O ex-presidente Jair Bolsonaro tem recebido visitas frequentes de familiares, líderes religiosos e aliados políticos. Durante esses encontros, além de comentar o cenário eleitoral deste ano, o ex-chefe do Executivo também faz relatos pessoais sobre sua situação na prisão. Segundo informações divulgadas, Bolsonaro contou a pessoas próximas que enfrenta pesadelos recorrentes. Ele também afirmou temer que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu filho, seja alvo de um atentado ao longo da campanha presidencial. O ex-presidente foi vítima de um ataque a faca durante a campanha eleitoral de 2018, episódio que ainda influencia suas preocupações atuais. Durante as visitas, Bolsonaro também demonstra frustração por não conseguir acompanhar com total liberdade as movimentações políticas fora da prisão. No local onde está custodiado, ele tem acesso à televisão aberta, porém apenas por algumas horas ao longo do dia. De acordo com uma perícia médica realizada pela Polícia Federal, a rotina diária do ex-presidente inclui atividades simples. Pela manhã, ele toma banho, faz a barba e dedica parte do tempo à leitura de livros. Em alguns momentos também assiste a programas esportivos na televisão. Após o almoço, costuma descansar e, no período da tarde, realiza pequenas caminhadas. O ex-secretário de Assuntos Fundiários Nabhan Garcia visitou Bolsonaro em fevereiro e relatou que o ex-presidente pediu que ele transmitisse um recado ao senador Flávio Bolsonaro. O conselho seria para que o filho adotasse cautela ao longo da disputa eleitoral deste ano. Nabhan também afirmou que Bolsonaro se emocionou ao tratar do tema. A preocupação também foi mencionada durante conversas com o bispo Robson Rodovalho, líder da igreja Sara Nossa Terra, que presta assistência religiosa ao ex-presidente com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). “Acho que Bolsonaro é um homem traumatizado”, afirmou o religioso. “Ele teme por várias coisas e se sente injustiçado, impotente para se defender e defender os seus.”
Ministro André Mendonça cita denúncia de Rony Gabriel em decisão que mandou Vorcaro para prisão
Uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, que determinou a prisão do empresário Daniel Vorcaro, trouxe à tona trechos de uma denúncia apresentada pelo vereador de Erechim-RS e pré-candidato a deputado federal Rony Gabriel, considerado um dos fenômenos da direita na atualidade. O documento mencionado na decisão aponta para a existência de uma estrutura organizada destinada a influenciar a opinião pública por meio de estratégias digitais. De acordo com parte da decisão judicial, novas evidências encaminhadas ao STF indicariam que Felipe Mourão teria atuado como intermediário entre os interesses de Vorcaro e influenciadores digitais contratados para ampliar determinadas narrativas nas redes sociais. Conforme descrito no documento, essa articulação faria parte de um padrão de atuação já analisado anteriormente no âmbito do Inquérito 5035. Há poucas semanas, Rony Gabriel revelou uma proposta milionária indecorosa que recebeu para “defender” o Banco Master contra o Banco Central. Segundo o vereador, vários influenciadores de direita e de esquerda aceitaram a proposta. Além disso, Rony colocou sua vida financeira em risco ao mostrar um contrato de confidencialidade no valor de R$ 800 mil. No Instagram, Rony afirmou que “nem todos estão à venda”. Assista: Um relatório da Polícia Federal entregue ao ministro André Mendonça, novo relator do Caso Master, revela que Daniel Vorcaro organizava festas sexuais para políticos e empresários poderosos.
PGR pede arquivamento de investigação sobre joias de Bolsonaro por ausência de legislação clara
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se nesta quarta-feira (4) a favor do arquivamento da investigação que apura o destino de joias recebidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante o exercício do cargo. Na avaliação do chefe do Ministério Público Federal, a legislação brasileira não estabelece de forma clara a quem pertencem presentes entregues a um presidente da República — se ao mandatário ou ao patrimônio da União. “A natureza jurídica dos presentes ofertados a presidentes da República permanece controvertida, sem disciplina legislativa específica, sujeita a interpretações administrativas divergentes, inclusive no âmbito da sistemática do controle externo”, escreveu o PGR em sua manifestação. A investigação foi conduzida pela Polícia Federal, que havia apontado que Bolsonaro e integrantes de sua equipe teriam atuado para retirar do país presentes de alto valor recebidos em razão do cargo, com o objetivo de comercializá-los no exterior. Segundo Gonet, enquanto não houver legislação clara sobre a titularidade desses presentes institucionais, a aplicação de sanções penais torna-se inadequada. Em sua avaliação, a lacuna normativa impede que o caso seja tratado no âmbito criminal. “Enquanto subsistir a lacuna legislativa sobre a natureza jurídica dos presentes ofertados a Presidentes da República, a incidência do Direito Penal revela-se incompatível com os princípios que delimitam o exercício legítimo do poder punitivo no Estado Democrático de Direito”, afirmou Gonet. O procurador-geral também concluiu que as ações atribuídas aos investigados não configurariam, no entendimento da Procuradoria-Geral da República, elementos suficientes para caracterizar crime. “Os esforços dos indiciados, pois, para que os bens fossem levados a venda a terceiros não configuram atitudes expressivas do cometimento do crime submetido a escrutínio”, complementou. O processo tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. Em julho de 2024, a Polícia Federal havia indiciado Jair Bolsonaro e outras 11 pessoas no caso conhecido como o das joias sauditas. Na ocasião, a corporação apontou possíveis crimes de peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Na manifestação enviada ao STF, Paulo Gonet também destacou o trabalho investigativo realizado pela Polícia Federal, mas ressaltou que sua análise se restringe ao campo penal, não descartando a possibilidade de eventuais apurações administrativas ou de outra natureza. “O enfoque desenvolvido nesta peça se limita à compreensão da adequação típica penal da conduta, sem pretender, obviamente, excluir sindicâncias de ordem não penal, até porque a análise não põe em dúvida que os fatos ocorreram com os protagonistas apontados”, escreveu o procurador-geral.
Justiça nega prisão de professor de Direito denunciado por estupro por 10 mulheres
Relatos de mulheres sufocadas, forçadas a práticas sexuais mesmo dizendo “não”, que perderam a memória após aceitarem bebidas. Uma delas ensanguentada, outra amarrada à força na cama e impedida de sair do quarto. Essas foram as denúncias apresentadas pelo Ministério Público contra o advogado e professor de Direito Conrado Paulino da Rosa por crimes de estupro, estupro de vulnerável, violência psicológica e cárcere privado. O documento foi apresentado na terça-feira (24/02). Mesmo diante das graves acusações de dez mulheres, a Justiça, através do 1º Juizado da Violência Doméstica de Porto Alegre, negou o pedido de prisão contra Conrado. O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul havia solicitado a medida após apresentar a denúncia formal contra o profissional. O MP-RS formalizou a denúncia na terça-feira (24) e, logo em seguida, protocolou o pedido de prisão. A magistrada indeferiu a solicitação. O Ministério Público recorreu da decisão. Profissionais da área jurídica consultados afirmaram que, em casos semelhantes, o pedido de prisão costuma estar baseado no descumprimento de medidas cautelares. Não há confirmação oficial sobre os motivos específicos que levaram o MP-RS a solicitar a prisão de Conrado. Conrado foi preso preventivamente em 26 de setembro de 2025 e ficou detido por aproximadamente um mês. Foi liberado em 22 de outubro. A soltura foi condicionada ao cumprimento de medidas cautelares, entre elas o uso de monitoramento eletrônico e a proibição de se aproximar de instituições de ensino. Em 28 de janeiro, Conrado compareceu à cerimônia de prestação de compromisso de novos advogados na Escola da Ordem dos Advogados do Brasil, em Porto Alegre. O evento foi aberto ao público. A participação ocorreu apesar das medidas cautelares que incluem restrição a instituições educacionais. A defesa de Conrado divulgou nota oficial sobre o caso. Os defensores manifestaram preocupação com a condução do processo e com a divulgação de informações protegidas por segredo de justiça. Segundo a nota, a defesa ainda não teve acesso ao conteúdo oficial da denúncia. Os advogados declararam indignação com o fato de trechos da denúncia estarem sendo divulgados pela imprensa. O procedimento tramita sob sigilo em nível máximo. A defesa considera inadmissível que detalhes de uma peça processual protegida pelo segredo de justiça sejam expostos antes mesmo que os advogados constituídos possam examiná-la. Os defensores argumentam que os vazamentos de informações são ilegais. Segundo a nota, essa situação compromete garantias constitucionais como o contraditório, a ampla defesa e a paridade de armas. A equipe jurídica afirma que essa divulgação submete o denunciado a um pré-julgamento alimentado por informações parciais e descontextualizadas. Os advogados informaram que levaram recentemente ao conhecimento do Juízo a existência de elementos que indicam uma possível convergência indevida entre parte interessada no resultado do processo e agentes responsáveis pela investigação.
Ministros do STJ aconselham colega acusado de assédio a se aposentar para evitar cassação
O ministro do STJ Marco Aurélio Gastaldi Buzzi tem sido orientado pelos colegas ministros a pedir aposentadoria voluntária de suas funções sob o risco de sofrer sanções piores e ter a aposentadoria cassada em um processo criminal. Buzzi foi acusado no mês passado de assédio sexual por uma jovem de 18 anos, filha de um casal de amigos dele. Na ocasião, o ministro era anfitrião da família em sua casa de veraneio no litoral de Santa Catarina. Depois que a história se tornou pública, uma funcionária terceirizada do STJ afirmou que já havia feito denúncia parecida contra o ministro, que a teria assediado dentro do gabinete. A denúncia não teria sido levada para frente. Assim, a orientação é que o ministro deixe o cargo com uma polpuda aposentadoria em vez de correr riscos desnecessários. Esse é o país do faz de conta…
Hackers invadem TV estatal do Irã ao vivo e expõem fragilidade do regime islâmico — Veja o vídeo!
A escalada de tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã ganhou um novo capítulo — desta vez, no campo da guerra cibernética. A televisão estatal iraniana teve sua programação interrompida por uma invasão hacker que exibiu mensagens políticas e conteúdos críticos ao regime de Teerã. O episódio ocorreu em meio a tensões militares e operações digitais que vêm se intensificando na região. A transmissão foi brevemente substituída por conteúdos que, segundo relatos internacionais, continham mensagens de oposição ao regime iraniano. O incidente expôs, diante da própria população iraniana, uma vulnerabilidade que o governo costuma negar: a fragilidade de sua infraestrutura digital. Guerra híbrida em curso O episódio reforça uma tendência já consolidada nos conflitos contemporâneos: a guerra não acontece apenas com mísseis e tanques. Ela também ocorre por meio de ataques cibernéticos, sabotagens digitais e controle de narrativa. Interromper a transmissão de uma emissora estatal não é apenas um ato técnico. É um gesto simbólico. Trata-se de atingir diretamente o instrumento oficial de comunicação do regime, quebrando o monopólio da informação. Em um país onde a mídia é rigidamente controlada pelo Estado, invadir a programação oficial equivale a furar o bloqueio informacional imposto à população. Quem está por trás? Até o momento, não há confirmação oficial sobre a autoria do ataque. Autoridades iranianas não reconheceram responsabilidade externa específica, e governos ocidentais também não assumiram envolvimento direto. Especialistas em segurança cibernética apontam que esse tipo de operação exige capacidade técnica elevada, o que restringe o leque de possíveis autores — seja Estados nacionais ou grupos sofisticados alinhados a interesses geopolíticos. Fragilidade exposta O incidente ocorre em um momento delicado para o regime iraniano, que enfrenta pressão internacional, sanções econômicas e crescente insatisfação interna. A invasão da TV estatal representa mais do que um episódio isolado. Ela evidencia que, no século XXI, o controle do território digital é tão estratégico quanto o controle do território físico. A guerra moderna é híbrida. E o campo de batalha agora inclui estúdios de televisão, servidores de dados e redes de transmissão. O sinal foi interrompido por minutos. Mas o recado geopolítico pode ecoar por muito mais tempo. Veja o vídeo:
Milhões de brasileiros voltam às ruas em defesa do país: o povo dá a lição
Os verdadeiros brasileiros retornaram às ruas. Milhões de pessoas, espalhadas por todo o Brasil, participaram de manifestações em defesa do país. Para os tiranos, a questão sempre se resume à força. À imposição pela baioneta. Mas para aqueles que genuinamente amam sua nação, trata-se de uma questão de fé. Uma fé que não está depositada em um único homem, que os tiranos podem aprisionar. A fé está em uma ideia: juntos pelo Brasil. A lição está sendo dada pelo povo, que vai despertando. É fundamental que o Congresso Nacional escute essa voz popular. É chegada a hora.
Empresária dona de clínica de estética morre após realizar procedimentos estéticos em si mesma
A empresária e especialista em estética Priscilla Lopes Dorneles de Souza, de 31 anos, morreu na manhã de sábado (28/02), em Inhumas, na região metropolitana de Goiânia. A morte ocorreu dois dias após ela se submeter a procedimentos cirúrgicos estéticos. Conhecida na região como Dra. Priscilla Dorneles, ela era proprietária da PD Clinic e atuava com destaque no setor de estética e bem-estar. Priscilla havia recebido alta hospitalar na sexta-feira (27), após realizar procedimentos que incluíam mastopexia com prótese, correção de cicatriz e lipoaspiração a laser. Os Bombeiros foram acionados para socorrê-la e a levaram à UPA de Inhumas, mas ela chegou à unidade sem sinais vitais. O óbito foi confirmado pela equipe médica. O Grupo Everbeauty, que acompanhou o caso, emitiu nota afirmando que o procedimento seguiu todos os protocolos e ocorreu sem intercorrências iniciais. Priscilla era referência em estética e bem-estar na região central de Goiás, liderando a PD Clinic com serviços avançados. As causas exatas da morte aguardam laudos periciais, gerando comoção entre clientes e comunidade.
Sinais de mudança: prisão de Maduro, morte de Khamenei e o enfraquecimento do eixo globalista
Os desígnios Divinos são misteriosos, maravilhosos, insondáveis e infalíveis. E o principal: possuem seu tempo próprio, independente do tempo dos desejos humanos. Pelo contrário, parecem planejados para desenvolvermos tolerância, resiliência e reforçarmos nossa fé inabalável. Não precisamos inventar, nem aderir a teorias mirabolantes para mantermos nossas esperanças. São interessantes todas estas “teorias” de alianças intergalácticas, chapéus brancos, cabal, Lula morto e substituído por um clone etc. Existem até os que dizem que Putin é da “Aliança da Terra”, aliado ao Trump para o combate às trevas. Não temos nenhuma comprovação dessas histórias, que me parecem até muito inverossímeis. Não vejo dados de realidade que possam sequer sugerir uma parceria entre Trump e Putin, por exemplo, muito menos acreditar que seria possível um clone de Lula enganar o mundo inteiro para encobrir sua morte. São ideias estapafúrdias. Não devemos criar expectativas, nem falsas esperanças em teorias mirabolantes, criadas sabe-se lá por qual mente doentia. Existe isso? Não sei, acredito que não. Pode existir? Quem poderia provar? Mas as luzes começam a iluminar a escuridão que vivemos nos últimos anos, que acredito terem sido de planejado aprendizado proporcionado pelos Desígnios Divinos. A prisão de Maduro, a morte de Khamenei, o derretimento dos BRICS, a perda de poder sino-russo, o enorme estrago feito ao narcoterrorismo e à lavagem internacional de dinheiro sujo são alvissareiros. Quem ainda não entendeu o mal que representa o movimento marxista-materialista e seu relativismo moral, precisará repetir de ano, até conseguir aprender a lição. Lula e seus cães se preparem. Estão na mira e a possibilidade de perderem seus poderes aumenta a cada dia. Que Deus seja Louvado! Pedro Possas. Médico.
Gilmar Mendes anula quebra de sigilo de empresa ligada a Dias Toffoli e ordena destruição de documentos
O ministro Gilmar Mendes anulou a quebra de sigilo da empresa Maridt Participações, ligada ao ministro Dias Toffoli. A decisão ocorreu em meio a questionamentos sobre a credibilidade da instituição perante o país e o mundo. Uma manobra jurídica colocou o caso nas mãos de Gilmar. A defesa da empresa protocolou o pedido ressuscitando uma ação arquivada em 2023, da qual Gilmar foi relator, para evitar sorteio no STF. O caso caiu em suas mãos, e o ministro tomou a decisão esperada. Gilmar alegou desvio de finalidade e abuso de poder. Além disso, proibiu qualquer entidade de fornecer dados à CPI sobre o caso e ordenou que tudo o que já havia sido fornecido fosse destruído. A ação é considerada extrema e expõe ainda mais o Supremo Tribunal Federal. A decisão evidencia um quadro onde um ministro parte para o vale-tudo, desafiando o bom senso e o próprio significado da instituição que representa. A água bateu no pescoço, e já não há nada a perder, nem mesmo a credibilidade deixada para trás há muito tempo. Resta a dúvida sobre quem ainda acredita na defesa do Estado democrático de direito por parte dos ministros. Talvez apenas a mãe de algum deles, caso esteja isolada e sem acesso a notícias. O impasse é claro: moralizar realmente o STF significaria acabar com o STF que conhecemos hoje e que vem sendo aparelhado pela esquerda desde o primeiro mandato de Lula. Isso, no Brasil de hoje, mesmo com os ventos mudando lentamente de direção, parece ser uma impossibilidade absoluta. Se no passado o poder de aparelhamento de Lula tivesse sido cerceado pelo Congresso, hoje não viveríamos esse impasse. Agora é tarde. Só restam os remendos.