Delegados da Polícia Federal divulgaram nota oficial atacando duramente decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Uma decisão proferida pelo ministro Dias Toffoli provocou indignação entre os delegados, que manifestaram “legítima perplexidade institucional”. O jornalista Cláudio Dantas, ao comentar o episódio, ressaltou que a “ditadura” que se instalou no país contou com a complacência da própria Polícia Federal, que teria atuado no “submundo da ilegalidade”, cumprindo ordens inconstitucionais. Agora, a ilegalidade recai sobre eles. Veja o vídeo:
Nikolas Ferreira inicia caminhada de Minas a Brasília pela liberdade e justiça
O jovem deputado federal Nikolas Ferreira decidiu transformar inconformismo em gesto público. Ao anunciar uma caminhada em defesa da liberdade e da justiça, ele optou por um percurso simbólico e pacífico, voltado a uma parcela expressiva da população que se sente sem voz diante dos acontecimentos recentes do país. A caminhada teve início hoje, em Minas Gerais, no dia 19 de janeiro, com previsão de chegada a Brasília, no Distrito Federal, no domingo, 25 de janeiro. A iniciativa surge em um contexto marcado por supostas injustiças: prisões vinculadas às manifestações de 8 de janeiro de 2023, questionamentos sobre decisões do Supremo Tribunal Federal e denúncias que atingem ministros da Corte e o governo federal. O Brasil vive um ambiente de insegurança jurídica e de seletividade, no qual princípios básicos do Estado de Direito têm sido relativizados. É nesse cenário que a caminhada ganha força. Mais do que um ato político tradicional, ela se apresenta como um chamado cívico, que busca mobilizar cidadãos comuns em torno de valores como liberdade, justiça e respeito às garantias individuais. Ao escolher o deslocamento a pé, a exposição pessoal e o contato direto com a população, Nikolas Ferreira assume riscos e responsabilidades, reforçando a ideia de liderança que não se limita às redes sociais ou aos discursos no plenário. O impacto do gesto é evidente. A mobilização espontânea, a repercussão popular e o debate gerado indicam que a iniciativa toca sentimentos profundos de uma sociedade polarizada, mas ainda sedenta por participação e sentido. Independentemente de concordâncias ou discordâncias políticas, a caminhada se consolida como um dos mais expressivos atos públicos em defesa da liberdade nos últimos anos, reafirmando o papel da manifestação pacífica como instrumento legítimo da democracia.
Polícia Civil investiga 20 mortes suspeitas de série na UTI de hospital em Brasília
O caso que chocou a capital federal, já identificado com três homicídios cometidos por técnicos de enfermagem do Hospital Anchieta, pode ser ainda mais grave e devastador. A Polícia Civil está analisando, ao longo de um ano, pelo menos 20 laudos de óbitos ocorridos em unidades de terapia intensiva de hospitais. O objetivo é verificar se há outros falecimentos em circunstâncias semelhantes às das três vítimas já confirmadas, que morreram subitamente após a aplicação de uma substância letal. As três vítimas dos profissionais de saúde são: João Clemente Pereira, 63 anos, servidor da Companhia de Abastecimento de Água e Esgoto (Caesb); Marcos Moreira, 33 anos, servidor dos Correios; e uma professora aposentada, de 75 anos, cuja identidade ainda não foi revelada.
Deputado Nikolas Ferreira inicia caminhada de protesto de mais de 700 km até Brasília (Veja o vídeo)
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) anunciou, na manhã desta segunda‑feira (19), a realização de uma “caminhada até Brasília” como forma de protesto político. O anúncio foi divulgado em vídeo nas redes sociais. Em linha reta, a distância entre as duas capitais é de 624,6 km; por estradas, o trajeto tem 733 km. Na gravação, Nikolas afirma que deixou de voltar para casa após sentir uma inquietação em relação ao cenário político nacional. Segundo ele, o país vive uma sucessão de “escândalos” que teriam levado à naturalização de fatos que deveriam gerar maior indignação. O parlamentar também citou o que chamou de “prisões injustas” ligadas aos atos de 8 de janeiro de 2023 e mencionou a prisão do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL). Ainda, criticou diretamente o Supremo Tribunal Federal (STF) e o governo do presidente Lula. “Esse sentimento de impotência não é só de vocês. É um sentimento nosso também”, declarou Nikolas, acrescentando que parte dos deputados e senadores compartilha da mesma avaliação sobre o momento político. Veja o vídeo:
Viviane Barci falha e causa prejuízo a Daniel Vorcaro
A atuação da advogada Viviane Barci no único processo em que representou o banqueiro Daniel Vorcaro pode ser considerada desastrosa. Barci perdeu todos os embates na Justiça paulista, obrigando Vorcaro a arcar com os honorários da parte contrária. Além disso, o banqueiro terá de responder a uma notícia‑crime por denunciação caluniosa. Parece que a especialidade de Viviane Barci está no STF. Mesmo assim, as parcelas de R$ 3,6 milhões contratadas entre a advogada e o banqueiro foram pagas integralmente, pelo menos até a liquidação do banco. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
Técnico de enfermagem preso por injetar desinfetante 10 vezes na veia de paciente
O caso que chocou Brasília nesta segunda‑feira (19) continua gerando notícias assustadoras e desumanas. Um dos técnicos de enfermagem detidos, de apenas 24 anos, teria introduzido desinfetante na veia de uma das vítimas em, no mínimo, dez aplicações consecutivas. O delegado responsável pelo inquérito declarou, perplexo: “Ele sugou um desinfetante no quarto de um paciente com a seringa e aplicou ao menos 10 vezes no paciente. Eles foram mortos pela ação de quem deveria estar cuidando deles”. Entre as vítimas estão uma professora aposentada de 75 anos, um servidor da Caesb de 63 anos e um jovem de 33 anos. Confrontados com as provas, os investigados não demonstraram arrependimento e mantiveram postura de completa frieza, segundo o delegado. Ao confessar, o grupo não explicou o motivo do crime. A polícia deverá indiciar os suspeitos por homicídio doloso qualificado, com impossibilidade de defesa da vítima.
TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO DF MATARAM PACIENTES COM DROGAS INDETECTÁVEIS
Barbárie em Brasília. Técnicos de enfermagem aplicavam em suas vítimas substância letal de difícil detecção em exames iniciais. Os suspeitos foram presos nesta segunda‑feira (19) pela Polícia Civil do DF. Os crimes ocorreram em novembro e dezembro de 2025 e são enquadrados como homicídios. O caso foi denunciado pelo próprio Hospital Anchieta. A substância letal era injetada diretamente na veia dos pacientes. Quando usada fora dos protocolos médicos, pode provocar parada cardíaca em poucos minutos. Fontes ligadas à investigação afirmam que o composto químico chama atenção porque pode causar morte sem deixar sinais evidentes nos primeiros exames, dificultando a identificação da causa e podendo simular morte natural ou complicações clínicas. As investigações continuam e outras medidas não estão descartadas. O objetivo é esclarecer os fatos, responsabilizar todos os envolvidos e apurar eventuais falhas institucionais que permitiram a prática dos crimes no hospital. NOTA DO HOSPITAL O Hospital Anchieta S.A., referência em cuidados de saúde em Brasília/DF há 30 anos, vem a público esclarecer as providências adotadas diante de fatos graves envolvendo ex‑funcionários da instituição. Ao identificar circunstâncias atípicas relacionadas a três óbitos ocorridos em sua Unidade de Terapia Intensiva, o Hospital instaurou, por iniciativa própria, em cumprimento ao seu dever civil, ético e ao compromisso com a transparência, um comitê interno de análise e conduziu investigação célere e rigorosa, que em menos de vinte dias resultou na identificação de evidências envolvendo ex‑técnicos de enfermagem, as quais foram formalmente encaminhadas às autoridades competentes. Com base nessas evidências, fruto da investigação interna, o Hospital requereu a instauração de inquérito policial, bem como a adoção das medidas cautelares cabíveis, inclusive a prisão cautelar dos envolvidos, que já haviam sido desligados da instituição. As prisões foram cumpridas pelas autoridades nos dias 12 e 15 de janeiro de 2026. Pautado pela transparência de seus processos e pela confiança nos protocolos internos que norteiam sua atuação, o Hospital entrou em contato com as famílias envolvidas, prestando todos os esclarecimentos necessários de forma responsável e acolhedora. Reitera ainda que o caso tramita em segredo de justiça, o que impede a divulgação de informações adicionais e a identificação das partes envolvidas. O hospital entende que o segredo de justiça é imprescindível à preservação da apuração, à proteção das partes e ao regular exercício das atribuições das autoridades competentes, devendo ser rigorosamente observado segundo os limites impostos pela decisão judicial. O Hospital, enquanto também vítima da ação desses ex‑funcionários, solidariza‑se com os familiares das vítimas e informa que está colaborando de forma irrestrita e incondicional com as autoridades públicas, reafirmando seu compromisso permanente com a segurança dos pacientes, com a verdade e com a justiça. Veja o vídeo!
URGENTE: Técnicos de enfermagem assassinam pacientes e são presos no DF
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deteve três ex‑técnicos de enfermagem acusados de assassinar pacientes no Hospital Anchieta, localizado em Taguatinga. As prisões foram efetuadas nesta segunda‑feira, dia 19 de janeiro, após investigação que apontou a morte de três pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) entre novembro e dezembro de 2025. Segundo as investigações, os suspeitos teriam introduzido na corrente sanguínea das vítimas um composto químico capaz de provocar parada cardíaca sem deixar vestígios evidentes. A operação policial, batizada de Anúbis, desenvolveu‑se em duas fases distintas. A primeira fase ocorreu em 11 de janeiro, quando agentes da PCDF, com o apoio do Departamento de Polícia Especializada (DPE), cumpriram mandados de busca e apreensão nas residências de Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas. Nessa etapa, dois dos investigados foram detidos temporariamente. Na segunda fase, realizada na quinta‑feira, 15 de janeiro, foi cumprido mais um mandado de prisão temporária. Dispositivos eletrônicos foram apreendidos nas áreas de Ceilândia e Samambaia, com o objetivo de analisar as comunicações entre os suspeitos. O Hospital Anchieta foi o responsável por identificar as circunstâncias suspeitas e iniciar as investigações internas. Em comunicado oficial, a instituição declarou: “O Hospital Anchieta S.A., referência em cuidados de saúde em Brasília/DF há 30 anos, vem a público esclarecer as providências adotadas diante de fatos graves envolvendo ex‑funcionários da instituição.” A nota detalha as medidas adotadas: “Ao identificar circunstâncias atípicas relacionadas a três óbitos ocorridos em sua Unidade de Terapia Intensiva, o Hospital instaurou, por iniciativa própria, em cumprimento ao seu dever civil, ético e ao seu compromisso com a transparência, um comitê interno de análise e conduziu investigação célere e rigorosa, que em menos de vinte dias resultou na identificação de evidências envolvendo ex‑técnicos de enfermagem, as quais foram formalmente encaminhadas às autoridades competentes.” A administração do hospital também solicitou a abertura de inquérito policial: “Com base nessas evidências, fruto da investigação interna realizada pela instituição, o próprio Hospital requereu a instauração de inquérito policial, bem como a adoção das medidas cautelares cabíveis, inclusive a prisão cautelar dos envolvidos, que já haviam sido desligados da instituição. As prisões foram cumpridas pelas autoridades nos dias 12 e 15 de janeiro de 2026.” A Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa (CHPP) coordena a Operação Anúbis e mantém os nomes dos acusados em sigilo. Os investigadores continuam trabalhando para esclarecer a dinâmica das mortes, o papel de cada suspeito e a possível existência de outros envolvidos. O Hospital Anchieta informou que entrou em contato com as famílias das vítimas para prestar esclarecimentos. A instituição se posicionou como vítima das ações dos ex‑funcionários, manifestando solidariedade às famílias e comprometendo‑se a colaborar integralmente com as autoridades.
Marina Silva prepara saída do governo e avalia nova filiação partidária
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, deve deixar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva até abril. A decisão está vinculada ao seu plano de disputar as eleições deste ano, o que exige a desincompatibilização do cargo no Executivo. Além de se retirar da Esplanada dos Ministérios, Marina também se prepara para abandonar a Rede Sustentabilidade, partido que ajudou a fundar. Ela avalia filiar‑se a outra legenda para viabilizar a candidatura, com negociações em andamento com o Partido dos Trabalhadores, o Partido Socialista Brasileiro e o Partido Socialismo e Liberdade. Entre os cenários considerados, está a eventual candidatura ao Senado Federal, possivelmente em chapa ao lado do ministro da Fazenda Fernando Haddad. Essa hipótese ainda é incerta, já que Haddad também é cotado para disputar o governo do estado de São Paulo.
Assédio no BBB: Pedro sai após acusação de Jordana (Veja o vídeo)
A edição 26 do Big Brother Brasil registrou uma saída inesperada neste domingo (18/1). Pedro decidiu abandonar o reality ao apertar o botão de desistência, poucos minutos depois de ser acusado de assédio sexual por Jordana, também participante. O relato ganhou repercussão dentro da casa quando Jordana contou a outros brothers o que teria acontecido no confessionário. Segundo ela, Pedro adotou uma postura agressiva e sem consentimento ao ficar a sós com a participante no local reservado do programa. “Ele entrou comigo no confessionário, me pegou pelo pescoço e tentou me beijar”, disse Jordana em conversa com Breno e Paulo Augusto. Em seguida, a participante afirmou que confrontou o colega imediatamente após o incidente. “Eu falei: ‘Você está louco, o que você está fazendo?’ Ele respondeu: ‘Estou fazendo o que me deu vontade’”, contou Jordana ao relatar o diálogo aos demais confinados. Diante do relato, Breno e Paulo Augusto orientaram Jordana a formalizar a denúncia diretamente no confessionário. Contudo, antes que a produção pudesse tomar qualquer medida, o desfecho ocorreu de forma abrupta. Poucos minutos depois da conversa, Pedro acionou o botão de desistência e deixou o BBB 26. O participante havia chegado ao programa por meio de votação popular, após disputar uma vaga na dinâmica da Casa de Vidro, realizada na região Sul do país.