaticamente isolado no lado errado da história e administrativamente colapsado, o governo Lula coloca o Brasil na UTI. Resta saber se as instituições e a sociedade civil terão a força necessária para realizar a cirurgia de emergência que o país precisa, ou se assistiremos passivamente ao óbito da nossa relevância internacional e da nossa dignidade interna. Mario Robert Gonçalves Souto. Analista Político