Independentemente do resultado, o grande derrotado da eleição presidencial em Portugal é o primeiro‑ministro Luís Montenegro, cujo partido, o PSD, não chegou ao segundo turno. Pela primeira vez, o partido Chega, liderado pelo deputado André Ventura, avançou ao segundo turno, um feito notável considerando que o movimento tem apenas cinco anos de existência. André Ventura enfrentará no segundo turno o socialista José Antonio Seguro, do PS. Desde 1986, o PSD e o PS se alternam na presidência da República, apresentando dois candidatos para cada lado. Se Ventura conseguir unir a direita, poderá derrotar o candidato socialista, alterando o padrão histórico.
Hang processa ex-ator da Globo por ofensas abomináveis
O empresário Luciano Hang ajuizou ação indenizatória no valor de R$ 50 mil contra o ex‑ator da Rede Globo, Tuca Andrada. Tuca Andrada publicou comentários no X acerca de um ato de vandalismo ocorrido em uma loja Havan, em Petrolina (PE), ofendendo gravemente o empresário. Na ocasião, duas pessoas incendiaram a estátua da liberdade do estabelecimento. “Se essa moda pega, nosso periquitinho patriota terá prejuízo.” Em seguida, um internauta criticou Tuca Andrada: “Triste ver isso de um cara que se diz ‘ator’. A Havan tem cerca de 22 000 colaboradores diretos …” O artista respondeu, ofendendo Hang: “Não sou a favor da barbárie, mas estou cagando que essa cafonice queime e também que o nazista morra.” Hang pede a indenização de R$ 50 mil ao ex‑ator da Globo. A ação está tramitando na Justiça de Santa Catarina. O empresário, ainda, fez a seguinte declaração: “O ex‑ator Tuca Andrada vem disparando comentários e postagens ofensivas contra mim e contra a Havan, apenas por pensarmos diferente. Sempre digo: somos concorrentes de ideias, mas jamais inimigos pessoais. Infelizmente, muitos não pensam assim. Espero que um dia possamos viver com pensamentos e opiniões diferentes, mas de forma pacífica.” Que isso sirva de lição para acalmar a frustração dessa galera global. https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Certamente, esse lançamento vai tirar o sono de muita gente.
Viviane Barci sofre derrota retumbante na única ação que defendeu Daniel Vorcaro
A queixa‑crime por calúnia e difamação movida pelo Banco Master e seu CEO, Daniel Vorcaro, contra Vladimir Joelsas Timerman, fundador e gestor da Esh Capital, foi rejeitada em todas as instâncias da Justiça paulista. O processo, iniciado em outubro de 2024, teve como representantes legais dos autores o escritório Barci de Moraes, pertencente à esposa do ministro Alexandre de Moraes. A decisão final ocorreu em 31 de outubro de 2025, quando o Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a rejeição da ação. Esta é, até o momento, a única ação conhecida em que o escritório de Viviane Barci de Moraes atuou na defesa do Banco Master. Além dela, seus filhos Alexandre e Giuliana Barci de Moraes também participaram da representação legal, juntamente com outros advogados da família. A disputa teve origem em denúncias feitas por Timerman sobre supostas operações fraudulentas envolvendo fundos ligados ao empresário Nelson Tanure e o Banco Master, no contexto da construtora Gafisa, empresa da qual o gestor da Esh Capital é acionista. Essas denúncias motivaram a abertura de investigação pela Comissão de Valores Mobiliários. A queixa‑crime foi inicialmente rejeitada pela 14ª Vara Criminal de São Paulo por ausência de justa causa. Após recurso dos autores, a Procuradoria‑Geral de Justiça emitiu parecer contrário, alegando falta de “provas suficientes de dolo específico de ofender”, o que levou à manutenção da rejeição pela 2ª Câmara de Direito Criminal do TJ‑SP. Como consequência da derrota judicial, Vorcaro e o Banco Master foram condenados a pagar R$ 5,5 mil em honorários sucumbenciais aos advogados de Timerman. O caso foi encerrado definitivamente após o julgamento dos embargos declaratórios, em dezembro de 2025. Em nova fase do conflito, Timerman protocolou notícia‑crime por denunciação caluniosa contra Vorcaro no Ministério Público de São Paulo. Na representação, o gestor afirma que a escolha do escritório “da esposa de um ministro do STF”, o Barci de Moraes, “dentre os 77 mil processos do Banco Master e dezenas de escritórios que defendem a instituição”, teve “evidente propósito intimidatório”. O contrato entre o escritório Barci de Moraes e o Banco Master, apreendido durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, previa ampla representação jurídica da instituição financeira. O acordo poderia gerar R$ 130 milhões ao escritório se fosse integralmente cumprido, mas não se concretizou devido à liquidação do banco pelo Banco Central, em novembro de 2025. Timerman ressalta que uma denúncia enviada por ele ao MPF em 2023 originou inquérito sobre as supostas operações fraudulentas. Em dezembro de 2025, essa investigação culminou na denúncia de Nelson Tanure pela Procuradoria por insider trading, reforçando as acusações iniciais. O gestor também destacou um parecer da Procuradoria‑Geral de Justiça de São Paulo, emitido em processo de stalking movido por Tanure contra ele, que reconheceu a procedência dos fundamentos das denúncias sobre o empresário, a Gafisa e o Banco Master.
Velha mídia ataca ferozmente Moraes, denunciando desvio intolerável no sistema democrático
A velha mídia participou ativamente dos acontecimentos recentes no Brasil e foi decisiva para fortalecer o ministro Alexandre de Moraes, motivada pela aversão ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, apoiando o “vale‑tudo” que o derrotou. Hoje, o país está mergulhado em corrupção e as consequências atingem a população de forma indiscriminada. Por outro lado, o ministro Alexandre de Moraes se apresenta como “defensor da democracia” e conduz uma farsa cada vez mais preocupante. Na segunda‑feira, 19, o site Metrópoles foi incisivo. O jornalista Mário Sabino lançou duras críticas ao sistema. Confira: O monarca absoluto Alexandre de Moraes abre outro inquérito sigiloso Alexandre de Moraes abriu, de ofício, outro inquérito sigiloso para investigar suposto vazamento de dados financeiros seus e de sua família pela Receita Federal ou pelo Coaf, bem como informações sobre parentes do ministro Dias Toffoli. Ele se irritou ao saber que a imprensa revelou que sua esposa, advogada, assinou contrato com o Banco Master, sem escopo definido, no valor de R$ 130 milhões. O país foi informado de que, graças aos dividendos desse contrato, a doutora Viviane Barci de Moraes acumula patrimônio pessoal próximo a R$ 80 milhões. Quais são as ações que o escritório da esposa desenvolve para o Master? Nenhuma, até o momento. O escritório nem aparece entre os que defendem Daniel Vorcaro no inquérito sobre fraudes do “banqueiro” e sua turma. A única iniciativa de um Moraes em favor do Master teria sido o próprio ministro, que teria pressionado o Banco Central para que o Master fosse vendido ao BRB durante a vigência do contrato. Alexandre de Moraes negou veementemente ter feito essas pressões. O ministro não ofereceu explicação sobre o contrato. Parece que ele não vê problema em sua esposa receber uma “bolada de Mega‑Sena” de um banco que se arrasta na Justiça sem prestar prestação de contas visível. O que incomoda Moraes é que o país tomou conhecimento do contrato e, por isso, abriu outro inquérito sigiloso de ofício, como se fosse o STF atingido, e não o ministro em pessoa. Se Moraes acredita que houve vazamento ilícito de dados financeiros seus e de sua família, o procedimento correto seria acionar o Ministério Público, que, constatados indícios de crime, encaminharia o inquérito à primeira instância. Desde a instauração, em 2019, do inquérito das fake news, sem prazo para término, o sistema acusatório foi enfraquecido. A partir daí, Alexandre de Moraes, como relator de todos esses inquéritos que supostamente defendem a democracia, acumulou poder comparável ao do monarca absoluto das Ordenações Filipinas, código de direito português que vigorou no Brasil até o século XIX. A Constituição Federal não concede poder absoluto a ninguém; o que se observa, portanto, é um desvio intolerável no sistema democrático, do qual Alexandre de Moraes se autodenomina grande defensor. Ele pode tudo, sua família pode tudo, mas não. Seu poder é incompatível com a democracia, e resta saber até quando seus colegas do tribunal e dos demais poderes fingirão que nada há de errado.
Morre o ex‑ministro de FHC e Michel Temer, presidente do IBRAM
Morreu neste domingo (18 de janeiro), aos 73 anos, o ex‑ministro e presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), Raul Jungmann. Ele encontrava‑se internado no Hospital DF Star, em Brasília, e faleceu após longa batalha contra um câncer de pâncreas. Raul Jungmann nasceu em Recife, capital de Pernambuco, em 3 de abril de 1952. Iniciou sua carreira pública como secretário de Estado de Planejamento no governo de Pernambuco, entre 1990 e 1991. Na juventude, militou no Partido Comunista Brasileiro (PCB), ainda em clandestinidade. Durante o regime militar, filiou‑se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Posteriormente, ajudou a fundar o Partido Popular Socialista (PPS), alternando filiações com o MDB por um curto período no início dos anos 2000, até permanecer no PPS (rebatizado como Cidadania) até 2018. Jungmann ocupou cargos de ministro em três oportunidades: primeiro, como ministro da Reforma Agrária no governo de Fernando Henrique Cardoso (1999‑2002); depois, como ministro da Defesa (2016‑2018) e, finalmente, como ministro da Segurança Pública (2018) no governo de Michel Temer (MDB). Também foi deputado federal em três mandatos – 2003‑2006 (PMDB), 2007‑2010 (PPS) e 2015‑2018 (PPS) – e chegou a presidir o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Além disso, fundou e presidiu organizações não‑governamentais e integrou diversos conselhos de administração. Desde março de 2022, Jungmann presidia o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), entidade privada sem fins lucrativos, com mais de 300 associados responsáveis por cerca de 85 % da produção mineral do Brasil.
Donald Trump exclama: “Chegou a hora”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda‑feira (19) que a Dinamarca falhou em “afastar a ameaça russa da Groenlândia” e declarou que “agora é a hora”. “A OTAN vem dizendo à Dinamarca, há 20 anos, que ‘vocês precisam afastar a ameaça russa da Groenlândia’. Infelizmente, a Dinamarca não conseguiu fazer nada a respeito. Agora chegou a hora, e isso será feito!”, afirmou o presidente. Segundo o republicano, a Groenlândia é “vital” para o Domo de Ouro, escudo antimísseis que ele pretende construir para proteger os Estados Unidos. “A partir de 1º de fevereiro de 2026, todos os países (Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia) estarão sujeitos a uma tarifa de 10 % sobre todas as mercadorias enviadas aos Estados Unidos da América. Em 1º de junho de 2026, a tarifa será aumentada para 25 %”, informou o presidente no Truth Social. Ele declarou ainda que a tarifa será devida e exigida até que seja alcançado um acordo para a compra completa e total da Groenlândia. Segundo a agência de notícias Reuters, em carta ao primeiro‑ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, Trump afirmou que “não se sente mais obrigado a pensar puramente na paz, embora ela seja predominante”. Gahr Støre afirmou que o anúncio do presidente americano sobre tarifas à Groenlândia é inaceitável.
Moraes impõe novas regras na cela de Bolsonaro
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a instalação de uma grade de proteção na cama que será utilizada pelo ex‑presidente Jair Bolsonaro no batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. A decisão ocorre após a defesa informar que Bolsonaro sofreu uma queda dentro da Superintendência da Polícia Federal, onde estava custodiado anteriormente, episódio que resultou em traumatismo craniano leve no início do ano. Ao determinar a transferência do ex‑presidente para a unidade da Polícia Militar do Distrito Federal, Moraes deixou explícito que Bolsonaro poderá instalar grades de proteção e barras de apoio não apenas na cama, mas também em outros pontos da acomodação, desde que as adaptações sejam providenciadas por seus advogados. Além disso, o magistrado autorizou a instalação de equipamentos de fisioterapia, seguindo recomendações médicas recentemente apresentadas pela defesa ao STF. O ex‑presidente enfrenta uma série de complicações de saúde decorrentes do atentado a faca sofrido durante a campanha eleitoral de 2018. A decisão também prevê assistência religiosa semanal, além de visitas regulares da ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro e de seus filhos, em caráter permanente. Moraes ainda autorizou alimentação diferenciada e acompanhamento fisioterapêutico contínuo. No despacho, o ministro registrou que, em caso de emergência médica, Bolsonaro deverá ser removido de forma imediata para atendimento hospitalar adequado. A medida reforça que, mesmo sob forte vigilância judicial, o estado de saúde do ex‑presidente segue exigindo cuidados especiais — ponto frequentemente ignorado por seus críticos, mas comprovado por laudos médicos.
A Técnica Ludovico para combater o hipnotismo da esquerda (veja os vídeos)
Às vezes, admitindo até que pareça um pensamento insano, imagino uma forma de libertar uma coletividade vítima do ilusionismo psicológico. Nessa linha de pensamento, visualizo a aplicação da Técnica Ludovico. Registrada no filme Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick (1971), a técnica é utilizada com o personagem Alex (interpretado por Malcolm McDowell), líder de uma gangue que comete uma série de crimes em uma Inglaterra futurista. Alex é preso e se torna cobaia de uma experiência científica. Imobilizado em uma cadeira de cinema, com as pálpebras mantidas abertas por pinças, ele é forçado a assistir a um filme contra a sua vontade. O procedimento integra a Terapia de Aversão, cujo objetivo é recondicionar o cérebro de criminosos para que não voltem a praticar delitos. Em contraste, há décadas o comunismo utiliza um método inverso, que pode ser descrito como um hipnotismo cultural. Esse mesmo tipo de manipulação encontra-se em plena prática pela esquerda no Brasil. Aplicar a terapia de aversão, ainda que apenas como hipótese, contra a densa prática empregada sobre os supostos vitimados no cenário político brasileiro seria uma solução ou apenas uma fuga para quem busca uma resposta diante de uma situação que parece inalcançável e de difícil confronto? Querendo ou não, esses indivíduos acabam como cúmplices involuntários de crimes que se desenrolam bem diante de seus olhos, suscitando apenas a nossa indignação. O vídeo “Cegueira Cognitiva, o fenômeno silencioso”, da psicóloga Carla Ribeiro de Queiroz Iizuka, publicado no Instagram, analisa e expõe o que ocorre com esses vitimados. Esse material pode ser uma boa forma de compreender o fenômeno, sobretudo para aqueles que, por ora, colocamos sob observação. Camisa de força para mim?
Portugal avança para 2º turno presidencial com direita e esquerda em disputa acirrada
Os eleitores foram às urnas neste domingo (18) e definirão o novo presidente em votação final marcada para 8 de fevereiro. António José Seguro, do Partido Socialista, e André Ventura, do Chega, avançaram ao segundo turno das eleições presidenciais portuguesas. A participação eleitoral foi expressiva, com taxa de abstenção estimada entre 35 % e 40 %, representando o maior índice de comparecimento das últimas duas décadas em eleições presidenciais em Portugal. Em contraste, durante a pandemia de Covid‑19 em 2021, mais da metade dos portugueses não votou. Os dois finalistas apresentam perfis distintos. Seguro adota uma comunicação pausada e professoral, enquanto Ventura caracteriza‑se por um estilo inflamado nos discursos. Em Portugal, o presidente exerce a função de “poder moderador”, com autoridade para aprovar ou vetar legislações e, em situações de impasse político, dissolver o Parlamento – procedimento conhecido como “bomba atômica”. Tradicionalmente, figuras como Mário Soares, Jorge Sampaio, Aníbal Cavaco Silva e Marcelo Rebelo de Sousa assumiram a presidência já afastados da vida partidária ativa. Ventura expressou à Rádio e Televisão Portuguesa sua intenção de utilizar a “magistratura de influência” do cargo presidencial para promover revisão constitucional, sobretudo em aspectos relacionados ao sistema penitenciário e à imigração. Para vencer em 8 de fevereiro, o candidato do Chega precisará superar uma tendência histórica em Portugal, onde eleitores mais velhos, preocupados com as aposentadorias, podem hesitar em apoiar propostas de transformações radicais. André Ventura nasceu em 1983 em Sintra, formou‑se em Direito e obteve doutorado na Irlanda. Antes da política, foi comentarista de futebol na televisão e vereador em Loures pelo Partido Social Democrata. Em 2019, fundou o Chega, que em cinco anos tornou‑se a segunda maior força no Parlamento português.
Tragédia no Rio: helicóptero cai em Guaratiba e mata três pilotos
A queda de um helicóptero numa região de mata, em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio, neste sábado (17), deixou três vítimas fatais: Diego Dantas Lima Moraes, de 36 anos, Sérgio Nunes Miranda, também de 36 anos, e o capitão‑bombeiro Lucas Silva Souza, de 35 anos. No momento do acidente, quem comandava a aeronave era o capitão‑bombeiro Lucas Souza, estudante de direito e piloto de resgate aéreo. Diego Dantas, instrutor de voos, estava a bordo dando instruções aos demais durante um voo de familiarização com o modelo da aeronave. Diego Dantas Lima Moraes era instrutor e piloto de voos turísticos. Nas redes sociais demonstrava sua paixão pela aviação e chegou a participar de uma cena da novela “Mania de Você”, pilotando o helicóptero na gravação de um resgate do personagem Rudá, interpretado por Nicolas Prattes. Era casado com a influenciadora digital Marcelle Rios. Sérgio Nunes Miranda exercia o cargo de major na Força Aérea Brasileira (FAB). Em suas redes sociais acumulava mais de 31 mil seguidores, onde publicava conteúdos sobre aviação e comentava operações militares.