Janja, a primeira‑dama, ainda tem dificuldade com a língua. Ela não para de cometer erros estranhos e, sempre que fala, acaba insultando estrangeiros ou deturpa o português de forma gritante. Já vimos ela dizer ‘cidadões’, ‘abrido’, ‘ploblema’ e ‘inresponsabilidade’. Agora o erro caiu sobre a palavra ‘ATORAS’. Agora, ao falar de atrizes, Janja usou a palavra errada: ‘atoras’.
URGENTE: Incêndio na COP 30, era só o que faltava…
Um grande fogo pegou o pavilhão dos países na COP30. A confusão foi tanta que todos tiveram que sair imediatamente.
Alcolumbre está profundamente insatisfeito com indicação de “Bessias” e isso é um risco para Lula
Alcolumbre, presidente do Senado, não aceitou a nomeação de Jorge Messias para o STF e, segundo quem o conhece, isso pode atrapalhar a votação. Lula anunciou na quinta‑feira (20) que indicaria Messias, sem consultar Alcolumbre. O presidente do Senado tinha deixado claro, segundo fontes próximas, que preferia o senador Rodrigo Pacheco (PSD‑MG). A tensão entre o Palácio do Planalto e Alcolumbre aumentou quando a indicação do atual Advogado‑Geral da União foi oficializada. A maioria dos senadores também queria Pacheco, o que complica a situação para o governo. No início da semana, Lula se encontrou com Pacheco e, antes de fechar a escolha por Messias, disse ao senador mineiro que seguiria um “caminho diferente” para preencher a vaga no STF. Desde segunda‑feira, parlamentares de centro e da oposição procuraram Alcolumbre para registrar seu incômodo. Eles reclamam que o Senado está sendo tratado como mero passo final de uma decisão já tomada. Segundo quem está perto de Alcolumbre, ele não vai apoiar Messias, não vai trabalhar para sua aprovação e nem vai votar nele. A irritação aumentou porque Jaques Wagner (PT‑BA) teria se esforçado demais para defender o nome, indo contra a maioria dos parlamentares. Agora a indicação tem um caminho mais difícil. Messias será ouvido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e, depois, o nome vai para o plenário, onde precisa de pelo menos 41 votos favoráveis. Nos próximos dias, o indicado deve conversar com os senadores. Aliados de Alcolumbre dizem que o clima está “muito ruim” e que é a relação mais tensa deste mandato entre governo e Senado. Um sinal de mudança apareceu na recente recondução de Paulo Gonet para a Procuradoria‑Geral da República, aprovada com apenas 45 votos, bem abaixo dos 65 do ano passado. O Planalto leu o resultado de Gonet como um sinal de descontentamento. Para os líderes do Senado, a queda no número de votos mostra que o governo já não tem mais garantia automática de aprovação. Os parlamentares concluíram que o Senado deixou de ser o “colchão de segurança” de Lula, o que pode dificultar futuras indicações e projetos do Executivo na Casa.
Deputado que brigou na rua já foi cassado uma vez, mas foi reconduzido ao cargo por um ministro do STF
Em agosto de 2022, Renato Freitas, que na época era vereador de Curitiba, viu a Câmara Municipal cassar seu mandato. Naquele momento, foram seguidos todos os requisitos do regimento para tornar a cassação válida. A razão da cassação foi a invasão de uma igreja por Freitas, ato que a arquidiocese de Curitiba classificou como “profanação religiosa”. Com maioria absoluta, a Câmara decidiu cassar o mandato, tirando dele os direitos políticos. Por isso, enquanto a pena durar, ele ficou impedido de se candidatar a qualquer cargo. Entretanto, o ministro Luis Roberto Barroso anulou a cassação, devolveu o cargo a Renato Freitas e restaurou seus direitos políticos.
URGENTE: Lula confirma “Bessias”… Senado precisa impedir mais essa aberração
Na quinta (20), Lula recebeu no Palácio da Alvorada o ministro da AGU, Jorge Messias, para oficializar o convite ao STF. A escolha já estava feita desde outubro, mas o governo só divulgou agora. Lula deve tornar a nomeação pública ainda hoje, antes de seguir para São Paulo e depois para Joanesburgo, onde vai ao G20. Ele deixou a oficialização para depois de conversar com senadores. Messias dirige a AGU desde que o governo começou e sempre foi o candidato favorito ao STF. Mas o Senado já mostra resistência, já que cabe a ele aprovar a escolha do presidente. Antes da decisão, o ex‑presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD‑MG), era o nome mais cotado pelos parlamentares para o STF. Na segunda‑feira (17), Lula se encontrou com ele e comunicou que iria indicar Messias. Depois de saber da escolha de Lula, Pacheco anunciou que vai deixar a política e descartou a ideia de concorrer ao governo de Minas Gerais com o apoio do presidente. A decisão dele pesa bastante na disputa pela vaga no STF. Depois do convite, Messias vai começar o conhecido “beija‑mão” no Senado, conversando com senadores para ganhar apoio. Em seguida virá a sabatina na CCJ e a votação secreta no plenário, que são as etapas formais da nomeação.
Deputado petista que levou “surra” em briga de rua pode perder o mandato
Na quarta-feira (19), o vereador Guilherme Kilter (Novo-PR) apresentou um pedido de cassação contra o deputado estadual Renato Freitas (PT-PR) depois que vídeos mostraram o parlamentar em uma briga nas ruas de Curitiba. Kilter, ao falar do caso, lembrou de outras polêmicas de Freitas e disse que o deputado tem um padrão de comportamento repetido. Ele ainda citou um abaixo‑assinado que surgiu depois que Freitas protestou num supermercado de Curitiba, em junho. A petição tem mais de 21 assinaturas e, segundo Kilter, mostra que a gente já está se organizando para cobrar respostas e ação contra o deputado.
O “conselhão” do Banco Master precisa ser investigado. É de cair o queixo os nomes dos envolvidos…
No Comitê Consultivo e Estratégico do Banco Master, colocaram pessoas que se dizem especialistas em direito. Esses são os membros desse ‘conselhão’ problemático: O jornalista Cláudio Dantas comentou a situação assim: Precisamos cobrar uma investigação desse ‘conselhão’.
PF entra em parafuso e tenta entender como Ramagem saiu do país sem passaporte
A PF quer descobrir de que jeito o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) saiu do país. A polícia acha que ele passou a fronteira por um país vizinho e depois foi para os EUA. Depois de ser condenado no absurdo processo da trama golpista, Ramagem deve pedir asilo nos EUA e virar uma voz forte contra o que ele chama de tirania e abusos do governo brasileiro. Ainda, o fato de ele ter saído sem problemas mostra a incompetência da PF sob o comando de Lula. Se o governo pedir a extradição, vai sofrer mais um constrangimento e vergonha na cena internacional. Com tudo isso, o Brasil se afasta cada vez mais do resto do mundo.
Tiroteio em bar na Baixada Fluminense mata 3 e gera pânico (veja o vídeo)
Um bar no bairro Santa Rita, em Nova Iguaçu, foi alvo de um tiroteio que matou três homens. A Polícia Militar do Rio chegou ao local depois de receber aviso de disparos na Estrada de Adrianópolis. Quando a polícia chegou, encontrou os três mortos com tiros. A equipe isolou o local para guardar a cena, como manda o procedimento. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) passou a investigar. A Polícia Civil disse que já pediu perícia e está trabalhando para descobrir quem fez o crime e por quê. Ainda não se sabe quem eram as vítimas. A polícia tenta descobrir o motivo do ataque no bar. A DHBF está colhendo depoimentos e procurando imagens de câmeras de segurança para achar os autores do triple homicídio em Nova Iguaçu.
Numa semana trágica, Lula abre crise com Motta, tem desavença com Alcolumbre e perde trunfo eleitoral
Nesta semana, Lula brigou ao mesmo tempo com o presidente da Câmara e com o do Senado. Como se não bastasse, o senador Rodrigo Pacheco retirou o apoio a Lula como candidato ao governo de Minas em 2026. Isso põe em risco o plano de Lula em Minas, que tem 16 milhões de eleitores e é o segundo maior eleitorado do Brasil. Segundo ministros da equipe de Lula, o Planalto está simplesmente deixando a situação se desenrolar, sem intervir nos conflitos. O problema aparece a um ano do fim do mandato, quando Lula já deixou claro que quer concorrer à reeleição. A briga com Hugo Motta, presidente da Câmara, tem a ver com um projeto de lei que visa combater o crime organizado. Motta fechou um acordo com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas – outro Republicano que pode enfrentar Lula em 2026 – e colocou Guilherme Derrite como relator da proposta. Guilherme Derrite, que hoje é secretário de Segurança de São Paulo e ex‑policial militar, foi eleito deputado federal pelo Progressistas. Colocar Derrite como relator foi um revés para o governo federal, que perdeu o controle de um projeto que queria usar para melhorar sua imagem em segurança pública. A briga ficou mais quente quando Lula atacou o projeto de Motta e o presidente da Câmara rebateu que o governo “seguiu o caminho errado”. Lindbergh Farias, líder do governo, chamou isso de “crise de confiança” entre o Executivo e a Câmara. Ao mesmo tempo, Lula criou atrito com o Senado ao dizer ao senador Rodrigo Pacheco (PSD‑MG) que não o escolheria para um cargo no Supremo. Ele explicou que pretende indicar Jorge Messias, que hoje é advogado‑geral da União, para a vaga. No mesmo papo, Lula disse que quer Pacheco como candidato ao governo de Minas para reforçar sua base na reeleição. Pacheco, porém, respondeu que pretende deixar a política e voltar à advocacia. A escolha de Lula foi contrária ao que esperava Davi Alcolumbre, presidente do Senado, que queria Pacheco no Supremo. Mesmo que a indicação seja do presidente, o Senado tem que aprovar, precisando de pelo menos 41 dos 81 votos. Por isso, corre o boato de que o Senado pode rejeitar a escolha de Lula.