A mais recente pesquisa realizada pelo instituto Quaest oferece um panorama inicial da disputa presidencial de 2026. O levantamento avaliou diversas simulações de primeiro e segundo turno, além de medir rejeição, nível de conhecimento e potencial de voto dos principais nomes que compõem o cenário eleitoral. No cenário mais amplo testado, Lula lidera com 36% das intenções de voto. O dado chama atenção menos pela força do petista e mais pela pulverização do campo adversário. Mesmo nesse contexto, Flávio Bolsonaro desponta como o candidato mais competitivo da direita, alcançando 23% e consolidando-se isoladamente na segunda posição. Os demais candidatos ficam bem atrás: Tarcísio de Freitas: 9% Ratinho Junior: 7% Ronaldo Caiado: 3% Romeu Zema: 2% Indecisos somam 7%, enquanto 11% afirmam votar em branco, nulo ou não comparecer às urnas. Sem Tarcísio, Flávio cresce Quando o nome de Tarcísio é retirado da disputa, Flávio Bolsonaro avança para 26%, reduzindo a diferença em relação a Lula, que registra 35%. O movimento indica que parte expressiva do eleitorado conservador tende a concentrar o voto no sobrenome Bolsonaro quando há menos opções à direita. Em outros recortes, Flávio atinge até 32% das intenções de voto, enquanto Lula oscila entre 37% e 40%, sempre beneficiado pela divisão de seus adversários. A Quaest também simulou sete cenários de segundo turno, todos com Lula. Embora o petista apareça numericamente à frente em todas as projeções, os números revelam disputas mais apertadas do que costuma admitir o discurso oficial: Lula x Flávio Bolsonaro: 44% a 38% Lula x Tarcísio de Freitas: 45% a 39% Lula x Ratinho Junior: 43% a 36% Nos demais cenários, a vantagem de Lula aumenta, especialmente contra nomes menos conhecidos nacionalmente. Ainda assim, os índices de votos brancos, nulos e abstenções chegam a quase um quarto do eleitorado em algumas simulações. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 8 e 11 de janeiro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Banco Genial S.A. e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00835/2026.
Toffoli entrega provas da Operação Compliance Zero à PGR de Paulo Gonet, blindando elites no caso Master
A decisão de Dias Toffoli no caso Banco Master, ao encaminhar as provas apreendidas pela Polícia Federal à Procuradoria‑Geral da República, evidencia a estrutura de blindagem institucional que ampara as elites financeiras e políticas. Mais que um ato jurídico, trata‑se de estratégia para manter autoridades já implicadas sob proteção oficial. Contexto das decisões – breve histórico – Decisão inicial: Toffoli determinou que todo o material apreendido pela PF na Operação Compliance Zero fosse lacrado e mantido no STF.– Pressão institucional: A PF alertou que a medida inviabilizaria perícias urgentes; a PGR também solicitou acesso.– Recuo estratégico: Em 14 de janeiro de 2026, o ministro autorizou que a PGR recebesse e analisasse os bens e documentos apreendidos.– Justificativa oficial: Toffoli alegou que a medida daria ao procurador‑geral Paulo Gonet uma “visão sistêmica” dos supostos crimes. A engrenagem da blindagem – Controle narrativo: Quem detém as provas controla a narrativa. Ao retirar a PF da linha de frente, Toffoli reforça o poder da PGR.– Conflito de interesses: Paulo Gonet, chefe da PGR, é apontado como parte das engrenagens suspeitas. A entrega das provas a ele equivale a “colocar a raposa para vigiar o galinheiro”.– Força negativa: O sistema sustenta‑se na opacidade. A ocultação não é acidente, mas imperiosa para manter autoridades descobertas longe da responsabilização. Uma análise mais profunda – O paradoxo da justiça: O STF, guardião da Constituição, funciona como muralha de contenção contra a exposição plena dos crimes.– A perpetuação das falcatruas: A decisão de Toffoli não representa correção de rota, mas estratégia de sobrevivência de um sistema que se alimenta da escuridão.– O poder das sombras: A blindagem institucional garante que elites financeiras, políticas e judiciais preservem seus privilégios, mesmo diante de provas robustas. O caso Master não se resume a fraudes financeiras; ele revela a necessidade imperiosa de esconder autoridades envolvidas para preservar as forças negativas que sustentam o poder. O gesto de Toffoli, ao recuar e entregar as provas à PGR, demonstra que a justiça, quando dominada, pode se tornar instrumento de proteção dos poderosos.
Executivo da Reag Investimentos, investigado por ligação ao PCC, fez negócios com os irmãos de Toffoli
Silvano Gersztel, executivo da Reag Investimentos, representou um fundo da gestora na compra de metade da participação dos irmãos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli no resort Tayayá, localizado no Paraná. A transação, realizada em setembro de 2021, envolveu uma fatia avaliada em R$ 6,6 milhões, pertencente a José Eugênio e José Carlos Dias Toffoli. Documentos da Junta Comercial do Paraná comprovam que Gersztel atuou formalmente como representante do fundo Arleen nas empresas controladoras do resort. A sociedade entre o fundo e a família Toffoli permaneceu ativa até 2025. O executivo está sendo investigado pela Polícia Federal por suposta participação em esquema de lavagem de dinheiro destinado a empresários do setor de combustíveis com ligações ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Entre fevereiro e julho de 2025, tanto os familiares do ministro quanto o fundo de investimentos venderam suas participações ao advogado Paulo Humberto Barbosa, que se tornou o único proprietário do empreendimento. Gersztel ocupou cargos de destaque na Reag por nove anos, sendo considerado o número 2 na hierarquia da empresa, abaixo apenas do fundador João Carlos Mansur. A gestora chegou a administrar mais de R$ 340 bilhões em ativos no auge de suas operações. No início de janeiro de 2026, após a aquisição da empresa pela Planner, Gersztel renunciou aos cargos de diretor‑presidente e diretor financeiro de uma administradora de fundos da Reag. O pastor Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, é cotista dos fundos Leal e Arleen, administrados pela Reag. Esses fundos aportaram R$ 20 milhões no resort Tayayá, com o Arleen tornando‑se formalmente sócio das empresas dos familiares do ministro. Operação Carbono Oculto e as conexões com o crime organizado Em agosto de 2025, Gersztel foi alvo de buscas e apreensões durante a Operação Carbono Oculto, conduzida pela Polícia Federal. A operação investiga o uso de fundos da Reag para lavagem de dinheiro dos controladores das distribuidoras Copape e Aster, empresários suspeitos de vínculos com o PCC. As investigações apontam que os proprietários dessas empresas, Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como “Beto Louco”, e Mohamad Huissein Murad, ambos foragidos da Justiça, são acusados de sonegação fiscal bilionária. Os fundos da Reag teriam sido utilizados para adquirir usinas, postos de gasolina e imóveis de alto valor. A estratégia visava evitar a arrecadação de impostos pela Receita Federal e ocultar a verdadeira identidade dos proprietários desses bens. Gersztel e Mansur deixaram a Reag em meio às investigações sobre suas atuações nos fundos para clientes investigados. A Polícia Federal investiga a participação de Gersztel em diversas transações suspeitas, incluindo a compra da Usina Itajobi, produtora de etanol em Marapoama, interior paulista. A usina foi adquirida pelo fundo Mabruk II, supostamente utilizado para ocultar a verdadeira propriedade do empreendimento. O Ministério Público afirma em seus documentos que a “aquisição das usinas sucroalcooleiras foi instrumentalizada com fundos de investimento” e que executivos da Reag, incluindo Gersztel, “atuam em consonância com as dinâmicas fraudulentas da organização criminosa”. Após a Operação Carbono Oculto, a Reag também passou a ser investigada por supostamente abrigar fundos relacionados às fraudes do Banco Master. Essas investigações estão sob a relatoria do ministro Dias Toffoli no STF. Daniel Vorcaro, banqueiro envolvido no caso Master, tem demonstrado preocupação com a Operação Carbono Oculto. Sua defesa solicitou à Justiça Estadual de São Paulo que encaminhe o caso ao STF para ficar sob a responsabilidade de Toffoli. Durante a Operação Quasar, realizada em conjunto com a Carbono Oculto, foram encontradas mensagens relacionadas ao Master e a Vorcaro. O ministro Dias Toffoli tem enfrentado questionamentos após as revelações sobre a relação de seus familiares com fundos da Reag. Parlamentares federais manifestaram que o ministro deveria se declarar impedido para atuar como relator do inquérito. A Procuradoria‑Geral da República avaliará a possibilidade de questionar a suspeição de Toffoli caso seja formalmente provocada. A defesa de Daniel Vorcaro afirmou não ter “qualquer conhecimento a respeito dos negócios dos referidos fundos”. Declarou ainda que ele nunca foi cotista nem “participou de sua gestão”. Acrescentou que Vorcaro “não tem nem nunca teve informação ou participação em negócios relacionados ao resort ou quaisquer outros investimentos realizados por esses veículos”. “A defesa permanece colaborando com as autoridades e reitera que associações entre essas estruturas e o Sr. Vorcaro não correspondem à realidade”, afirmou.
Homem joga a própria mãe pela janela de apartamento e é preso em flagrante
Um homem foi preso em flagrante, nesta quinta-feira, por arremessar a mãe da janela de um apartamento no bairro de Novo Mondubim, na cidade de Fortaleza, no Ceará. Segundo a Polícia Militar, o suspeito foi autuado por tentativa de feminicídio. Em um vídeo publicado nas redes sociais, pessoas gritam enquanto a vítima aparece caída de bruços, no térreo do local. Apesar de ferida, a idosa parece estar consciente quando o homem deixa o apartamento, algemado por policiais. Minutos antes da chegada das autoridades, o suspeito havia tentado fugir, mas não obteve sucesso. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) realizou o socorro da mulher, que foi encaminhada à unidade hospitalar da capital. O homem, que não teve a identidade divulgada, foi conduzido à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), onde foi lavrado Auto de Prisão em Flagrante por tentativa de feminicídio. O agressor ficou em silêncio durante depoimento na delegacia. Entretanto, uma irmã da vítima e outras testemunhas relataram às autoridades que a idosa “sofreia agressões diárias do filho”.
Veja as imagens da Papuda que mostram onde Bolsonaro está agora
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a transferência do ex‑presidente Jair Bolsonaro para uma Sala de Estado‑Maior localizada no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. A decisão foi acompanhada da liberação de fotografias oficiais do espaço, divulgadas pelo próprio tribunal. Na ordem, Moraes minimiza as críticas feitas por familiares e apoiadores sobre as condições anteriores de custódia na Polícia Federal e afirma que as reclamações “não têm veracidade”. Ele sustenta, porém, que a mudança se justifica por oferecer “condições ainda mais favoráveis” ao ex‑presidente, com isolamento total dos demais detentos. A Sala de Estado‑Maior está situada no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, dentro da Papuda, e possui quase 65 m² de área total. O ambiente conta com áreas internas e uma área externa exclusiva, garantindo privacidade integral. Segundo a descrição oficial, o local inclui: quarto, sala, banheiro, cozinha e lavanderia; cama de casal, geladeira, armários e televisão; chuveiro com água quente; possibilidade de preparo e armazenamento de alimentos. As refeições – cinco por dia – continuam sendo fornecidas pela unidade custodiante. A decisão autoriza banho de sol em área externa privativa, sem restrição de horário, além da prática de exercícios físicos ao longo do dia. O espaço comporta a instalação de equipamentos como esteira e bicicleta ergométrica, atendendo a recomendações médicas anexadas ao processo. O regime de visitas foi ampliado. Familiares, advogados e médicos poderão atender o ex‑presidente em horários estendidos, distribuídos em dois dias da semana, com possibilidade de visitas simultâneas em três faixas de horário. Há ainda um posto de saúde no local, com equipe multidisciplinar formada por médicos, enfermeiros, dentistas, psicólogos, fisioterapeuta, psiquiatra e farmacêutico, dedicada aos custodiados da unidade. Moraes autorizou expressamente a divulgação das fotos do espaço, medida incomum em casos dessa natureza, reforçando a narrativa oficial de que Bolsonaro está sob custódia em condições consideradas privilegiadas pelo próprio STF. A transferência ocorre enquanto o ex‑presidente cumpre pena de 27 anos e três meses, decisão que continua gerando forte repercussão política e críticas entre apoiadores, que enxergam no caso mais um capítulo da escalada de perseguição judicial contra o principal líder da direita no país.
Caso Bolsonaro: Moraes declara impedimento e encaminha habeas corpus a Gilmar Mendes
Ninguém questiona as decisões do ministro Alexandre de Moraes sobre os processos referentes ao chamado “gópi” do 8 de janeiro há mais de três anos. De repente, o julgamento de um habeas corpus que pede a concessão de regime domiciliar ao ex‑presidente Jair Bolsonaro foi remetido ao ministro Gilmar Mendes, após Moraes se declarar impedido – declaração feita somente agora. Alguns observadores sugerem que a mudança brusca pode estar ligada à humilhação que Michelle Bolsonaro teria sofrido ao se encontrar com os ministros Moraes e Gilmar Mendes, chegando ao ponto de se perguntar se lhe foi exigida alguma postura subserviente. Embora, inicialmente, Gilmar Mendes tenha rejeitado o pedido por questões processuais, sem analisar o mérito, a expectativa é de que o pedido seja concedido assim que a defesa oficial do ex‑presidente o impetrar. A questão que permanece é o que motivou Moraes a declarar impedimento novamente neste momento, permitindo que a decisão caia nas mãos do decano da corte. Talvez a explicação esteja no viés político que o Supremo Tribunal Federal teria adotado há tempos, conforme mencionado pelo ex‑ministro Luís Roberto Barroso em 2023.
Tarcísio e Michelle mostram que política de resultados supera o barulho da internet
A política de verdade não se resume a curtidas nas redes sociais nem a gritos para a câmera de um celular. Enquanto muitos “especialistas” da internet gastam energia atacando até mesmo seus aliados, figuras como a ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro e o governador Tarcísio de Freitas demonstram como se joga o jogo para proteger quem realmente importa. A recente transferência de Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal para a chamada “Papudinha” (a Sala de Estado Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar) ilustra que a articulação silenciosa funciona muito melhor que o barulho vazio. É preciso encarar a realidade de frente: a prisão de Bolsonaro é uma aberração jurídica. Todo o processo, desde a acusação até a condenação de 27 anos, soa como uma piada de mau gosto para quem analisa os fatos com honestidade. Estamos diante de uma perseguição clara, em que o sistema tenta asfixiar uma liderança popular. Contudo, reclamar no Twitter ou no Instagram não tira ninguém da cela. O que realmente tira alguém de uma situação de injustiça é a política feita com inteligência, paciência e estratégia. O papel de Tarcísio: governador, não influencer Existe uma parcela da direita que parece viciada no conflito inútil. Esse grupo critica o governador Tarcísio de Freitas porque ele não passa o dia “batendo” publicamente nos ministros do STF. Trata‑se de um erro de julgamento. Tarcísio é chefe do Executivo do estado mais importante do Brasil. Ele não é um influencer digital cujo trabalho seja gerar engajamento por meio de polêmicas; ele é um administrador que precisa manter portas abertas em Brasília para alcançar resultados reais. Matérias do jornal Metrópoles e da Revista Oeste mostram que Tarcísio agiu exatamente como um homem de Estado deve agir. Ele intensificou sua atuação nos bastidores, conversando com ministros e chefes de poderes. Não foi para discutir ideologia, mas para apresentar fatos concretos: o risco à integridade física de Bolsonaro. Tarcísio ressaltou que, após a queda sofrida no cárcere e diante dos laudos médicos que apontam vulnerabilidade clínica permanente, o caso deixou de ser apenas jurídico e passou a ser uma questão humanitária. Ao manter um bom relacionamento com o STF, Tarcísio consegue ser ouvido. Se ele tivesse queimado todas as pontes para satisfazer o ego de quem quer ver “treta” na internet, não teria nenhum canal para interceder pela saúde do ex‑presidente. Atacar Tarcísio por sua postura diplomática não é apenas injusto; é uma burrice estratégica que só enfraquece o nosso lado. Michelle Bolsonaro e a sensibilidade estratégica Da mesma forma, Michelle Bolsonaro tem sido alvo de críticas infundadas por buscar o diálogo. Ela se reuniu com o ministro Gilmar Mendes, decano da Corte, para relatar a situação precária de saúde do marido. Michelle não está “conspirando” nem “traindo princípios”, como alguns pseudos‑especialistas sugerem. Ela exerce o papel de esposa e líder que quer salvar a vida do companheiro. As condições na cela da Polícia Federal eram degradantes para um homem da idade de Bolsonaro e com o histórico clínico dele. O barulho constante do ar‑condicionado, a falta de luz solar e o isolamento total configuram formas de tortura psicológica e física. Michelle entendeu que, para sensibilizar o tribunal sobre a necessidade de uma prisão domiciliar humanitária, era preciso conversar com quem detém o poder de decisão. Mesmo que o objetivo final – a volta para casa – ainda não tenha sido plenamente alcançado, a transferência para a “Papudinha” já representa uma vitória significativa. Ali, Bolsonaro tem acesso a médicos, fisioterapia e, o mais importante, ao banho de sol. Isso faz diferença vital no aspecto psicológico e na saúde de quem está preso. Se Michelle e Tarcísio conseguiram esse avanço, foi porque souberam articular, e não porque ficaram gritando ofensas ao vento. A divisão interna é a vitória do adversário O grande problema da direita atual é a “briguinha de ego”. Há quem prefira ter razão na internet a ver Bolsonaro livre. Esses grupos atacam Michelle e Tarcísio por puro purismo ideológico ou por inveja do protagonismo que exercem. É preciso entender que cada um tem um papel. Quem critica na internet tem sua importância para manter a militância alerta, mas quem faz a política institucional precisa de liberdade para negociar. Bater em Tarcísio e Michelle neste momento é dar um presente a quem quer ver Bolsonaro se acabando em uma cela. Quando a direita se divide e começa a “cancelar” seus próprios quadros técnicos e políticos, facilita o trabalho de quem deseja nos destruir. A união em torno de quem está realmente fazendo algo prático é o único caminho para a vitória. Bolsonaro não deveria estar preso. O episódio da tornozeleira e as alegações de risco de fuga são desculpas frágeis para manter uma punição política. Enquanto a liberdade plena não chega, cada passo em direção a um tratamento humano e digno deve ser celebrado e apoiado. Se continuarmos com esforço coordenado, sem birras e sem ataques internos, as chances de Bolsonaro conseguir a prisão domiciliar aumentam consideravelmente. É hora de maturidade política Parem de ouvir influenciadores que lucram com o caos e a divisão. Olhem para os fatos: a situação de Bolsonaro na PF era crítica. Michelle e Tarcísio agiram. Usaram os meios disponíveis – a conversa, o argumento técnico e a diplomacia – para melhorar a vida do líder que defendem. A política é a arte do possível. Se queremos ver Bolsonaro em casa, precisamos de gente sentada à mesa de negociação, e não apenas de gente gritando na calçada. Tarcísio e Michelle não precisam de críticas destrutivas; precisam de respaldo. Eles estão certos ao buscar o diálogo, ao manter as portas abertas e ao focar no que é prático. O inimigo é o sistema que injustiçou o ex‑presidente, não o governador que tenta salvá‑lo ou a esposa que luta por sua saúde. Aprendam a distinguir estratégia de traição. Com apoio e unidade, a justiça será feita. Com divisão e egoísmo, só teremos vídeos de indignação enquanto nosso líder continua sofrendo as consequências de uma condenação injusta. Paula Sousa.
Ex-jogador da seleção tem dívida de R$ 2 milhões em pensão e corre risco de perder cachê no BBB
A Justiça decretou a penhora de bens de Edilson Capetinha, participante do BBB 26, para quitar pensão alimentícia que soma aproximadamente R$ 2 milhões. O ex‑jogador acumulou débitos entre 2013 e 2020, conforme processo judicial em andamento. O valor que Edilson receberá por sua participação no reality show da Globo poderá ser destinado ao pagamento das pendências judiciais. As autoridades trabalham para definir o montante exato devido ao longo dos sete anos de inadimplência. A equipe de Edilson, ao ser consultada, afirmou que não há risco de prisão para o participante. Os representantes também reconheceram as dificuldades financeiras que levaram ao acúmulo da dívida. O processo segue em curso enquanto Edilson permanece no programa. A decisão judicial pode impactar diretamente os valores que ele receberá durante ou após sua permanência no reality. https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
HC de Bolsonaro e o “Tofolão”: o suposto novo escândalo da República
Em discurso no auditório da Universidade de São Paulo, Xerxes reiterou o que muitos já suspeitavam: o presidente Jair Bolsonaro, apelidado de “Careca”, terá sua foto exibida na “Papuda” e o processo será encaminhado ao ministro Gilmar Mendes. Segundo ele, com o tempo, Bolsonaro obterá a chamada “domiciliar” e o acordo firmado com os Estados Unidos será cumprido. O novo inquérito, de acordo com o orador, não tem objetivo de perseguir os apoiadores de Bolsonaro, mas sim de bloquear o fluxo de informações que, segundo ele, vem vazando das instituições para a imprensa. Xerxes enfatizou que o escândalo deve receber a designação de “Tofolão” e garantiu que este ano será diferente de 2022. Ele ainda apontou que o ministro Gilmar Mendes indeferiu o habeas corpus, porém sem analisar o mérito, o que, em sua avaliação, abriu caminho para os desdobramentos pretendidos.
Gilmar Mendes rejeita pedido de prisão domiciliar de Bolsonaro (Veja o vídeo)
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, rejeitou o pedido de prisão domiciliar apresentado ao ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele assumiu a responsabilidade de julgar o recurso depois que o ministro Alexandre de Moraes se declarou impedido. “Cumpre destacar que o presente habeas corpus nem sequer foi impetrado pela defesa técnica do paciente, ex‑Presidente da República. Diante do exposto, não conheço do habeas corpus, por manifesta inadmissibilidade da via eleita”. O habeas corpus foi impetrado pelo advogado Paulo Emendabili Souza Barros de Carvalhosa, que não integra a defesa oficial de Bolsonaro. Gilmar Mendes ressaltou que esse tipo de recurso não pode ser apreciado pelo STF e negou a ação por questões processuais. Veja o vídeo: