O advogado Paulo Faria afirmou que uma reportagem da CNN confirma que agentes da Polícia Federal, em solo americano, monitoraram Alexandre Ramagem por semanas até descobrirem endereço, veículo e sua rotina. Em outubro de 2025, a defesa de Flávia Magalhães, cidadã americana e brasileira que foi monitorada por agentes da PF à paisana, denunciou a prática ilegal e criminosa ordenada por Alexandre de Moraes, agora indiciado pela CPMI do Crime Organizado juntamente com seus comparsas supremos. O advogado Paulo Faria questionou diretamente o jornal Estadão sobre uma notícia publicada em 21 de outubro de 2025, que ele classificou como farsa mentirosa para defender Moraes da acusação de envio de agentes da PF para os Estados Unidos para monitorar e prender Flávia Magalhães. Um trecho da matéria do Estadão relembrada por Faria dizia: “Em 8 de fevereiro de 2024, Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva de Flávia pelos crimes de associação criminosa e incitação ao crime. ‘A investigada insiste no descumprimento de decisões por mim anteriormente proferidas ao continuar divulgando notícias fraudulentas nas redes sociais’, justificou Moraes.” No mandado, aparece o nome Flávia Magalhães Soares, que consta na cidadania americana de Flávia, segundo ela afirma em vídeo nas redes sociais. A alegação de que Moraes teria determinado que a PF fosse aos EUA vigiar e prender Flávia foi feita por Paulo Faria nas redes sociais. A postagem atingiu mais de 700 mil visualizações e 4 mil compartilhamentos no X. O relato dele deu origem a uma série de outros posts e foi repercutido por Flávia em entrevistas. Em pelo menos uma delas, Flávia afirma que a ordem de Moraes não era para a PF prendê-la nos EUA, mas sim sequestrá-la. Segundo Faria, Flávia foi incluída no chamado inquérito das fake news, que tramita sob sigilo no STF e tem Moraes como relator. O advogado afirma ter tido acesso recente aos autos, onde constaria, segundo ele, prova de que o ministro do STF determinou a ordem ilegal. O projeto Comprova pediu a Faria acesso a esses documentos, mas o advogado não quis compartilhá-los. Agora, a CNN confirma que documentos, incluindo fotos, comprovam que a Polícia Federal monitorou Alexandre Ramagem em solo americano de forma ilegal. Eduardo Tagliaferro também relatou que agentes da PF à paisana o monitoraram na Itália. Paulo Faria questionou até quando a instituição Polícia Federal se sujeitará aos caprichos criminosos de Alexandre de Moraes. O advogado comemorou poder desmentir o Estadão, que questionou a postura da defesa de Flávia Magalhães ao denunciar o monitoramento e possível sequestro de Flávia Magalhães dentro dos Estados Unidos de forma ilegal. A defesa de Flávia Magalhães informa que irá noticiar as autoridades americanas das revelações atualizadas sobre a atuação de agentes de ligação da Polícia Federal em solo americano.
Menos de 48h após ser eleito, prefeito é alvo da PF e afastado do cargo por suspeita de ligação com facção criminosa
O prefeito de Cabedelo (PB), Edvaldo Neto (Avante), foi afastado do cargo nesta terça-feira (14) por decisão judicial, no âmbito de uma operação da Polícia Federal que investiga suspeitas de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos e possíveis vínculos entre agentes políticos e organização criminosa. A medida ocorreu poucos dias após o político vencer a eleição suplementar realizada no domingo (12). Ele já ocupava o cargo de forma interina desde 2025, após a cassação do então prefeito André Coutinho (Avante), que também é investigado por suspeitas semelhantes. Com o afastamento determinado pela Justiça, a administração municipal de Cabedelo passa a ser conduzida pelo presidente da Câmara Municipal, José Pereira, conforme previsto na legislação. De acordo com a Polícia Federal, as investigações apontam para a existência de um esquema que envolveria integrantes da cúpula política local, empresários e membros da facção conhecida como “Tropa do Amigão”, associada ao Comando Vermelho. O grupo é suspeito de ter movimentado até R$ 270 milhões por meio de contratos considerados fraudulentos. Durante a operação, foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão em diversos endereços, incluindo um apartamento ligado ao prefeito afastado, localizado em Intermares. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre os materiais recolhidos pelas autoridades. Além de Edvaldo Neto, outros servidores públicos também foram afastados por decisão judicial. Os nomes, entretanto, não foram informados. Segundo a Justiça, a medida visa evitar interferências nas investigações em andamento. A ação é resultado de uma força-tarefa que reúne a Polícia Federal, o Ministério Público da Paraíba, por meio do Gaeco, e a Controladoria-Geral da União (CGU), reforçando o caráter integrado das apurações. Em nota, a defesa do prefeito afirmou que o afastamento é provisório e não implica reconhecimento de culpa. Os advogados negam as acusações e sustentam que não há qualquer ligação do gestor com organizações criminosas, classificando as denúncias como “inverídicas”. O secretário ligado à Prefeitura de João Pessoa, Rougger Guerra, também mencionado nas investigações, declarou que foi surpreendido pela operação, negou envolvimento e informou que deixou o cargo na administração municipal. Outros nomes citados, como o ex-prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo, e Cynthia Cordeiro, que ocupava cargo na gestão municipal, não haviam se pronunciado até a última atualização. A eleição suplementar que resultou na vitória de Edvaldo Neto foi convocada após decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), que cassou os mandatos de André Coutinho e da vice-prefeita Camila Holanda, igualmente por suspeitas de ligação com organização criminosa. Embora eleito para um mandato que se estenderia até 2028, a continuidade da atual gestão municipal dependerá do avanço e das conclusões das investigações em curso.
Cantor sertanejo é preso por violência doméstica e descumprimento de medida protetiva
Na manhã de segunda-feira (13), a Polícia Civil realizou a prisão preventiva de um homem investigado por violência doméstica em Passo Fundo, no interior do Rio Grande do Sul. A ação foi conduzida pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), sob coordenação da delegada Rafaela Weiler Bier. O suspeito, identificado como cantor sertanejo, foi localizado em sua residência, situada no bairro Santa Terezinha. Considerando o histórico de comportamento agressivo, os agentes montaram um cerco tático no local antes de efetuar a prisão. Após ser encontrado dentro do imóvel, ele foi encaminhado à delegacia para os trâmites legais. De acordo com registros policiais, o investigado descumpriu uma medida protetiva de urgência no dia 3 de abril de 2026, ao entrar em contato com a vítima por meio de mensagens. Dias antes, em 31 de março, a mulher já havia procurado a Polícia Civil para denunciar as agressões, apresentando provas como mensagens, fotografias e laudos médicos. Nos depoimentos prestados, a vítima relata uma série de episódios violentos ocorridos ao longo do relacionamento. Entre as denúncias, constam agressões físicas, incluindo socos no rosto que teriam causado lesões graves, além de ameaças, perseguições e intimidações constantes. Mesmo com a ordem judicial em vigor, o suspeito teria insistido em manter contato e se aproximar da vítima. Diante da repetição das condutas e da gravidade das acusações registradas, a autoridade policial solicitou a prisão preventiva, que foi autorizada pelo Poder Judiciário. Após os procedimentos na DEAM, o homem foi levado ao Presídio Regional de Passo Fundo, onde permanece à disposição da Justiça. As investigações continuam sob responsabilidade da Polícia Civil.
Lula afirma que Ramagem “foi um golpista” e deve cumprir 16 anos de prisão no Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência e ex-deputado federal Alexandre Ramagem deverá ser trazido de volta ao Brasil para cumprir a pena imposta pela Justiça. Alexandre Ramagem foi condenado a 16 anos e um mês de prisão e acabou detido pelo serviço de imigração dos Estados Unidos na última segunda-feira (13/4), conforme informações divulgadas recentemente. “O Ramagem, acho que vai vir para cá. A direita brasileira está dizendo que ele foi preso numa ‘multazinha’. Não, ele foi preso, ele já estava condenado a 16 anos nesse país. Ele foi um golpista que está condenado. Ele tem que voltar para o Brasil para cumprir sua pena”, afirmou o petista. A prisão ocorreu em Orlando, onde o ex-parlamentar foi abordado por agentes do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos (ICE). Após a detenção, ele foi encaminhado a um centro específico para custódia de imigrantes, em razão de pendências relacionadas ao seu status migratório. Primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato Flávio Bolsonaro Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Senador Eduardo Girão denuncia enterro prematuro da CPI do Crime e alerta para blindagem do governo Lula aos ministros do STF
O senador Eduardo Girão utilizou sua conta no X para denunciar o que chamou de encerramento forçado da CPI do Crime. Segundo o parlamentar, a comissão foi enterrada de forma prematura pela omissão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre. “Hoje, às 14 horas, será a última reunião da CPI do CRIME, que foi mais uma exitosa a ser enterrada de forma prematura e forçada pela omissão do presidente do Senado Federal”, declarou Girão. O senador criticou duramente Alcolumbre, acusando-o de prestar um desserviço ao país e expor a “covarde subserviência da Casa Revisora da República”. Girão destacou que a CPI investigou e está pedindo o indiciamento e impeachment dos poderosos de plantão, incluindo atividades suspeitas relacionadas ao Banco Master. “Tentamos prorrogar essa CPI que, aos trancos e barrancos – no limite de nossas forças – investigou e está pedindo o indiciamento e impeachment dos poderosos de plantão e suas atividades suspeitas, como no caso do Banco Master”, afirmou o parlamentar. Eduardo Girão revelou que assinou, junto com outros 27 senadores, um pedido para que os trabalhos da comissão pudessem ser prorrogados por pelo menos 60 dias. Segundo ele, este é o desejo da ampla população brasileira, já que o assunto transcende política e é questão de ética. O senador fez um alerta direto ao governo Lula: “Fiquemos atentos aos movimentos do Governo Lula que pode tentar blindar hoje os ‘supremos’… Não desistiremos!” Girão encerrou sua manifestação com uma declaração de fé e perseverança: “Que a Verdade, a Justiça e o bom senso prevaleçam em nossa Nação! Jesus no comando.” Em movimento paralelo, surgem as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato Flávio Bolsonaro Os interessados em adquirir as camisetas podem acessar o link: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Lula reagiu com irritação ao ver Flávio Bolsonaro à frente nas pesquisas e ordena medidas populistas às pressas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria reagido com irritação ao receber os números da pesquisa Datafolha divulgada no fim de semana, que mostra Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente em um eventual segundo turno das eleições de 2026. Segundo o jornalista Cláudio Humberto, a crise nos números fez o presidente determinar que os ministros adiantem projetos com algum apelo popular para tentar estancar a sangria na popularidade. A previsão é que um programa voltado ao endividamento familiar seja antecipado e anunciado já na próxima semana. O fim da escala 6×1 também deve ganhar força dentro do governo. A estratégia do Planalto é clara: reverter a maré desfavorável para Lula e mitigar o estrago eleitoral causado pela inflação, que ainda deve se agravar em razão da alta dos combustíveis. Um dos pontos que mais preocupa a ala petista é que Flávio Bolsonaro superou numericamente Lula antes mesmo de anunciar quem será o vice na chapa. No Planalto, a leitura é de um cenário cada vez mais favorável para o filho de Jair Bolsonaro, que naturalmente deve herdar os votos da direita no segundo turno. Apesar da alteração que coloca Flávio em vantagem nas pesquisas, Lula ainda tem afirmado que segue na disputa e espera uma melhora no segundo semestre do ano.
Caciques do PT cobram ‘projeto’ para Abin que eles mesmos enfraqueceram ao longo dos anos
Matéria recente da Carta Capital, intitulada “Aliados históricos apontam fragilidade da Abin e cobram projeto de Lula”, apresenta como cobrança legítima a frustração de José Genoino, Ricardo Berzoini e José Dirceu com a suposta fragilidade da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). O que fica evidente, porém, é o oposto: um grupo de dirigentes petistas tentando preencher o vácuo de poder que o próprio governo Lula criou. O seminário “Inteligência de Estado na democracia” foi realizado na última quinta-feira (9), em Brasília, organizado pela Intelis, entidade que representa os servidores e oficiais de inteligência da Abin, e pela Unipop (Instituto Universidade Popular), organização de formação política e educação popular historicamente alinhada à esquerda. A Intelis atua como representante corporativa dos profissionais da agência, defendendo a carreira, o concurso público e o fortalecimento da inteligência de Estado. Já a Unipop tem perfil de formação militante e promoção de direitos, com forte viés progressista. Juntas, serviram de palco para que ex-dirigentes petistas declarassem que “o Brasil não tem inteligência de Estado”, que a Abin está “no limbo”, sem diretrizes claras da Casa Civil, e cobrassem um projeto estratégico do presidente. O que esse grupo esperava, ao tirar a Abin do GSI (com forte presença militar) e colocá-la sob a Casa Civil logo no início do mandato, era um comando político firme, ou seja, alinhado ao projeto do PT. Em vez disso, encontraram um órgão órfão, sem liderança efetiva na Casa Civil, com orçamento modesto de R$ 933 milhões em 2026, dos quais apenas R$ 81 milhões, menos de 10%, destinados às atividades-fim de informação e inteligência, sendo o restante majoritariamente comprometido com pensões e sem as orientações que imaginavam receber. O artigo de Barrocal dramatiza os números e repete o mantra da “visão de inimigo interno” herdada da ditadura, elogiando indiretamente a extinção do GSI por Dilma. O que não se diz é que esse esvaziamento não começou agora. A Abin patina há anos, inclusive nos governos petistas anteriores, porque a inteligência de Estado nunca foi prioridade real quando o poder estava consolidado. O que incomoda, de fato, esses aliados é a falta de “diretrizes claras” que sirvam ao partido. A agência vive, de fato, momentos delicados. Sob a direção de Luiz Fernando Corrêa, indicado pelo Planalto, enfrentou indiciamentos na Polícia Federal, atritos com a corporação, pedidos de afastamento de servidores e descontentamento interno. Relatórios como “Desafios de Inteligência 2026” são produzidos, mas o ruído sugere ausência de comando coerente. O que o seminário da Intelis e da Unipop propõe, na prática, é trocar uma suposta tutela militar por uma tutela partidária explícita. Querem uma Abin “civil” e forte, mas forte para supostamente servir ao projeto de poder do PT em 2026, não necessariamente ao Estado brasileiro como um todo. Inteligência de Estado exige profissionalismo, continuidade institucional, recursos bem aplicados e, acima de tudo, imparcialidade. Não se constrói isso com seminários organizados por entidade corporativa dos próprios servidores da Abin em parceria com instituto de formação política de esquerda, nem com cobranças públicas de ex-presidentes do PT, conforme está sendo feito no presente. Os aliados históricos observaram que a Abin está abandonada e foram, eles próprios, deixados de lado pelo governo que ajudaram a reconduzir ao poder. A fragilidade existe. Mas a solução não está em politizá-la ainda mais, sob o disfarce de “reformulação estratégica”. Está em profissionalizá-la, longe de dirigentes frustrados que hoje cobram o que não souberam construir quando tiveram oportunidade. A Abin continua órfã. Os que se candidatam a novos “pais” já perceberam que o berço está vazio, porque o governo preferiu manter a agência no limbo a assumi-la abertamente como instrumento de poder.
O desmonte silencioso das Forças Armadas: equipamentos sucateados, missões esvaziadas e tropa sem orgulho
O afundamento do porta-aviões NAe São Paulo, em 2023, não foi apenas o fim de um navio. Foi o símbolo de uma era que se encerrou de forma melancólica para a Marinha e, por extensão, para todas as Forças Armadas brasileiras. O gigante de 260 metros, capaz de lançar caças A-4 Skyhawk, foi comprado da França em 2000 e representava o orgulho naval da América Latina. Porém, deteriorado, carregando amianto e sistemas obsoletos, tornou-se um fardo impossível de manter. Sem estaleiros ou portos dispostos a recebê-lo, restou ao Brasil afundar seu próprio porta-aviões no Atlântico. Mas o caso do NAe São Paulo não é isolado. Assim como o porta-aviões foi sucateado sem substituição, outros equipamentos militares terrestres também tiveram destinos semelhantes. Tanques de guerra, veículos blindados e munições foram aposentados sem reposição adequada. Infelizmente, não há dados públicos consolidados sobre quantos veículos foram desativados sem substituição — e essa ausência de transparência é, por si só, um sinal preocupante da fragilidade institucional. Hoje, às Forças Armadas restam tarefas burocráticas ou simbólicas, como pintura de meio-fio e atividades sem relevância estratégica. Viaturas ficam paradas por falta de combustível, e pequenos barcos que poderiam atender populações em desastres naturais permanecem inoperantes. Jatos militares carecem de manutenção e modernização e, muitas vezes, a Força Aérea Brasileira (FAB) é subutilizada transportando políticos e autoridades. Helicópteros que poderiam salvar pessoas não saem do chão, e ainda existe o risco de nem conseguirem pousar de novo. Nessas situações de desastres naturais, quem assume o protagonismo é o Corpo de Bombeiros, muitas vezes sem o apoio disciplinado e logístico que deveria vir das Forças Armadas. No passado, nenhum soldado podia sair às ruas sem sua farda impecável. Hoje, muitos evitam revelar que são militares. O corte de cabelo tradicional, antes símbolo de disciplina, praticamente desapareceu, numa tentativa de não serem reconhecidos. O que se vê é um desmonte silencioso: equipamentos sucateados, missões esvaziadas e uma tropa que perdeu o orgulho de se mostrar como parte da defesa nacional. O afundamento do porta-aviões foi apenas o episódio mais visível de uma crise muito mais profunda.
Flávio dispara e “jogada de mestre” de Nikolas pode garantir a vitória no 1º turno (Veja o vídeo!)
Enquanto alguns o criticam, Nikolas age. Como disse Flávio, “é um moleque de ouro”. Nikolas lançou uma campanha incentivando jovens de 15 a 17 anos a tirarem o título de eleitor. Nikolas alerta: “Tira o título e vota, para pelo menos você poder cobrar em quem votou. Se não, nem reclamar depois você vai poder.” Ao estimular o alistamento eleitoral precoce, Nikolas promove não apenas o exercício consciente da cidadania, mas também uma defesa contra a manipulação política, fortalecendo uma geração capaz de cobrar contas e influenciar o futuro do Brasil com maturidade e autonomia, em contraste com a estratégia de vitimização e dependência cultivada pela esquerda. Essa iniciativa tem força para garantir a vitória de Flávio já no 1º turno, vez que esse eleitorado tem uma enorme rejeição ao PT e a tendência é o voto no candidato do PL. Veja o vídeo:
Receita Federal desmonta versão de Viviane Barci e aprofunda crise do casal Moraes
Uma nota publicada pelo jornalista Cláudio Humberto revela que a documentação apresentada pela Receita Federal à CPI do Crime Organizado derruba a versão montada pela advogada Viviane Barci. E para complicar ainda mais, cria um outro problema para o casal Moraes. Documentos da Receita Federal entregues à CPI do Crime Organizado desmontam a versão do escritório de advocacia da esposa do ministro Alexandre de Moraes sobre uso de jatinho do Banco Master. A versão apresentada é que se tratava de fretamento e o valor seria descontado dos R$ 3,6 milhões mensais pagos ao escritório pelo banco. Barci de Moraes tentava afastar as hipóteses de doação ou benefício indevido, mas, segundo fontes da CPI, os documentos da Receita apontam pagamento integral das parcelas mensais de R$ 3,6 milhões, sem qualquer abatimento ou retenção pelo suposto aluguel do avião. Sem Registro Contábil Também não há ou não foram apresentados registro contábil, nota fiscal ou comprovante de transferência que comprove o desconto alegado. Imposto Não Perdoa Independentemente de locação ou doação, o benefício econômico auferido pelo escritório obriga o recolhimento de tributos. Sem Comprovantes Dependendo da natureza jurídica do fretamento, são devidos IRRF, PIS, Cofins, CSLL, talvez IOF ou ITCMD. Mas nada indica que foram pagos. Situação Só Piora A evidência apresentada, se confirmada, pode transformar uma simples justificativa contábil em indício concreto de irregularidade fiscal.