Não dava para se esperar outra coisa partindo de Guilherme Boulos.
O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), defendeu a mudança das regras sobre trabalho infantil no Brasil. A declaração aconteceu em entrevista no podcast Inteligência Limitada, exibida na sexta-feira (1º), no Dia do Trabalhador.
Zema comparou o Brasil com os Estados Unidos e disse que, no país norte-americano, crianças podem trabalhar entregando jornais.
“Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal. Recebe lá não sei quantos cents por cada jornal entregue, no tempo que tem. Aqui é proibido, você está escravizando criança. Então, é lamentável, mas tenho certeza de que nós vamos mudar isso”, disse.
E completou:
“Eu sei que o estudo é prioritário, mas criança pode estar ajudando com questões simples, com questões que estão ao alcance dela. Eu acompanhava meu pai o dia todo, contava parafuso, porca e ajudava ele, embrulhava em jornal”.
Sem dúvida, um tema que admite debate. Quem trabalhou quando criança sabe o quanto isso pode ser importante na formação do caráter.
Porém, Guilherme Boulos, um sujeito que não tem experiência nenhuma com o trabalho, partiu para a baixaria:
“Defender o trabalho infantil é um ato de covardia. O cidadão que faz isso no Dia do Trabalhador vai além: dá sérios sinais de ser um psicopata. O nome dele é Romeu Zema”.
Quanta debilidade e descompostura.
