A equipe de defesa do ex‑assessor presidencial Filipe Martins informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a conta do investigado no LinkedIn não registra nenhum acesso desde setembro de 2024. Com base nessa informação, os advogados solicitaram a revogação da prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes. Conforme a petição apresentada à Corte, há registros fornecidos pela própria Microsoft que indicariam a inexistência de acessos à conta após a imposição das medidas cautelares. Na semana anterior, ao responder a questionamento do ministro Alexandre de Moraes, a defesa já havia declarado que passou a administrar as redes sociais de Martins desde a sua prisão, ocorrida em fevereiro de 2024. De acordo com os advogados, o último acesso à plataforma profissional teria sido realizado naquele período por um advogado contratado para atuar em processos envolvendo Filipe Martins nos Estados Unidos. A explicação complementa manifestação anterior enviada ao STF, na qual a defesa reconheceu o uso da conta, mas sem especificar a data exata. O ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva ao entender que houve descumprimento da proibição de utilização de redes sociais, ainda que de forma indireta ou por intermédio de terceiros. Essa restrição foi estabelecida em 26 de dezembro, quando a prisão foi convertida para o regime domiciliar. Moraes proibiu a venda do livro “Diário da cadeia”, medida que gerou revolta na Organização dos Estados Americanos (OEA) e levou uma loja a decidir “queimar” o estoque antes que seja tarde.
EUA emite alerta urgente ao Brasil sobre protestos contra sua operação na Venezuela
Embaixada dos Estados Unidos no Brasil emitiu aviso de segurança direcionado a cidadãos norte‑americanos que vivem ou estão no país, alertando sobre a realização de manifestações contrárias à operação dos EUA na Venezuela, que resultou na prisão do ditador Nicolás Maduro. O comunicado foi publicado no site oficial da representação diplomática nesta segunda‑feira (5). No alerta, a embaixada recomenda que os cidadãos evitem locais onde estejam programados protestos e “exerçam cautela” nas áreas próximas. Segundo o texto, embora as autoridades brasileiras de segurança pública estejam acompanhando a situação, atos desse tipo podem sofrer mudanças rápidas de cenário. O documento ressalta que, em geral, as manifestações no Brasil tendem a ser “pacíficas e ordeiras”, mas adverte que “manifestações podem rapidamente tornar‑se imprevisíveis”. Por isso, a orientação é manter distância dos pontos de concentração e redobrar a atenção ao ambiente ao redor. Entre os protestos destacados estão aqueles previstos para ocorrer em frente à Embaixada dos Estados Unidos em Brasília e nos consulados norte‑americanos localizados em Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Todas as mobilizações estão programadas para começar na tarde desta segunda‑feira. Além de evitar as áreas de protesto, a embaixada aconselhou os cidadãos a acompanhar os noticiários locais para obter atualizações em tempo real e a “manter a discrição” durante deslocamentos nas cidades. O comunicado também informa que outras manifestações de “natureza semelhante” são esperadas ao longo dos próximos dias em diferentes regiões do Brasil, reforçando a necessidade de atenção contínua por parte dos norte‑americanos que se encontram no país.
Revista revela que escândalo do Banco Master pode acabar com Alexandre de Moraes
Ulysses Guimarães, um dos grandes políticos da história do Brasil, já dizia: “Política é nuvem”. Hoje, essa frase parece ganhar forma. Em uma reviravolta inesperada nos acontecimentos políticos brasileiros, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, antes celebrado pela imprensa tradicional como o principal defensor da democracia, passa a ser alvo de críticas dos mesmos veículos que o exaltavam. O ponto central dessa mudança é o escândalo envolvendo o Banco Master, uma instituição financeira que entrou em colapso diante de alegações de fraudes bilionárias. A grande mídia, que anteriormente aplaudia as decisões firmes de Moraes contra supostas ameaças à ordem institucional, parece ter “soltado a mão” do jurista, suscitando dúvidas sobre quem está por trás dessa mudança de tom e se isso indica o fim de seu amplo poder. Todos os detalhes sobre a “queda” que se anuncia estão na mais nova edição da Revista A Verdade. Para acessar, clique no link abaixo: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/77690/a-queda-como-o-escandalo-do-banco-master-pode-derrubar-alexandre-de-moraes Veja a capa:
Tropas venezuelanas se movimentam de forma estranha na fronteira após visita do general Roberto Angrizani
A fronteira entre Brasil e Venezuela registrou mudança significativa nesta segunda‑feira (5/1). Após um domingo (4/1) tranquilo, militares venezuelanos começaram a se movimentar na região logo após a chegada do general Roberto Angrizani, comandante da 1ª Brigada de Infantaria de Selva, acompanhado do general Viana Filho, chefe do Comando Militar do Amazonas. Durante a visita do comandante brasileiro ao marco que delimita a linha divisória entre os dois países, veículos oficiais venezuelanos foram avistados circulando nas proximidades, alguns equipados com metralhadoras e soldados armados. As imagens foram registradas pela fotojornalista Katarine Almeida e cedidas ao Metrópoles. Ao ser questionado sobre a presença dos militares venezuelanos, Angrizani tranquilizou os presentes: “Ali eles podem ficar, não tem problema”, afirmou. Não houve qualquer contato verbal entre integrantes das Forças Armadas do Brasil e da Venezuela durante a movimentação observada. Além dos veículos armados, chamou a atenção o uso de rádios de comunicação pelos militares venezuelanos, bem como o sobrevoo de um drone próximo à fronteira. Observadores também relataram a presença de quatro soldados venezuelanos armados com fuzis nas imediações da linha divisória, contraste com o dia anterior, quando apenas um militar havia sido visto, sem armamento. Mesmo com o aumento visível da presença militar de ambos os lados, autoridades e moradores relataram que o clima permanece estável. A circulação de pessoas segue normalmente, incluindo turistas que ingressam na Venezuela e migrantes que atravessam a fronteira rumo ao Brasil em busca de trabalho ou residência.
URGENTE: O maior escândalo da história do Brasil está prestes a acontecer (Veja o vídeo)
O parlamentar e influenciador Rony Gabriel denuncia que influenciadores estão recebendo pagamentos para apresentar o Banco Master e a Vorcaro como vítimas do Banco Central, com o objetivo de virar a opinião pública contra Galípolo. Segundo amigos de agências de publicidade, recursos financeiros estão sendo direcionados sem limites a quem defende a Vorcaro. Diante disso, é preciso deixar de lado a polêmica sobre a Venezuela e concentrar a atenção no caso envolvendo o Banco Master, que pode representar o maior escândalo da história do Brasil. Veja o vídeo:
URGENTE: MST considera enviar militantes à Venezuela como retaliação ao ataque dos EUA
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) está avaliando a possibilidade de deslocar militantes para a Venezuela como resposta ao ataque realizado pelo Exército dos Estados Unidos no sábado, 3 de janeiro. Segundo integrantes do movimento, a iniciativa ainda não foi descartada e dependerá da evolução do cenário político no país vizinho. Após ser capturado, o ditador Nicolás Maduro foi levado a julgamento em Nova York, acusado de conspirar com cartéis de drogas para o tráfico de cocaína destinado aos Estados Unidos. Durante a audiência de instrução, Maduro e sua esposa, Cilia Flores, negaram todas as acusações. O venezuelano declarou ainda que é um “presidente sequestrado”. O tema foi debatido em reunião virtual realizada no domingo, 4 de janeiro, que reuniu o MST e mais de 50 organizações da esquerda brasileira. De acordo com os participantes, não houve um “entendimento profundo” sobre o processo político venezuelano, ainda considerado “em desenvolvimento”. Mesmo assim, ficou encaminhada a realização de manifestações em diversas capitais do Brasil, muitas delas previstas para ocorrer em frente a embaixadas e consulados dos Estados Unidos. Segundo Ceres Hadich, integrante da direção nacional do MST, os atos em solidariedade à Venezuela devem ganhar escala nacional nos próximos dias e também integrar a pauta das mobilizações marcadas para 8 de janeiro. Ela afirmou que o movimento mantém relações históricas com organizações venezuelanas e não descarta uma atuação direta no país. “Não descartamos o envio de um reforço de militância, de atuação in loco na própria Venezuela, desde que sejam necessários. As nossas relações de solidariedade na Venezuela são muito claras, definidas e públicas. Inclusive, temos contribuído para o avanço da produção massiva de alimentos para o povo venezuelano”, disse Ceres. Em complemento, a dirigente explicou que, neste momento inicial, o foco principal do MST está na mobilização política e na denúncia internacional da ação norte‑americana. “Neste primeiro momento, estamos muito focados em fazer essa denúncia imediata, que é a denúncia do sequestro, da invasão e das mortes causadas pelo governo dos Estados Unidos”, acrescentou. Ceres também elogiou a postura adotada pela diplomacia brasileira e pelos demais países do BRICS — Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul —, que reconheceram a vice‑presidente Delcy Rodríguez como a liderança legítima da Venezuela após a captura de Maduro. Que papelão…
Ex-assessor de ministro do STF é preso por stalking e violência psicológica contra esposa juíza
Pouco antes do feriado de Natal, um servidor do Supremo Tribunal Federal (STF), que atuava como assessor de um ministro da Corte, foi preso sob acusações de stalking, violência psicológica e injúria contra sua própria esposa, juíza federal. O caso ocorreu em Brasília e mobilizou forças policiais após a vítima relatar temor pela própria segurança. O homem, identificado como Marcelo Pereira Pitella, de 53 anos, foi abordado e detido por policiais militares do Grupo Tático Operacional (GTOp) da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) na região do Lago Sul, área nobre da capital. A prisão aconteceu na madrugada de 20 de dezembro, logo após ele deixar um hotel localizado no centro de Brasília. À época dos fatos, Marcelo estava lotado no gabinete do ministro Nunes Marques. Dois dias depois da prisão, em 22 de dezembro, ele perdeu o cargo em comissão que ocupava no STF. Apesar disso, permanece vinculado ao Supremo como servidor efetivo, após ter sido redistribuído do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF‑1). De acordo com informações apuradas, a juíza havia se hospedado em um hotel para se afastar do então marido. Contudo, Marcelo conseguiu localizá‑la ao instalar clandestinamente um dispositivo de rastreamento por GPS no carro da magistrada, violando medidas judiciais já existentes. A mulher, em estado de choque, acionou a polícia temendo possíveis desdobramentos da perseguição. Equipes da Polícia Civil e da PMDF foram enviadas ao local. Segundo a apuração, a magistrada já possuía duas medidas protetivas vigentes contra o companheiro, que estava legalmente impedido de se aproximar. Mesmo assim, a localização da vítima foi revelada por meio do rastreador instalado sem consentimento. Após deixar o hotel, Marcelo foi interceptado ainda no trajeto em direção ao Lago Sul e conduzido à delegacia, onde permaneceu por cerca de uma hora prestando esclarecimentos. Na sequência, ainda na madrugada de 20 de dezembro, ele passou por audiência de custódia, quando foi determinado o monitoramento eletrônico. A tornozeleira chegou a ser ativada, mas, segundo apurado, atualmente encontra‑se inativa. Em nota, o Supremo Tribunal Federal se pronunciou oficialmente sobre o caso. O texto afirma: “A violência contra a mulher é uma chaga aberta na sociedade brasileira e é manifestação das relações de poder historicamente desiguais entre mulheres e homens. A eliminação da violência contra a mulher é condição indispensável para seu desenvolvimento individual e social e sua plena igualitária participação em todas as esferas de vida. O Estado brasileiro, que tem um déficit histórico com a proteção dos direitos das mulheres, não pode, de forma crível, combater a violência ao mesmo tempo em que admite, nos seus quadros, agentes violentos. Os servidores públicos têm o dever de manter conduta compatível com a moralidade administrativa. Por essa razão, ante a notícia de possível prática de violência, a Diretora‑Geral do Supremo Tribunal Federal determinou a instauração de sindicância para apurar os fatos envolvendo o servidor Marcelo Pereira Pitella, que foi exonerado da função que ocupava no dia 22 de dezembro”. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro alegar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o verdadeiro autor, a censura persiste há quase um ano. Outros títulos também podem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que abordam diretamente a questão da restrição de livros e os acontecimentos no STF.
Disparos perto do Palácio Presidencial de Miraflores, em Caracas, acionam alerta máximo
Disparos foram registrados na noite de segunda‑feira (5) nas imediações do Palácio Presidencial de Miraflores, em Caracas, capital da Venezuela, provocando estado de alerta máximo entre as forças de segurança. O episódio ocorreu em um contexto de forte tensão política, após o ataque dos Estados Unidos e a captura do ditador Nicolás Maduro. Segundo informações confirmadas pela CNN, moradores relataram ter ouvido tiros próximos à Avenida Urdaneta, área situada nas proximidades do palácio presidencial. Um residente da região, que preferiu não se identificar, afirmou que os sons foram intensos e contínuos durante parte da noite. Imagens mostram disparos antiaéreos cruzando o céu de Caracas, enquanto outros vídeos, também checados, registram o barulho de tiros em diferentes pontos da capital. Posteriormente, o Ministério da Comunicação e Informação da Venezuela divulgou uma nota oficial esclarecendo que agentes da polícia teriam atirado contra drones que estavam “voando sem permissão” sobre áreas sensíveis da cidade. De acordo com o comunicado, “nenhum confronto ocorreu”, e a ação teria sido apenas preventiva. As autoridades venezuelanas sustentam que a situação está normalizada. O Ministério da Comunicação e Informação declarou que “todo o país está completamente calmo”, embora não tenha detalhado quem seria o responsável por operar os drones abatidos. Representantes dos grupos paramilitares também afirmaram que o cenário estaria sob controle.
AO VIVO: POSSÍVEL DELAÇÃO DE MADURO PÔE A ESQUERDA EM ALERTA (VEJA O VÍDEO)
A simples possibilidade de uma colaboração premiada envolvendo Nicolás Maduro passou a circular com força nos bastidores da política latino‑americana e já provoca inquietação em setores da esquerda regional. Ainda que não haja confirmação oficial de qualquer acordo, o cenário hipotético de uma delação do líder venezuelano — especialmente em processos conduzidos fora do país — é suficiente para acender alertas diplomáticos e políticos. Maduro é apontado por investigações internacionais como peça central de um sistema que mistura poder político, Forças Armadas e economias ilegais. Caso viesse a colaborar com autoridades estrangeiras, o impacto não se restringiria à Venezuela. Poderia atingir aliados, intermediários e governos que, direta ou indiretamente, mantiveram relações políticas, financeiras ou estratégicas com o regime chavista ao longo dos últimos anos. O temor do efeito dominó O principal receio, segundo analistas, é o efeito dominó. Uma eventual delação poderia detalhar rotas de financiamento, apoio logístico, articulações internacionais e mecanismos de sobrevivência do regime diante de sanções. Informações desse tipo, se corroboradas, teriam potencial para constranger partidos, lideranças e governos que historicamente defenderam Maduro no discurso público. Não por acaso, o tema é tratado com cautela. Publicamente, lideranças da esquerda evitam comentar o assunto ou classificam qualquer especulação como “teoria conspiratória”. Nos bastidores, porém, o cálculo é outro: uma delação abriria um flanco difícil de conter no debate público, sobretudo em um momento de crescente escrutínio sobre relações entre política e crime organizado na América Latina. Por que a hipótese não é descartada Em processos conduzidos por autoridades estrangeiras, especialmente nos Estados Unidos, a colaboração premiada é um instrumento recorrente. Em situações de pressão extrema — sanções, isolamento internacional e risco pessoal — acordos desse tipo deixam de ser impensáveis. A história recente mostra que líderes considerados “inabaláveis” já recorreram à delação como estratégia de sobrevivência. No caso de Maduro, o temor não está apenas no que ele poderia dizer, mas no que poderia provar: documentos, nomes, datas e fluxos financeiros. Mesmo uma colaboração parcial seria suficiente para reabrir debates que muitos consideravam encerrados. Silêncio estratégico O silêncio que predomina entre partidos e governos alinhados ao chavismo é revelador. Ninguém confirma, ninguém nega com veemência. O cálculo político parece claro: enquanto a delação é apenas uma possibilidade, o custo de enfrentá‑la publicamente pode ser maior do que o de ignorá‑la. Mas, nos bastidores, a hipótese já “tira o sono”. Porque, se um dia deixar de ser apenas especulação, a crise não será apenas venezuelana — será regional, política e profundamente embaraçosa para quem apostou, por anos, na blindagem do regime de Caracas.
CIA SE INFILTRA NO NÚCLEO CHAVISTA E AJUDA A LOCALIZAR MADURO
Uma operação sigilosa conduzida pela CIA dentro da Venezuela permitiu aos Estados Unidos mapear com precisão os movimentos de Nicolás Maduro e identificar seu paradeiro exato, segundo revelou o The Wall Street Journal, com base em fontes próximas ao caso. De acordo com a publicação, a estratégia estava em andamento desde agosto e tinha como objetivo coletar “dados extraordinários” sobre a rotina do líder venezuelano. O trabalho de inteligência incluiu o recrutamento de um informante inserido diretamente na estrutura do governo chavista. Conforme relataram fontes ao jornal, o colaborador fazia parte do círculo mais próximo e íntimo de Maduro, o que garantiu acesso privilegiado a informações sensíveis sobre seus deslocamentos e hábitos. Esses dados foram decisivos para a fase operacional. A partir das informações repassadas à inteligência norte‑americana, foi possível localizar Maduro e sua esposa, Cilia Flores, abrindo caminho para a ação militar que resultou na captura do casal durante uma operação executada pela Delta Force, unidade de elite do Exército dos Estados Unidos. “A agência de espionagem cultivou uma fonte dentro do governo venezuelano como parte do esforço para rastrear Maduro. Uma das pessoas indicou que a fonte da agência estava dentro do círculo íntimo de Maduro”, destacou o jornal norte‑americano. Com a localização precisa, a Delta Force conseguiu agir de forma cirúrgica, neutralizando rapidamente as defesas chavistas no ponto onde Maduro se encontrava. A operação foi descrita como altamente coordenada, envolvendo ações simultâneas em Caracas e em outras regiões estratégicas do país. Segundo informações da jornalista Jennifer Jacobs, da CBS News, a Delta Force liderou diretamente o operativo em território venezuelano. A ação, de acordo com fontes americanas, foi planejada para superar as camadas de segurança do regime e evitar qualquer reação organizada. “O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, foi capturado na manhã de sábado por membros da Delta Force, a principal unidade de operações especiais do exército dos Estados Unidos, segundo informaram funcionários americanos à CBS News”, afirmou Jacobs. A jornalista lembrou ainda que a mesma unidade foi responsável, em 2019, pela missão que resultou na morte do então líder do Estado Islâmico (ISIS), Abu Bakr al‑Baghdadi, reforçando o histórico de operações de alto impacto da força. Embora a Delta Force seja conhecida por seu perfil extremamente reservado, seu papel em missões contra o terrorismo internacional é considerado central. No caso venezuelano, porém, a ação não se limitou à atuação militar, sendo descrita como um esforço integrado que reuniu diferentes braços da inteligência dos Estados Unidos.