Professor de 31 anos que doou para Kamala tenta assassinar Trump em jantar oficial da imprensa

No sábado (25 de abril), durante o jantar anual dos correspondentes da imprensa da Casa Branca, um episódio alarmante reforçou a percepção de que a radicalização da esquerda atingiu patamares perigosos.

Cole Tomas Allen, professor americano de 31 anos residente na Califórnia, invadiu o evento portando rifles e facas com o objetivo explícito de assassinar o presidente Donald Trump.

Informações preliminares indicavam tratar-se de alguém de comportamento aparentemente normal, mas radicalizado ao extremo a ponto de escolher essa conduta violenta.

Descobriu-se que Cole contribuiu financeiramente para a campanha de Kamala Harris nas últimas eleições presidenciais e deixou mensagem para a família revelando suas intenções naquela noite. Minutos antes do atentado, familiares alertaram a Polícia de Washington D.C. sobre os planos de Cole, que visava matar todos os assessores de Trump presentes no local, tendo o próprio presidente como alvo principal.

Investigações futuras revelarão se ele mantinha vínculos com alguma organização, como ocorreu seu processo de radicalização, e qual será sua pena. Esses são os fatos conhecidos até o momento.

O que se pode afirmar de maneira assertiva é que a ideologia de esquerda — surgida no mundo a partir da Revolução Francesa, que influenciou Lenin, responsável pela Revolução Russa de 1917 com milhões de mortos, Lenin esse que admirava Robespierre, idealizador do Reinado do Terror daquele período, sucedido por outros ditadores com pensamento similar nas décadas posteriores, além da formação de intelectuais da conhecida Escola de Frankfurt que disseminaram a ideia de guerra cultural através da infiltração dessa ideologia nas universidades americanas a partir da década de 50 do século passado — essa ideologia nefasta nos trouxe ao momento atual.

Mais do que nunca, a radicalização e a intolerância comandam as atividades, o comportamento e as vidas desse grupo, que se torna cada vez mais doentio, não admitindo pensamento divergente e enxergando todo aquele que discorde de sua ideologia como inimigo a ser abatido e eliminado.

Essa é a base do pensamento que originou a ideologia de esquerda: violência, ressentimento e destruição, escondidos sob o nome bonito de justiça social.

Cole, portanto, não é uma exceção, mas a regra da esquerda atual.

O que vemos acontecer agora é resultado de décadas de infiltração, doutrinação e dominação de mentes incapazes de se defender, tornando-se militantes radicais que sequer sabem explicar por que o são.

Na verdade, nada sabem — são apenas papagaios de repetição sem conteúdo intelectual.

Acostumados à desconstrução do mundo a partir da Revolução de 68, conhecida como Maio de 68 — movimento de contestação social, cultural e política que se espalhou pelo mundo, desafiando as estruturas tradicionais da sociedade ocidental com seu conhecido chavão “é proibido proibir” —, passaram a ver todo aquele que continuou vivendo com base nos valores tradicionais sobre os quais se ergueu a civilização ocidental como seres retrógrados, de vidas burocráticas e insossas, enquanto a si mesmos auto-concederam os louros de turma descolada, à frente do seu tempo, moderna e inteligente, fundadora de uma nova sociedade em que família e religião são vistos como valores destinados a desaparecer em alguma fresta do tempo.

Durante décadas assim foi, implantando seu sistema de desconstrução total daquilo que levou milênios para ser erguido por aqueles que os antecederam.

Mas eis que os tempos mudaram e esses conservadores colocados por tanto tempo no canto da sala teimam em existir, resistir e reivindicar seu direito de viver a seu modo, o que passa pelo respeito aos valores ancestrais do ser humano.

Desde então, os conflitos se acentuaram e se intensificaram, levando a uma radicalização extrema, onde vemos as novas gerações adotando ideias radicais e destrutivas, aliando-se cada vez mais ao lado podre da humanidade, em decadência doentia e psicótica.

Isso nos leva a afirmar que o abandono de valores humanos que por tantos milênios funcionaram como esteio e motor da vida na Terra está tendo como consequência a deterioração mental desse grupo cada vez mais agressivo, radical e conduzido pelo ódio, enquanto acusam de ódio aqueles que eles mesmos odeiam.

Sendo assim, o que é preciso dizer neste momento tenso da humanidade, neste tempo de decisões importantes a respeito de quem somos e pelo que desejamos nos engajar para não desaparecer levados ao abismo por esses grupos idiotizados e emburrecidos é o seguinte: lutem, lutem, lutem.

Como dizia o grande Roger Scruton, filósofo britânico morto em 2020:

“Nós, conservadores, somos chatos, mas estamos certos.”

Não desistam jamais.

Silvia Gabas – @silgabas

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