Um piloto morreu após a queda de uma aeronave ultraleve na zona rural de Piên, município da Região Metropolitana de Curitiba. O acidente fatal ocorreu neste domingo (8). O Corpo de Bombeiros atendeu a ocorrência e constatou o óbito no local. A aeronave havia decolado de Trombudo Central, cidade localizada no Alto Vale de Santa Catarina. O piloto era a única pessoa a bordo no momento do acidente. A vítima foi identificada como Walter Siegel Neto. O avião envolvido no acidente possui o prefixo PU-GCF. O modelo é um monomotor ultraleve Storch S500, fabricado em 2013. A Polícia Militar acionou os órgãos competentes para investigar as circunstâncias do acidente. A Força Aérea Brasileira foi notificada sobre o ocorrido. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos foi chamado para apurar o episódio. O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos também integra o conjunto de órgãos responsáveis pela investigação. De acordo com os bombeiros, o avião bateu contra uma fiação elétrica antes de cair. Na sequência, a aeronave ficou presa entre árvores. Os bombeiros foram acionados pelo proprietário do terreno onde o avião caiu e, no local, isolaram a área.
Esposa de Alexandre de Moraes nega mensagens de banqueiro e agrava contradição com versão do ministro
A advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, negou ter recebido mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro. A declaração foi divulgada neste domingo (8). As mensagens teriam sido enviadas em 17 de novembro, data da primeira prisão do empresário. “A dra. Viviane Barci de Moraes informa que não recebeu as referidas mensagens”, afirmou a advogada em comunicado distribuído à imprensa. A negativa contrasta diretamente com a versão apresentada anteriormente pelo ministro Alexandre de Moraes ao responder questionamentos sobre o caso. Moraes havia afirmado que os prints das mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro estavam “vinculados a pastas de outras pessoas”. O ministro também declarou, em comunicado divulgado pelo STF, que a “mensagem e o respectivo contato estão na mesma pasta do computador de quem fez os prints”. Ele se referia aos arquivos extraídos de um dos aparelhos celulares do proprietário do Banco Master. Segundo reportagens publicadas pelo jornal O Globo, as mensagens enviadas por Vorcaro tinham como objetivo encontrar uma solução para evitar a liquidação do banco. O banqueiro relatou negociações que mantinha com o mercado árabe. Ele buscava alternativas para salvar a instituição financeira. “Fiz uma correria aqui para tentar salvar. Fiz o que deu, vou anunciar parte da transação”, teria escrito Vorcaro. A mensagem foi enviada pouco antes de o grupo Fictor Holding Financeira anunciar ao mercado a aquisição do Master. O conteúdo indica tratativas comerciais relacionadas à situação financeira do banco. O escritório de Viviane Barci de Moraes mantinha um contrato mensal com o Banco Master no valor de R$ 3,6 milhões para defender os interesses da instituição. A informação levanta questionamentos sobre o destinatário das mensagens enviadas por Vorcaro. Existe uma relação profissional entre a advogada e o banco. O conteúdo das mensagens tratava de negociações e estratégias para evitar a liquidação do banco. As tratativas relatadas por Vorcaro envolviam aspectos comerciais e jurídicos relacionados à defesa dos interesses da instituição financeira. O tipo de discussão caracteriza conversas entre cliente e advogado. Alexandre de Moraes não apresentou esclarecimentos sobre a existência de eventuais tratativas com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. As conversas teriam o objetivo de discutir a liquidação do Master. A ausência de explicações sobre esse ponto permanece sem resposta. Os arquivos extraídos do celular de Daniel Vorcaro pela Polícia Federal representam uma parcela do total de conversas armazenadas no aparelho. O restante do material permanece sob custódia da corporação. O conteúdo não foi divulgado publicamente.
Explicação de Viviane Barci sobre contrato de R$ 129 milhões levanta ainda mais suspeitas
A tentativa de justificativa só piorou a situação. R$ 129 milhões por 94 reuniões e 36 PDFs. Os escritórios mais caros do Brasil cobram uma fração mínima desse valor para serviços de consultoria semelhantes. Não existe qualquer justificativa razoável para esse contrato, nem para as conversas entre Vorcaro e Moraes, especialmente no momento crítico do colapso do banco. Por essa razão, o ministro continua negando os contatos, mesmo após a perícia da Polícia Federal ter apontado sua existência. Se a advogada era de fato sua esposa, contratada por valores exorbitantes, por que o banqueiro não entrou em contato diretamente com ela? Fica evidente o que essa montanha de dinheiro representa. Leandro Ruschel. Abaixo, a opinião relevante e elucidativa do deputado Maurício Marcon: “A esposa do Alecrim Dourado divulgou uma notinha dizendo que ganhou os 129 milhões por alguns PDFs e mais uns conselhos. Ninguém acreditou, mas essa é a versão dela. Fazendo um exercício de futurologia, imaginem o Vorcaro delatando (algo muito provável) e dizendo que tal consultoria jamais existiu e que o dinheiro era mesmo para comprar a ‘caneta’ do Alecrim. Como ficaria a família Moraes diante disso? O contrato é uma farsa, só que admitir isso levaria Xandy para cadeia.” A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber Veja a capa:
Estratégia da Lava Jato pode se repetir: vazamentos em conta-gotas antes de delações
Durante a Operação Lava Jato, a Polícia Federal adotava a tática de liberar informações de forma fragmentada, enquanto parte dos investigados era monitorada. Os telefonemas assustados dos alvos revelavam os próximos passos das operações, permitindo que as investigações avançassem de forma estratégica. Outro elemento importante eram as contradições que surgiam entre os depoimentos, como aconteceu no caso de Xerxes, que acabaram se tornando ferramentas investigativas decisivas. Seguindo esse padrão histórico, a expectativa é que não haja delações imediatas no caso atual. A previsão é que os vazamentos dos três celulares apreendidos sejam liberados aos poucos, mantendo o escândalo alimentado e sob os holofotes da opinião pública. A estratégia seria prolongar o gotejamento de informações até por volta de agosto. Somente quando o material dos aparelhos se esgotar é que as autoridades aceitariam acordos de delação premiada. A ordem esperada seria primeiro os outros nove réus do processo e, por último, Vorcaro.
A arrogância dos togados: ministros do STF sob suspeita de corrupção seguem julgando o país (Veja o vídeo!)
Este artigo, escrito em 03/05/2017, nunca foi submetido para publicação. O texto é recuperado de arquivos diante dos enormes escândalos do roubo dos aposentados do INSS e do Banco Master, que expõem o caráter de alguns ministros do STF. Entre esses ministros destacam-se Dias Toffoli, manjado desde antigos carnavais, e Alexandre de Moraes, já definido por Gilmar Mendes como “fortaleza moral” e autor de um “trabalho heroico” em favor da democracia. Os semelhantes se identificam, se protegem e se admiram. Fernandinho Beira-Mar deve ser um admirador intransigente de Marcola. Gilmar o é de Moraes. Vivêssemos em uma democracia ocidental verdadeira e teríamos Dias Toffoli e Alexandre de Moraes já na cadeia, pelos seus envolvimentos com o bandido Daniel Vorcaro, autor da maior fraude bancária da História, aqui incluído o contrato de R$ 129 milhões de reais, pagos em prestações de R$ 3,6 milhões por mês com a esposa de Moraes. No Brasil, esses dois ministros continuam usando a suprema toga e julgando a todos sem a mínima condição moral para isso. O indivíduo que classificou Moraes de “fortaleza moral” acaba de conceder um habeas corpus à empresa MARIDT, de Toffoli, livrando-a do escrutínio da CPI do Congresso, em curso. Habeas corpus concedido a pessoa jurídica, veja-se só. Qualquer aluno de Direito, ao final da primeira fase, sabe que habeas corpus (tradução literal: você tem um corpo) só é aplicável a pessoas físicas, jamais jurídicas. Este é o discernimento de Gilmar Mendes, notabilizado por rasgar a Constituição e pisotear o arcabouço jurídico do país. Na realidade, Gilmar Mendes é um medíocre, uma pessoa muito deletéria ao país. Foram esses fatos recentes que motivaram a recuperação do artigo intitulado Arrogância Suprema, que segue reproduzido: Ricardo Boechat comenta a “patifaria” da trinca anti-Lava Jato da 2ª turma do STF. Apresenta também momentos do julgamento do habeas corpus de José Dirceu, o mago dos grandes corruptos nacionais. Naquela ocasião, o cruzado maior do movimento de soltura de arqui-bandidos, Gilmar Mendes, teve um ato falho quando demonstrou, além do que sempre demonstrara, o imenso ego que carrega. Disse o pavão supremo do STF: “Não podemos ter medo da opinião pública, ou não seríamos SUPREMOS”. Dá asco ver este indivíduo falar, tal a arrogância e boçalidade que emana de sua linguagem falada e corporal. Ele é a suprema arrogância e o supremo nojo. Certa vez alguém falou, em tom de absoluta reverência: “O Mendes tem doutorado na Alemanha”. Ora, vá dizer isto a quem passou a vida cuidando de pós-graduação. Vá dizer isso a quem já coordenou a pós-graduação em Engenharias, na CAPES, para todo o Brasil. Sim, Gilmar Mendes é doutor pela universidade alemã de Münster, ranqueada, em 2016, pelo Word University Rankings, em 161º lugar no mundo. Neste mesmo ranque a USP ocupa a 102ª posição, ou seja, 59 pontos acima da universidade de Münster, de Mendes. Se tivesse à frente um processo de pedido de bolsa em Direito para Münster, a recomendação seria recusar o pedido. Seria recomendado que pedisse bolsa para a USP, entre outras universidades brasileiras. Os custos, para o órgão brasileiro de fomento, seriam bem menores. A qualidade do curso, a pensar-se no ranque acima referido, seria, em princípio, maior. Afinal, por que e para que se investe tanto em um ranque? Não será para este tipo de avaliação? É aí que reside o velho truque: faz-se o doutoramento em um grande e reputado país, mas numa universidade de baixa reputação de qualidade. As pessoas comuns não sabem que todos os países centrais possuem universidades excelentes, boas e ruins. A ideia geral é a de colar a reputação científica, tecnológica e cultural de um país em todas as suas universidades. Ledo engano. Mas vem daí a velha tentação, tão cara neste país, de se seguir uma linha de clivagem, para depois tentar parecer que se pastou do mesmo pasto duro daqueles que frequentaram as excelentes e mais rigorosas universidades. Isto funciona para iludir as pessoas comuns, mas não para quem liderou a criação do curso de pós-graduação em Engenharia Mecânica da UFSC e foi coordenador das Engenharias III, da Capes, um órgão do MEC. Esta pessoa, Gilmar Mendes, nunca impressionou, a não ser pela arrogância e pelo empenho em liberar bandidos de alto coturno. Boechat também explica o que tem escapado a muitos: enquanto a Lava Jato se limitava a pegar corruptos do PT e figurões de empresas públicas e privadas, Mendes não se incomodou. No mensalão, aliás, bateu duro nos corruptos do PT, então defendidos por Lewandowski e Toffoli. Na época estavam Mendes de um lado e Lewandowski e Toffoli na trincheira oposta, a trincheira do PT no Supremo. Mas foi só a Lava Jato começar a atingir indistintamente figurões do PMDB e, principalmente, do PSDB de FHC, a quem Mendes servira como chefe da AGU, que este se levantou. Levantou-se trêfego e raivoso e começou a vociferar contra o juiz Sérgio Moro, a Força Tarefa da Lava Jato, o MPF e a ameaçar com “encontros contra as prisões prolongadas” de mega-corruptos, coitadinhos. Aliás, vociferar em frente às câmeras é seu prazer predileto, que o digam o seu hoje aliado Lewandowski e o ministro Marco Aurélio. E quando Mendes vocifera, o seu melhor argumento não é jurídico: é o argumentum ad hominem. Neste tipo de argumento, o que se faz é fugir da questão de fundo a atacar quem argumenta em contrário. Exemplo: Mendes, no julgamento que soltou Dirceu, chamou os procuradores da Lava Jato de “inexperientes e infantis”. Isto não é argumento que um juiz, qualquer juiz, possa usar na questão em tela. Não há substância jurídica nisso. Argumentum ad hominem é o último recurso do covarde. Nesta cruzada contra a Lava-Jato, as trincheiras que no mensalão estavam separadas agora se uniram e Mendes, Lewandowski e Toffoli passaram a formar uma trinca aguerrida. No mesmo diapasão de Boechat, a ministra aposentada do STJ, Eliana Calmon, afirma, em entrevista à Folha de São Paulo de 16/04/2017: “A Lava Jato pegará o Poder Judiciário num segundo momento.” Estará nesta
A frase que revela o erro de cálculo de Daniel Vorcaro na briga com André Esteves
A Polícia Federal extraiu do celular de Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master, conversas que revelam o confronto do executivo com André Esteves, proprietário do BTG Pactual. O material foi apreendido no mesmo dia em que Vorcaro manteve comunicações com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Os diálogos entre Vorcaro e Martha Graeff, sua namorada naquele período, registram críticas diretas ao dono do BTG. O executivo do Master responsabilizava o rival pela publicação de matérias negativas sobre sua instituição. Em determinado momento, Vorcaro chegou a revelar que pensava em Esteves durante treinos de luta para melhorar seu desempenho. Na última mensagem enviada a Moraes antes da detenção, o banqueiro mencionou que esperava “batidas do Esteves” relacionadas ao acordo divulgado com o grupo Fictor. O Banco BRB anunciou no final de março a compra do Master. No dia 31 daquele mês, quando a operação ganhou destaque na imprensa, Vorcaro confidenciou a Martha que achava “muito ruim” a visibilidade provocada pela divulgação do negócio. O executivo reclamou da quantidade de jornalistas “descendo o cacete” na cobertura. Ele admitiu que “não tinha o que fazer” a não ser “encarar essa” situação. Martha perguntou “E o André”. A resposta de Vorcaro revelou sua postura diante do confronto com o rival: “Não entro em guerra pra perder com o Senhor dos Exércitos”. A frase expressa a narrativa que Vorcaro construía sobre seus confrontos com grandes bancos, demonstrando uma confiança que mesclava elementos religiosos com sua estratégia de enfrentamento no mercado financeiro. O BTG havia participado meses antes de tratativas para comprar o Master por um real. A operação não avançou porque o Fundo Garantidor de Crédito rejeitou ficar com os passivos da instituição. Diversos CEOs e controladores de bancos procuraram o Banco Central naquele momento para expressar oposição ao acordo com o BRB. A preocupação era que o prejuízo recaísse sobre o FGC, financiado principalmente pelas grandes instituições. O BTG negociava nos bastidores a possibilidade de adquirir parte dos ativos do Master. Os bancos argumentavam que o BC deveria partir para liquidação, evitando que o rombo do fundo com o Master aumentasse. Na conversa de 31 de março, Martha questionou Vorcaro sobre o que Esteves havia dito na reunião com Galipolo. “Ele ta desvairado kkkk”, respondeu o dono do Master. “Descontrolou”. Martha riu e comentou: “Não deve estar dormindo”. Vorcaro reforçou: “Ficou falando conversa de quinta série. Inacreditável. Que alguem falou que falei mal”. Ela observou: “Que preguiça, ele desce o pau em você e tem a coragem de falar isso”. Ele respondeu: “Eu falei com ele. Eu quem escutei isso e isso. Aí ficou tipo dois adolescentes”. O executivo do Master concluiu: “Se eu segurar 2 semanas a pressão de mídia acabou”. A previsão demonstrava confiança na própria estratégia apesar da pressão midiática. A expectativa não se confirmou nos dias seguintes. Três dias após a conversa inicial, Vorcaro admitiu: “Tô apanhando e batendo o dia inteiro. Foi muito pior do que eu imaginava. Muito.” Martha demonstrou preocupação e perguntou: “Amor do céu, e agora?”. A resposta de Vorcaro indicava que o confronto havia se tornado público. Ele afirmou: “Agora a guerra com o André tá exposta. Ao menos as pessoas do mercado entendem que as matérias ruins estão erradas e compradas por ele”. O executivo do Master atribuía ao dono do BTG a origem de reportagens negativas sobre sua instituição financeira. O banqueiro mantinha essa versão nas conversas com a namorada durante todo o período de negociações. No dia 4 de abril, segundo relato de Vorcaro nas mensagens, André Esteves propôs uma “trégua” entre os dois banqueiros. Durante esse encontro, o proprietário do BTG teria apresentado uma oferta para que o Master abandonasse as negociações com o BRB e fechasse acordo com o banco privado. Os detalhes específicos dessa proposta não foram mencionados nas conversas. A reportagem procurou André Esteves para comentar as declarações atribuídas a ele por Vorcaro. O banqueiro do BTG optou por não se pronunciar sobre o assunto. Vorcaro descreveu à namorada como transcorreu a reunião matinal. Ele escreveu: “Já estive com André, na casa dele cedo. Está baleado também, com a voz até fraca, querendo trégua, falando pra baixarmos a bola e a poeira”. Horas após o encontro, o banqueiro enviou a Martha um link de publicação especializada em negócios. O artigo tinha como título “Os estratagemas de André Esteves para brecar a operação entre o Banco Master e o BRB”. A namorada reagiu com xingamentos direcionados ao concorrente. Ela quis saber como havia terminado a conversa da manhã. O dono do Master informou que levou seu sócio Augusto Lima à reunião. Ele justificou: “Levei para ter uma testemunha”. Vorcaro mencionou que Lima conseguia imitar Esteves de maneira cômica. Em seguida, relatou declarações que teriam sido feitas pelo proprietário do BTG durante o encontro. Segundo a versão de Vorcaro, Esteves teria dito: “André disse que era o maior banqueiro do mundo. E ele era Deus que apareceu na nossa vida, que tínhamos que agradecer a Deus a proposta dele e esquecer o BRB”. Naquele período, Vorcaro garantia à companheira que a probabilidade de fracasso do acordo com o banco de Brasília era nula. Ele aparentemente não demonstrava interesse em incluir o dono do BTG na operação que estava sendo estruturada. O banqueiro explicou a Martha por que havia comparecido ao encontro com Esteves. Vorcaro afirmou: “Fui lá porque o Banco Central pediu, porque ele é ardiloso. Entra na mente dos caras do Bacen”. O executivo do Master atribuía à autoridade monetária a solicitação para que dialogasse com o proprietário do BTG. Ele caracterizava Esteves como alguém capaz de influenciar os técnicos do Banco Central. As fraudes praticadas pelo Banco Master foram descobertas pelas autoridades competentes nos meses subsequentes. A operação de venda para o BRB não se concretizou conforme o planejado inicialmente. Daniel Vorcaro terminou preso pela Polícia Federal. No final das contas, uma frase elucida o comportamento de Vorcaro e o seu erro de cálculo: “Não entro em guerra pra perder com o Senhor dos
Jornalista da Globo chega ao extremo: “Eu acho que o Supremo devia acabar” (veja o vídeo)
O embate entre a Rede Globo e o Supremo Tribunal Federal (STF) alcançou um estágio outrora inimaginável. Fernando Gabeira disse em alto e bom som: “Eu acho que o Supremo devia acabar”. Imaginem se essa frase saísse da boca de um bolsonarista… Veja o vídeo: A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber Veja a capa:
Lula usa TV Brasil para fazer campanha contra feminicídio e tentar capitalizar votos
Um governante especialista em ludibriar o povo e a república utiliza canais oficiais do governo para capitalizar votos. Este é o caso da campanha contra o feminicídio veiculada pela TV Brasil. Luís Inácio Lula da Silva, que só faz mal ao país e aos brasileiros, demonstra mais uma vez sua incoerência ao transformar uma causa legítima em palanque eleitoral. Não há muito mais o que falar de quem já é mal falado no mundo inteiro. Todos já conhecem o seu caráter.
Preso em cela de concreto, banqueiro Vorcaro perdeu tudo e só tem um caminho: delatar
O banqueiro Daniel Vorcaro passou o primeiro fim de semana sob custódia no sistema penitenciário federal enfrentando uma mudança brusca de rotina. Acostumado ao cotidiano luxuoso e à intensa agenda de reuniões e viagens, o empresário agora passa a maior parte do tempo confinado em uma cela individual de concreto, com circulação restrita e horários rigidamente controlados dentro da Penitenciária Federal em Brasília. A proteção bilionária que ele construiu durante anos está cambaleante e já não funciona mais. O banqueiro perdeu quase tudo no processo que o colocou atrás das grades. Entre as perdas pessoais, Vorcaro foi abandonado pela namorada e confidente, a influenciadora Martha Graeff, que terminou o relacionamento quando da primeira prisão, em novembro. Diante do cenário desfavorável, resta ao banqueiro apenas um caminho a seguir: delatar todo mundo, arrumar outra namorada e viver com os bilhões que ainda lhe restam.
Atleta sofre parada cardíaca e morre durante Ironman 70.3 em Curitiba
Um atleta sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu durante a realização da prova Ironman 70.3, em Curitiba, neste domingo (8). A vítima passou mal durante a etapa de ciclismo da competição e chegou a ser atendida pela equipe médica do evento, mas não resistiu. Em nota, a organização do Ironman informou que a identidade do atleta e demais informações sobre o ocorrido não serão divulgadas em respeito à família da vítima. Após ser atendido pela equipe de primeiros socorros do evento, o atleta foi encaminhado ao atendimento médico em uma rede hospitalar da Região Metropolitana de Curitiba. Em nota, o Ironman Brasil lamentou a morte do atleta e afirmou que está prestando apoio à família da vítima. Esta foi a primeira prova do Ironman 70.3 na capital do Paraná. O evento é uma das principais competições de triatlo do mundo e conta com percursos de 1,9 km de natação em águas abertas, 90 km de ciclismo e 21,1 km de corrida.