Ao longo dos últimos anos, a esquerda promoveu acusações sistemáticas sobre a existência de um suposto “gabinete do ódio” da direita, descrito como uma “organização criminosa” que reproduziria fake news e fomentaria “ataques à democracia e às instituições”.
Apesar da devassa feita contra a vida de vários integrantes desse alegado “gabinete do ódio”, depois de sete anos de inquérito, jamais foi provada a ação coordenada entre essas pessoas, tampouco o financiamento por entes políticos.
Veja, por outro lado, a atuação de perfis que giram em torno da página “Choquei”, que apoia a esquerda e o atual regime. A Choquei é o terceiro perfil que mais produz desinformação em todo o mundo na rede social X, segundo o ranking de Notas da Comunidade da própria plataforma.
Não bastasse, seu dono mantinha conexões diretas com o Palácio do Planalto: foi recebido pessoalmente por Lula em fevereiro de 2023, trocava mensagens públicas com o presidente e com Janja, e chegou a receber de Janja imagens exclusivas de bastidores de debates para publicação. O próprio Raphael admitiu que sua atuação pode ter ajudado a eleger Lula.
Na prática, era um braço midiático do regime disfarçado de página de fofocas.
Agora, Raphael Sousa Oliveira, dono da Choquei, está preso em presídio de segurança máxima em Goiás. A Polícia Federal o acusa de ser “operador de mídia” de uma organização criminosa que movimentou R$ 1,6 bilhão em lavagem de dinheiro, apostas ilegais e rifas digitais, com suspeita de ligação com o PCC.
Cadê a militância de redação para questionar o regime sobre esse verdadeiro gabinete de ódio e produção de fake news em massa?
É sempre assim: quando a esquerda acusa seus adversários de estar fazendo algo de errado, pode ter certeza de que ela está fazendo.
Leandro Ruschel
