Pelo menos seis pessoas foram presas em nova etapa da Operação Contenção no Rio de Janeiro, deflagrada pelas polícias Civil e Militar com o objetivo de combater narcotraficantes da facção criminosa Comando Vermelho. A ofensiva ocorreu na Vila Kennedy, zona oeste da cidade. A ação integrada contou com a participação de policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). A ofensiva aconteceu após trabalho de investigação e inteligência realizado pela DRE, que identificou os alvos e a dinâmica criminosa na região. A Operação Contenção foi adotada pelo Estado para conter o avanço territorial do Comando Vermelho, desarticulando seus esquemas financeiro, logístico e operacional. Segundo a polícia, até o momento são mais de 275 prisões e 136 mortos em confrontos. Além disso, foram apreendidas cerca de 470 armas — sendo 189 fuzis — e mais de 50 mil munições. O governador Cláudio Castro declarou: “Aqui não tem espaço para romantizar o crime. Quem escolheu ser vagabundo e ameaçar a vida de trabalhador precisa entender uma coisa: o Estado vai chegar. Ou vai preso, ou vai ter o CPF cancelado.” “No Rio de Janeiro, bandido não dita regra, não escolhe território e não fica confortável. A resposta é firme, contínua e sem recuo.”
A toga de Toffoli: mais suja que pau de galinheiro – Veja o vídeo
“Toffoli tem a toga mais suja de que pau de galinheiro” (Wálter Maierovitch) Wálter Maierovitch, citado acima, é formado em direito pela Universidade de São Paulo (USP), tornou‑se Juiz de Direito em 1979 e é Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ‑SP). Em 1999, foi admitido à Ordem do Mérito Militar no grau de Comendador Especial. É um jurista competente, reservado, discreto e bastante procurado pela mídia nacional para falar sobre questões de Direito. Está, moral, intelectual e academicamente, a uma galáxia à frente e acima de TODOS os atuais ministros do STF. Eu disse TODOS, sem exceção! Em suma, Maierovitch é portador de notável saber jurídico, de ilibada reputação moral e, talvez por isso mesmo, nunca tenha sido indicado ao STF, ou para uma corte superior de Justiça. No Brasil, competência e reputação ilibada assustam e os que as tem são, em geral, evitados, quando não perseguidos. Segundo o imperador romano Julius Caesar, não basta à mulher de César SER honesta, ela tem de PARECER honesta. Dias Toffoli, ministro do STF, interferindo de ofício do escândalo do Banco Master para blindar sua família e ele próprio, não serve para mulher de César porque ele NÃO PARECE honesto. Aliás, diante de tantas evidências, tantas arbitrariedades, tantas incoerências jurídicas, de fazer corar de vergonha um estudante de Direito, dá para dizer que “o amigo do amigo do meu pai” da lista de propinas da Odebrecht está longe de ser honesto. Na realidade, Toffoli veste uma “toga mais suja do que pau de galinheiro”, segundo o Desembargador Maierovitch. Nada surpreendente; não se pode esperar mesmo que alguém togado por Luiz Ignorácio Lula da Çilva – um corrupto semianalfabeto, já condenado por corrupção e desvio de dinheiro público em todas as instâncias judiciais – venha a ser coisa que preste. O ministro Toffoli carrega o DNA imundo de seu criador. Vivesse Toffoli na China, cujo regime é, segundo Gilmar Mendes, muito admirado por aquela corte (STF), Dias Toffoli já estaria fuzilado, com a família tendo de pagar as despesas da execução. No Brasil, país da impunidade, Toffoli continuará livre e, como sempre, defendendo o lado criminoso da vida nacional, junto com alguns de seus pares. Tristes trópicos! Assistam agora ao vídeo em que o Desembargador aposentado, Wálter Maierovitch, desenha o retrato moral e intelectual do “amigo do amigo do meu pai”, José Antônio Dias Toffoli.
Tribunal suspende remoção de postagem que difamou o PT
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) suspendeu a ordem judicial que determinava a remoção de uma publicação feita pelo deputado federal Nikolas Ferreira em sua conta na rede social X. A decisão foi assinada pelo desembargador Fabrício Bezerra, da 1ª Turma Cível, no dia 19 de dezembro de 2025, e comunicada oficialmente à 5ª Vara Cível do Distrito Federal nesta segunda‑feira (12). O caso envolve uma postagem feita por Nikolas em 31 de outubro de 2025, na qual o parlamentar se referiu ao Partido dos Trabalhadores como “Partido dos Traficantes”. A declaração havia motivado uma decisão de primeira instância que ordenava a exclusão do conteúdo das redes sociais. Com a nova decisão, a ordem de remoção foi suspensa, permitindo que a publicação permaneça no ar enquanto o mérito da ação segue em análise.
Sociedade civil tem que cobrar a velha mídia por usarem uma liberdade que não lhes pertence
Para focarmos no período recente das eleições de 2018 e da atuação do STF na política brasileira, que mistura jornalismo com funções que não lhe competem, é preciso resgatar o bom jornalismo, onde muito ainda precisa ser compreendido. O principal papel do jornalismo, em suma, é informar com veracidade e imparcialidade, contribuindo como um dos pilares da democracia. Contudo, o jornalismo ativista tem usado e abusado da liberdade de imprensa, condição essencial de formador de opinião e promotor da cidadania. Essa liberdade conta com defensores em todo o mundo, mas gera controvérsia. Analisando apenas dois casos no Brasil, de suposto abuso dessa liberdade, concentramo‑nos em duas expressões amplamente utilizadas pelos veículos: “golpe” e “extrema‑direita”, e suas variantes. Há anos o jornalismo alimenta o ódio ao rotular qualquer pessoa ou instituição que não siga as exigências do que o autor descreve como “sistema autoritário” do país, chamando‑as de golpistas. Essa rotulagem não desapareceu das páginas digitais e dos telejornais após o dia 8 de janeiro de 2023; ao contrário, serviu de apoio à ruptura institucional brasileira. Já a expressão “extrema‑direita” passou a dominar as redações a partir de 2018, quando a eleição de Jair Bolsonaro gerou temor no cenário político. Isso desencadeou uma campanha sistemática contra o mandatário e seu entorno. Vale questionar se faz sentido chamar o jornalismo de “extrema imprensa”. O jornalismo militante, ao fracassar, maculou toda uma classe, despindo‑se de honra, ignorando a dignidade e exaltando a falta de vergonha. Essa postura não tem trégua, nem no Brasil nem em outros países. Recentemente, observamos o mesmo padrão nas eleições americanas, ao rotular o candidato Donald Trump de “extremista da direita” de forma indiscriminada. Atualmente, assistimos ao ataque da imprensa ao candidato André Ventura, representante da ala conservadora em Portugal. Seu partido, Chega, tem crescido rapidamente e pode disputar o segundo turno das eleições presidenciais. E vejam a atuação da imprensa nacional, cujo carro‑chefe é o maior grupo de comunicação do país, o Grupo Globo. Fica a pergunta: com que direito a imprensa classifica seus adversários como bem entende? Por isso, a sociedade civil precisa reagir de forma mais incisiva contra esse jornalismo que ignora seus próprios limites, trilha caminho perigoso e arrasta para o lamaçal tóxico cidadãos pouco conscientes, desprovidos de moralidade ou vulneráveis por fraqueza intelectual.
BC de Lula aprova transferência de banco a ex‑sócio de Vorcaro apesar das irregularidades do Master
O Banco Central autorizou, em julho de 2025, a transferência do controle do Banco Voiter para o empresário Augusto Ferreira Lima, mesmo após a identificação de irregularidades envolvendo o Banco Master. A autorização foi concedida meses antes da liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada em novembro de 2025. O Banco Voiter, que recebeu o nome de Banco Pleno após a aquisição, integrava o conglomerado prudencial do Master, mas não foi incluído no processo de liquidação. O BC comunicou ao TCU que detectou a cessão de créditos inexistentes ao BRB, adquiridos pelo Master de empresa terceira. Esses indícios de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional foram repassados ao Ministério Público Federal em julho de 2025. A transferência do controle do Voiter para Augusto Lima foi autorizada em 24 de julho de 2025, simultaneamente ao comunicado ao MPF. O Master tentou obter recursos mediante a venda de ativos pessoais entre abril e novembro daquele ano, por não conseguir cumprir recolhimentos compulsórios. A autoridade monetária permitiu a movimentação de ativos dentro do conglomerado como forma de sustentar financeiramente o Master. Essa operação preservou o Banco Pleno, que não sofreu intervenção, enquanto parte dos recursos e operações foi direcionada para a nova estrutura sob controle de Lima. Lima foi preso em novembro de 2025, durante a Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal, que também deteve Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. A investigação examina a venda de carteiras de crédito no valor de R$ 11,5 bilhões, consideradas fraudulentas. Na mesma operação, a PF apreendeu R$ 1,6 milhão em dinheiro e diversos bens de alto valor na residência de Lima. O empresário foi libertado posteriormente, e as investigações continuam em andamento. Augusto Ferreira Lima construiu sua carreira no crédito consignado e chegou a ser sócio e CEO do Banco Master. Natural da Bahia, iniciou no mercado financeiro em 2018, após a privatização da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal) durante a gestão estadual de Rui Costa, atual ministro da Casa Civil. A partir da estrutura da antiga Ebal, Lima criou o Credcesta, produto de crédito consignado para servidores públicos, firmando convênios com o governo baiano. O modelo foi incorporado ao Banco Master quando Lima se associou a Vorcaro em 2019. Lima deixou o Master em maio de 2024. Em junho de 2025 adquiriu o Banco Voiter com autorização do BC, renomeando-o para Banco Pleno. Investiu R$ 160 milhões e concentrou as operações de crédito consignado, inclusive o Credcesta, na nova instituição. O Banco Pleno segue operando, apesar da prisão de Lima e das investigações em curso. A separação societária realizada antes da liquidação do Master e a autorização formal do BC explicam por que a entidade não foi atingida pelas medidas aplicadas ao conglomerado de Daniel Vorcaro.
Presidente interina da Venezuela demite aliado de Maduro, conhecido como “testa de ferro”
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, demitiu na sexta‑feira (16) o empresário Alex Saab do cargo de ministro da Indústria, em uma das primeiras mudanças relevantes do governo provisório instaurado após a saída de Nicolás Maduro do poder. Saab, considerado um dos aliados mais próximos de Maduro, foi acusado pelas autoridades norte‑americanas de atuar como “testa de ferro” do ex‑presidente em operações comerciais destinadas a driblar as sanções internacionais. Ele havia sido nomeado ministro em 2024, depois de ser libertado pelos Estados Unidos em uma troca de prisioneiros. A demissão ocorre num contexto de intensificação da pressão dos Estados Unidos sobre a Venezuela, reforçada após a operação militar de 3 de janeiro que resultou na retirada de Maduro do país.
Moraes solta frase furiosa contra Bolsonaro ao criticar transferência para a “colônia de férias”
Ao autorizar a transferência do ex‑presidente Jair Bolsonaro para o batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, deixou clara a sua indignação: o local não deve ser tratado como “colônia de férias”. Moraes declarou: “Essas condições absolutamente excepcionais e privilegiadas não transformam o cumprimento definitivo da pena de JAIR MESSIAS BOLSONARO, condenado pela liderança da organização criminosa na execução de gravíssimos crimes contra o Estado Democrático de Direito, em uma estadia hoteleira ou em uma colônia de férias”. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou protesto contra a censura promovida por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o leitor ao erro ao criar a impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o verdadeiro autor, embora a censura permaneça há quase um ano sem esclarecimento. Outros títulos também parecem estar sob risco. Entre eles, “A Máquina Contra o Homem” e “O Fantasma do Alvorada”, obras que abordam a própria censura, episódios incomuns no STF e a perseguição a Bolsonaro.
PT: da esperança ao epicentro dos escândalos
Ao longo das últimas décadas, o Partido dos Trabalhadores (PT) marcou profundamente a história política brasileira. Seus governos promoveram avanços sociais e econômicos, mas também foram marcados por uma sucessão de escândalos que abalaram a confiança da população nas instituições. Desde o Mensalão, que expôs um esquema de compra de votos no Congresso, até a Operação Lava Jato, que revelou um sistema de corrupção envolvendo estatais e grandes empreiteiras, cada ciclo eleitoral trouxe novos episódios que reforçaram a percepção de que o poder estava sendo corroído por práticas ilícitas. A cada vitória nas urnas, os escândalos tornaram‑se mais robustos, mais complexos e mais entranhados no tecido político e econômico do país. O que antes parecia pontual transformou‑se em uma engrenagem sistêmica. O caso Banco Master e a síntese da corrupção Agora surge um novo capítulo que muitos já chamam de ápice da evolução dos escândalos: o caso do chamado Banco Master. Diferente dos episódios anteriores, este não se limita a contratos superfaturados ou desvios em estatais. Ele é descrito como um condensador de práticas ilícitas, reunindo em um único núcleo as engrenagens de corrupção que se espalharam por diferentes áreas do Estado e da economia. Se confirmado, o Banco Master representaria não apenas mais um escândalo, mas a síntese de todos os anteriores — um organismo centralizador capaz de expor a profundidade das práticas que corroem a democracia e a confiança pública. O impacto político é devastador: não se trata apenas de um partido ou de seus líderes, mas de um sistema que se retroalimenta e se fortalece a cada eleição. O PT, ao longo de sua trajetória, parece ter atingido um patamar em que os escândalos não são mais episódios isolados, mas parte de uma narrativa contínua e evolutiva. O desafio que se impõe à sociedade brasileira é monumental: como reconstruir a confiança nas instituições diante de um histórico tão marcado por denúncias e investigações? Como garantir que o futuro político não seja apenas uma repetição ampliada do passado?
Delegados da PF recebem massivo apoio na disputa contra Dias Toffoli
A nota oficial da Associação dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), que questiona a condução das investigações do Banco Master pelo ministro Dias Toffoli, tem gerado grande repercussão na sociedade e desencadeado inúmeras manifestações de apoio. Um dos nomes que se destacou foi o da vereadora e jurista Janaína Paschoal. Em publicação no X, a parlamentar escreveu: “Cumprimento a Associação dos Delegados da Polícia Federal, pela coragem em publicar Nota Pública, questionando a condução das investigações envolvendo o Banco Master, no âmbito do STF. Haja vista os muitos retrocessos vividos nos últimos tempos, e as tristes anulações de Operações importantes para a luta contra a corrupção, verdadeira letargia vinha imperando.” Janaína acrescentou ainda: “A Nota da ADPF quebra esse terrível conformismo. Acrescento que foi o próprio STF que respaldou a criação do juiz de garantia, a fim de assegurar que o magistrado que acompanha as investigações não decida o mérito. Nunca antes neste País ministros assumiram tanto os papéis de outras autoridades. Já passou da hora de colocar as coisas em seus devidos lugares, para o bem da democracia que tanto queremos preservar.” A ADPF afirmou, em sua nota, que as determinações de Dias Toffoli no caso configuram “afronta às prerrogativas” dos delegados. “Tal cenário, de caráter manifestamente atípico, além de causar legítima perplexidade institucional, implica afronta às prerrogativas legalmente conferidas aos delegados de Polícia Federal para a condução técnica, imparcial e eficiente da investigação criminal”, disse a associação. A entidade citou decisões judiciais que teriam determinado acareações, prazos curtos para buscas, apreensões e inquirições “à margem do planejamento investigativo estabelecido pela autoridade policial”. Também foram apontadas interferências na lacração de objetos apreendidos, no encaminhamento de materiais para outros órgãos e na escolha nominal de peritos, procedimentos que, segundo a ADPF, fogem aos protocolos institucionais da PF. Para a ADPF, a cooperação entre a Polícia Federal e o STF, ao longo das décadas, produziu investigações relevantes, sempre respeitando as atribuições constitucionais e legais de cada órgão.
Ministra do STM pode ser convocada pela CPMI do INSS por suspeita de vínculo com o “Careca” do INSS
O pedido já está devidamente protocolado. A ministra do Superior Tribunal Militar (STM), Verônica Sterman – ex‑advogada de Gleisi e nomeada por Lula – poderá ser convocada para depor na CPMI do INSS. O pedido foi feito pelo senador Magno Malta. De acordo com o requerimento, a convocação busca esclarecer os serviços jurídicos prestados por Verônica antes de assumir a cadeira no STM, no início de março de 2025. A magistrada recebeu R$ 700 mil de uma empresa ligada ao Careca do INSS. “Não se trata de prejulgar ninguém, mas de cumprir o dever constitucional de investigar. Quando há pagamentos vultosos feitos por empresa investigada, o silêncio não é uma opção”, afirmou o senador. Em “ato falho” Lula chama Érika Hilton de “ELE” e redes sociais cobram posição da parlamentar (veja o vídeo). Ranking mundial sobre imparcialidade da Justiça põe Brasil em posição infame, humilhante. A decisão inesperada dos Estados Unidos que afetou brasileiros também foi destacada.