Flávio Bolsonaro visitou o pai, Jair Bolsonaro, na cela da superintendência da Polícia Federal. Em entrevista com jornalistas, o senador descreveu a situação que, segundo ele, ocorre diariamente na cela por causa do barulho do ar‑condicionado, afirmando que o ex‑presidente está sendo torturado psicologicamente. Ele afirmou que a perseguição contra o ex‑presidente e seus aliados é cruel, absurda e desumana, e que há temores de que algo ainda pior possa acontecer. O senador citou o livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, descrevendo‑o como um documento que reúne relatos sobre supostas manobras do que chamou de “sistema” para prejudicar Bolsonaro, incluindo questões relacionadas a eleições, prisões, mídia, censura e manipulação. O próprio Bolsonaro já conhece o livro:
Lula nomeia Wellington César como substituto de Lewandowski no Ministério da Justiça
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheu nesta terça‑feira (13) o jurista Wellington César Lima e Silva para assumir o comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública, vaga deixada por Ricardo Lewandowski, que pediu exoneração na última sexta‑feira (9) alegando razões de ordem pessoal e familiar. Atualmente advogado‑geral da Petrobras, Wellington César também é conhecido por sua passagem pela Secretaria Especial de Assuntos Jurídicos da Presidência da República, cargo que exerceu de 2003 até meados de 2024. Com bom relacionamento tanto com Lula quanto com lideranças do PT da Bahia, o futuro ministro já se encontra no Palácio do Planalto, à espera do presidente, que cumpre compromissos oficiais no Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados). A confirmação pública da nomeação deve ocorrer assim que Lula retornar ao Planalto. Com a escolha, Wellington passa a ser o terceiro ministro da Justiça no atual mandato presidencial. Antes dele, a pasta foi comandada por Flávio Dino, entre janeiro de 2023 e fevereiro de 2024, e, posteriormente, por Ricardo Lewandowski. A troca integra um processo mais amplo de rearranjos no primeiro escalão do governo: desde o início da gestão, já foram registradas quinze mudanças ministeriais, e novas alterações são esperadas ao longo do ano, especialmente por causa do calendário eleitoral. Nos bastidores, a indicação foi construída com forte participação da ala petista baiana instalada no Palácio do Planalto. Entre os articuladores estão o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, todos defensores do nome de Wellington para a função. Esta não é a primeira vez que Wellington César Lima e Silva assume a chefia da Justiça. Em 2016, durante o governo da ex‑presidenta Dilma Rousseff (PT), chegou a ocupar o cargo de forma interina, mas sua permanência foi curta, limitada a onze dias, após o Supremo Tribunal Federal decidir que era incompatível o acúmulo da função no Executivo com a atuação como procurador do Ministério Público da Bahia. Mais recentemente, entre 2023 e 2024, Wellington comandou a Secretaria Especial de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, órgão estratégico responsável por assessorar diretamente o presidente da República e dar suporte técnico à tramitação de projetos de lei, medidas provisórias, vetos e sanções dentro do Poder Executivo.
AO VIVO: Lulinha, filho de Lula, está prestes a fugir do Brasil (veja o vídeo)
Carlos Bolsonaro, ex‑vereador, divulgou uma carta emocionada ao pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro, atualmente detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Na mensagem, ele acusa a prisão de pura perseguição política e exorta o pai a resistir com força e dignidade. Enquanto isso, Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está sob investigação da PF por suposto esquema milionário de roubo ao INSS e se prepara para deixar o Brasil novamente, retornando a Madri. A Polícia Federal também está analisando um pedido do Ministério da Justiça, feito na gestão do ministro Lewandowski, para investigar o senador Flávio Bolsonaro, em razão de publicações que o associam a Nicolás Maduro. Para comentar os assuntos, o Jornal do JCO recebeu os advogados Claudio Caivano e Wellington dos Santos, além do jornalista Diogo Forjaz. Curta, compartilhe e apoie o trabalho do Jornal da Cidade Online! Veja o vídeo: “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva” A Máquina Contra o Homem – Como o Sistema tentou destruir um presidente e despertou uma nação
Ditador aliado de Lula recua sob pressão dos EUA liderada por Trump
O governo da Nicarágua informou que libertará dezenas de detentos do sistema penitenciário nacional, em um movimento que ocorre enquanto os Estados Unidos intensificam a pressão diplomática contra o regime de Daniel Ortega, considerado amigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O anúncio surge cerca de uma semana após a prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro, episódio que elevou a tensão política na região. Em comunicado oficial, o Ministério do Interior nicarauguaense afirmou que “dezenas de pessoas que estavam no Sistema Penitenciário Nacional estão retornando para suas casas e famílias”, sem detalhar nomes, critérios ou prazos para as liberações. A embaixada dos Estados Unidos na Nicarágua elogiou a decisão da Venezuela de libertar o que classificou como “prisioneiros políticos”, considerando o gesto um avanço em direção à pacificação. No entanto, a representação diplomática criticou duramente a situação nicarauguaense, ressaltando que “mais de 60 pessoas permanecem injustamente detidas ou desaparecidas, incluindo pastores, trabalhadores religiosos, doentes e idosos”. Organizações independentes de direitos humanos também acompanham o caso. Uma ONG que monitora abusos no país afirmou que ao menos 61 pessoas foram presas recentemente após celebrarem ou demonstrarem apoio, nas redes sociais, à captura de Nicolás Maduro. Segundo a entidade, as detenções ocorreram em pelo menos nove estados da Nicarágua. A repressão promovida pelo regime de Ortega não é recente. Desde os protestos em massa de 2018, duramente reprimidos pelas forças de segurança, o governo tem intensificado ações contra opositores políticos, líderes religiosos, jornalistas e integrantes da sociedade civil considerados críticos ao poder. Nos últimos oito anos, mais de 5 mil organizações foram fechadas no país, a maioria delas de caráter religioso ou social. Além disso, milhares de nicaraugueses foram forçados a deixar o território nacional, em meio ao avanço da perseguição política e à deterioração das liberdades civis.
Carlos Bolsonaro publica carta aberta ao pai, Jair Bolsonaro, defendendo resistência contra perseguição
O ex‑vereador Carlos Bolsonaro (PL) divulgou uma carta aberta dirigida ao pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL). O texto, carregado de emoção, foi escrito inicialmente para uso familiar, mas o filho decidiu torná‑lo público para relatar a trajetória de um líder conservador que, segundo ele, permaneceu firme diante de adversidades extremas. LEIA A CARTA COMPLETA A SEGUIR: Segunda‑feira, 12 de janeiro de 2026Jair Messias BolsonaroSuperintendência da Polícia Federal de Brasília Pai, Escrevo não apenas como filho, mas como alguém que te viu resistir quando tudo parecia perdido. Vi seu corpo ferido, tua alma testada, tua honra atacada de formas que poucos homens suportariam sem cair. E, ainda assim, você permaneceu de pé – mesmo quando tentaram te dobrar pela dor, pela injustiça, pela humilhação calculada e pelo silêncio imposto. O que estão fazendo agora não é justiça. É perseguição, é tortura, é imoralidade. É a tentativa metódica de te esgotar por dentro, de te afastar de quem você ama, de te fazer acreditar que está sozinho. Mas você não está. Nunca esteve. Cada dia que passa, pai, confirma aquilo que sempre soubemos: não é sobre erros, não é sobre leis – é sobre te quebrar moralmente. E é justamente por isso que resistir se tornou um ato de amor. Amor por nós, teus filhos. Amor por quem acredita em você. Amor pela verdade. Quero que saiba que estamos aqui. Firmes. Atentos. Fortes por você, quando o cansaço aperta. Precisamos de você em pé, pai. Precisamos da tua lucidez, da tua presença, da tua voz – mesmo que agora tentem calá‑la entre paredes frias, barulhentas, molhadas e decisões arbitrárias. Você nos ensinou que dignidade não se negocia. Que caráter não se curva. Que a verdade pode até ser perseguida, mas nunca enterrada. É isso que nos sustenta agora. É isso que deve te sustentar. Levante‑se todos os dias com a certeza de que sua história não termina aqui. Que seus filhos precisam de você vivo, forte e de cabeça erguida. Que ainda há muito o que atravessar – e nós atravessaremos juntos. A injustiça não vence homens íntegros. E você, pai, segue íntegro. Com amor, lealdade e esperança,Carlos. A perseguição contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro e seus aliados, segundo a narrativa de Carlos, é descrita como “cruel, absurda e desumana”. O autor afirma que há quem queira eliminar a vida de Bolsonaro e ocultar os fatos ocorridos em 2022. Essa versão dos acontecimentos está reunida no livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, apontado como best‑seller no Brasil. O livro, que o próprio Bolsonaro já conhece, é apresentado como um “documento” histórico que detalha as supostas manobras do “sistema” para devolver ao poder o ex‑presidiário Lula, além de relatar eleições, prisões, censura, perseguição e manipulação promovidas pela esquerda. Segundo a matéria, a obra está sob mira da censura, mas ainda pode ser adquirida.
André Mendonça acionado com pedido de prisão preventiva contra Lulinha
O advogado Jeffrey Chiquini protocolou pedido de prisão preventiva contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, no âmbito de investigação da Polícia Federal que apura fraudes em descontos associativos indevidos sobre benefícios previdenciários do INSS. Trata‑se de um esquema complexo e de elevado impacto social. Conforme informações divulgadas publicamente e comunicadas ao Supremo Tribunal Federal, Lulinha passou a figurar de forma expressiva no conjunto investigativo, tendo sido citado por testemunhas e mencionado em elementos informativos colhidos pela Polícia Federal. Esses elementos indicam, em tese, sua vinculação direta às condutas fraudulentas, com indícios robustos de envolvimento. Após a ampla divulgação de que seu nome está sob apuração, a imprensa noticiou que Lulinha pretende deixar o território nacional em definitivo, com destino à Espanha, onde mantém vínculos estáveis. A notícia surge quando já eram públicos o avanço das investigações e o interesse direto da autoridade policial em sua conduta. Diante desse cenário, a iminente evasão do país, aliada à ciência inequívoca de sua condição de investigado e à gravidade concreta dos fatos, configura risco relevante à aplicação da lei penal, especialmente quanto à possibilidade de fuga e à frustração da persecução penal. Com fundamento nos artigos 311 e 312 do Código de Processo Penal, o pedido cautelar sustenta a presença de indícios suficientes de autoria, a gravidade das condutas investigadas e dados objetivos de perigo concreto decorrentes do estado de liberdade do investigado. Dessa forma, o advogado Jeffrey Chiquini requer a decretação imediata da prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, como medida necessária para assegurar a aplicação da lei penal e a regular condução das investigações.
Suzane, sob novo sobrenome, gera tumulto ao tentar liberar corpo do tio na delegacia
Suzane von Richthofen foi sábado (10) à 27ª Delegacia de Polícia, na zona sul de São Paulo, para tentar liberar o corpo do tio Miguel Abdala Netto, de 76 anos, encontrado morto dentro de casa, no Campo Belo, em São Paulo. A Polícia Civil investiga o caso como morte suspeita. Ela se apresentou na delegacia com o seu nome atual, Suzane Louise Magnani Muniz, que passou a utilizar após o casamento com o médico Felipe Zecchini Muniz, com quem tem um filho. Ele retirou o sobrenome “von Richthofen”. Os policiais reconheceram Suzane e decidiram não atender a sua reivindicação. A documentação já havia sido iniciada por uma prima de Miguel. No entanto, Suzane tentou assumir a frente, alegando ter o parentesco necessário para conduzir os trâmites. Essa movimentação acabou provocando atraso na finalização da papelada.
STF rejeita recurso de Bolsonaro que invoca “erro judiciário” em decisão relâmpago
A defesa do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolou um novo recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda‑feira (12). O pedido foi analisado quase que imediatamente pelo ministro Alexandre de Moraes, que o considerou juridicamente incabível, alegando que a pena já está em execução e que não cabe mais qualquer tipo de recurso no âmbito da ação penal. “Julgo prejudicado o agravo regimental, pois absolutamente incabível juridicamente a interposição desse recurso após o trânsito em julgado do Acórdão condenatório e o início do cumprimento da pena de reclusão, em regime fechado, em relação ao réu Jair Messias Bolsonaro”, escreveu Moraes.
Lulinha foge pela segunda vez enquanto a PF o investiga
O filho do presidente Lula passou três semanas no Brasil e já está retornando para a Espanha. Lulinha deixa o país no momento em que a Polícia Federal investiga supostos negócios dele com Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como principal operador de um esquema de desvio de aposentados e pensionistas. A CPMI do INSS tenta, novamente, convocá‑lo para prestar esclarecimentos. Entretanto, a blindagem oferecida pelo partido tem sido rigorosa. Assim, sem ser impedido, Lulinha “foge” pela segunda vez.
Trump suspende diálogos com o Irã, incita protestos e promete ajuda ao povo iraniano
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a suspensão de todos os diálogos com autoridades iranianas e incentivou os manifestantes a assumirem o controle das instituições do país. A declaração foi feita nesta terça‑feira (13) em meio a uma das maiores ondas de protestos enfrentadas pela República Islâmica desde a Revolução de 1979. Em mensagem publicada na rede social Truth Social, Trump escreveu: “Patriotas iranianos, CONTINUEM A PROTESTAR — TOMEM SUAS INSTITUIÇÕES!!! Guarde os nomes dos assassinos e abusadores. Eles pagarão um grande preço. Eu cancelei todas as reuniões com autoridades iranianas até que essa matança sem sentido de manifestantes ACABE. AJUDA ESTÁ A CAMINHO. MIGA!!! [Make Iran Great Again]”. A posição do presidente americano representa um endurecimento na retórica contra o regime de Teerã. O Qatar emitiu alerta sobre possíveis consequências de um confronto militar entre EUA e Irã para toda a região. A declaração de Trump contradiz a postura expressa pelo governo iraniano na segunda‑feira (12), quando autoridades persas afirmaram manter canais de comunicação abertos com os Estados Unidos. No domingo (11), o republicano havia indicado que seu país poderia se reunir com representantes iranianos e mencionou contatos com grupos de oposição. A conta oficial do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, compartilhou nas redes sociais uma imagem mostrando Trump como um sarcófago destroçado, com a mensagem: “Ele também será derrubado”. Aproximadamente 2 000 manifestantes morreram no Irã desde 28 de dezembro, quando começaram os protestos atuais, segundo informações fornecidas por um membro do próprio regime. As autoridades iranianas atribuem a violência a grupos que classificam como terroristas. O Alto‑Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, manifestou preocupação com o aumento da repressão. “Esse ciclo de violência não pode continuar. O povo iraniano e suas demandas por justiça, igualdade e equidade precisam ser ouvidos”, declarou em comunicado oficial. Os protestos se intensificaram em diversas cidades iranianas, impulsionados pela deterioração econômica e desvalorização do rial. Comerciantes do Bazar de Teerã e outros importantes mercados do país, que historicamente apoiaram a Revolução Iraniana, agora se opõem ao regime. Teerã acusa Israel e os Estados Unidos de instigarem os protestos. Organizações de direitos humanos informam que a repressão continua intensa, com milhares de prisões e estimativas de que as mortes já ultrapassam 6 000 pessoas. O bloqueio da internet imposto pelas autoridades iranianas já dura mais de 108 horas, segundo a ONG Netblocks.