O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, decidiu escalar o conflito diplomático com os Estados Unidos ao revogar as credenciais de um servidor americano que atuava no Brasil. Em entrevista à GloboNews, Rodrigues afirmou categoricamente: “Retirei credenciais hoje do servidor dos EUA que aqui estava.” A medida foi adotada pela PF em resposta à decisão das autoridades norte-americanas de cancelar a credencial de um delegado brasileiro após a prisão de Ramagem. O episódio marca mais um capítulo de tensão entre Brasil e Estados Unidos, com Andrei Rodrigues optando por uma postura de confronto direto com a administração Trump. A decisão de revogar as credenciais do servidor americano demonstra a disposição do diretor-geral da PF em adotar medidas retaliatórias, mesmo diante da potência do governo norte-americano.
Diretor-geral da PF tenta justificar volta de delegado ao Brasil: ‘Não houve expulsão dos EUA’
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que o retorno do delegado Marcelo Ivo de Carvalho ao Brasil ocorreu por determinação própria, e não por imposição direta das autoridades norte-americanas. Segundo Rodrigues, “não há nenhuma expulsão de funcionário brasileiro. Ele voltou por determinação minha, em razão desse episódio para que nós consigamos esclarecer se há um processo formal no Departamento de Estado, no próprio ICE…seja onde for”. O jornalista Paulo Figueiredo não perdoou: Andrei “Pinóquio” Rodrigues… Ai aí.. O diretor da Polícia Federal do Lula mente de forma patológica. Entre ele e o Departamento de Estado, em quem você acreditaria? Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
AGU de Lula recua após tentativa de censura contra jornalistas críticos ao PL da Misoginia
A Advocacia-Geral da União (AGU) voltou atrás em sua iniciativa anterior e passou a defender que conteúdos publicados por jornalistas não sejam removidos da plataforma X, mesmo quando tratem de críticas ao chamado PL da Misoginia. A mudança de posicionamento foi formalizada por meio de uma notificação extrajudicial enviada na sexta-feira (17), na qual o órgão enfatiza a necessidade de respeito à liberdade de imprensa. No documento, assinado pelos advogados da União Raphael Ramos Monteiro de Souza e Clarice Calixto, há a orientação de que as análises de remoção de conteúdo considerem exceções aplicáveis à atuação jornalística. “Solicita-se que, na análise dos conteúdos cuja remoção foi solicitada, seja observado o disposto no § 1º, inciso VI, do normativo supracitado, de modo que não sejam removidas postagens efetuadas por profissionais da imprensa”, registra o texto. Dias antes, em 14 de abril, a AGU havia solicitado a retirada de publicações após provocação da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP). Segundo a parlamentar, os conteúdos em questão seriam “sem contexto” e poderiam comprometer a compreensão pública sobre o Projeto de Lei nº 896/2023, voltado ao enfrentamento da violência de gênero, além de prejudicar a imagem do processo legislativo. A repercussão negativa foi intensa, especialmente nas redes sociais e entre profissionais da comunicação. A jornalista Madeleine Lacsko, que teve um de seus perfis incluídos entre os notificados, criticou duramente a medida inicial. “Nunca vi uma excrescência autoritária desse nível no governo federal”, afirmou à época. Posteriormente, ela também promoveu uma transmissão ao vivo intitulada “Live da Censura”, ampliando o debate sobre liberdade de expressão. Após o recuo, Madeleine voltou a se manifestar, defendendo que autoridades envolvidas apresentem retratação pública. “É o mínimo que pessoas decentes fariam depois de tentar assassinar a reputação de alguém que, coincidentemente, expõe como Erika Hilton persegue sistematicamente mulheres brasileiras”, escreveu. Em nota oficial, a AGU esclareceu que o pedido inicial teve como objetivo combater a disseminação de informações falsas relacionadas ao Projeto de Lei nº 896/2023. De acordo com o órgão, algumas publicações utilizavam trechos que não pertenciam ao texto aprovado no Senado, mas sim a outro projeto, o de nº 4.224/2024, o que teria gerado desinformação. Ainda segundo a instituição, esse tipo de conteúdo compromete não apenas a compreensão pública, mas também a credibilidade do Poder Legislativo. A AGU destacou que a própria plataforma X identificou violação de seus termos de uso e optou por remover as postagens indicadas. O órgão também reforçou que não houve, em nenhum momento, intenção de censurar a imprensa ou restringir a liberdade de expressão. Conforme ressaltado, normas internas da AGU vedam expressamente qualquer medida que limite a atuação de jornalistas ou parlamentares, respeitando as garantias constitucionais. Por fim, o advogado-geral da União em exercício, Flavio Roman, declarou que “A atuação da PNDD/PGU — neste e em outros casos — tem sido pautada, portanto, pela defesa das ações dos Poderes Públicos e pelo fortalecimento das liberdades constitucionais, incluindo a liberdade de expressão e de imprensa.”
Advogado alerta: STF impõe poder acima da República e envergonha o Brasil (veja o vídeo)
A CPI do Crime Organizado expôs crises profundas no cenário político e jurídico brasileiro. Em análise contundente, o advogado Fabio Pagnozzi expressou forte indignação com a atual situação do país, criticando as recentes manobras políticas. “Nós brasileiros temos que aceitar o Senado se submeter a isso? Quem descobre algo ilegal envolvendo uma autoridade muito grande é perseguido…”, questionou Pagnozzi de forma incisiva. O advogado alertou para o perigoso desequilíbrio na separação dos poderes e o excesso de autoridade da Suprema Corte. “O STF manda mais que um presidente da República, manda mais que o Senado Federal”, afirmou. Para Pagnozzi, a mais alta cúpula do judiciário falha em sua missão constitucional. Segundo ele, os ministros não dão o exemplo à nação e envergonham a população brasileira. Apesar do cenário preocupante, Fabio Pagnozzi mantém a esperança de que a tripartição de poderes seja restaurada e o Brasil volte a ser respeitado. Veja o vídeo: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Juliano Cazarré lança projeto sobre masculinidade e é atacado por colegas da Globo
Ciente de que enfrentaria forte reação, o ator Juliano Cazarré, 45 anos, decidiu lançar o encontro “O Farol e a Forja”, programado para ocorrer entre os dias 24 e 26 de junho no Centro Universitário Católico Ítalo-Brasileiro, localizado em Santo Amaro. A proposta do evento é discutir a atuação do homem contemporâneo em diferentes esferas, como trabalho, família, fé cristã e práticas esportivas. Como previsto, a iniciativa rapidamente provocou uma onda de ataques de esquerdistas. O ator Paulo Betti, fã do petista Lula, declarou que Cazarré demonstra “tanto convencimento, que se refere a si na terceira pessoa, como se fosse uma entidade”. Julia Lemmertz afirmou que “Deus tenha piedade dessa nação”, enquanto Betty Gofman classificou o ator como “criatura incompreensível”. Já o humorista Tiago Santinelli associou Cazarré ao movimento digital “redpill”, frequentemente criticado por promover discursos considerados misóginos. Veja: Por outro lado, milhares de apoiadores do ator saíram em defesa do projeto.
Lula se intromete em questão militar dos EUA e defende Cuba contra eventual intervenção americana
Durante agenda oficial na Alemanha, o presidente Lula manifestou, nesta segunda-feira (20), posição contrária a qualquer eventual intervenção militar dos Estados Unidos em Cuba. A declaração ocorreu em coletiva conjunta com o chanceler alemão, Friedrich Merz, na cidade de Hannover, em meio a discussões sobre o cenário internacional e tensões geopolíticas. Ao ser questionado sobre o tema, o petista reafirmou sua oposição a ações desse tipo, destacando que mantém a mesma postura diante de outros conflitos internacionais. “Serei contra uma invasão de Cuba, assim como fui contra a invasão da Venezuela, da Ucrânia e de Gaza. Sou contra a invasão do Irã”, declarou o presidente, reforçando sua crítica a intervenções externas. O chefe do Executivo brasileiro enfatizou ainda que considera inaceitável qualquer desrespeito à soberania dos países. Segundo ele, a autodeterminação dos povos deve ser preservada, sem interferências estrangeiras sobre a forma como cada sociedade se organiza politicamente. Esse posicionamento, segundo Lula, é um princípio central nas relações internacionais defendidas pelo Brasil. “Sou contra a falta de respeito à integridade territorial das nações. Eu sou contra qualquer país do mundo se meter a ter ingerência política sobre como uma sociedade deve se organizar ou não”, afirmou o presidente ao detalhar sua visão sobre o tema. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Oposição articula pedido de impeachment contra Gilmar Mendes após ministro tentar incluir Zema em inquérito das fake news
Parlamentares da oposição na Câmara dos Deputados informaram, nesta segunda-feira (20), que pretendem protocolar um pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. A movimentação ocorre em meio a um embate envolvendo o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e decisões recentes do magistrado. A articulação é liderada pelo deputado federal Gilberto Silva (PL-PA), que reagiu à solicitação feita por Gilmar Mendes para incluir Zema no inquérito das fake news. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, após o ex-governador publicar um vídeo com tom crítico e irônico sobre integrantes da Corte. Na manifestação enviada, Gilmar argumentou que o conteúdo compartilhado ultrapassa os limites da crítica institucional. Segundo ele, o material “vilipendia não apenas a honra e a imagem deste Supremo Tribunal Federal, como também da minha própria pessoa”, justificando a necessidade de apuração. O episódio gerou reação imediata entre oposicionistas. Em nota divulgada nas redes sociais, Gilberto Silva afirmou que a possível investigação contra Zema levanta preocupações sobre liberdade de expressão e atuação política. “Um ex-chefe do Poder Executivo estadual passa a ser alvo de investigação por expressar opinião política. A crítica institucional, elemento essencial da democracia, passa a ser tratada como infração”, escreveu o parlamentar. O vídeo em questão apresenta uma encenação com bonecos que fariam referência aos ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes, em um diálogo satírico envolvendo decisões judiciais e interesses privados. A produção utiliza elementos de humor e caricatura para abordar temas sensíveis ligados ao Judiciário. Antes de qualquer decisão sobre a inclusão de Zema no inquérito, Alexandre de Moraes solicitou manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), etapa comum em procedimentos dessa natureza. No âmbito institucional, um eventual impeachment de ministro do STF depende de critérios rigorosos. É necessário que haja acusação de crime de responsabilidade, como abuso de poder ou conduta incompatível com o cargo. Embora qualquer cidadão possa apresentar a denúncia, cabe ao presidente do Senado Federal decidir se o processo terá seguimento. Atualmente, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), tem se mostrado resistente em dar andamento a pedidos desse tipo. Caso venha a ser aceito, o processo envolve fases de análise, apresentação de defesa e julgamento final pelos senadores, sendo exigida maioria qualificada de dois terços para eventual condenação e perda do cargo.
Revista expõe esquema de Lula e aliados no STF para indicar Jorge Messias à Corte
Quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que Jorge Messias seria o próximo ministro do Supremo Tribunal Federal, o Planalto já tinha tudo articulado. Não foi preciso improvisar. A estratégia seguiu o roteiro de sempre: promessas de vagas em agências reguladoras, negociações reservadas com Davi Alcolumbre e o apoio previsível do Centrão, sempre disposto a barganhar. Missão dada, missão cumprida. O “Bessias” — apelido que Jorge Messias ganhou nos grampos da Operação Lava Jato, quando Dilma Rousseff o identificou como interlocutor entre ela e Lula — está a um passo de vestir a toga vitalícia. E o Brasil assiste, mais uma vez, ao mesmo espetáculo. Esse é o tema da última edição da Revista A Verdade. Clique no link abaixo: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/81975/a-corte-petista-como-o-governo-lula-e-alguns-… Para fortalecer a nossa batalha, considere se tornar um assinante, o que lhe dará o direito a ter acesso exclusivo ao conteúdo da Revista A Verdade, onde os “assuntos proibidos” no Brasil são revelados. Para assinar, clique no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!
Caso Choquei expõe duplo padrão da esquerda: página ligada a Lula e Janja movimentou R$ 1,6 bilhão em esquema criminoso
Ao longo dos últimos anos, a esquerda promoveu acusações sistemáticas sobre a existência de um suposto “gabinete do ódio” da direita, descrito como uma “organização criminosa” que reproduziria fake news e fomentaria “ataques à democracia e às instituições”. Apesar da devassa feita contra a vida de vários integrantes desse alegado “gabinete do ódio”, depois de sete anos de inquérito, jamais foi provada a ação coordenada entre essas pessoas, tampouco o financiamento por entes políticos. Veja, por outro lado, a atuação de perfis que giram em torno da página “Choquei”, que apoia a esquerda e o atual regime. A Choquei é o terceiro perfil que mais produz desinformação em todo o mundo na rede social X, segundo o ranking de Notas da Comunidade da própria plataforma. Não bastasse, seu dono mantinha conexões diretas com o Palácio do Planalto: foi recebido pessoalmente por Lula em fevereiro de 2023, trocava mensagens públicas com o presidente e com Janja, e chegou a receber de Janja imagens exclusivas de bastidores de debates para publicação. O próprio Raphael admitiu que sua atuação pode ter ajudado a eleger Lula. Na prática, era um braço midiático do regime disfarçado de página de fofocas. Agora, Raphael Sousa Oliveira, dono da Choquei, está preso em presídio de segurança máxima em Goiás. A Polícia Federal o acusa de ser “operador de mídia” de uma organização criminosa que movimentou R$ 1,6 bilhão em lavagem de dinheiro, apostas ilegais e rifas digitais, com suspeita de ligação com o PCC. Cadê a militância de redação para questionar o regime sobre esse verdadeiro gabinete de ódio e produção de fake news em massa? É sempre assim: quando a esquerda acusa seus adversários de estar fazendo algo de errado, pode ter certeza de que ela está fazendo. Leandro Ruschel
Avó de MC Ryan SP foi usada como laranja em esquema bilionário de lavagem de dinheiro, aponta PF
A Polícia Federal identificou Vera Lúcia Santana como laranja em esquema de lavagem de dinheiro ligado ao funkeiro MC Ryan SP. A mulher de 58 anos assumiu formalmente a sociedade de diversos negócios vinculados ao neto. A investigação aponta que ela desempenhou função central na blindagem patrimonial e na dissimulação societária da organização criminosa supostamente comandada pelo artista. Vera Lúcia é companheira de Tiago de Oliveira. Os investigadores identificaram Tiago como braço direito e gestor financeiro de Ryan Santana dos Santos. O casal reside em imóvel na Vila Guilherme, zona norte de São Paulo. A apuração policial indica que o endereço funciona como “central corporativa” para as empresas do grupo investigado. A avó do funkeiro foi colocada como sócia no lugar do neto em diferentes empreendimentos investigados. Entre esses negócios estão o restaurante Bololô e a empresa Bololô Eventos e Transportes. Tiago de Oliveira também figura como sócio da empresa. A estratégia teria sido adotada para ocultar o real proprietário dos estabelecimentos. A transferência da participação societária de Ryan para Vera no restaurante Bololô ocorreu logo após o estabelecimento ser alvo de buscas da Polícia Civil. As diligências investigavam supostos vínculos do local com o Primeiro Comando da Capital e com a realização de rifas ilegais. Após a operação policial, a avó do artista assumiu a maioria das cotas do negócio. Os investigadores apontam que Vera Lúcia também foi utilizada como “conta de passagem” no esquema. A conta bancária da mulher servia para escoar os lucros das empresas para os operadores da estrutura criminosa. Esse mecanismo permitia que os valores fossem movimentados sem vincular diretamente as transações ao funkeiro. A avó de MC Ryan SP assina pela gestão de ativos milionários que, segundo a Polícia Federal, pertencem ao neto e são administrados por Tiago de Oliveira. Esses valores são incompatíveis com o histórico patrimonial de Vera. O restaurante Bololô movimentou 30 milhões de reais em 18 meses. A Polícia Federal afirma que Vera Lúcia assumiu os riscos administrativos e fiscais da operação. O beneficiário final dos recursos, Ryan Santana dos Santos, permaneceu oculto. A estrutura montada teria como objetivo proteger o patrimônio do artista de eventuais ações judiciais e fiscais.