Pesquisa da AtlasIntel revela a péssima situação perante a opinião pública de praticamente todos os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e expõe a repulsa da sociedade para uma instituição que deveria ser respeitada e admirada. A conclusão é de que a atuação dos atuais ministros destruiu a imagem da corte. O problema não é a instituição em si, mas sua atual formação, composta por personagens envolvidos em escândalos até então inimagináveis. Basta observar que entre os 10 atuais componentes do colegiado, apenas um conseguiu uma avaliação positiva maior que a negativa: André Mendonça. De qualquer forma, o pior ministro, disparado, é Dias Toffoli. Conseguiu superar até mesmo Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Flávio Dino em rejeição. Confira os dados:
Investigado pelos EUA por narcotráfico, Petro acusa Equador de invasão militar sem provas
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, está sendo investigado por procuradores de Manhattan, nos Estados Unidos, por seu envolvimento com o narcotráfico. Para desviar o foco, o aliado do presidente Lula acusa o Equador de Daniel Noboa de invadir militarmente suas fronteiras e matar traficantes. A Colômbia sob Petro é a maior produtora de cocaína do planeta. Aliado do ditador venezuelano Nicolás Maduro, Petro está assumindo agora seu papel no tráfico de drogas. O presidente colombiano foi membro de grupos terroristas na Colômbia e esteve envolvido em movimentos da esquerda radical da América Latina. Daniel Noboa apareceu como uma barreira para as operações de Petro: está limpando o Equador, em parceria com os Estados Unidos, dos narcotraficantes. Antes de Noboa, o Equador era o corredor estratégico por onde a Colômbia enviava a droga produzida para os Estados Unidos e para a Europa. O Equador, até então com baixos índices de violência, viu a criminalidade aumentar vertiginosamente graças ao tráfico colombiano que invadia o país. Isso acabou. Noboa instalou até um escritório para o FBI no Equador. Resultado: se a rota da cocaína colombiana é interrompida, muita gente perde dinheiro. Muito dinheiro. Petro quer inventar uma guerra – mais uma, num mundo já conturbado por conflitos no Oriente Médio, na Ucrânia, o líder norte-coreano ameaçando com seus mísseis – acusando o Equador de bombardear o território colombiano, invasão de aviões, 27 mortos carbonizados e outros relatos que ninguém viu e ninguém confirma, como a bomba que nunca foi detonada. O presidente colombiano parece ter aprendido a mentir com seu aliado Lula, capaz de inventar narrativas para se livrar da cadeia. E a cadeia parece ser mesmo o destino de Petro, se não conseguir provar aos Estados Unidos que é um inocente que nunca participou do tráfico na vida.
Petro inventa guerra com Equador enquanto é investigado por narcotráfico nos EUA
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, está sendo investigado pelos procuradores de Manhattan por seu envolvimento com o narcotráfico. Para desviar o foco das investigações, o aliado de Lula arma um circo acusando o Equador de Daniel Noboa de invadir militarmente suas fronteiras e matar traficantes. A Colômbia de Petro é a maior produtora de cocaína do planeta. Próximo ao ditador venezuelano Nicolás Maduro, Petro está assumindo agora seu papel no tráfico de drogas. O presidente colombiano tem um histórico controverso: foi membro de grupos terroristas na Colômbia e esteve envolvido em movimentos da esquerda radical da América Latina. Daniel Noboa surgiu como uma barreira para as operações de Petro: está limpando o Equador, em parceria com os Estados Unidos, dos narcotraficantes. Antes de Noboa assumir, o Equador era o corredor estratégico por onde a Colômbia enviava a droga produzida para os EUA e Europa. O Equador, que tinha baixos índices de violência, viu a criminalidade aumentar vertiginosamente graças ao tráfico colombiano que invadia o país. Isso mudou com o novo governo. Noboa instalou até um escritório para o FBI no Equador. O resultado é claro: se a rota da cocaína colombiana é interrompida, muita gente perde dinheiro. Muito dinheiro. Petro, então, quer inventar uma guerra em um mundo já conturbado por conflitos no Oriente Médio, na Ucrânia e pelas ameaças da Coreia do Norte. Acusa o Equador de bombardear o território colombiano, invasão de aviões, 27 mortos carbonizados e outros episódios que ninguém viu e ninguém confirma, como a bomba que nunca foi detonada. O presidente colombiano parece ter aprendido a inventar narrativas para se livrar da cadeia, assim como seu aliado Lula. A cadeia pode ser mesmo o destino de Petro, se não conseguir provar aos Estados Unidos que nunca participou do tráfico na vida.
Ex-âncora da Globo deixa Cidadania, vai para o PL e anuncia candidatura ao governo de Sergipe
O vice-prefeito de Aracaju, Ricardo Marques, confirmou que pretende mudar de partido para disputar o governo de Sergipe nas eleições de outubro. O ex-apresentador, que construiu carreira na TV Sergipe, afiliada à Rede Globo, deixará o Cidadania para se filiar ao Partido Liberal (PL). Antes de ingressar na política, Ricardo acumulou cerca de duas décadas de atuação no jornalismo televisivo. Durante esse período, exerceu diferentes funções na emissora, passando pela reportagem e chegando à direção de jornalismo. Em 2018, encerrou seu ciclo na TV Sergipe e, posteriormente, teve uma breve passagem pela TV Atalaia, ligada à Record. A entrada na vida pública ocorreu em 2020, quando foi eleito vereador em Aracaju pelo Cidadania. Já nas eleições municipais de 2024, avançou na carreira política ao conquistar o cargo de vice-prefeito, integrando a chapa liderada por Emília Corrêa, do PL. A movimentação partidária ocorre em um contexto mais amplo de reorganização política. O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, estabeleceu como diretriz a presença de ao menos um representante do PL na disputa pelo Senado em cada estado. Nesse cenário, o deputado federal Rodrigo Valadares, atualmente no União Brasil, também deve migrar para o PL com o objetivo de concorrer a uma vaga no Senado. O período conhecido como janela partidária, que permite a troca de legenda sem prejuízo ao mandato, teve início em 5 de março e segue aberto até o dia 3 de abril, sendo considerado estratégico para definições eleitorais visando o pleito de 2026.
Voo com ministros do STF é cancelado após falha técnica e levanta especulações
Na noite de 19 de março de 2026, o voo LATAM 3796, que partiria de Brasília com destino ao Rio de Janeiro, foi cancelado já com os passageiros a bordo e as portas fechadas. Entre os passageiros estavam os ministros do Supremo Tribunal Federal André Mendonça e Luiz Fux. O episódio, aparentemente rotineiro, rapidamente ganhou contornos de especulação política e memória coletiva. Não foram poucos os que lembraram da morte do ministro Teori Zavascki em acidente aéreo em 2017, especialmente em um momento em que o ministro Mendonça se destaca cada vez mais. Divergência de versões A LATAM informou que o cancelamento ocorreu por inspeção preventiva, após suspeita de colisão com ave em voo anterior. Já relatos de passageiros e veículos independentes apontaram para uma falha mecânica identificada pelo comandante. Apesar da diferença de narrativa, o ponto comum é que não houve decolagem abortada em voo, apenas cancelamento em solo — medida de segurança padrão. Cancelamentos técnicos: rotina ou exceção? Segundo dados da ANAC, cerca de 2% dos voos no Brasil foram cancelados em 2025, sendo a maioria por razões meteorológicas ou operacionais. Cancelamentos por falhas técnicas representam uma fração menor, mas não desprezível. Casos semelhantes já ocorreram em companhias como LATAM, Gol e Azul, envolvendo inspeções preventivas por colisão com aves ou falhas em sistemas hidráulicos e elétricos. São episódios que raramente evoluem para acidentes, justamente porque o protocolo exige ação imediata. Probabilidade estatística Estudos do CENIPA indicam que menos de 10% dos incidentes graves entre 2020 e 2025 tiveram origem em falhas técnicas. Na prática, a chance de um passageiro vivenciar um cancelamento por falha mecânica é baixa — menos de 1 em cada 50 voos. Já a probabilidade de acidente fatal por esse motivo é ainda menor, reforçando a segurança da aviação comercial. O fantasma da sabotagem Não há qualquer evidência de sabotagem ou atentado no caso do voo 3796. Estatisticamente, a probabilidade de um ato deliberado em voos comerciais é ínfima. Ainda assim, a presença de ministros do STF e o contexto político brasileiro alimentam especulações. O imaginário coletivo, marcado pelo acidente de Teori Zavascki, faz com que episódios técnicos ganhem contornos simbólicos. Como diz o ditado galego: “Eu non creo nas meigas, mais habelas, hainas”. Não acreditamos em bruxas, mas que existem… existem. O cancelamento do voo LATAM 3796 foi, oficialmente, uma inspeção técnica preventiva. Mas a divergência de versões, somada ao peso político dos passageiros, transforma um episódio rotineiro em um acontecimento de repercussão nacional. Seja falha mecânica ou colisão com ave, o fato é que a aviação comercial opera com protocolos rígidos que priorizam a segurança. O que permanece, no entanto, é a percepção pública de que, em determinados contextos, um simples cancelamento pode carregar significados muito além da técnica. Deus proteja o Ministro.
Governo Lula envia 21 mil toneladas de mantimentos para a ditadura cubana
O governo Lula vai enviar uma doação de 21 mil toneladas de mantimentos a Cuba, de acordo com a BBC. A medida utiliza recursos públicos sem consulta prévia à população. A ação é considerada uma tentativa de apoio ao regime cubano e ao prolongamento do sofrimento do povo cubano, que está sujeito à ditadura há décadas. A queda do regime castrista aceleraria o desenvolvimento do país, afastando-o da corrupção e da incompetência do socialismo. Esse é o objetivo declarado de Marco Rubio e Donald Trump. Na contramão dessa lógica, o governo brasileiro se alinha ao regime cubano. Em outubro, as eleições brasileiras podem definir o futuro do governo Lula no poder.
Esquerda promove fake news covarde e orquestrada contra ministro André Mendonça
O ministro André Mendonça foi alvo de uma fake news nas redes sociais nesta sexta-feira (20). Passaram a circular vídeos de uma discussão antiga entre Mendonça e o ministro Alexandre de Moraes, ocorrida em abril do ano passado, durante o julgamento de um recurso do Google. O material foi reutilizado para sustentar a narrativa de que o relator do caso Master estaria atuando para barrar quebras de sigilo. “André Mendonça não quer a quebra do sigilo do Banco Master, enquanto Moraes defende a abertura completa dos sigilos”, publicou a página “Na mira do repórter”. O perfil Fofoquei reproduziu a mesma mensagem. Segundo informações divulgadas, ao menos nove perfis ligados a militantes digitais replicaram o conteúdo, com pequenas variações, em um curto intervalo de tempo. O vídeo, na realidade, refere-se ao julgamento envolvendo o Google. Na ocasião, discutiam-se os limites da quebra de sigilo telemático de pessoas ainda não identificadas no curso das investigações. Mendonça defendia restrições, ao afirmar ser contrário à exposição da “intimidade” de terceiros. Já Moraes sustentava que não havia abusos e que o material sem relação com o crime seria devidamente descartado.
Os 2 recados que Gilmar Mendes transmitiu em seu voto sobre prisão de Vorcaro
Contrariado com a derrota no plenário, o ministro Gilmar Mendes acabou acompanhando o voto do ministro relator André Mendonça na questão da prisão do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, envolvido no caso Master. Segundo análise do jurista André Marsíglia, dois recados importantes podem ser extraídos do voto do decano do Supremo Tribunal Federal: Primeiro: até Gilmar Mendes se curva à pressão da opinião pública, votando contrariado pela prisão de Vorcaro. Segundo: seu voto, nas entrelinhas, sinaliza que no futuro, sem os holofotes da mídia, atuará para anular o caso Master, assim como foi feito na operação Lava Jato. Das duas conclusões apresentadas pelo renomado jurista, emerge uma terceira constatação: o verdadeiro embate estabelecido é entre os ministros André Mendonça e Gilmar Mendes. A diferença crucial está no fato de que a Lava Jato tramitou na primeira instância. Já o caso Master está no Supremo Tribunal Federal, com um ministro que conhece profundamente o direito. Quem vencerá esse embate? Com a queda da Magnitsky, um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fake News foram expostos. Se apresse, a censura está de olho nessa obra. https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber
Base de Lula desmorona no Nordeste enquanto Flávio Bolsonaro avança
A aprovação caiu, a rejeição subiu e os aliados brigam entre si em 6 dos 9 estados. O celeiro de votos de Lula está em chamas. Em 2022, o Nordeste foi o que salvou Lula — 69% dos votos na região contra 31% de Bolsonaro, 12,5 milhões de votos a mais que compensaram a derrota no restante do Brasil. Sem repetir esse desempenho, não há reeleição. E o cenário hoje preocupa: a aprovação do governo na região caiu de 49% para 41% desde 2023, enquanto a rejeição ao próprio Lula subiu de 27% para 33%. A vantagem ainda existe — 59% a 30% contra Flávio Bolsonaro —, mas encolheu. E os problemas internos são graves: em 6 dos 9 estados nordestinos, a base aliada está rachada. Na Bahia, Rui Costa e Jaques Wagner não se falam. No Piauí, o governador e o ex-governador disputam espaço em guerra aberta. No Ceará, a briga é pela vaga ao Senado. Em Pernambuco, João Campos quer Lula só para ele — enquanto Raquel Lyra também corre atrás do palanque. No Maranhão, o governador rompeu o acordo com o PT local. Na Paraíba, Hugo Motta tenta puxar Lula para fazer campanha para o próprio pai no Senado. O PT chama de “excesso de apoios”. O Brasil chama de bagunça.
Gilmar Mendes, inconformado com derrotas, incomoda-se com ascensão de André Mendonça no STF
Segundo relatos dos bastidores, o ministro Gilmar Mendes está visivelmente contrariado com suas recentes derrotas na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). O destaque crescente do ministro André Mendonça tem causado incômodo ao decano da Corte. Ao que tudo indica, o povo brasileiro finalmente compreende o motivo pelo qual o ex-presidente Bolsonaro nomeou esse ministro “terrivelmente evangélico”. Mendonça, além de demonstrar inteligência notável e profundo conhecimento jurídico, revela-se extremamente sério no exercício de suas funções. O STF parece iniciar um novo momento, no qual uma minoria comprometida com a decência consegue vencer uma maioria com interesses que não são revelados publicamente. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista. Capa do livro “Supremo Silêncio” A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber