O ministro André Mendonça afirmou que magistrados não estão proibidos de participar do debate democrático nem de se manifestar sobre temas de interesse público ou social. Segundo o ministro, assuntos como aborto, questões ambientais, comportamento social e outros temas inseridos no debate público fazem parte daquilo que ele chamou de “razão pública”, elemento essencial ao funcionamento de uma democracia. Para ele, a Constituição não impõe silêncio ao magistrado nessas matérias. Mendonça destacou, porém, que a vedação constitucional recai sobre manifestações de natureza político-partidária, como apoio ou oposição a candidatos e partidos, distinção que considerou central para a análise das ações em julgamento. O Supremo Tribunal Federal discute, nesse caso, os parâmetros para a atuação de magistrados nas redes sociais à luz da Constituição e da Lei Orgânica da Magistratura.
Bomba no PL: Caroline De Toni anuncia saída e mira Senado de SC
A deputada federal Caroline De Toni, de Santa Catarina, recusou a proposta apresentada pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e informou que deixará a sigla. A parlamentar comunicou ao dirigente que não abrirá mão de disputar uma vaga ao Senado em Santa Catarina e, diante da falta de espaço no partido, optou pela desfiliação. A decisão foi transmitida a Valdemar em uma conversa telefônica ocorrida nas últimas horas. Paralelamente, Caroline passou a informar lideranças políticas catarinenses sobre a intenção de formalizar sua saída do PL nos próximos dias. A deputada afirmou a aliados que ainda não definiu o destino partidário. Segundo interlocutores, ela recebeu convites de ao menos seis legendas interessadas em abrigar sua candidatura ao Senado: MDB, PSD, Novo, PRD, Avante e Podemos. A ruptura com o PL ocorreu após Valdemar deixar claro que o partido não reservaria espaço para Caroline na disputa ao Senado. Conforme revelado anteriormente, o presidente da sigla apresentou alternativas para tentar mantê‑la no partido. Em conversa realizada na terça‑feira (3/2), Valdemar sugeriu que Caroline aceitasse concorrer como candidata a vice‑governadora na chapa do governador Jorginho Mello (PL), que tentará a reeleição neste ano. Além disso, segundo relatos de aliados, o dirigente ofereceu um segundo cenário: caso a deputada dispute a reeleição para a Câmara dos Deputados em 2026, ela seria indicada para a liderança do PL na Casa em 2027. Durante a conversa, Valdemar argumentou que o partido precisaria destinar uma das vagas ao Senado ao senador Esperidião Amin (PP‑SC), enquanto a outra ficaria com Carlos Bolsonaro (PL). Esse arranjo faria parte de um acordo político mais amplo entre PL e PP, que envolveria também a composição de alianças em outros estados. Na terça‑feira, o PP rompeu com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), e anunciou apoio ao PL no estado, movimento citado como parte desse entendimento nacional entre as legendas. No mesmo dia da conversa com Valdemar, o governador Jorginho Mello declarou publicamente, durante um evento em Brasília, que seus candidatos ao Senado seriam Caroline De Toni e Carlos Bolsonaro. Apesar disso, o presidente do PL deixou claro que está disposto a intervir no diretório estadual de Santa Catarina para assegurar a vaga de Esperidião Amin na chapa, caso o governador insista em apoiar Caroline.
Empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro sinaliza alerta ao Planalto (VEJA O VÍDEO)
Uma nova rodada de sondagens eleitorais da Meio/Ideia, divulgada ontem, mostra um cenário de alta competitividade no segundo turno da eleição presidencial, com Flávio Bolsonaro (PL) aproximando‑se de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os números configuram um empate técnico, reforçando o movimento de crescimento do senador e indicando uma possível reconfiguração da disputa. CENÁRIO DE SEGUNDO TURNO No confronto direto divulgado: Lula aparece com 45,8%. Flávio Bolsonaro atinge 41,1%. A diferença – de cerca de 4,7 pontos – está dentro da margem de erro do levantamento (±2,5%), caracterizando um empate técnico. Esse resultado representa uma redução importante da vantagem de Lula em relação a levantamentos anteriores, quando o petista liderava o cenário por mais de 10 pontos. ASPECTOS FAVORÁVEIS A FLÁVIO BOLSONARO 1. Trajetória de crescimento consolidado O avanço de Flávio nas simulações de segundo turno indica que ele vem absorvendo parte dos votos de eleitores indecisos ou que migraram de outros nomes. Essa tendência de ascensão torna‑se ainda mais relevante ao observar que, recentemente, sua intenção de voto estava bastante atrás da de Lula. 2. Redução da rejeição relativa Pesquisas correlatas de outros institutos apontam que a rejeição a Lula permanece maior que a de Flávio, ou seja, há mais eleitores que afirmam que não votariam em Lula de forma alguma do que aqueles que dizem o mesmo de Flávio. Esse fator limita o crescimento do petista e abre espaço para que Flávio amplie sua base. 3. Perfil mais moderado e maior apelo Ao longo da campanha, Flávio tem adotado um discurso que tenta distanciar sua imagem dos pontos mais polarizadores do bolsonarismo, enfatizando temas de gestão pública, economia e segurança institucional. Esse posicionamento contribui para ampliar sua aceitação entre setores de centro‑direita e moderados, reduzindo o atrito com eleitores que rejeitam extremos ideológicos. O QUE O EMPATE TÉCNICO REPRESENTA A competência de uma campanha no segundo turno costuma depender de dois fatores principais: a capacidade de ampliar a base junto a eleitores indecisos e a habilidade de reduzir a rejeição entre eleitores de outros candidatos já eliminados no primeiro turno. O empate técnico entre Flávio e Lula sinaliza que ele está avançando nessas duas frentes, algo que era menos evidente nos levantamentos anteriores. CONCLUSÃO A pesquisa Meio/Ideia confirma uma disputa cada vez mais equilibrada no segundo turno, com Flávio Bolsonaro crescendo nas intenções de voto, consolidando apoios e reduzindo a desvantagem em relação a Lula. A menor rejeição relativa e a percepção de um perfil mais moderado têm sido fatores importantes nessa dinâmica. Mesmo sendo um empate técnico, o movimento de aproximação mostra que o quadro eleitoral continua fluido e que a disputa pode ser decidida nos detalhes da campanha, especialmente na capacidade de cada candidato de conquistar eleitores que ainda não se comprometeram com uma opção no segundo turno. Veja o vídeo!
Dias Toffoli não engana a mulher de César: falta de honestidade no STF
Segundo o imperador romano Júlio César (100 a.C. – 44 a.C.), não basta que a mulher de César seja honesta; ela deve parecer honesta. O autor afirma que o ministro do STF Dias Toffoli não parece honesto, citando evidências ligadas ao caso Master e ao empreendimento Tayayá Aqua Resort, e conclui que não há dúvida de que ele está longe de ser confiável. Se Toffoli vivesse na China – regime que, segundo o ministro Gilmar Mendes, seria admirado por alguns membros do STF – ele já teria sido executado, com a família arcando com as despesas. No Brasil, ele permanece livre e, segundo o texto, continua defendendo interesses criminosos da vida nacional. Tristes tempos nos trópicos. O autor sustenta que Dias Toffoli tornou‑se ministro do STF por meio da influência de Luiz Inácio Lula da Silva, para quem trabalhou exclusivamente. Foi advogado do PT, assessor jurídico de José Dirceu até a cassação deste na Câmara dos Deputados e chefe da AGU durante o governo Lula, antes de receber a chamada “sinecura” no STF. O objetivo principal do texto é apresentar um vídeo que, segundo o autor, todo brasileiro consciente deveria assistir, ouvir, gravar na memória e arquivar. O vídeo trata da sabatina de Toffoli no Senado, que ele descreve como irresponsável, medíocre e comprometida com a liberação de emendas parlamentares – prática que, segundo ele, beneficia senadores sem caráter, sem escrúpulos e sem vergonha. Faz exceção ao então senador Álvaro Dias, que teria colocado Toffoli em uma “fossa intelectual”. Durante a sabatina, Toffoli teria demonstrado mau caráter e incompetência para o cargo que, segundo o autor, foi oferecido como pagamento pelos serviços prestados ao PT. Em resposta a Álvaro Dias, que apontou a suposta miséria de seu currículo acadêmico, Toffoli afirmou que sua vocação sempre foi a advocacia. Ninguém contestou essa afirmação. O autor critica a falta de “follow‑up” nas entrevistas brasileiras, sugerindo que Álvaro Dias poderia ter perguntado: “Se sua vocação sempre foi a advocacia, por que, então, fez dois concursos para juiz de direito?”. Para ele, essa simples pergunta já exporia a falsidade de Toffoli. Segundo o texto, Toffoli nunca escreveu obra jurídica (artigo, livro, dissertação ou tese). Sem obra nem grau de doutor, o autor argumenta que não há como comprovar o “notável saber jurídico” exigido pela Constituição. Além disso, Toffoli teria sido reprovado em dois concursos para juiz de direito, o que, segundo o autor, indica formação jurídica inferior à dos aprovados. As duas reprovações, de acordo com o autor, constituem insulto aos candidatos que foram aprovados, que agora teriam que se submeter a um superior que não passou nos mesmos exames. Essa situação seria, para ele, um escândalo, desrespeito ao Judiciário, à Constituição e ao povo brasileiro. Toffoli foi condenado, em primeira instância, em dois processos que tramitam na Justiça do Amapá. O autor afirma que isso elimina a certeza sobre sua integridade moral, até que haja eventual absolvição. Conclui que a indicação de Lula não se baseou em notável saber jurídico nem em garantia de moral ilibada. O autor ainda aponta que a suposta farsa da sabatina de Toffoli se repete a cada indicação do PT ao STF, citando as aprovações de Cristiano Zanin, Flávio Dino, Cármen Lúcia, Rosa Weber, Luiz Roberto Barroso e Edson Fachin, e argumenta que não surpreende a corte estar hoje atolada em escândalos. Por fim, o texto convida o leitor a assistir a outro vídeo e prestar atenção especial à fala de Ana Paula Henkel, que, segundo o autor, demonstra a diferença entre a situação no Brasil e nos Estados Unidos.
Morre um líder do agronegócio brasileiro, um dos maiores nomes do setor
Faleceu na noite desta quarta‑feira (4), em Rondonópolis (MT), o renomado agropecuarista Odílio Balbinotti. Diagnosticado com doença de Alzheimer há alguns anos, seu estado de saúde se deteriorou nos últimos dias e ele não resistiu. Gaúcho de Gaurama, onde trabalhou como cortador de cana‑de‑açúcar, Balbinotti iniciou sua trajetória política como vereador, depois presidente da Câmara Municipal e, por dois mandatos, prefeito de Barbosa Ferraz, no Vale do Ivaí. Em 1992 transferiu o domicílio eleitoral para Maringá (PR). Foi proprietário das Sementes Adriana, empresa que hoje se chama Atto e lidera o mercado nacional de sementes de soja e milheto, sob a gestão de seu filho. Além disso, Balbinotti atuou no setor de comunicação, chegando a possuir emissoras de rádio em Sarandi, São João do Ivaí, Barbosa Ferraz e Engenheiro Beltrão. Em 1994 foi eleito deputado federal pelo PDT e, posteriormente, cumpriu mandatos após filiar‑se ao PTB e ao MDB, destacando‑se nas comissões, especialmente na de Agricultura, onde chegou a ser vice‑presidente. O parlamentar exerceu a função de deputado nos mandatos 1995‑1999 (PDT), 1999‑2003 (PSDB), 2003‑2007 (PSDB), 2007‑2011 (PMDB) e 2011‑2015 (PMDB). Há alguns anos mudou‑se para o Mato Grosso, onde faleceu em Rondonópolis.
Quatro tribunais do Nordeste depositam cerca de R$ 30 bilhões no BRB, alvo da PF
Uma verdadeira bomba explodiu ontem. Desembargadores do Tribunal de Justiça do Maranhão descobriram que o presidente da Corte, Froz Sobrinho, transferiu R$ 2,8 bilhões em depósitos judiciais para o Banco de Brasília (BRB). Os recursos estavam anteriormente aplicados no Banco do Brasil e a movimentação foi feita sem consulta prévia ao colegiado de magistrados. Na quinta‑feira (5) eclodiu outra bomba: cinco tribunais depositaram, entre si, cerca de R$ 30 bilhões no BRB. Quatro desses tribunais pertencem à região mais pobre do país, o Nordeste. Os recursos judiciais transferidos para o BRB provêm dos Tribunais de Justiça do Maranhão, da Bahia, da Paraíba, de Alagoas e do Distrito Federal. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu procedimento investigativo para apurar a conduta do presidente do TJ do Maranhão em relação à transferência dos depósitos judiciais. A situação do BRB está ligada às relações com o Banco Master. A instituição brasiliense assumiu carteiras de crédito e operações do banco paulista, que passou a enfrentar questionamentos no mercado financeiro sobre sua liquidez e qualidade de ativos. O BRB chegou a formalizar uma oferta para adquirir o Master, mas a transação foi impedida pelo Banco Central.
Brasil e Irã: relação promíscua que financia Hamas e Hezbollah
Antes de começar, vamos aos números: O Irã ocupa a 10ª posição na lista da Organização Cristã Internacional Portas Abertas em 2026 entre os países que mais perseguem cristãos no mundo. Essa colocação revela que a perseguição religiosa no país é considerada severa. Segundo a Portas Abertas, a população iraniana é de aproximadamente 90,4 milhões de pessoas, das quais apenas 800 mil são cristãs — o que representa cerca de 0,9 % da nação. De acordo com estimativas oficiais, o Departamento de Estado dos EUA divulgou em 2021 que o Irã destina cerca de US$ 100 milhões por ano ao Hamas e a outros grupos extremistas. O país persa é reconhecido como um dos principais financiadores do Hamas, envolvido em uma das maiores guerras atuais no Oriente Médio contra Israel. Em diversas ocasiões, o Irã já ameaçou aniquilar o Estado israelense. Além disso, o Irã é apontado como o maior financiador do Hezbollah, grupo que se uniu ao Hamas com o objetivo declarado de atacar os judeus. Na prática, quase todos os grupos extremistas da região convergem em torno da mesma meta: destruir Israel. Embora o Oriente Médio seja marcado por conflitos sangrentos entre facções islâmicas — xiitas e sunitas —, quando o assunto é Israel, há uma união de forças contra o país. O ativista judeu André Lajst, presidente do StandWithUs Brasil, denunciou em seu perfil no Instagram que mulheres iranianas vêm sendo estupradas, mutiladas e assassinadas pelo regime islâmico persa. No cenário internacional, o Brasil mantém uma relação próxima com o Irã. Além de ser um dos maiores parceiros comerciais, há também alinhamento diplomático. Em 2023, segundo a CNN, mesmo diante da pressão contrária dos EUA, duas embarcações militares iranianas atracaram em território brasileiro. Por se tratar de navios de guerra, a parada só foi possível mediante autorização da Marinha. Na ocasião, a embaixadora dos EUA no Brasil, Elizabeth Bagley, declarou: “Esses navios, no passado, facilitaram o comércio ilícito e atividades terroristas e já tiveram sanções da ONU. O Brasil é um país soberano, mas acreditamos fortemente que esses navios não deveriam atracar em qualquer lugar.” Esse episódio evidencia como o momento atual vivido pelo Brasil é politicamente e socialmente delicado, trazendo riscos tanto no âmbito nacional quanto internacional. Diante disso, o primeiro passo é dobrar os joelhos e orar genuinamente pelo nosso país, clamando por uma regeneração espiritual e, sem dúvida, pela escolha correta de nossos líderes. Fonte: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2023/12/03/financiadores-impostos-fontes-obscuras-e-atividades-ilicitas-entenda-de-onde-vem-o-dinheiro-do-hamas-grupo-terrorista-milionario.ghtml https://portasabertas.org.br/lista-mundial-da-perseguicao/ira/ https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/ira-ameaca-aniquilar-israel-no-caso-de-grande-ataque/ https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/hezbollah-lanca-mais-profundo-ataque-contra-israel-desde-guerra-em-gaza/ https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx26v699kdpo https://www.cnnbrasil.com.br/politica/entenda-como-sao-as-relacoes-entre-brasil-e-ira-em-meio-a-crise-no-pais/ https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/navios-de-guerra-do-ira-atracam-no-brasil-mesmo-apos-pressao-dos-eua/
Flávio voa, mas falha ao conter a loucura dos “bonecos” e “cangurus”
Alguns meses atrás eu alertava que a ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro precisaria redobrar cautela, pois seria alvo de intensos ataques à medida que se aproximavam as eleições. Basta observar as respostas nas menções a Michelle para constatar que a previsão se confirmou. Os ataques vêm, não da esquerda, mas de fogo amigo – o mesmo que tem atingido Nikolas e Tarcísio. Mesmo com Flávio e até o próprio Jair Bolsonaro pedindo unidade, alguns grupos insistem em adotar essa estratégia de medo. Se Flávio não conseguir conter os “bonecos” e “cangurus”, 2026 será um ano difícil. Há quem force uma divisão desnecessária, ignorando as regras que deveriam orientar o bolsonarismo, como se fosse uma seita em que quem desobedece aos “comandantes” é excluído. Carisma e apoio popular não são atributos hereditários. Caso esses ataques, disfarçados de críticas, não cessem, Flávio pode perder a eleição. É hora de quem está fora do Brasil compreender que quem permanece aqui não pode se posicionar da mesma forma. É preciso mirar nos juízes autoritários e nos governantes corruptos. Se a sabotagem contra os aliados persistir, eles acabarão sozinhos.
França já não é livre
Na terça‑feira, dia 3, a polícia francesa invadiu a sede de X, em Paris, caracterizando o ato como perseguição política. Em nome de um projeto visionário de uma Europa integrada e sem fronteiras, exerce‑se o controle total sobre todos os aspectos da vida pública e privada, suprimindo a liberdade individual e a oposição por meio de um poder único, de uma ideologia dominante e totalitária, com uso de propaganda e força policial repressiva. É descrito como autoritarismo extremo. O governo exige submissão completa. Some‑se a isso a chamada invasão islâmica. A França, e não só a França, estaria nos últimos estágios de dominação estrangeira. É irônico que a cultura francesa tenha exercido uma das influências mais profundas e duradouras da história moderna, moldando não apenas a Europa, mas o mundo inteiro em política, artes, estilo de vida e pensamento.
Filho de João Gilberto condenado por difamar advogado da ex‑esposa
João Marcelo de Oliveira, filho do músico João Gilberto, foi condenado a 1 ano, 4 meses e 15 dias de detenção por difamação e injúria contra o advogado Fernando Augusto Henriques Fernandes. A decisão foi proferida pelo juiz Daniel Werneck Cotta, da 33ª Vara Criminal do Rio de Janeiro. A pena será convertida em prestação de serviços comunitários e fornecimento de cestas básicas. O autor das ofensas utilizou o Facebook para publicar 16 mensagens dirigidas a Fernando Augusto Henriques Fernandes, que atua como advogado de Adriana Magalhães Hoineff, ex‑esposa de João Gilberto. Nas postagens, João Marcelo empregou termos como “mentiroso saco de merda”, “mentiroso”, “mentiroso compulsivo”, “vergonha”, “babaca” e “fodido”. Essa condenação integra um conjunto de disputas judiciais envolvendo familiares do criador da bossa nova, falecido em 2019. João Marcelo é filho da relação entre João Gilberto e Astrud Gilberto.