O ex‑presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, foi condenado nesta sexta‑feira (16) a cinco anos de prisão por obstrução da Justiça e outras acusações, no primeiro de uma série de julgamentos relacionados à tentativa fracassada de impor a lei marcial em dezembro de 2024. A pena ficou abaixo dos dez anos de prisão solicitados pelo Ministério Público contra o ex‑líder conservador de 65 anos, cuja ação de força contra o Parlamento desencadeou uma grave crise política e acabou levando à sua destituição do cargo. Yoon ainda enfrenta outros sete processos. Um deles, por insurreição, pode resultar em pena de morte. Os promotores pedem a pena capital por seu papel como “líder de uma insurreição” na articulação da imposição da lei marcial. Segundo a acusação, Yoon merece essa punição por não demonstrar “remorso” por ações que ameaçaram a “ordem constitucional e a democracia”.
Entregador de 19 anos é brutalmente morto a pedradas após ter celular roubado por criminosos
A Polícia Civil do Maranhão investiga a morte violenta do jovem Eryk Ryan Rego Sousa, de 19 anos, assassinado na noite do último domingo (11/1), no bairro Cidade Olímpica, em São Luís. Natural do município de Nina Rodrigues (MA), ele havia acabado de iniciar a atividade como entregador de pizza quando foi atacado. De acordo com as informações repassadas pelas autoridades, Eryk foi surpreendido por um grupo de indivíduos enquanto realizava entregas. Durante a abordagem criminosa, o celular do jovem foi levado. Logo após o roubo, ele foi brutalmente agredido com objetos contundentes e, na sequência, apedrejado, não resistindo aos ferimentos. No local do crime, a polícia encontrou a motocicleta utilizada por Eryk no trabalho. O veículo, que está registrado em nome da mãe do jovem, havia sido adquirido em outubro de 2025, mês em que ele comemorou seu aniversário, segundo consta no registro. Suspeito preso e investigações em andamento Já nesta terça‑feira (13/1), a Polícia Civil informou a prisão de um homem de 24 anos, identificado como Carlos Adriano Serra Belém, apontado como um dos suspeitos de envolvimento no homicídio. Até o momento, a motivação do crime não foi divulgada oficialmente. Durante a abordagem policial, o suspeito estava em posse de uma bolsa com entorpecentes, o que resultou em sua prisão em flagrante também por tráfico de drogas. Conforme os levantamentos iniciais, ele já possuía antecedentes pelo mesmo crime e se encontrava em liberdade condicional. As investigações indicam que, além do homem preso, outras três pessoas teriam participado do ataque. Todos seriam ligados a uma facção criminosa que atua na região, hipótese que segue sob apuração. Em nota oficial, a corporação afirmou: “A PC‑MA ressalta que diligências estão sendo realizadas por equipes da SHPP, com o objetivo de identificar e responsabilizar todos os envolvidos no homicídio do jovem, bem como esclarecer a motivação do crime”.
Irmã do prefeito de SP presa; já tem condenação por agredir filho de 11 anos
Janaina Reis Miron, irmã do prefeito de São Paulo Ricardo Nunes (MDB), foi presa na tarde de quinta‑feira, 15 de junho. Ela responde a mandados de prisão por desacato, embriaguez e lesão corporal. A captura ocorreu depois que o sistema de reconhecimento facial da prefeitura, Smart Sampa, sinalizou a presença de uma pessoa procurada pela Justiça nas dependências de uma unidade de saúde no bairro do Socorro. Ninguém esperava que se tratasse da irmã do prefeito. Janaína possui condenação judicial por agredir o próprio filho, de 11 anos. A decisão de abril de 2024 descreve que a criança foi vítima de mordidas no braço, puxões de cabelo, batidas da cabeça contra a parede e arremesso de objetos, resultando em lesões corporais leves constatadas em exame de corpo de delito. Os fatos remontam a 2014. Segundo o processo, a ré fazia uso abusivo de álcool e costumava agredir seus filhos. No dia dos acontecimentos, sem motivo aparente, passou a agredir o menino logo após seu retorno da escola. O exame de corpo de delito confirmou as lesões. Em juízo, a vítima relatou que estava se recuperando e estudava para provas quando a mãe lhe pediu que limpasse comida derrubada pela irmã. Ao responder que não podia, iniciou‑se uma discussão e, sem justificativa, Janaína a agrediu com mordidas, tapas, um cabo de vassoura e puxões de cabelo. O pai da criança, o policial militar Claudecir Messias Miron, que na época estava separado de Janaína, contou que recebeu ligação do filho, trancado no banheiro, informando que havia sido mordido pela mãe, que esperava com um cabo de vassoura do lado de fora para continuar as agressões. Claudecir foi ao condomínio acompanhado de policiais, levaram o menino à delegacia e ao Instituto Médico Legal, onde o exame de corpo de delito atestou a lesão correspondente à mordida. Após o episódio, o pai obteve a guarda dos filhos. Em 2021, Janaína foi beneficiada com suspensão condicional do processo, mas a medida foi revogada em 2023 porque descumpriu as obrigações, mudando de endereço sem comunicar a Justiça. Em 2024, foi julgada sem apresentar defesa e condenada a oito meses de prisão em regime aberto.
A iminente queda do aiatolá desnuda as contradições da esquerda
A queda iminente da ditadura islâmica de Ali Khamenei não se limita à conquista da liberdade para o povo iraniano. O acontecimento evidencia, de forma incisiva, as profundas contradições da esquerda mundial progressista, que permanece silenciosa diante da situação. Além disso, elimina um dos principais parceiros dessa esquerda, que se autodenomina “antiimperialista” e defensora dos direitos humanos, mas que tem apoiado ditadores sanguinários. O fim de Khamenei, considerado uma aberração, representa um significativo benefício para o mundo livre. A seguir, as organizações financiadas pelo Irã que deverão desaparecer junto com o regime: Hezbollah (Líbano) Hamas Jihad Islâmica Palestina Kata’ib Hezbollah Asa’ib Ahl al‑Haq Harakat Hezbollah al‑Nujaba Kata’ib Sayyid al‑Shuhada Harakat Ansar Allah al‑Awfiya Kata’ib Imam Ali Saraya al‑Ashtar O Ocidente permanecerá eternamente em dívida com os milhares de iranianos que foram assassinados nas ruas por esse regime.
Moraes faz declaração macabra horas após ordenar transferência de Bolsonaro – Veja o vídeo!
O comportamento do ministro Alexandre de Moraes gera espanto e indignação. Ele parece se deleitar com o sofrimento do ex‑presidente Jair Bolsonaro. Isso não é normal. É macabro. Os inimigos políticos do ex‑presidente obviamente adoram isso e, por isso, fazem vista grossa para tudo que envolve o magistrado. Para a justiça e para a nossa saudosa ‘democracia’, tudo isso é extremamente ruim e pesaroso. Uma vingança perversa e desumana está em curso, sob aplausos da ‘esquerdofrenia’ brasileira. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista. Veja o vídeo:
TRUMP RECEBE MEDALHA DO PRÊMIO NOBEL DA PAZ DA LÍDER VENEZUELA NA CASA BRANCA
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi homenageado pela líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado. Ela entregou a ele uma medalha do Prêmio Nobel da Paz durante um encontro na Casa Branca. “Entreguei a medalha, o Prêmio Nobel da Paz, ao presidente dos Estados Unidos”, disse Maria Corina. Segundo Machado, o gesto reconhece o compromisso do presidente dos EUA com a “nossa liberdade”. O teor da conversa entre Trump e Maria Corina ainda não foi divulgado, mas a venezuelana descreveu a reunião como “extraordinária”. Após o encontro, o primeiro desde a captura de Nicolás Maduro em 3 de janeiro, Machado reiterou seu desejo de que a oposição exerça influência na nova realidade venezuelana. “Tenho insistido, e continuarei a insistir, que a Venezuela tem um presidente eleito (Edmundo González), e estou muito orgulhosa de trabalhar ao lado dele”, disse ela a repórteres após uma breve reunião com senadores norte‑americanos. Depois de capturar o herdeiro político de Hugo Chávez, Trump afirmou que os EUA devem governar a Venezuela durante um período de transição. Com a queda de Maduro, Caracas passou a apresentar diversas sinalizações positivas para os interesses de Washington, como negócios envolvendo o petróleo venezuelano, o restabelecimento de laços diplomáticos e a libertação de presos políticos.
DELEGADA DA PF ESQUECE NOTEBOOK EM UBER E MOTORISTA É ARRASTADO PELA POLÍCIA
Um episódio envolvendo uma delegada da Polícia Federal e um motorista de aplicativo terminou com a condução do profissional à delegacia na última quinta‑feira (8/1), em Brasília. O caso teve início após a autoridade esquecer um notebook no veículo utilizado em uma corrida entre o Setor Hoteleiro e o Aeroporto Internacional de Brasília. Conforme o boletim de ocorrência, o motorista, que trabalha há cerca de quatro anos com transporte por aplicativo, completou a viagem até o aeroporto. Depois de deixar a passageira, aceitou outra corrida, retornando ao ponto de origem. Durante esse trajeto, percebeu uma pasta no banco traseiro e concluiu que o objeto havia sido esquecido pela passageira anterior. Logo depois, o condutor começou a receber diversas ligações. Ao atender, confirmou que estava com o notebook e explicou que precisava concluir a corrida em andamento antes de retornar ao aeroporto para devolvê‑lo. Informou ainda que cobraria R$ 50 referentes ao deslocamento necessário para entregar o equipamento. De acordo com o relato do motorista, a delegada recusou‑se a pagar o valor, alegando que se tratava de extorsão. Diante da recusa, ele enviou mensagem esclarecendo que o Código Civil permite o recebimento de até 5 % do valor de objetos achados, mas que, no caso, solicitava apenas o ressarcimento do trajeto adicional. O motorista também destacou que, segundo a orientação da plataforma para a qual presta serviço, o procedimento indicado é entregar itens esquecidos na delegacia mais próxima, e não diretamente ao proprietário. Mesmo assim, afirmou que seguiu até o local combinado para efetuar a devolução. Ao chegar ao aeroporto, porém, o motorista relata ter sido surpreendido por agentes da Polícia Federal. Foi conduzido inicialmente à delegacia da área aeroportuária, onde seus dados foram coletados, e depois encaminhado à Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Na unidade policial, declarou que nunca havia sido detido antes e reafirmou que apenas solicitou o pagamento da taxa de deslocamento. Também apresentou o áudio que teria enviado à delegada durante a discussão: “Aí, tá a lei pra senhora. Caso a senhora não conheça ou desconheça essa lei, a lei tá aí, tá? Eu tô fazendo só meu papel de devolver; tem muito cara aí pilantra, que se esquecesse no carro deles, eles te roubavam, mas eu sou honesto, gosto de devolver as coisas pra todo mundo que entra no meu carro, parceira, entendeu? Aí você quer taxar os outros de menino, ninguém é menino, não. A senhora pode ser Polícia Federal, a senhora pode ser Presidente…” Após prestar depoimento, o motorista foi liberado. Contudo, acabou sendo bloqueado na plataforma de transporte após a denúncia de extorsão registrada contra ele. Procurada, a Polícia Federal informou, por meio de nota, que o motorista teria desacatado os policiais federais presentes no local no momento da devolução do notebook. “Ele foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal para esclarecimentos, sem prisão ou uso de algemas”, informou a corporação. A PF também comunicou que será instaurado procedimento para apurar a eventual prática de crimes relacionados ao caso.
Irmã do prefeito de São Paulo é presa por desacato, embriaguez ao volante e lesão corporal
Janaína Reis Miron, irmã do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), foi presa na tarde de quinta‑feira, 15 de junho. Ela responde a mandados de prisão por desacato, embriaguez ao volante e lesão corporal. A captura ocorreu depois que o sistema de reconhecimento facial da prefeitura, Smart Sampa, disparou alerta ao identificar uma pessoa procurada pela Justiça nas dependências da Unidade Básica de Saúde Veleiros, no bairro do Socorro. Por volta das 15h20, policiais militares do 1.º Batalhão abordaram a UBS na Avenida Clara Mantelli, confirmaram a identidade e, diante das ordens judiciais vigentes, conduziram Janaína ao 11.º Distrito Policial, em Santo Amaro, onde a ocorrência foi formalizada. O mandado de prisão por embriaguez ao volante e desacato está ligado a um caso ocorrido na madrugada de 20 de outubro de 2022, na rodovia Professor João Hipólito Martins, em Botucatu (interior de São Paulo). Segundo relato dos policiais, Janaína dirigia um Hyundai IX35, ziguezagueando na pista, apresentava sinais de embriaguez, não portava documentos e tinha tanto o documento do veículo quanto a habilitação vencidos. O advogado Alexandre Fanti informou que Janaína faz uso de medicação para dependência química ou de álcool. Ela foi detida enquanto se encontrava na UBS para retirar a medicação. Fanti, presidente da 102ª Subseção da OAB em Santo Amaro, acompanhou o caso até a delegacia, pois Janaína também é advogada e ainda não havia constituído defensor. “Pelo que pudemos apurar, ela tem dependência química ou de álcool e está em tratamento psiquiátrico. Compareceu à UBS para retirar a medicação”, declarou Fanti, que foi chamado pela OAB para garantir a preservação dos direitos da irmã de Ricardo Nunes. “Verificamos que todas as prerrogativas e direitos dela foram assegurados”, acrescentou ao conversar com jornalistas na porta do 11.º DP, em Santo Amaro. O advogado ainda informou que Janaína tem um transplante de fígado agendado para a próxima semana.
Primeira foto de Bolsonaro na Papudinha – veja o vídeo
O ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou recentemente à Papudinha. Ele foi submetido a exames médicos. Um fotógrafo capturou a primeira imagem da sua chegada. Confira: Veja o vídeo da chegada: A perseguição contra Bolsonaro e seus aliados tem sido descrita como cruel, absurda e desumana, sem sinais de cessar. Há quem afirme que há risco de violência extrema contra ele.
Moraes usa transferência de Bolsonaro para iniciar censura de livros
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, nesta quinta‑feira, 15 de janeiro, transferir o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para a Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecida como “Papudinha”. Na mesma decisão, Moraes incluiu, de forma incomum, uma série de entrevistas concedidas por Flávio Bolsonaro, nas quais o senador critica as condições da prisão do pai. “Vem ocorrendo uma sistemática tentativa de deslegitimar o regular e legal cumprimento da pena privativa de liberdade de JAIR MESSIAS BOLSONARO”, alega Moraes. Veja: A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repúdio à censura imposta por Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o leitor ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, embora a censura já se estenda por quase um ano. Outros títulos parecem estar na mira da censura, entre eles “A Máquina Contra o Homem” e “O Fantasma do Alvorada”, obras que tratam de censura, episódios incomuns no STF e da perseguição a Bolsonaro.