O estrategista político Jason Miller, um dos principais aliados e conselheiros do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou neste domingo (8) uma mensagem nas redes sociais direcionada diretamente ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação ocorreu após a divulgação de informações segundo as quais o magistrado teria trocado mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Em seu perfil no Instagram, Miller compartilhou uma reportagem publicada por um veículo estrangeiro que cobre temas ligados à América Latina e escreveu a expressão em inglês “Tick-tock, Xandão”. A frase costuma ser usada como metáfora para uma contagem regressiva, geralmente sugerindo que alguém pode enfrentar consequências ou problemas em breve. A publicação faz referência a mensagens que teriam sido enviadas por Vorcaro ao ministro do STF em 17 de novembro de 2025. Na mesma data, o banqueiro acabou preso pela Polícia Federal durante uma operação que investiga supostas fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. O conteúdo compartilhado pelo conselheiro de Trump foi publicado na última sexta-feira (6) pelo portal The Rio Times. A reportagem afirma que os diálogos “levantam questões sobre a natureza das relações” entre o ministro da Suprema Corte e o empresário do setor financeiro. No título do material divulgado pelo site — “Escândalo do Banco Master atinge o segundo juiz da Suprema Corte, Moraes” — também aparece o nome do ministro Dias Toffoli. O magistrado já atuou como relator de processos relacionados ao caso e foi citado anteriormente em reportagens que mencionam possíveis conexões com empresas ligadas a Vorcaro. Há informações que a velha mídia brasileira não teve coragem de noticiar. Escândalos como esse e detalhes das festas sexuais de Vorcaro para políticos e empresários poderosos estão no “documento” recém lançado: o livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. Ainda não se sabe por quanto tempo essa obra vai estar em circulação. O “sistema”, certamente, já está de olho e, por esse motivo, a editora liberou o FRETE GRÁTIS para todo o país. Acredite, o livro é a “autópsia do poder brasileiro”. Não perca essa oportunidade. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda Veja a capa:
Irã em crise: novo líder supremo estaria em coma após ataque que matou seu pai
A situação política no Irã ganhou contornos preocupantes de mistério nas últimas horas. Relatos divulgados por veículos internacionais indicam que o recém-nomeado líder supremo do país, Mojtaba Khamenei, pode estar em estado crítico após ter sido gravemente ferido durante os ataques militares que atingiram a liderança iraniana. Mojtaba assumiu o posto máximo do regime após a morte de seu pai, o aiatolá Ali Khamenei, assassinado em um bombardeio que atingiu o alto comando iraniano no início da guerra atual. A nomeação foi oficializada pela Assembleia de Peritos no início de março. Desde então, porém, o novo líder não apareceu em público, alimentando especulações sobre seu estado de saúde. Diversos relatos indicam que ele teria sido gravemente ferido no mesmo ataque, possivelmente com lesões severas no abdômen e até perda de uma perna. Segundo algumas fontes, Mojtaba estaria internado em estado crítico, possivelmente em coma, em um hospital de Teerã. Essas informações, no entanto, não foram confirmadas oficialmente pelo regime iraniano. Autoridades ligadas ao governo afirmam que o líder está “seguro e consciente”, embora reconheçam que ele sofreu ferimentos durante os bombardeios. A ausência prolongada do novo líder também levanta dúvidas sobre quem realmente está comandando o país neste momento. Analistas internacionais apontam que a Guarda Revolucionária Iraniana pode estar exercendo o poder real nos bastidores, enquanto Mojtaba permaneceria protegido em local secreto por motivos de segurança. Enquanto isso, a guerra na região continua se intensificando. O regime iraniano promete retaliações contra os Estados Unidos e Israel, mesmo diante das incertezas sobre a condição física de seu líder. Nos bastidores da geopolítica, a pergunta que muitos analistas começam a fazer é inevitável: quem realmente está no comando do Irã neste momento? Saiba tudo sobre a Guerra do Irã: https://immersia.digital/s/guerra-do-ira-v1
A extensa lista de jornalistas independentes, escritores e influenciadores perseguidos pelo regime nos últimos sete anos
Profissionais da CNN Brasil demonstram indignação com uma ordem de busca e apreensão determinada pelo ministro Alexandre de Moraes contra um jornalista maranhense. O comunicador foi acusado de “perseguição” ao ministro Flávio Dino após denunciar o suposto uso de um veículo do Tribunal de Justiça do Estado pela família do ministro. Na reportagem, o profissional da CNN cita como exemplo de ataque à imprensa a retirada do ar de uma reportagem da revista Crusoé, em 2019, que expunha a delação de Marcelo Odebrecht sobre o ministro Dias Toffoli ser o “Amigo do Amigo do meu Pai” nas comunicações da empresa. De forma equivocada, ele afirma que aquilo já era grave, mas que não chegou ao ponto de uma busca e apreensão. A narrativa ignora que Allan dos Santos foi alvo de busca e apreensão — e posteriormente de pedido de prisão — tendo que solicitar refúgio nos Estados Unidos. Seu portal, o Terça Livre, que registrava mais audiência que a própria CNN Brasil, foi simplesmente encerrado por decisão judicial. O mesmo ocorreu com o jornalista Oswaldo Eustáquio, que precisou buscar refúgio na Espanha. Independentemente de opiniões pessoais sobre eles, o fato é objetivo: foram perseguidos pelo regime brasileiro. Mas não foram apenas eles. Existe uma extensa lista de jornalistas independentes, escritores e influenciadores perseguidos pelo regime, sob aplausos dos “jornalistas profissionais”. Tudo isso nos últimos sete anos. Perseguidos políticos que a militância de redação “esquece” que existem: Bernardo Küster — Jornalista e youtuber, diretor do Jornal Brasil Sem Medo. Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781). Rodrigo Constantino — Economista, escritor e comentarista político. Contas de redes sociais suspensas por decisão de Moraes em janeiro de 2023 (Inq. 4.781 / Inq. 4.874). Contas bancárias bloqueadas. Passaporte cancelado. Segundo seus advogados, sem acesso integral aos autos. Guilherme Fiuza — Jornalista e escritor. Perfis em redes sociais suspensos por decisão judicial em janeiro de 2023, no âmbito dos inquéritos das Fake News e das Milícias Digitais. Investigado por suposta divulgação de discurso antidemocrático e de ódio. Paulo Figueiredo — Empresário, comentarista político e neto do ex-presidente João Figueiredo. Contas de redes sociais suspensas em janeiro de 2023 por decisão de Moraes. Contas bancárias bloqueadas. Passaporte cancelado. Reynaldo Bianchi Júnior (Rey Bianchi) — Youtuber e humorista. Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781). Quebra de sigilo bancário determinada. Bárbara Zambaldi Destefani (“Te Atualizei”) — Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021. Redes sociais bloqueadas. Fernando Lisboa da Conceição (Vlog do Lisboa) — Blogueiro e youtuber. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021. Redes sociais bloqueadas. Adilson Nelson Dini (Ravox Brasil) — Youtuber. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Prestou depoimento à PF. Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021. Redes sociais bloqueadas. Emerson Teixeira de Andrade (“Professor Opressor”) — Youtuber e professor. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Prestou depoimento à PF. Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021. Camila Abdo Leite do Amaral Calvo (“Divas da Opressão”) — Youtuber. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Prestou depoimento à PF. Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021. Alberto Junior da Silva — Youtuber (canal O Giro de Notícias). Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021. Roberto Boni (Canal Universo) — Youtuber. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021. Marcelo Frazão de Almeida — Engenheiro e influenciador digital. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Canal desmonetizado pelo TSE em agosto de 2021. Winston Lima — Blogueiro e organizador de atos pró-governo. Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781). Quebra de sigilo bancário determinada por Moraes. Edson Pires Salomão (Movimento Conservador) — Ativista e influenciador digital. Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781). Enzo Leonardo Suzin (“Enzuh”) — Youtuber. Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781). Paulo Gonçalves Bezerra — Influenciador digital. Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781). Rodrigo Barbosa Ribeiro (página “Movimento Conservador”) — Assessor do deputado estadual Douglas Garcia e responsável pela página “Movimento Conservador”. Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781). Marcelo Stachin — Membro de grupo bolsonarista que organizou manifestações na Praça dos Três Poderes. Alvo de busca e apreensão em maio de 2020 (Inq. 4.781). Ernani Fernandes Barbosa Neto — Mantinha página de apoio ao governo. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Thais Raposo Chaves — Mantinha página de apoio ao governo. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). Valter Cesar Oliveira — Influenciador. Alvo de busca e apreensão em junho de 2020 (Inq. Atos Antidemocráticos). General Paulo Chagas — General da reserva, candidato ao governo do Distrito Federal em 2018. Alvo de busca e apreensão em abril de 2019, nas primeiras operações do Inq. 4.781. Teve celulares e computadores recolhidos. Redes sociais bloqueadas. Richards Dyer Pozzer (“Dedé Pozzer”) — Influenciador digital e empresário. Preso em julho de 2024 na 4ª fase da Operação Última Milha (Abin Paralela), por envolvimento com o Gabinete do Ódio e produção de notícias falsas. Rogério Beraldo de Almeida (“Dallas Cowboy” / “DallasGin”) — Influenciador digital. Alvo de mandado de prisão na Operação Última Milha em julho de 2024 (Abin Paralela). Ficou foragido. Mateus de Carvalho Sposito — Ex-assessor da Secom no governo Bolsonaro e influenciador. Preso na 4ª fase da Operação Última Milha em julho de 2024 (Abin Paralela), acusado de integrar o “Gabinete do Ódio”. Alexandre Garcia — Jornalista veterano e comentarista político (Jovem Pan, Revista Oeste, Gazeta do Povo). Listado entre os alvos de investigação no âmbito dos inquéritos. Em setembro de 2023, a
“Érika Hilton é biologicamente um homem”, diz jornalista da Globo. Mais um processo… Veja o vídeo!
A estratégia fanática da deputada Érika Hilton saiu pela culatra. A postura raivosa com a qual ela avançou contra o apresentador Ratinho e contra as mulheres que discordam de seu posicionamento pegou muito mal. O jornalista Demétrio Magnoli foi categórico em sua análise: “Érika Hilton é um cabo eleitoral para Flávio Bolsonaro. Se uma mulher disser que ela é um homem biológico, ela processa. Ela usa a repressão estatal. Ela é extremamente autoritária, uma identitária fanática.” Veja o vídeo: Estamos sobrevivendo graças à ajuda de nossos assinantes e parceiros comerciais. Para fortalecer a nossa batalha, considere se tornar um assinante, o que lhe dará o direito de assistir o primeiro PODCAST conservador do Brasil e ter acesso exclusivo ao conteúdo da Revista A Verdade, onde os “assuntos proibidos” no Brasil são revelados. Para assinar, clique no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!
Bolsonaro internado em estado grave na UTI; Lula barra entrada de assessor de Trump no Brasil
O ex-presidente Jair Bolsonaro está em estado grave, diagnosticado com broncopneumonia bacteriana nos dois pulmões. Ele permanece internado na UTI do Hospital DF Star, em Brasília. A piora do quadro de saúde ocorreu logo após a polêmica envolvendo o assessor de Donald Trump. Lula proibiu a entrada de Darren Beattie, importante assessor de Donald Trump, que pretendia visitar Bolsonaro na prisão. A decisão levanta questionamentos sobre as intenções do governo petista: estaria Lula tentando evitar qualquer diálogo direto entre Bolsonaro e o governo Trump? Estaria o governo brasileiro buscando confronto aberto com os Estados Unidos? Enquanto isso, um jornalista maranhense se tornou alvo do Supremo Tribunal Federal após publicar reportagens sobre uso irregular de carros oficiais do Tribunal de Justiça do Maranhão por familiares do ministro Flávio Dino. Em outra decisão polêmica, o ministro Cristiano Zanin, do STF, negou a instalação da CPI do Banco Master na Câmara dos Deputados. Para comentar os assuntos, o programa recebe o professor Marcos Pizzolatto, o vereador Darcio Bracarense e o economista Paulo Kogos. Leia também: O carcereiro desafia os EUA Enlouquecido, Lula comete os mesmos erros de Maduro e do Aiatolá Ali Khamenei URGENTE: Moraes pode ser novamente punido pela Lei Magnitsky
Elon Musk reafirma previsão sobre prisão de Moraes: ‘Está a caminho’
O jornalista Glenn Greenwald, em publicação na rede social X, avaliou que a previsão de Elon Musk sobre a prisão de Alexandre de Moraes foi “potencialmente profética”, considerando a situação atual do ministro do Supremo Tribunal Federal. Em resposta, Elon Musk escreveu: “Ainda não, mas (a prisão) está a caminho. Por que arruinar briga comigo? Que bobagem”. Moraes se tornou uma figura conhecida fora do Brasil, e suas ações autoritárias são acompanhadas hoje em todo o mundo. O ministro lança uma cortina de fumaça tentando desviar a atenção de sua responsabilidade – e de sua esposa – no caso do Master, enquanto articula com o centrão para tirar Vorcaro da prisão. A manobra de hoje, que mobilizou a imprensa, foi a busca e apreensão contra um jornalista, num caso de uso indevido de veículo por Flávio Dino. O jornalista é acusado de perseguir o ministro. Uma cortina de fumaça. De qualquer forma, não é preciso ser profeta para perceber que a história de Moraes tem tudo para terminar mal. Musk apenas antecipou.
Quadro de Bolsonaro na UTI continua grave e Moraes coloca dois PMs na porta do quarto
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, em Brasília, em estado grave. Ele foi diagnosticado com broncopneumonia aguda, conforme informou o médico Brasil Caiado, responsável pelo acompanhamento do caso. Bolsonaro deu entrada no hospital nesta sexta-feira (13). O boletim médico emitido pela instituição confirmou o diagnóstico de “broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa”. Segundo o médico, há suspeita de esofagite, gastrite e refluxo. A explicação é que, quando o refluxo é aspirado para o pulmão, provoca uma pneumonia aguda grave. O senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente, ressaltou que o pulmão do pai nunca “encheu tanto de líquido”. De acordo com o boletim médico, Bolsonaro apresentou “quadro de febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios” ao dar entrada na unidade. Atualmente, o ex-presidente recebe tratamento com “antibioticoterapia venosa e suporte clínico não invasivo”. O hospital informou que Bolsonaro deve permanecer internado para continuidade do tratamento e para avaliações da equipe médica. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro recebeu autorização do ministro Alexandre de Moraes para acompanhar o ex-presidente durante o período de internação. Visitas dos filhos, da filha e da enteada também foram autorizadas. Contudo, a entrada de celulares ou outros dispositivos eletrônicos no quarto está terminantemente proibida. Além disso, Moraes determinou a presença mínima de dois policiais militares na porta do quarto do hospital, além de segurança e fiscalização 24 horas por dia do paciente.
Ditador de Cuba demonstra juízo, cede à pressão de Trump e faz anúncio histórico (Veja o vídeo!)
O coração do Foro de São Paulo talvez nunca tenha estado tão perto de cair. O ditador cubano anunciou em rede nacional que está negociando com o governo Trump — o mesmo governo que já conseguiu algo impensável até pouco tempo atrás: domesticar o regime venezuelano. Resultado? O fluxo de petróleo para a ilha-prisão dos Castro entrou em colapso. Sem petróleo venezuelano e sob duras sanções, o regime cubano está encurralado. A crise econômica se aprofunda. A população passa ainda mais fome. E a ditadura começa a procurar uma saída negociada para sobreviver. Depois de décadas organizando revoluções socialistas na América Latina, Havana agora precisa negociar com Washington para não quebrar. Se esse processo avançar, estaremos diante de algo histórico: a abertura do regime cubano e o fim de uma das ditaduras mais brutais do século XX. Na prática, seria um golpe devastador na esquerda latino-americana. Afinal, quase toda a esquerda da região — do chavismo ao lulismo — orbita politicamente em torno de Havana. Se Cuba cair, cai também o mito revolucionário que sustenta a narrativa da esquerda continental. Péssima notícia para o Descondenado Lula. E para toda a petralhada brasileira. Leandro Ruschel Estamos sobrevivendo graças à ajuda de nossos assinantes e parceiros comerciais. Para fortalecer a nossa batalha, considere se tornar um assinante, o que lhe dará o direito de assistir o primeiro PODCAST conservador do Brasil e ter acesso exclusivo ao conteúdo da Revista A Verdade, onde os “assuntos proibidos” no Brasil são revelados. Para assinar, clique no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!
Moraes proíbe visita de assessor americano a Bolsonaro e desafia os EUA
O ministro Alexandre de Moraes proibiu a visita de Darren Beattie, assessor sênior do Departamento de Estado dos EUA, ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A autorização havia sido concedida dias atrás, mas a permissão foi revogada. Alguns interpretaram inicialmente a autorização como uma espécie de gentileza do ministro em retribuição às tentativas cordiais de aproximação do senador Flávio Bolsonaro, uma espécie de acordo entre cavalheiros. A revogação, porém, demonstrou o contrário. Alexandre de Moraes já acumulou diversos papéis no cenário jurídico brasileiro: juiz, investigador, advogado, promotor, vítima e acusador, quem prende e quem solta. Seu papel mais destacado, porém, é no caso do ex-presidente Jair Bolsonaro. Bolsonaro está isolado em ano eleitoral, impedido de ter contato que poderia fortalecer a oposição. A proibição da visita do assessor americano impede que o ex-presidente compartilhe sua versão dos fatos com um representante dos Estados Unidos. A decisão foi fundamentada em considerações sobre o visto de Beattie e a soberania brasileira. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, justificou a proibição como ação para preservar o país de “indevida ingerência” dos EUA. A medida ocorre em contexto eleitoral, com o líder da oposição mantido isolado enquanto o atual governo busca a reeleição.
Voto de André Mendonça revela detalhes explosivos de esquema criminoso do Banco Master
O Supremo Tribunal Federal manteve nesta sexta-feira (13) a prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro. O ministro André Mendonça apresentou um voto robusto de 53 páginas respondendo aos questionamentos da defesa. O documento demonstra que as apurações da Polícia Federal permanecem em andamento, com quantidade expressiva de material coletado ainda aguardando exame pericial. A decisão se fundamentou em diversos elementos investigativos contundentes. Entre eles estão a presença de grupo armado com participantes ainda não localizados, informações digitais que não passaram por análise, movimentação para venda de aeronave e apurações sobre tentativa de cooptação de influenciadores digitais. O magistrado ressaltou que os elementos probatórios são considerados consistentes. Múltiplas linhas de investigação seguem abertas. Os advogados de Vorcaro haviam questionado as imputações da Polícia Federal. A defesa sustentou que os acontecimentos seriam anteriores à primeira detenção do investigado. Mendonça não acolheu essa tese. O ministro afirmou existirem indícios adequados de “continuidade delitiva”. A argumentação da defesa foi rejeitada com base nos elementos sólidos reunidos pela investigação. O voto trouxe informação reveladora sobre o material probatório que embasou a prisão do banqueiro. As evidências utilizadas resultaram do exame de um único aparelho celular. Foram recolhidos nove dispositivos móveis com Vorcaro. As mensagens que fundamentaram a decisão judicial provêm de apenas um desses equipamentos. “Portanto, além da conclusão das análises relativas ao primeiro celular apreendido, ainda há 8 celulares por examinar”, registrou Mendonça. O magistrado sustentou que a seriedade dos acontecimentos já identificados justifica plenamente a medida restritiva por ele determinada. A análise dos demais aparelhos pode revelar novos elementos comprometedores para a investigação. A Polícia Federal detém quantidade expressiva de dados coletados que não receberam análise completa. Essa situação foi indicada como um dos fatores que evidenciam a necessidade de preservação da prisão durante o prosseguimento das apurações. O volume de material pendente de exame foi considerado relevante para a decisão. Mendonça contestou firmemente a alegação defensiva de que a existência de grupo direcionado para ações violentas seria “mera ilação” das apurações. Os representantes legais de Vorcaro haviam argumentado que não foi comprovado que o grupo chamado “A Turma”, coordenado pelo “Sicário” e com participação de Vorcaro, teria finalidade de práticas ilícitas. O ministro trouxe no voto situações concretas de perseguição a adversários e ex-empregados do empresário. “A autoridade policial identificou e comprovou a prática de atos de ameaças concretas, como se exemplifica a partir do episódio envolvendo ex-funcionário”, afirmou Mendonça. Os episódios foram apresentados como demonstração de que as ações não constituem especulação. Foram obtidas conversas que relatam ameaça ao ex-capitão da embarcação de Vorcaro por sete milicianos. Esse acontecimento foi empregado pelo magistrado para evidenciar que as ações violentas não representam suposição, mas acontecimentos comprovados pela apuração. O caso foi considerado exemplo concreto das práticas investigadas. O voto apresentou justificativa de que ainda existe risco real na investigação. Mendonça trouxe evidências de que ramificações da organização permanecem operantes e representam perigo. A Polícia Federal possui indícios de que a “Turma” pode ser formada por até seis membros. Esses integrantes ainda não foram adequadamente identificados pelas autoridades. “Portanto, a organização ainda se apresenta como uma perigosa ameaça em estado latente, pois conta com integrantes que ainda estão à solta. Nesse cenário, não se identifica qualquer indício de que as atividades ilícitas praticadas pela organização criminosa teriam cessado até o momento em que prolatada a decisão ora submetida a referendo”, escreveu Mendonça. A presença de integrantes não identificados e potencialmente em atividade constitui elemento relevante para avaliar os riscos associados à eventual liberação do investigado. Essa circunstância foi indicada como justificativa para preservação da medida cautelar. A possibilidade de continuidade das ações ilícitas foi considerada na decisão. Outros suspeitos já são conhecidos pela polícia e forneceram depoimentos. Durante a deflagração da operação policial foram interceptados suspeitos de integrarem o núcleo tecnológico utilizado pelo grupo para realizar hackeamentos e invasões. A abordagem ocorreu em rodovia federal. “Na data da deflagração da terceira fase da Operação, através de abordagem realizada pela Polícia Rodoviária Federal, no quilômetro 871 da BR-381, em veículo de propriedade de Phillipi Mourão (o ‘Sicário’), que estava sendo conduzido por terceiro, identificaram-se dois potenciais integrantes do núcleo da organização criminosa conhecido como ‘os meninos’, os quais seriam responsáveis pelas investidas de hackeamento e invasão digital perpetradas pela ‘Turma’”, escreveu Mendonça. Os dois suspeitos interceptados prestaram depoimentos às autoridades policiais. A abordagem aconteceu em veículo de propriedade de Phillipi Mourão. O veículo estava sendo conduzido por terceiro. Os suspeitos identificados seriam responsáveis pelas investidas de hackeamento e invasão digital perpetradas pela organização. Existem outras apurações em curso sobre a atuação ilícita de Daniel Vorcaro após a primeira fase da operação policial. Entre essas apurações está o chamado “Projeto DV”. A denominação foi dada a uma tentativa de influenciar publicações nas redes sociais. A investigação específica foi mencionada no voto. “Não se pode olvidar, ainda, as iniciativas relacionadas ao denominado ‘Projeto DV’, posto em prática após a deflagração da primeira fase da operação, e que, nada obstante seja objeto de investigação específica, foi devidamente abordado pela autoridade policial para demonstrar a contemporaneidade do contexto delitivo identificado”, escreveu Mendonça. O projeto tinha como objetivo arregimentar influenciadores oferecendo propostas de até R$ 2 milhões. Os influenciadores veiculariam conteúdos favoráveis a Vorcaro. Levantariam questões sobre a atuação do Banco Central. A investigação específica sobre o projeto foi abordada pela autoridade policial para demonstrar a contemporaneidade do contexto delitivo identificado. Mendonça relatou uma série de manobras financeiras ainda em curso pela organização criminosa apontada pela Polícia Federal. Entre essas manobras está a tentativa de venda de uma aeronave. O caso foi apresentado como evidência de risco de dilapidação patrimonial. “[É] mister realçar que, apesar das diversas ordens de bloqueio das constrições patrimoniais implementadas por ocasião da primeira fase da operação, o risco atual e iminente de dilapidação patrimonial relacionado aos ativos do agravante restou evidenciado, dentre outros fatos, a partir da noticiada tentativa de alienação repentina de aeronave avaliada em aproximadamente R$ 538 milhões de reais e que estaria sendo posta à venda por US$ 80 milhões,