A Assembleia de Especialistas do Irã anunciou neste domingo (8) o seu novo líder supremo, que substitui o aiatolá Ali Khamenei. Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, será o novo líder supremo do país. Mojtaba Khamenei torna-se o chefe de Estado da República Islâmica do Irã, sendo ao mesmo tempo um líder espiritual e a mais alta autoridade do país. De acordo com a Constituição iraniana, isso lhe confere controle absoluto sobre a política e as Forças Armadas do Irã, bem como liderança em assuntos religiosos. Segundo filho mais velho de Khamenei, Mojtaba, de 56 anos, nunca ocupou um cargo importante na política iraniana — o que não o torna um completo desconhecido na burocracia estatal. Ele coordenava o Gabinete do pai e tem contatos importantes nos bastidores.
Moraes troca número de celular logo após escândalo de ligações com banqueiro Daniel Vorcaro
O ministro Alexandre de Moraes trocou o número de seu celular logo após suas ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro. O jornalista Lauro Jardim revelou mais esse episódio. Em sua coluna, Jardim fez a seguinte observação: “Todo cuidado é pouco: em 9 de fevereiro, pouco menos de um mês antes de suas complicadas ligações telefônicas com Daniel Vorcaro se tornarem públicas, Alexandre de Moraes trocou o seu número de celular.” Uma atitude que Moraes jamais perdoaria nos investigados em seus processos… A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fake News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber Veja a capa:
Tarcísio de Freitas lidera com folga contra Haddad em todas as simulações para 2026, aponta Datafolha
Pesquisa divulgada neste domingo (8) pelo instituto Datafolha demonstra que o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), lidera com vantagem expressiva a corrida pelo governo do estado nas eleições de 2026. No cenário testado contra o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), Tarcísio registra 44% das intenções de voto, enquanto Haddad alcança apenas 31%. Atrás dos dois principais nomes aparecem o deputado federal Kim Kataguiri (Missão) e o ex-prefeito de Santo André Paulo Serra (PSDB), ambos com 5% das intenções de voto. O empresário Felipe D’Ávila (Novo) surge com 3%. Considerando a margem de erro do levantamento, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, esses três candidatos estão tecnicamente empatados. O levantamento foi realizado entre os dias 3 e 5 de março e ouviu 1.608 eleitores com 16 anos ou mais em 71 municípios do estado de São Paulo. A pesquisa possui nível de confiança de 95% e foi registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-06798/2026 e SP-04136/2026. A sondagem também simulou um cenário diferente, no qual o vice-presidente da República e ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSB) aparece como principal adversário de Tarcísio. Nesse caso, o atual governador teria 46% das intenções de voto, enquanto Alckmin registraria 26%. Outra hipótese analisada pela pesquisa inclui a presença do ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB), na disputa. Nesse cenário, Tarcísio mantém 44% das intenções de voto, Haddad aparece com 28%, enquanto França soma 5%. Nessa configuração, Kataguiri e Serra registram 4% cada, e Felipe D’Ávila aparece com 2%, todos dentro da margem de erro. O instituto também mediu um cenário com a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), como candidata. Nesse caso, Tarcísio amplia ainda mais a vantagem e alcança 49% das intenções de voto, enquanto Tebet aparece com apenas 19%. Os dados indicam que, nos diferentes cenários testados, o atual governador mantém vantagem significativa sobre os possíveis adversários na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes nas eleições estaduais de 2026.
Morre aos 58 anos Marcelo Pretto, referência da percussão corporal e integrante do Barbatuques
A música brasileira perdeu na madrugada deste domingo (7) um nome de peso da percussão corporal e da pesquisa de ritmos populares. Marcelo Pretto, integrante do grupo Barbatuques, faleceu aos 58 anos no Hospital Alvorada, em São Paulo, vítima de complicações decorrentes de diabetes em estágio avançado. Conhecido entre amigos e parceiros de palco pelo apelido de Mitsu, o músico teve papel fundamental na construção da identidade artística do Barbatuques, coletivo paulistano criado em 1995 e reconhecido por utilizar o próprio corpo como instrumento musical. Marcelo Pretto ingressou no grupo em 1999 e, ao longo dos anos, consolidou-se como uma das figuras mais representativas da percussão corporal no Brasil. Sua atuação foi decisiva para firmar o estilo inovador que levou o Barbatuques a apresentações em palcos nacionais e internacionais. Além da participação no Barbatuques, o artista também integrou por mais de 15 anos o coletivo A Barca, dedicado à pesquisa e valorização das manifestações tradicionais da música brasileira. Nesse trabalho, Pretto participou de iniciativas voltadas à preservação de ritmos e expressões culturais populares. Com uma carreira extensa, o músico colaborou em mais de 50 álbuns de diferentes artistas, emprestando sua voz e sua habilidade percussiva a diversos projetos musicais ao longo das últimas décadas. Apaixonado pela riqueza do cancioneiro popular brasileiro, Pretto era reconhecido pela versatilidade vocal e pela presença marcante no palco, características que o tornaram uma figura respeitada entre músicos e pesquisadores da cultura nacional. Em nota divulgada neste domingo, o Barbatuques destacou a importância artística e humana do músico para o grupo e para a música brasileira. “Marcelo deixa um legado artístico imenso, que vai muito além de sua participação no Barbatuques. Pesquisador da música e das manifestações culturais populares da música brasileira, Mitsu foi uma fonte de inspiração para nós. Sua voz única e presença marcante seguirão ecoando na música e, principalmente, em nossos corações”, afirmou o grupo.
Morre aos 58 anos Marcelo Pretto, referência da percussão corporal e integrante do Barbatuques
A música brasileira perdeu na madrugada deste domingo (7) um importante nome da percussão corporal e da pesquisa de ritmos populares. Marcelo Pretto, integrante do grupo Barbatuques, morreu aos 58 anos no Hospital Alvorada, em São Paulo, após complicações decorrentes de diabetes em estágio avançado. Conhecido entre amigos e parceiros de palco pelo apelido de Mitsu, o músico teve papel fundamental na construção da identidade artística do Barbatuques, coletivo paulistano criado em 1995 e reconhecido por utilizar o próprio corpo como instrumento musical. Marcelo Pretto passou a integrar o grupo em 1999 e, ao longo dos anos, tornou-se uma das figuras mais representativas da percussão corporal no Brasil. Sua atuação ajudou a consolidar o estilo inovador que levou o Barbatuques a apresentações em palcos nacionais e internacionais. Além da participação no grupo, o artista também integrou por mais de 15 anos o coletivo A Barca, dedicado à pesquisa e valorização das manifestações tradicionais da música brasileira. Nesse trabalho, Pretto participou de iniciativas voltadas à preservação de ritmos e expressões culturais populares. Com carreira extensa, o músico colaborou em mais de 50 álbuns de diferentes artistas, emprestando sua voz e sua habilidade percussiva a diversos projetos musicais ao longo das últimas décadas. Apaixonado pela riqueza do cancioneiro popular brasileiro, Pretto era reconhecido pela versatilidade vocal e pela presença marcante no palco, características que o tornaram uma figura respeitada entre músicos e pesquisadores da cultura nacional. Em nota divulgada neste domingo, o Barbatuques destacou a importância artística e humana do músico para o grupo e para a música brasileira. “Marcelo deixa um legado artístico imenso, que vai muito além de sua participação no Barbatuques. Pesquisador da música e das manifestações culturais populares da música brasileira, Mitsu foi uma fonte de inspiração para nós. Sua voz única e presença marcante seguirão ecoando na música e, principalmente, em nossos corações”, afirmou o grupo.
Advogado de Trump detona STJ por blindar Moraes de intimação judicial americana
O advogado Martin de Luca, que representa a plataforma Rumble e a Trump Media — empresa ligada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump — criticou duramente a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que rejeitou um pedido da Justiça norte-americana para intimar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em uma ação movida nos Estados Unidos. O caso envolve acusações de que o magistrado brasileiro teria determinado medidas que resultaram no bloqueio de perfis de usuários residentes nos EUA em plataformas digitais sediadas naquele país. A solicitação de intimação foi encaminhada à Justiça brasileira por meio de uma carta-rogatória enviada ao STJ em agosto. Após a decisão da corte brasileira de negar o pedido, De Luca utilizou as redes sociais para manifestar sua reação e questionar o procedimento adotado pelo tribunal. “O Superior Tribunal de Justiça (STJ) do Brasil teria bloqueado um pedido de um tribunal federal dos EUA para citar o juiz Alexandre de Moraes no caso Rumble por meio da Convenção de Haia sobre a Citação e Notificação de Documentos Judiciais e Extrajudiciais em Matéria Civil ou Comercial”, afirmou o advogado. Além disso, ele criticou o fato de a análise ter ocorrido de forma reservada. “Ainda mais extraordinário é que a decisão foi tomada em um procedimento sigiloso e a portas fechadas”, declarou. A ação tramita na Justiça da Flórida, onde a Rumble e a Trump Media acusam Moraes de impor bloqueios considerados ilegais contra contas de usuários residentes em território americano. Segundo as empresas, as determinações teriam atingido plataformas digitais que também operam a partir dos Estados Unidos. De Luca argumentou que o mecanismo utilizado no pedido faz parte de acordos internacionais de cooperação jurídica entre países. Para ele, a utilização da Convenção de Haia deveria ser tratada como um procedimento rotineiro entre sistemas judiciais. “A Convenção de Haia sobre a Citação e Notificação de Documentos Judiciais e Extrajudiciais em Matéria Civil ou Comercial existe para que tribunais de um país possam notificar formalmente réus em outro país sobre processos judiciais. Ela se destina a ser um ato rotineiro de cooperação judicial — não uma decisão política”, afirmou. O advogado também levantou questionamentos sobre a transparência da decisão brasileira e indicou que o processo nos Estados Unidos continuará em andamento. “Usar um procedimento secreto para impedir que Moraes sequer receba notificação de um processo levanta sérias questões sobre transparência e o Estado de Direito. E isso não interrompe o caso. O processo nos Estados Unidos continua. Se um juiz estrangeiro enviar ordens extraterritoriais por e-mail para censurar usuários americanos que publicam discursos lícitos em território americano usando plataformas americanas, ele deverá, em última instância, responder perante um tribunal”, declarou. A decisão do STJ seguiu manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que recomendou a rejeição da carta-rogatória. O órgão argumentou que protocolos internacionais de cooperação jurídica impedem o andamento de ações judiciais que tenham como alvo magistrados estrangeiros por decisões tomadas no exercício de suas funções.
Moraes autoriza saída temporária de condenado pelo assassinato de Marielle para biópsia em hospital particular
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou que o ex-policial militar Robson Calixto Fonseca, condenado por participação no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, deixe temporariamente a prisão para realizar uma biópsia em um hospital da rede privada. Calixto cumpre pena de 9 anos de reclusão em regime fechado após ser condenado pelo crime de associação criminosa no caso. A defesa do ex-militar afirma que ele desenvolveu câncer de próstata e, por esse motivo, solicitou medidas alternativas de cumprimento de pena. Antes mesmo do julgamento do caso, realizado nos dias 24 e 25 de fevereiro, os advogados haviam pedido a concessão de prisão domiciliar humanitária, argumento que foi rejeitado por Moraes naquela ocasião. Posteriormente, uma junta médica foi designada para avaliar o estado de saúde do condenado. O relatório elaborado pelos especialistas apontou a necessidade da realização de uma biópsia para investigar o quadro clínico, mas não recomendou a transferência para prisão domiciliar. Diante da conclusão médica, a defesa de Calixto apresentou recurso questionando o laudo, solicitando a formação de uma nova junta médica e reiterando o pedido de cumprimento da pena em casa. “O laudo da junta foi absolutamente insatisfatório, pois não realizou a devida avaliação do quadro clínico e a compatibilidade com a medida privativa de liberdade”, afirmou a defesa do condenado. Os advogados também criticaram a ausência de informações detalhadas no relatório. “A junta não falou sobre a compatibilidade entre o tratamento e a prisão, qual seria o tipo de tratamento mais recomendável, se o tratamento seria feito em hospital ou em outro local, se o tratamento seria viável no estabelecimento prisional, além de outras informações e análises adequadas e necessárias”, argumentaram. Na decisão assinada na quinta-feira (5/3), o ministro Alexandre de Moraes manteve o entendimento de que não há elementos que justifiquem a concessão de prisão domiciliar no momento. “Em que pese a defesa ter juntado documentos para comprovar o alegado, não se verifica qualquer situação que impossibilite o cumprimento de pena em unidade prisional, tampouco configura-se importante situação superveniente a autorizar a excepcional concessão de prisão domiciliar humanitária, inclusive com a notícia de que não há ‘necessidade de troca do regime vigente para prisão domiciliar, nesta fase de investigação clínica’”, sustentou o ministro. Apesar de negar a mudança de regime, Moraes autorizou que Calixto seja conduzido para realizar o exame necessário fora da unidade prisional. “Por outro lado, verifico não haver óbice à autorização para que o réu possa sair da unidade prisional para realizar o procedimento de biópsia na rede particular de saúde”, observou o magistrado.
Irã define novo líder supremo, mas mantém identidade em sigilo após morte de Khamenei
O Irã já definiu quem será o novo líder supremo do país, porém a identidade do sucessor ainda não foi anunciada oficialmente. A decisão foi tomada neste domingo (8) pela Assembleia de Peritos, órgão responsável por escolher a maior autoridade política e religiosa da República Islâmica. A escolha ocorre após a morte do aiatolá Ali Khamenei, que comandou o país por 37 anos. Ele morreu em 28 de fevereiro, no início do conflito militar envolvendo forças dos Estados Unidos e de Israel contra o território iraniano. Apesar da decisão já ter sido tomada internamente, o nome do novo líder ainda não foi apresentado ao público. A confirmação da escolha foi feita por integrantes da própria assembleia responsável pelo processo sucessório. As informações foram divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo. “O candidato mais apropriado foi nomeado”, afirmou Mohsen Heydari, representante da província de Khuzestão na Assembleia de Peritos, em declaração divulgada pela agência estatal iraniana Irna. Outro membro do colegiado, Mohamad Mehdi Mirbagheri, também confirmou em um vídeo divulgado pela agência Fars que uma pessoa já foi oficialmente indicada para assumir a liderança suprema do país. Após a morte de Khamenei, o clérigo e político Alireza Arafi vinha exercendo funções de liderança interina enquanto o processo de sucessão era conduzido pelas autoridades religiosas. A definição do novo líder ocorre em um momento de forte tensão política e militar entre o Irã e potências ocidentais. O país enfrenta pressões externas enquanto o conflito na região continua em escalada. De acordo com informações divulgadas por agências de notícias iranianas, a pessoa escolhida para ocupar o cargo provavelmente é alguém que enfrenta oposição aberta dos Estados Unidos. Em declaração divulgada pela agência semioficial Nour News, o aiatolá Mohsen Heidari afirmou que a postura americana acabou influenciando indiretamente a decisão da assembleia. Segundo ele, o país que chamou de “Grande Satã”, expressão frequentemente usada por autoridades iranianas para se referir aos Estados Unidos, teria prestado “uma espécie de serviço” ao criticar publicamente determinados nomes considerados para a sucessão. As declarações fazem referência a posicionamentos do ex-presidente americano Donald Trump, que classificou como “inaceitável” a possibilidade de Mojtaba Khamenei, filho do líder falecido, assumir o comando supremo do Irã. “Alguém que enfrenta a oposição do inimigo tem maior probabilidade de ser benéfico para o Irã e para o Islã”, afirmou Heidari ao comentar o processo de escolha do novo líder. Agora, a confirmação oficial depende de um anúncio público que deverá ser feito por Hosseini Bushehri, chefe do Secretariado da Assembleia de Peritos. Cabe a ele comunicar formalmente a decisão tomada pelos clérigos responsáveis por definir quem assumirá o posto máximo da República Islâmica.
Congresso se acovarda enquanto STF e Moraes seguem no comando: quem vai parar essa imoralidade?
O cenário político brasileiro permanece marcado por indefinições e acomodações institucionais que levantam questionamentos sobre os rumos do país. O Supremo Tribunal Federal e o conjunto de dez ministros continuam faceiros em seu território. Moraes segue dando ordens por lá, prendendo e soltando quem quiser, segundo relatos. Toffoli, acuado, parece ter se tornado invisível no tabuleiro político atual. Enquanto isso, Gilmar, Dino e Gonet ainda esperneiam para tentar salvar o que restou da bandidagem oculta, conforme observado. Lula, mais perdido do que nunca, sabe o que lhe espera. O Congresso foge da responsabilidade que lhe cabe. O Senado se acovarda diante das circunstâncias. Alcolumbre ainda parece bem pago, segundo observações do cenário político. A Faria Lima e a imprensa formam a amálgama perfeita numa trama cirúrgica. E Vorcaro? Já perdeu seu sicário e sua liberdade. A questão que permanece: afinal, vai levar alguém com ele?
Flávio Bolsonaro registra boletim de ocorrência após receber ameaça de admirador de Adélio Bispo
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, registrou neste sábado (7/3) um boletim de ocorrência após receber, nas redes sociais, uma ameaça feita por um homem que se declara admirador de Adélio Bispo. Adélio ficou conhecido por ser o autor do atentado contra Jair Bolsonaro, pai do senador, durante a campanha presidencial de 2018. Na ocasião, o então candidato à Presidência foi atingido por uma facada durante uma caminhada na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais. De acordo com o boletim de ocorrência registrado por Flávio Bolsonaro, o usuário identificado pelo perfil @MarcosB51733320 respondeu a uma publicação sugerindo que poderia repetir o ataque contra o senador caso recebesse pagamento para isso. “QM mandou [matar Bolsonaro] eu não sei. Mas quem quiser me pagar pro Flávio sofrer o mesmo … (sic)”, afirma a postagem publicada em 6 de março. Conforme as informações registradas no documento, o suposto autor da mensagem teria 40 anos e residiria em Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal localizada a cerca de 30 quilômetros do Congresso Nacional, local onde Flávio Bolsonaro exerce suas atividades parlamentares. A equipe do senador também incluiu no boletim outro conteúdo encontrado no mesmo perfil. Em uma publicação feita em abril de 2025, o usuário replicou um pedido de anistia para Adélio Bispo, acompanhado da frase: “ele só tentou, mas não conseguiu finalizar o golpe”, em referência às acusações relacionadas à chamada trama golpista envolvendo Jair Bolsonaro.