O ministro Alexandre de Moraes indicou a Defensoria Pública da União para defender Eduardo Tagliaferro no processo que ele mesmo move contra o ex-assessor. A indicação ocorreu sob a alegação de que os advogados de Tagliaferro não compareceram a uma audiência.
A DPU, no entanto, contesta os trâmites do processo e afirma que o réu tem direito a ser defendido por seus próprios advogados, conforme detalhado em matérias relacionadas ao caso.

Apesar de importante, esta questão representa apenas uma filigrana jurídica em um processo no qual o foro do réu está completamente equivocado. Mais grave ainda é o fato de que o juiz é a própria vítima no processo.
Tagliaferro documentou a parcialidade do ministro na produção de provas contra os manifestantes de 8 de janeiro. Em um país com instituições democráticas sólidas, não seria Tagliaferro sentado no banco dos réus.
Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.
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