A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro revelou que Jair Bolsonaro sofreu uma queda. Carlos Bolsonaro relatou ter encontrado o pai com hematoma no rosto e os pés sangrando durante visita à Superintendência da PF em Brasília, onde o ex‑presidente está preso. O que realmente aconteceu com o ex‑presidente? O candidato à presidência Flávio Bolsonaro planeja uma agenda internacional, buscando abrir diálogos com os Estados Unidos. Um encontro com Donald Trump não está descartado. Para comentar os assuntos, o JCO recebeu a advogada Ana Paula Rocha, o advogado Wellington dos Santos e o analista político Fabio Rodrigues. Assista, compartilhe e apoie o jornalismo independente do Jornal da Cidade Online. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura do ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro afirmou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o verdadeiro autor, mas a censura permanece há quase um ano. Atualmente, muitos outros livros podem estar na mira da censura. Dois exemplos claros são os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam justamente da censura e de acontecimentos incomuns no STF.
MORAES RECUSA TRANSFERÊNCIA DE BOLSONARO AO HOSPITAL APÓS QUEDA NA CELA
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu negar a solicitação da defesa para que o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) fosse novamente levado ao Hospital DF Star, em Brasília. A decisão ocorreu depois que Bolsonaro sofreu uma queda dentro de sua cela na Superintendência da Polícia Federal, onde cumpre pena, e bateu a cabeça. Segundo informações da Polícia Federal, o primeiro atendimento médico não identificou gravidade que justificasse a remoção hospitalar imediata. Diante dessa avaliação inicial, a defesa acionou o STF para pedir a transferência do ex‑presidente, mas o pedido foi rejeitado poucas horas depois. Na decisão, Moraes afirmou: “Não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal”. Apesar da negativa, o ministro determinou providências adicionais para o acompanhamento do caso. Entre as medidas, Moraes ordenou que fosse anexado aos autos o laudo médico elaborado pela Polícia Federal após o atendimento prestado a Bolsonaro. Além disso, solicitou que a defesa indique quais exames considera necessários, a fim de avaliar a possibilidade de realização dentro do próprio sistema penitenciário. Segundo o médico que acompanhou Bolsonaro, o ex‑presidente sofreu um traumatismo craniano leve. A perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados continua, segundo a defesa. Tudo isso está documentado no livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, que já se tornou best‑seller no Brasil. O livro, apresentado como um “documento”, reúne relatos sobre supostas manobras do “sistema” para trazer o ex‑presidiário Lula de volta ao poder, além de episódios de eleições, prisões, mídia, censura, perseguição e manipulação. Segundo os autores, a obra está sob risco de censura e pode deixar de estar disponível ao público.
Horas se passaram e Bolsonaro ainda não tem autorização para ir ao hospital
Carlos Bolsonaro publicou que, conforme combinado, sua visita ao pai deveria ocorrer depois da de Michelle. Ao chegar à Polícia Federal, constatou que Michelle ainda não havia entrado, pois médicos estavam avaliando a queda de Jair Bolsonaro. Ao avistar o presidente, notou um hematoma no rosto e sangramento nos pés. Quando questionou o ocorrido, Jair, visivelmente atordoado, mudou de assunto. Em conversa posterior com Michelle Bolsonaro, ela demonstrou grande apreensão. Segundo ela, o presidente teria caído durante a madrugada, possivelmente após um pesadelo, mas não soube informar o horário nem as circunstâncias exatas. A polícia só percebeu a queda pela manhã, ao destrancar a porta do quarto e encontrar Jair atordoado. Diante desse relato, foram solicitadas avaliações médicas, que foram realizadas. Agora, informaram que o presidente só poderá ser encaminhado ao hospital se os advogados protocolarem uma petição ao Supremo Tribunal Federal. Já se passaram várias horas e a família permanece angustiada, aguardando a liberação para exames. Relatórios estão sendo preparados para medidas posteriores, visando à preservação da vida de Jair Bolsonaro, que também sofre de labirintite. A situação se complica porque um fisioterapeuta foi impedido, por duas vezes, de atender o presidente na prisão, o que poderia ter ajudado no tratamento da condição. Michelle está em contato com os responsáveis e Carlos a acompanha, aguardando a possível liberação do pai para exames, caso ele ainda esteja vivo. Eles esperam há cerca de duas horas no hospital. O ministro Alexandre de Moraes proibiu a venda do livro “Diário da cadeia”. A medida gerou revolta na Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH), que denunciou a censura. Moraes alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, embora a censura já dure quase um ano. Outros títulos podem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam diretamente da censura e de acontecimentos incomuns no STF.
Banco Central contesta decisão monocrática de ministro e recorre ao TCU
O Banco Central do Brasil manifestou forte oposição e decidiu interpor recurso ao Tribunal de Contas da União (TCU) contra a autorização de uma inspeção relacionada a documentos do chamado caso Master, concedida por despacho individual do ministro Jhonatan de Jesus. A autarquia sustenta que a questão deve ser apreciada de forma colegiada, no âmbito da Primeira Câmara do TCU, e não por meio de decisão monocrática. No recurso apresentado, o BC argumenta que a medida determinada pelo ministro não possui respaldo em deliberação formal da Primeira Câmara, órgão responsável por esse tipo de procedimento. Para a autoridade monetária, a ausência de tal indicação compromete a regularidade do ato e precisa ser esclarecida antes de qualquer avanço da inspeção. O Banco Central enfatiza que, ao analisar a decisão impugnada, não há referência explícita a manifestação coletiva dos ministros que integram o colegiado. Esse ponto, segundo o órgão, é central para garantir segurança jurídica e respeito às normas internas do próprio TCU. “Tendo em vista que não há, na decisão monocrática proferida por Vossa Excelência, indicação de deliberação da Primeira Câmara do TCU determinando a realização de inspeção no BCB, serve‑se esta Autarquia dos presentes embargos de declaração para solicitar que tal omissão seja sanada”, afirmou o BC no documento encaminhado à Corte de Contas. A Primeira Câmara do Tribunal de Contas da União é composta pelos ministros Benjamin Zymler, Bruno Dantas, Jhonatan de Jesus, Augusto Sherman Cavalcanti, Weder de Oliveira e Walton Alencar Rodrigues, que exerce a presidência do colegiado. O Banco Central avalia que uma decisão com esse grau de impacto institucional deveria, necessariamente, passar pela análise conjunta desses integrantes. Nos bastidores, a leitura feita pelo BC indica que a atuação do TCU estaria inserida em um contexto de pressão política relacionada à liquidação do Master. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou protesto contra a censura do ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Embora o ministro alegue que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, a censura permanece há quase um ano, sem esclarecimentos adicionais. Segundo o texto, outros títulos também estariam sob risco de censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam da própria censura e de episódios estranhos no STF.
Empresário e ex-CEO da Hurb é preso no aeroporto de Jericoacoara com documento falsificado
João Ricardo Mendes, fundador e ex‑CEO da Hurb, foi detido na noite de segunda‑feira (5) no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no litoral do Ceará. As autoridades relataram que ele tentava embarcar em um voo com destino a Guarulhos, em São Paulo, portando um documento de identidade falsificado e com a tornozeleira eletrônica descarregada. A Secretaria da Segurança Pública do Ceará informou que a ocorrência teve início quando funcionários da companhia aérea e da segurança do aeroporto perceberam inconsistências na documentação apresentada durante o processo de embarque. Diante da suspeita, a Polícia Militar foi acionada para averiguar a situação. No local, os agentes constataram que o passageiro utilizava um documento irregular e que a tornozeleira eletrônica estava sem carga no momento da abordagem. “No local, durante a verificação da documentação apresentada, a equipe constatou que o documento de identidade era falso. Diante da confirmação da irregularidade, foi dada voz de prisão ao suspeito, que se encontrava utilizando tornozeleira eletrônica, a qual estava descarregada no momento da abordagem”, informou a Secretaria da Segurança. Após a prisão, João Ricardo Mendes foi encaminhado à Delegacia Regional de Acaraú, onde foi instaurado inquérito policial. Ele foi autuado com base no artigo 304 do Código Penal, que trata do uso de documento falso. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou forte protesto contra a censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o autor da obra. A censura, que já dura quase um ano, levanta dúvidas sobre os reais motivos da supressão. Outros títulos também parecem estar na mira das autoridades. Entre eles, os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que abordam a própria censura e episódios controversos envolvendo o Supremo Tribunal Federal.
Reunião extraordinária da OEA analisa agressão dos EUA a Maduro
O Conselho Permanente da OEA (Organização dos Estados Americanos) está realizando, neste momento, uma reunião extraordinária para analisar os acontecimentos recentes na Venezuela. O encontro ocorre na sede da instituição, em Washington, nos Estados Unidos. À semelhança do que se deu no Conselho de Segurança da ONU na segunda‑feira (5), diplomatas avaliam que o debate na OEA também tende a terminar sem consenso. O governo de Luiz Inácio Lula já indicou que voltará a se manifestar na OEA contra os ataques dos Estados Unidos e contra o uso da força em território venezuelano. O Brasil será representado pelo embaixador Benoni Belli, e o discurso deverá seguir a linha das posições já adotadas pelo presidente Lula e reiteradas por diplomatas na ONU. Integrantes do Itamaraty descrevem o cenário como um território desconhecido, o que recomenda prudência nas manobras diplomáticas. Criada em 1948, a OEA reúne atualmente 35 Estados independentes das Américas e constitui o principal fórum político, jurídico e social da região, contando ainda com 70 observadores permanentes e a participação da União Europeia. Vale ressaltar que, recentemente, a Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH), órgão integrante da OEA, manifestou revolta diante da censura imposta ao ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Embora o ministro afirme que a obra induz o leitor ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor, a censura persiste há quase um ano, e ainda não se sabe exatamente o que se pretende ocultar. Atualmente, muitos outros livros podem estar na mira da censura. Dois exemplos claros são os títulos “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam justamente da censura e dos estranhos acontecimentos no STF.
CONSULADO DE LISBOA ANALISA PASSAPORTE DE ELIZA SAMUDIO ENCONTRADO EM APARTAMENTO
O Consulado‑Geral do Brasil em Lisboa informou, nesta terça‑feira (6), que está sob análise um passaporte emitido em nome de Eliza Samudio, brasileira desaparecida desde 2010, em um dos casos criminais de maior repercussão nacional. O documento foi entregue à representação diplomática na sexta‑feira (2) e, desde então, permanece sob avaliação das autoridades brasileiras. De acordo com comunicado oficial, a unidade consular esclareceu que, no próprio dia do recebimento, foi encaminhada uma consulta formal ao Ministério das Relações Exteriores, em Brasília, com o objetivo de definir o procedimento adequado a ser adotado em relação ao passaporte. Até o momento, o consulado aguarda instruções do Itamaraty para dar prosseguimento ao caso. “O Consulado‑Geral do Brasil em Lisboa informa que recebeu o passaporte em questão na sexta‑feira, dia 2. No mesmo dia, realizou consulta oficial ao Itamaraty em Brasília sobre qual destinação dar ao documento e aguarda resposta”, informou o órgão em nota. A existência do passaporte veio a público após divulgação inicial do Portal Léo Dias. Posteriormente, a informação foi confirmada pelo SBT News junto ao consulado brasileiro em Portugal, que reforçou o caráter estritamente administrativo da análise em curso.
Michelle detalha queda de Bolsonaro na cela
Jair Bolsonaro sofreu um acidente dentro da cela. A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro afirmou que ele caiu enquanto dormia e bateu a cabeça em um móvel. “Meu amor não está bem. Durante a madrugada, enquanto dormia, teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel. Como o quarto permanece fechado, ele só recebeu atendimento quando foram chamá‑lo para minha visita”, relatou Michelle. Michelle continua no complexo da Polícia Federal acompanhada por um dos médicos da equipe particular do ex‑presidente. “Estou com o médico aguardando o delegado para saber como foram os primeiros socorros”, escreveu. Veja: A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou-se contra a censura do ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a medida permanece em vigor há quase um ano. Outros títulos também podem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam de questões ligadas ao STF.
Urgente: Bolsonaro sofre crise, cai e se machuca na cela da Polícia Federal
A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro informou, nesta terça‑feira (6), que o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) sofreu um episódio de crise durante a madrugada, perdeu o equilíbrio, caiu dentro da cela onde está detido e bateu a cabeça em um móvel da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. A informação foi divulgada nas redes sociais, onde Michelle demonstrou preocupação com a saúde do marido. “Meu amor não está bem”, escreveu em seu perfil no Instagram ao relatar o ocorrido. De acordo com o relato, Bolsonaro estava dormindo quando a crise aconteceu. Como o quarto permanece fechado durante a madrugada, ele só recebeu atendimento médico horas depois, no momento em que agentes o chamaram para a visita matinal. “Estou com o médico aguardando o delegado para saber como foram os primeiros socorros”, acrescentou a ex‑primeira‑dama em outra publicação. Jair Bolsonaro está preso na Superintendência da Polícia Federal desde 22 de novembro.
PRISÃO DE FILIPE MARTINS DEVE SER ANULADA IMEDIATAMENTE
A comentarista política Ana Paula Henkel utilizou a rede X para afirmar que o relatório oficial do LinkedIn demonstra que Filipe Martins não acessou a plataforma na data indicada como justificativa para sua prisão. Henkel alegou que o ministro Alexandre de Moraes deteve Filipe Martins com base em um e‑mail suspeito, sem que houvesse comprovação de acesso ao referido e‑mail e sem a realização de perícia técnica. Segundo a comentarista, Martins foi preso por uma viagem que não realizou e, posteriormente, por um acesso que nunca ocorreu. Os registros oficiais da Microsoft, conforme citado, indicam que não houve login no período apontado pelas autoridades. Henkel ressaltou que, quando a prova inocenta o acusado, ela é ignorada; quando uma denúncia informal é apresentada, ela resulta em prisão. Para ela, trata‑se de punição antecipada e não de medida cautelar. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repulsa à censura promovida pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro argumenta que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor, mas a censura permanece há quase um ano. Outros títulos parecem estar sob risco de censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam da própria censura e de acontecimentos incomuns no âmbito do Supremo Tribunal Federal.