A COP 30, que aconteceu em Belém, já está entre os maiores erros do governo Lula, segundo o jornalista Glauco Fonseca, que comentou isso no Jornal do JCO.
Com síndrome rara, o pequeno João Guilherme luta pela vida e precisa de ajuda
João Guilherme nasceu em 21 de novembro, em Sarandi, no interior do Rio Grande do Sul. O parto foi difícil, quase tirando a vida da mãe, e os médicos descobriram que o bebê tem uma síndrome rara. Logo depois, os médicos pediram que ele fosse transferido para um grande hospital em Passo Fundo, RS. Especialistas disseram que o caso é crítico; Joãozinho sente dor constante e está lutando para sobreviver. A mãe, Sabrina, continua internada em Sarandi e ainda não pode ver o filho. Para ficar ao lado do filho, o pai foi direto a Passo Fundo, mas está com dificuldades para pagar comida, gasolina e hospedagem. O casal ainda tem quatro filhos pequenos, que estão sendo cuidados por parentes. Como ainda não sabem quanto tempo o bebê e a mãe vão ficar internados, o pai pede ajuda e socorro para enfrentar esse momento difícil.
Claudia Leitte passa mal, é hospitalizada e shows são cancelados
Claudia Leitte cancelou o show que estava marcado para esta sexta‑feira, 21, na Ópera de Arame, em Curitiba. Os médicos descobriram que ela tem broncopneumonia. Como a doença pede repouso total, ela teve que desistir dos dois shows previstos para o fim de semana. Claudia explicou que nos últimos dias sofreu refluxo, o que provocou tosse. A tosse trouxe falta de ar, e por isso ela foi ao Hospital Sírio‑Libanês, em São Paulo, buscar atendimento. Mesmo sem diagnóstico de vírus, ela decidiu, por conta própria, manter a agenda de shows, embora o médico tenha recomendado o contrário. Ela ainda tinha o show em Curitiba na sexta‑feira (21) e, no caminho de São Paulo ao Paraná, sentiu outra crise de falta de ar. O show de sexta‑feira (21) em Curitiba foi remarcado para 20 de março de 2026, e o de sábado (22) em Monte Alegre, Sergipe, foi reagendado para 20 de dezembro deste ano.
Nikolas prevê o pior…
Antes de prender Bolsonaro, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou que há quem queira ver o ex‑presidente morto. Ele disse que prefere não mencionar nomes para não se arriscar a processos. Segundo Nikolas, se Bolsonaro for mandado para um presídio, ele terá grande risco de não sobreviver. Quando perguntaram se ele falava de alguma autoridade em particular, Nikolas respondeu com uma série de perguntas para reforçar sua ideia. O ex‑presidente já sofre todas as crueldades que o “sistema” pode impor e, ainda assim, sua vida continua ameaçada.
Helder Barbalho cortou verba dos bravos bombeiros paraenses que salvaram a COP 30 de uma tragédia
Os bombeiros do Pará, que impediram uma grande tragédia na COP 30, agora enfrentam uma situação muito difícil no estado. A falta de competência na gestão pública levou o governador a cortar R$ 55 milhões do orçamento dos bombeiros. Curiosamente, no ano da COP 30 o orçamento dos bombeiros foi de R$ 430,6 milhões, menos que os R$ 485,8 milhões previstos para 2024. Os recursos de investimento também diminuíram: de R$ 8,6 milhões em 2024 para apenas R$ 5,6 milhões em 2025. Hoje, só conseguimos nos manter graças ao apoio dos nossos assinantes e parceiros.
Oposição faz pressão máxima para votar anistia e quer projeto na pauta amanhã
A prisão do ex‑presidente Jair Bolsonaro, nesta manhã de sábado (22), por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF, provocou reação da oposição, que agora quer acelerar o projeto de anistia no Congresso. A oposição vai colocar o tema na lista de exigências ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep‑PB), na reunião de líderes desta semana. O deputado Sanderson (PL‑RS) já pede que a votação do projeto seja marcada para segunda‑feira (24). A relatoria do projeto ficou a cargo de Paulinho da Força (SD‑SP), que só quer rever a dosimetria das penas. A oposição, porém, descarta a proposta.
“Moraes está jogando Bolsonaro para morrer na cadeia, por ação ou omissão”, afirma parlamentar (veja o vídeo)
O vereador Adrilles Jorge atacou duramente os senadores que mostraram um vídeo da inspeção na prisão da Papuda, onde Bolsonaro pode ser enviado.
A transferência de prisão de Bolsonaro acende um sinal de alerta institucional
Mover Bolsonaro da prisão provocou outra crise política e jurídica. Mesmo sendo só uma mudança de regime já definido, a medida reacendeu discussões sobre direitos básicos, justiça neutra e o uso do direito penal como arma de poder. Juristas e especialistas em processo penal concordam: o caso ameaça princípios da Constituição, ainda mais porque não há fatos novos, provas claras ou conduta específica contra Bolsonaro. A Constituição proíbe punir alguém por laços familiares ou políticos, e garante que ninguém pode ser preso sem prova concreta de crime definido e doloso. Mas a justificativa da decisão usa termos vagos como “risco democrático” e “abalo institucional”, ignorando o artigo 312 do CPP, que pede provas concretas de necessidade cautelar. Trocar regras claras por critérios subjetivos deixa espaço para interpretações exageradas e enfraquece o devido processo. A imparcialidade também está em questão. Autoridades que já se pronunciaram sobre o caso e o histórico de brigas políticas mancham a neutralidade que o judiciário deveria ter. Em vez de esclarecer, o processo parece confirmar uma história já montada, segundo os críticos. Especialistas em Direito Penal dizem que isso se parece com o “Direito Penal do Inimigo”, onde a pessoa não é julgada por atos, mas vista como ameaça ao Estado. Isso não afeta só o caso, mas toda a sociedade. Um precedente contra um opositor pode virar arma contra qualquer cidadão depois. O povo sente a tensão. Grande parte vê o caso como seletivo: políticos envolvidos em corrupção continuam livres e no poder, enquanto opositores recebem medidas extremas. Esse contraste gera sensação de injustiça e desconfiança nas instituições. Os críticos dizem que a decisão tem um grau de severidade que não se explica, já que Bolsonaro cumpria restrições e não mostrou risco imediato. Ainda chamam a justificativa de “cruel”, ao pintar o presidente idoso, com cirurgias e limitações físicas, como se fosse capaz de fugir, romper aparelhos, subir em telhados e chegar a embaixadas. Essa história gerou muitas piadas nas redes. Politicamente, alguns alegam que o caso vai além de esquerda e direita. Eles defendem que o debate sobre anistia não é partida política, mas questão de humanidade, empatia e paz nacional. A verdade é que a democracia precisa de freios e contrapesos. Se decisões judiciais virarem armas políticas, a confiança nas instituições cai. Quando a lei não controla abusos, ela mesma se torna um abuso. Policial federal, formado em Direito e Administração de Empresas.
Advogado de Zambelli cobra posição de Gilmar em caso de deputado petista que brigou na rua
Fabio Pagnozzi, que representa Carla Zambelli, usou as redes sociais para exigir que o ministro Gilmar Mendes dê uma punição ao deputado estadual do PT, Renato Freitas. Renato Freitas acabou se metendo numa briga de rua com um homem. Vídeos mostram que o deputado petista começou a confusão, agredindo o rapaz com a ajuda de um assessor. Mais tarde, em outra troca de socos, ele recebeu um forte golpe no nariz e passou a se fazer de vítima.
O preso político que não fugiu
Em setembro de 2025, a Primeira Turma do Supremo decidiu que ele deve cumprir 27 anos e três meses de cadeia por tentar um golpe, liderar uma quadrilha armada e praticar crimes contra a democracia. Ele já está inelegível até 2030 por abuso de poder. Agora vai para a prisão, talvez em regime fechado, e só poderá ficar em casa se a saúde deteriorar. Enquanto muitos réus ricos fogam para Miami, Lisboa ou Orlando, Bolsonaro chegou a Brasília direto de Orlando, encarou a crise judicial e afirmou: “Eu fico”. Ele decidiu ficar e assistir ao caos de perto. Com isso, ele faz algo que nenhum político brasileiro fez recentemente. Dirceu optou por negociar delação. Cunha tentou fugir, mas foi preso no aeroporto. Temer passou uma noite na prisão e depois se recolheu aos livros e entrevistas pagas. Em 2018, Lula pensou em pedir asilo na embaixada da Itália, mas o pedido foi negado e o país já estava cercado. Ele passou três meses nos EUA, com passaporte diplomático, filhos acomodados, conta cheia e sem risco de extradição. Poderia ficar lá. Não o chamariam de covarde, mas de “estratégico”. Ainda assim, voltou ao Brasil, quebrando todas as versões pré‑fabricadas. Primeira história que rola o dia inteiro: ele é um covarde que foge da justiça. Não funciona. Segunda versão: ele só pensa na família. Também não bate, porque se fosse proteger os filhos, teria ido para a Flórida. Terceira versão: ele é um louco perigoso que deve ser contido. Essa não explica por que ele mesmo se entregou. O que resta é algo que incomoda: Bolsonaro tem uma determinação que a política brasileira não vê há décadas. Pode ser teimosia, orgulho, missão messiânica ou cálculo de mártir, mas não é covardia. Isso irrita os opositores, que preferem a história do “ditador fugitivo”. Também incomoda parte dos aliados, que o veem como símbolo de resistência, enquanto gostariam que ele fosse apenas um candidato que entrega votos e fica na sombra. Hoje, quem defende sua prisão não são os inimigos, que já o consideram morto politicamente, mas alguns aliados que precisam do mártir para unir a base. Enquanto Bolsonaro aguarda o julgamento, o governo Lula não escapa da crítica. Prometendo moralidade, o PT volta a ter escândalos. Em 2025, a Operação Sem Desconto revelou um esquema bilionário no INSS, que desviou cerca de R$ 6 bilhões entre 2019 e 2024, cobrando descontos indevidos de aposentados idosos. Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi preso como líder do golpe, mas o que assusta é a ligação com o Planalto. Alessandro Stefanutto, ex‑presidente do INSS nomeado por Lula em 2023, foi detido na mesma operação que investiga os descontos ilegais. Também surgiram indícios de um sindicato ligado ao irmão de Lula, Frei Chico, vice‑presidente do Sindnapi, que alimentou a CPMI do INSS e já tirou Lupi do cargo. Em novembro, a Operação Coffee Break chegou à família de Lula. Carla Ariane Trindade, ex‑nora de Lula, foi alvo de buscas por tráfico de influência no MEC, envolvendo a empresa Life Tecnologia Educacional, que recebeu R$ 70 milhões em contratos superfaturados de kits e livros para escolas de São Paulo. Ao mesmo tempo, Kalil Bittar, ex‑sócio de Lulinha na Gamecorp, atuava como lobista e usou o nome do presidente para liberar verbas do FNDE. Lula não comenta, enquanto a PF diz ter “poucas dúvidas” de pagamentos em dinheiro à sua nora. Desde 2023, o governo cortou R$ 4,4 bilhões da Saúde em 2024, R$ 1,2 bilhão da Educação e mais R$ 3,8 bilhões em 2023, deixando hospitais, Farmácia Popular e livros didáticos sem recursos. As contas para 2027 apontam um déficit de R$ 10,9 bilhões só para cumprir os pisos constitucionais, apertado pelo arcabouço fiscal que Lula aprovou. Como diz o ex‑procurador Deltan Dallagnol, é o “velho jeito petista”: o Estado é dividido entre aliados e a corrupção surge como consequência. A contradição está clara. Enquanto isso, Nayib Bukele faz de El Salvador o país mais seguro das Américas, prendendo 1 % da população adulta, e o centro democrático brasileiro aplaude o “milagre”. No Brasil, ao prender um ex‑presidente sem crime de sangue, o mesmo centro finge que tudo está bem e diz que “as instituições funcionam”. Mas e os desvios no INSS? E a família de Lula no MEC? E os cortes que deixam crianças sem livros e idosos sem remédios? No final, Bolsonaro pode acabar na prisão, mas a lembrança não será a de um covarde que fugiu, nem a de um genocida. Será a de quem podia desaparecer e escolheu ficar para enfrentar um sistema que persegue uns e protege outros. Essa postura é rara na política, onde a maioria prefere fugir, delatar ou buscar o caminho mais fácil, enquanto escândalos de ambos os lados corroem a credibilidade de todos. Sou policial federal, formado em Direito e Administração de Empresas.