Provocados pelas derrotas recentes, agora criam o ‘Congresso Inimigo do Povo’, virando o disco velho e gasto de sua própria hipocrisia.
Enquanto o Congresso minúsculo apoiava Lula, era o amigo querido. A esquerda se alterna, roendo o osso do poder: ora bajulando o sistema, ora atacando o sistema do qual Lula sempre foi o fantoche, desde 2002.
A esquerda é um fracasso, com o poder centralizado em um único personagem, sinônimo de fracasso.
Para compreender bem isso, basta um exercício hipotético simples: imaginar o que seria do Brasil caso fosse Jair Bolsonaro o eleito em 2002, e não Lula.
Não fica difícil entender onde estaríamos hoje, com a equipe de Bolsonaro, especialmente Paulo Guedes. No lugar devido, e que este país merece, entre os primeiros do mundo.
E não atolados em corrupção, crise econômica, escuridão cultural e atraso.
A única coerência que a esquerda, como praga, mantém, é a perseguição desenfreada pelo poder. Mais nada.
Veja o vídeo:
