A Justiça Federal decidiu acolher a queixa-crime apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) em conjunto com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) contra o vereador de Belo Horizonte Pedro Rousseff (PT). O caso envolve a divulgação de um vídeo, publicado em 2025, no qual o parlamentar municipal teria feito declarações consideradas ofensivas à reputação do deputado. Segundo manifestação pública, Nikolas afirmou que, embora o debate político seja legítimo em uma democracia, há limites legais que não podem ser ultrapassados. “A crítica política é legítima”, declarou, acrescentando que a difamação ultrapassa esse limite e deve ser responsabilizada: “Quem ultrapassa esse limite responde por isso”. O conteúdo questionado na ação foi divulgado em junho do ano anterior. No vídeo, Rousseff levanta questionamentos sobre o envio de R$ 1,5 milhão em emendas parlamentares destinadas por Nikolas ao município de Nova Serrana, localizado na região Centro-Oeste de Minas Gerais. A fala do vereador também menciona a atuação política local, incluindo a candidatura de Enéas Fernandes (PL), tio do deputado, à prefeitura em 2024. Naquele pleito, Enéas ficou na segunda colocação em uma disputa com três candidatos, obtendo 38,48% dos votos. O episódio é citado como parte do contexto político abordado no vídeo. Outro ponto sensível levantado por Rousseff na gravação refere-se à prisão de Glaycon Raniere de Oliveira Fernandes, primo de Nikolas e filho de Enéas. Em 30 de maio de 2025, ele foi detido sob acusação de tráfico de drogas, após ser flagrado com 30 kg de maconha e 3,82 g de cocaína. De acordo com a defesa do deputado, as declarações feitas pelo vereador sugerem, ainda que indiretamente, uma associação de Nikolas com atividades ilícitas e possível irregularidade no uso de recursos públicos, sem que tenham sido apresentadas provas. Essa interpretação, conforme os advogados, comprometeria a imagem pública do parlamentar. Procurado para comentar o caso, Pedro Rousseff afirmou não ter conhecimento completo da decisão judicial até o momento. Em nota encaminhada à imprensa, declarou: “Esse é mais um dos inúmeros processos que Nikolas coleciona contra mim. Ele faz isso pra tentar me calar e cassar nosso mandato.” O vereador ainda acrescentou que as ações judiciais indicariam incômodo por parte do deputado diante de suas críticas. “Quer dizer que estamos incomodando — e muito ele. E não vamos parar até mostrar pro Brasil todo a verdade sobre ele”, afirmou. Por fim, Rousseff ressaltou que ainda não foi formalmente citado no processo e, por isso, não teve acesso integral ao teor da decisão judicial.
Lula considera indicar Simone Tebet para vaga no STF
O presidente Lula sinalizou a auxiliares do governo que pretende definir uma nova indicação ao STF (Supremo Tribunal Federal) após retornar de sua viagem aos Estados Unidos. O petista embarcará nesta quarta-feira (6) para um encontro na quinta-feira (7) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A expectativa é de que retorne ao Brasil no final de semana. Antes disso, porém, Lula quer ter uma conversa com o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP). Atualmente, o petista considera três nomes para a vaga: a advogada Carol Proner, a procuradora federal Manuellita Hermes Rosa Oliveira Filha e Simone Tebet. Isso mesmo, você não leu errado… Esse é o retrato do país.
Neymar e filho de Robinho jantam juntos após confusão em treino do Santos
Depois de um desentendimento recente durante um treinamento, Neymar e Robinho Jr. protagonizaram um novo episódio, desta vez mais conciliador, na noite desta segunda-feira (4). Já em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, os dois atletas foram vistos jantando lado a lado no hotel da delegação santista, acompanhados também por Gabigol. A reunião ocorreu após a chegada do elenco do Santos FC à cidade, onde a equipe se prepara para enfrentar o Deportivo Recoleta pela CONMEBOL Sul-Americana. Conforme relatos, os três jogadores conversaram de forma tranquila durante a refeição, sinalizando uma possível redução da tensão após o episódio anterior. Mais cedo, havia sido informado que Robinho Jr. e sua equipe solicitaram um pedido público de desculpas por parte de Neymar, mesmo após uma conversa considerada mais amistosa entre ambos no período da manhã. O jovem atacante, de 18 anos, acusa o camisa 10 de agressão. Segundo informações apuradas, o conflito teve início quando Neymar teria se irritado após ser driblado durante o treino, interpretando a jogada como desrespeitosa. Em resposta, ele teria dado uma rasteira no companheiro, o que desencadeou uma discussão entre os dois, posteriormente contida pelos demais jogadores. Diante da repercussão, o Santos instaurou uma investigação interna para esclarecer os fatos. O departamento jurídico do clube ficou responsável por conduzir a apuração, após notificação formal feita por Robinho Jr. A equipe santista entra em campo nesta terça-feira (5), às 21h30 (horário de Brasília), no Estádio Monumental Rio Parapiti, localizado em Pedro Juan Caballero, para a partida decisiva. O elenco, no entanto, permanece hospedado em Ponta Porã, cidade brasileira que faz fronteira seca com o município paraguaio. Na tabela do grupo D da competição, o Santos ocupa a última posição, com dois pontos. O Deportivo Recoleta aparece logo acima, com três. Já o San Lorenzo lidera com cinco pontos, seguido pelo Deportivo Cuenca, que soma quatro.
Ex-ministro de Lula detona governo petista: “Não temos governo, temos ruínas”
Ministro por quatro vezes do governo Lula, deputado por seis mandatos e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo conhece os bastidores da política e da esquerda como poucos. Em entrevista a podcast, o político não poupou críticas contundentes ao governo Lula, do qual foi aliado histórico por décadas. Atualmente, Rebelo se posiciona como um crítico severo das políticas ambientais e econômicas do petista, expondo as contradições e fracassos da atual gestão. “A gente tinha um governo de forças heterogêneas, eu fui contra a demarcação da terra indígena Raposa Terra do Sol, por exemplo, mas depois da prisão, Lula saiu ressentido, amargurado, não tem paciência para nada, não tem generosidade para governar um país tão difícil como o nosso, para pacificar o Brasil, que é uma coisa importante”, declarou Rebelo. O ex-ministro questionou diretamente a postura do presidente eleito: “Ele ganhou as eleições, que gesto ele fez para pacificar o Brasil? A minha crítica ao presidente Lula é essa. Hoje a agenda do governo é a agenda da paralisia, é o voo de galinha, curto e baixo. O IBAMA e a Funai não paravam o Brasil como param hoje.” Rebelo não hesitou em apontar os problemas econômicos do país sob a gestão petista: “A economia não gera emprego acima de dois salários mínimos, o Brasil está perdendo indústria para o Paraguai, para a China… Está tendo uma fuga de domicílio fiscal, isso é uma coisa vexaminosa.” A conclusão do ex-ministro foi devastadora: “Não temos governo, temos ruínas”, lamentou. Pré-candidato à presidência da República, Aldo Rebelo afirma que o encontro com Lula nos debates eleitorais será respeitoso, mas promete não recuar nas críticas contundentes. “Vai ser um encontro de cobranças. Fui ministro de quatro pastas, tenho gratidão pela confiança que recebi, fui líder do governo Lula, mas não nunca tive uma conta minha rejeitada pelo Tribunal de Contas da União, nunca tive processo no Ministério Público nem no STF. Vou fazer cobranças duras, o país está parado, mas o maior responsável é ele”, disparou o ex-ministro.
Pesquisa Real Time Big Data: Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente de Lula em cenário de segundo turno
Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (5) revela um cenário desafiador para Lula em projeções de segundo turno para as eleições presidenciais. Embora a pesquisa indique empate técnico com praticamente todos os candidatos testados, Flávio Bolsonaro (PL) é o único que aparece numericamente à frente do petista. Conforme aponta o levantamento, Flávio Bolsonaro surge com 44% das intenções de voto, contra 43% de Lula. Veja os cenários testados: Lula (PT): 43% x 44%: Flávio Bolsonaro (PL) Lula (PT): 43% x 43%: Ciro Gomes (PSDB) Lula (PT): 43% x 42%: Ronaldo Caiado (PSD) Lula (PT): 43% x 39%: Romeu Zema (Novo) Lula (PT): 48% x 24%: Renan Santos (Missão)
Por que o TSE não oferece a mesma transparência que seu banco? A pergunta que incomoda
Vivemos em uma era digital em que a segurança e a transparência são pilares da confiança. Basta olhar para o sistema bancário: aplicativos permitem que qualquer cliente acompanhe em tempo real suas movimentações, com garantias de inviolabilidade asseguradas por criptografia avançada, autenticação biométrica e auditorias constantes. Diante disso, surge a pergunta inevitável: por que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não oferece ao eleitor o mesmo nível de segurança e transparência que os bancos oferecem a seus clientes? A reestruturação do TSE: uma oportunidade histórica Com a criação do Comitê Gestor do Plano Estratégico (Cogepe) e a revisão do Código Eleitoral, abre-se uma janela única para repensar o papel da tecnologia na democracia. Auditorias técnicas são importantes, mas insuficientes. O cidadão exige acesso direto e confiável às informações que dizem respeito ao seu voto. Se o banco pode, por que o TSE não? Nos bancos, cada transação é registrada, protegida e verificável. O cliente pode conferir extratos completos, rastrear transferências e compartilhar informações de forma voluntária. Tudo isso sem risco de fraude, graças a sistemas blindados contra invasões e adulterações. A chave dessa confiança está na criptografia. Cada movimentação financeira é protegida por algoritmos que tornam impossível a alteração ou interceptação dos dados sem que isso seja detectado. A criptografia garante que apenas o titular da conta tenha acesso às suas informações, e que qualquer tentativa de fraude seja imediatamente bloqueada. Se essa tecnologia protege trilhões em transações bancárias todos os dias, por que não pode ser aplicada com a mesma robustez ao voto eletrônico? No entanto, no processo eleitoral, o eleitor não tem como verificar se seu voto foi corretamente registrado. Não há recibo, não há histórico pessoal, não há rastreabilidade. A confiança é unilateral: o sistema pede fé cega, sem oferecer mecanismos de comprovação individual. O paradoxo do sigilo É claro que o voto deve ser secreto para proteger o eleitor contra pressões externas. Mas sigilo não precisa significar opacidade. Assim como o extrato bancário é privado, mas acessível ao cliente, o voto poderia ser verificável pelo próprio eleitor, mediante sistemas criptografados que garantam inviolabilidade e impossibilidade de manipulação externa. Transparência é evolução A democracia não deve ser uma caixa-preta. Transparência não ameaça o sistema — fortalece-o. A tecnologia já permite soluções como extratos eleitorais criptografados, acessíveis apenas ao eleitor, auditorias públicas com blockchain, garantindo rastreabilidade sem violar o sigilo coletivo, e autenticação biométrica e multifator, assegurando que apenas o cidadão tenha acesso ao seu histórico. Democracia com extrato Está na hora de transformar o TSE em um verdadeiro aplicativo da cidadania. Um sistema que respeite o sigilo, mas permita ao eleitor verificar sua própria participação. Que ofereça segurança bancária aplicada à democracia. Porque confiança não se constrói com fé cega, mas com transparência, rastreabilidade e tecnologia a serviço da liberdade de escolha.
Deputado estadual do Rio é preso pela PF em operação contra esquema de corrupção em licitações
O deputado preso nesta terça-feira (5) pela Polícia Federal é Thiago Rangel Lima, político de Campos dos Goytacazes (RJ), com 39 anos de idade. Ele foi eleito para o seu primeiro mandato em 2020, como vereador em sua cidade. Em 2022, foi eleito deputado estadual pelo Podemos. Thiago Rangel também atua na atividade empresarial no setor varejista. Antes de se tornar candidato, ocupou o cargo de Superintendente Regional do Instituto de Pesos e Medidas (IPEM-RJ) e foi Diretor de Fiscalização no Departamento de Transporte Rodoviário (DETRO-RJ). O conteúdo extraído do celular do ex-deputado Rodrigo Bacellar foi fundamental para viabilizar essa nova fase da Operação Unha e Carne. As apurações levaram ao direcionamento das contratações realizadas por escolas estaduais vinculadas à Diretoria Regional Noroeste da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) — segundo a PF, uma zona de influência política de Rangel — para empresas previamente selecionadas e vinculadas ao esquema criminoso. Além do crime de organização criminosa, o deputado poderá responder por peculato, fraude à licitação e lavagem de dinheiro.
Rejeição de Messias no STF: vitória republicana ou troca de favores nos bastidores do Senado?
A reprovação de Jorge Messias pelo Senado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) foi recebida com celebração por parte da opinião pública conservadora. O fato é promissor, mas levanta questões sobre o que realmente ocorreu nos bastidores da Casa. Quem analisou a fala de Messias após o resultado — uma declaração sem ressentimentos, mas extremamente rasa — teve dificuldade em imaginá-lo ocupando a toga de ministro do STF. A questão não é apenas sobre Messias, mas sobre quantos dos atuais ocupantes do Supremo realmente possuem os atributos esperados para exercer o mais alto cargo da Justiça brasileira. Desde 1894, nenhum indicado para o Supremo havia sido barrado. A reprovação de Messias, além de afastar alguém sem os atributos mínimos para o cargo, pode representar o início de uma reação do Senado, até aqui encolhido diante do consórcio entre STF e Executivo — um aviso para o primeiro e uma rasteira no segundo. Mas resta a dúvida: foi apenas um soluço republicano? Que acordos controversos podem ter sido firmados por trás das cortinas? Davi Alcolumbre, presidente do Senado, é apontado como figura-chave no episódio. Ele é o tipo de político que cria dificuldades para negociar facilidades. A questão inevitável é: em que medida ele aumentou seus trunfos para barganhas nada republicanas? Que transações podem ocorrer caso Lula indique outro candidato ainda este ano? Matéria da CBN de 03 de fevereiro de 2019 informou que Alcolumbre assumiu a presidência do Senado tendo contra si acusações por crimes eleitorais, contra a fé pública e uso de documento falso, tramitando em dois inquéritos no STF. Um deles (nº 4353) estava sob segredo de Justiça; o outro (nº 4677) trazia detalhes da denúncia encaminhada pelo Ministério Público Federal do Amapá sobre supostas irregularidades cometidas por Alcolumbre na campanha de 2014. Semanas após assumir a presidência do Senado, em declaração ao Estadão, Alcolumbre garantiu que usaria a presidência para barrar a CPI da Lava Toga — um clamor à época — e qualquer processo de impeachment de ministro do STF. Agia como juiz que profere sentença antes de conhecer as razões das partes, garantindo não incomodar ninguém no Supremo. Há dúvidas sobre se os processos ainda estão trancados em alguma gaveta do STF ou se já prescreveram. Na história recente, Alcolumbre manteve sua linha de atuação. Operando no comércio de favores, impediu a prorrogação de duas CPMIs: a do INSS, que investigava roubos contra aposentados, e a CPMI do crime organizado, que mexeu com alguns intocáveis. Ambas as comissões requeriam mais tempo para desvendar crimes, mas ele não permitiu. Seu modus operandi consiste em usar regras viciadas do Regimento Interno do Senado para atender interesses nada republicanos. Não será surpresa se, em reuniões fechadas, ele impedir a desejada CPMI do Banco Master, com potencial para desmascarar figuras poderosas. A repórter Vera Rosa escreveu no Estadão, em 29 de abril de 2026, que Alcolumbre queria a vaga no STF para Rodrigo Pacheco e que Lula havia prometido indicá-lo, como retribuição por tudo que Alcolumbre fizera para conseguir votos a outros indicados do governo, como Dino para o STF e Paulo Gonet para a Procuradoria-Geral da República. Rosa informa que a indicação de Messias, anunciada em novembro passado, irritou Alcolumbre, que teria dito que Lula veria, a partir daquele momento, o que era ter o presidente do Senado como inimigo. Os maus também são maus entre si. Mas a questão central é Jorge Messias. Editorial do Estadão de 21 de abril de 2026 trouxe informações preocupantes. Como chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), ele criou a Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia, definida pelo editorial como divisão de censura da AGU, que qualifica de antemão conteúdos críticos ou mesmo equivocados como ilegítimos, para calar vozes discordantes. Dificilmente ele poderia atacar a Constituição com mais gravidade. “Eis o espírito de um provável futuro ministro do STF, caso o Senado não cumpra seu dever institucional de rejeitar o sr. Messias”, advertiu o Estadão. O Senado rejeitou. E, segundo relatos, Alcolumbre foi decisivo. Mas haveria a rejeição se ele conspirasse em outro sentido? Hoje ele está inimigo do governo. Mas de quem ele está amigo? E quantos políticos semelhantes a ele existem no Senado? No mundo ideal, os eleitores — em especial do Amapá, que entregaram ao país senadores como Alcolumbre e Randolfe Rodrigues — deveriam estar pensando no voto que darão em outubro de 2026, quando duas vagas para o Senado estarão em disputa, uma chance de renovar aquela Casa. Mas a distância entre o mundo real e o mundo ideal é de tal magnitude que nem os foguetes de Elon Musk conseguem cobrir. A reprovação de Jorge Messias foi o mais republicano que poderia ter ocorrido. Porém, não há como não olhar com reserva para o Senado. Mesmo assim, embora desconfiando, é melhor não se entregar ao pessimismo nem ficar excessivamente empolgados, porque ninguém sabe exatamente o que, de bom e de ruim, ocorre nos bastidores.
PF cumpre 7 mandados de prisão no RJ e deputado estadual está entre os alvos
A Polícia Federal realiza nesta terça-feira (5) mais uma fase da Operação Unha e Carne no Rio de Janeiro e cumpre 7 mandados de prisão. O objetivo é desarticular um esquema de fraudes em procedimentos da Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro para compra de materiais e aquisição de serviços, como obras e reformas. Os 7 mandados de prisão e 23 de busca e apreensão estão sendo cumpridos nas cidades do Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana. O deputado estadual Thiago Rangel (Avante) é um dos alvos de mandado de prisão. As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal.
Filho de Heloísa Helena morre aos 42 anos após 10 dias internado com parada cardiorrespiratória
Sacha de Moraes Carvalho, filho da deputada federal Heloísa Helena, faleceu nesta segunda-feira (4), no Rio de Janeiro. Ele tinha 42 anos de idade e estava internado no Hospital Municipal Miguel Couto, onde permaneceu por 10 dias após sofrer uma parada cardiorrespiratória. A deputada federal publicou uma mensagem emocionada nas redes sociais, prestando homenagem ao filho falecido. “Te amo para sempre, meu 1º filhotinho, meu 1º grande amor. Com imensa dor, sei que devo te dizer – Vá em paz, pois seu coração era puro demais pra suportar esse mundo de tantas dores, injustiças, lágrimas, preconceitos”, escreveu Heloísa Helena. Em sua manifestação pública, a parlamentar agradeceu aos bombeiros, aos profissionais do hospital, além de familiares e amigos que prestaram apoio durante o período de internação. Heloísa Helena também aproveitou o momento para defender o Sistema Único de Saúde (SUS). “Sigo –como sempre– na convicção da importância do SUS e continuarei lutando –como sempre fiz– contra o vergonhoso e continuado subfinanciamento do setor”, declarou a deputada.